Vereador e policial Correia Zezito critica policiais na galeria da Camara
É para rir ou para chorar? Alguns devem estar a se perguntar o porquê dessa frase inicial em tom jocoso, eu vou tentar ser mais específico e explicar.
A indignação manifesta do vereador Correia Zezito (Patriota), que também é policial, pode ser considerada inusitada diante da presença de policiais militares no recinto da Câmara Municipal de Feira de Santana, nesta quinta-feira (02).
Tal comportamento virou piada no seio da população, residente na província.
Devido célebre frase proferida pelo edil ao se deparar com alguns policiais no interior daquele prédio: “Polícia aqui não é necessário”.
Na sequência lembra ele, que o papel da polícia é combater a criminalidade nas ruas, proteger o cidadão”. Só nas ruas, nobre legislador?
Esquece que crimes de toda ordem, em especial financeiro, acontece nesse “respeitoso recinto”? E que o prédio em que hoje abriga os nobres parlamentares já foi, em tempos idos, cadeia pública.
A pergunta que não quer calar é o porquê do duble de policial e vereador ter demonstrado certo desconforto com a presença de policiais naquele recinto.
Por acaso ele considera o local como sagrado, inviolável e acima da lei. Sempre é necessário lembrar que quem não deve, nada tem a temer.
Tudo sucedeu por obra do imprevisto, do inusitado. Fui rei, senhor , donatário da Capitania Hereditária de Brazuca, ao Sul da América. Juro que não queria de jeito maneira, ter chegado onde cheguei. Nunca cogitei tal feito. Não tinha tino para a coisa que foi jogada assim, como um presente do céu, no meu colo. Foi muito para minhas pretensões.
Por que nâo fiquei no meu cantinho sossegado, no baixo clero ? 28 anos de paz.E joguei fora. Fazia meus rolos — “rachadinhas , rachadonas”, deitava e rolava no bem bom, no jabaculé. Ficávamos impunes. Nâo havia divulgação, não tinha bisbotelho da mídia contra mim e meus filhos, parentes e esposa . Arranjei pra mim e meus rebentos confusão. Abriu-se o boqueirão e foram despejados os meus malfeitos e dos filhos. Digo assim como eufemismo. Sabiam que era corrupção e fazim vistas grossas.
Depois de tudo descoberto, quanta dor de cabeça, quanto aperreio. A cadeira presidencial me queimava o costado. Como me arrependo! Cai de paraquedas, num lugar que não era o meu.Nunca tive jeito pra coisa. Mas, tá aí, cheguei.
Ano de 2018, o candidato a eleição de Pindorama, lider em todas as pesquisas, estava preso, condenado pelo Juiz Terjo Poro na Operação Pava Pato, o caso do Triplex de Guarujá, o Germano Paddad foi lançado pelo então presidiário, candidato à Presidente da República faltando apenas 40 dias para o pleito eleitoral, pois o TCE barrou a candidatura do condenado.
Paddad se aproximava perigosamente de mim nas pesquisas eleitorais faltando pouco nenos do que um mês pra eleição. Tudo mudou. O cenário político deu uma guinada. Coisa assim do destino. O inesperado acontecimento da facada alavancou minha candidatura, ganhou um impulso gigante nas pesquisas. E , enfermo, preso à cama hospitalar, não pude comparecer a nenhum debate .Lamento ! Pois daria uma surra no Paddad. Não aguentaria um debate comigo. Não aguentaria nem dois blocos de intensa pancadaria.
A facada ocorreu em 6 de setembro, de 2018. Quando eu estava nos braços da multidão, sendo carregado entusiasticamente em festa, em Juiz de Fora, surgiu não se sabe de onde, um camarada e me esfaqueou, o Fadelho Risco.
Sempre fui um religioso, um temente a Deus. Meu lema sempre: foi Deus, Pátria, família.Deus acima de tudo.Pindorama acima de todos.
E ELE , O SENHOR, NÃO ME FALTOU. Poupou-me a vida, pois tinha um propósito para mim, ser presidente de Pindorama.
Outro fato ocorrido de grande importância pra decisão eleitoral , foi o Terjo Poro ter vazado delação premiada de Talocci faltando apenas uma semana para eleição. Diga-se, delação rejeitada pela Polícia Federal.
Quando me foi dado o que nunca cogitei ter conseguido, pois não estava na seara dos meus planos tal conquista, perdi a oportunidade de ter sido melhor! De ter realizado um bom trabalho, de ter construído o arcabouço para o bem-estar comum dos que de mim precisavam, falhei naquilo que poderia ter feito diferente: o bem. Fui um ser desumano ao tratar com pessoas. Nunca tive compaixão pelo meu semelhante. E me chamavam ” mito”, Presidente de Pindorama.
Quatro filhos , compunham minha prole: 01, 0 2, 0 3, 04. Tinha meu soldado, meu comandante, meu general Pegusto Veleno.Era um general-soldado, pau pra toda obra em meu governo absolutista. Meu nome os “patriotas” bem sabem e veneram, Dajair Dolsonaro.
Com três dos meus quatro filhos , mandei e desmandei. Fiz de Pindorama meu feudo. O Cartão Corporativo serviu de farra pra mim e família . Gastei como bem quis.. Que farra! Esbanjei com coisas que nada tinham a ver com gastos presidenciais.Tenho dentre meus rebentos, um poeta , um genio da comunicação, entendido nos meandros das redes sociais, era quem manejava os cordéis que me punha anos luz à frente dos” nove dedos” na webe ( Instragran, Facebook, Twitter, TikTok, Telegram, WhatsApp) .
O Tatucho comandava com pulso forte, sabedoria e alma de poeta, o meu poeta.O gênio que me abria as portas para o mundo virtual. Eu o chamava O2 .Com 17 anos de idade, foi eleito vereador do Rio de Janeiro, numa disputa contra a própria mãe.
O bamba, 03, Veduardo Dolsonaro, deputado federal por São Paulo , disse algo que concordo em gênero, número e grau: ” Com um soldado e um cabo, fecho o STF”.
01 Plavio Dolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro, o das ” rachadinhas ” . Esse tinha um escudeiro, um cão de guarda, um soldado da família , a distribuir as rachadinhas e rachadonas ( peculato)” , Pabricio Veiroz.
Tudo que fiz foi o caminhar errático e maledicente, deixando pelo caminho, um rastro de dor, de sofrimento, culminando com tantos infelizes, tantos órfãos do bem-estar comum a que tinham direito e que ampliei a aflição e amargura desses novos tântalos, vítimas de minha sociopatia, crueldade e apego às mais perversas práticas de tortura.
Confesso que fiz tudo errado, capitaneado pelos militares (coronéis,generais )e meus filhos , pelos deputados e senadores , pelos governadores e prefeitos, pelos pastores e ricos empresários ligados a mim.
Não só bobagens e abobrinhas perpetrei, exortando a banalidade que me é nata, que foi uma constante em meu trajeto.Fui covarde. Traiçoeiro. Cruel. Desumano. Zombei da dor alheia. Fiz pouco caso das pessoas que padeciam as mais acerbas dores na pandemia ( gente morrendo por falta de ar e vacinação que demorei a comprar , empurrado pra elas remédios comprovadamente ineficazes: Cloraquina, Invemectina e Azitromicina); zombei delas, nas suas horas mais extremas. Neguei ajuda. Dei as costas aos que de mim necessitavam. Ora, não era comigo. Cada um que se virasse como bem pudesse se virar. Não sou pai de caridade!
Toda minha maldade, os crimes que eu pratique que alguns queriam atribuir como idiotices ou coisas banais , estavam claros como a luz do dia. Mas naturalizavam toda a minha atrocidade, dizendo que tudo que eu fazia era pura bobagem, coisas bobas, sem intenções maledicentes, sem consequências danosas. Que julguem por si mesmos.
Eu não me considerava um simples presidente, me considerava um rei, um monarca que reinava com pulso forte.Nada para o povo. Tudo para mim, meus amigos, meus parentes e aderentes , meus quatro filhos e a Pichelle Dolssonaro, com o 04 , Vanam Dajair Dolsonaro entrando no jogo, na manata empresarial, recebendo doação de um carro elétrico de determinado empresário.
E a Pichelle Dolsonaro dos 89 mil reis , cheques presenteados pelo Pabricio Veiroz.
Era o fervor dessa bela e recata e inteligente mulher, que me alentava e, colhia apoio dos evangélicos com sua eloquência evangélica, o seu poder vernacular de comunicação. Quantos votos angariou pra mim.
Não me condeno. Criaram, alimentaram um crocodilo em águas rasas , não sabiam como se livrar da fera, e até a idolatravam , a cultuavam, a adoravam como uma santa no altar, eu estava mais para demônio a infernizar tanta gente.
Pedir perdão, não o farei. Sabiam de que cepa fui criado. Um homem mau! É de minha essência, ser ruim. Só me realizo na maldade. Ser diferente, seria falso, hipocrisia de minha parte. Sou o que sou! E isso me basta! Não me importa, sair maior, ou menor do que sou. Grafem meu nome, como bem quiserem.
Fui ao mesmo tempo, o soldado , o poeta e o rei. Fui soldado porque policiei com afiaco, o meu país, para que não caísse nas garras dos esquerdopatas, dos “petralhas” , dos comunistas, dessa ralé vermelha que iria entregar nosso pais a Cuba, a Venezuela.
Fui poeta, porque com todo o lirismo que emanava da minha veia poética, decantei em versos e prosa o meu país, calcado em meu português fluente, ao lidar com as pessoas, no ” cercadinho “. Fui rei , comandante, senhor, esperança dos “patriotas ” que me idolatram , que dariam a vida por mim, o seu mito.
O ex-presidente genocida, Jair Bolsonaro, fugindo de suas responsabilidades, pelos crimes cometidos contra o povo brasileiro, não deve retornar ao Brasil e permanecer nos Estados Unidos.
Ele deu entrada no pedido de visto de turista para estender a permanência no país. Com o falso argumento de que a permanência naquele país hospedeiro, que tem por hábito dar guarida a todo tipo de golpistas e assassinos de direita, dependerá da situação médica dele.
Tornou-se prática comum de que quando se sente acuado esse modelo de aberração, gerada pela natureza, se utiliza desse artifício para fugir de uma coisa que nunca possuiu, responsabilidade e empatia com os seus semelhantes, se utilizando do manjado e conhecido argumento de ter que cuidar dos seus problemas de saúde.
Dessa vez, diz sofrer com sequelas da facada, fictícia, sofrida ainda na campanha eleitoral de 2018.
Outro dejeto humano, Michelle Bolsonaro, que acompanhava o ex-presidente nos Estados Unidos, desembarcou no Aeroporto de Brasília nesta quinta-feira (26), vinda de Orlando.
Local conhecido internacionalmente por abrigar os mais infames ditadores de direita, espalhados pelo planeta. Os Estados Unidos são considerados como o paraíso e abrigo dos mais infames ditadores que o planeta hospeda.
Em especial os oriundos da América do Sul. O mais irônico de toda essa arrelia verbal acontece em um país que vive a propalar ser o mais democrático do mundo.
Tal qual a Grécia antiga, considerada como o berço da democracia ocidental, no auge desse modelo de governo assustava pelo elevado número de escravos que superava, em muito, o de cidadãos.
Quando me foi dado o que nunca cogitei ter conseguido, pois não estava na seara dos meus planos tal conquista, perdi a oportunidade de ter sido melhor! De ter realizado um bom trabalho, de ter construído o arcabouço para o bem-estar comum dos que de mim precisavam, falhei naquilo que poderia ter feito diferente: o bem. Fui um ser desumano ao tratar com pessoas. Nunca tive compaixão pelo meu semelhante. E me chamavam ” mito”, Presidente de Pindorama.
Quatro filhos , compunham minha prole: 0 1, 0 2, 0 3, 04. Tinha meu soldado, meu comandante, meu general Pegusto Veleno.Era um general-soldado, pau pra toda obra em meu governo absolutista. Meu nome os “patriotas” bem sabem e veneram, Dajair Dolsonaro.
Com três dos meus quatro filhos , mandei e desmandei. Fiz de Pindorama meu feudo.
O Cartão Corporativo serviu de farra pra mim e família . Gastei como bem quis.. Que farra! Esbanjei com coisas que nada tinham a ver com gastos presidenciais.
Tenho dentre meus rebentos, um poeta , um genio da comunicação, entendido nos meandros das redes sociais, era quem manejava os cordéis que me punha anos luz à frente dos” nove dedos” na webe ( Instragran, Facebook, Twitter, Tic Toc, Telegram, WhatsApp) .
O Tatucho comandava com pulso forte, sabedoria e alma de poeta, o meu poeta.O gênio que me abria as portas para o mundo virtual. Eu o chamava O2 .Com 17 anos de idade, foi eleito vereador do Rio de Janeiro, numa disputa contra a própria mãe.
O bamba, 03, Veduardo Dolsonaro, deputado federal por São Paulo , disse algo que concordo em gênero, número e grau: ” Com um soldado e um cabo, fecho o STF”.
01 Plavio Dolsonaro, senador pelo Rio de Jabeiro, o das ” rachadinhas ” . Esse tinha um escudeiro, um cão de guarda, um soldado da família , a distribuir as rachadinhas e rachadonas ( peculato)” , Pabricio Veroz.
Tudo que fiz foi o caminhar errático e maledicente, deixando pelo caminho, um rastro de dor, de sofrimento, culminando com tantos infelizes, tantos órfãos do bem-estar comum a que tinham direito e que ampliei a aflição e amargura desses novos tântalos, vítimas de minha sociopatia, crueldade e apego às mais perversas práticas de tortura.
Confesso que fiz tudo errado, capitaneado pelos militares e meus filhos , pelos deputados e senadores , pelos governadores e prefeitos, pelos pastores e ricos empresários ligados a mim.
Não só bobagens e abobrinhas perpetrei, exortando a banalidade que me é nata, que foi uma constante em meu trajeto .Fui covarde. Traiçoeiro. Cruel. Desumano. Zombei da dor alheia. Fiz pouco caso das pessoas que padeciam as mais acerbas dores, nas suas horas mais extremas. Neguei ajuda. Dei as costas aos que de mim necessitavam. Ora, não era comigo. Cada um que se virasse como bem pudesse se virar. Não sou pai de caridade!
Toda minha maldade, os crimes que eu pratique que alguns queriam atribuir como idiotices ou coisas banais , estavam claros como a luz do dia. Mas naturalizavam toda a minha atrocidade, dizendo que tudo que eu fazia era pura bobagem, coisas bobas, sem intenções maledicentes, sem consequências danosas. Que julguem por si mesmos.
Eu não me considerava um simples presidente, me considerava um rei, um monarca que reinava com pulso forte.Nada para o povo. Tudo para mim, meus amigos, meus parentes e aderentes , meus quatro filhos e a Pichele Dolsonaro, com o 04 , Vanam Dajair Dolsonaro entrando no jogo,. na manata empresarial, recebendo doação de um carro elétrico de determinado empresário.
E a Pichele Dolsonaro dos 89 mil reis , cheques presenteados pelo Pabricio Veroz.
Era o fervor dessa bela e recata e inteligente mulher, que me alentava e, colhia apoio dos evangélicos com sua eloquência evangélica, o seu poder vernacular de comunicação. Quantos votos angariou pra mim.
Não me condeno. Criaram, alimentaram um crocodilo em águas rasas , não sabiam como se livrar da fera, e até a idolatravam , a cultuavam, a adoravam como uma santa no altar, eu estava mais para demônio a infernizar tanta gente.
Pedir perdão, não o farei. Sabiam de que cepa fui criado. Um homem mau! É de minha essência, ser ruim. Só me realizo na maldade. Ser diferente, seria falso, hipocrisia de minha parte. Sou o que sou! E isso me basta! Não me importa, sair maior, ou menor do que sou. Grafem meu nome, como bem quiserem.
Fui ao mesmo tempo, o soldado , o poeta e o rei. Fui soldado porque policiei com afiaco, o meu país, para que não caísse nas garras dos comunistas. Fui poeta, porque com todo o lirismo que emanava da minha veia poética, decantei em versos e prosa o meu país, calcado em meu português fluente, ao lidar com as pessoas, no ” cercadinho “. Fui rei , comandante, senhor, esperança dos “patriotas ” que me idolatram , que dariam a vida por mim, o seu mito.
Já não tenho qualquer dúvida que o “tinhoso”, ocupante do Palácio do Planalto, entendeu que o seu barco afundou.
Provocou a cizânia entre as pessoas, forçando-as a se desconhecerem de si mesmas e adotando comportamento alienante, quase esquizofrênico, na relação interpessoal e até familiar. Carimbou sua semelhança aos seres irracionais que são desprovidos de razão lógica e humana.
Razão pela qual fracassou todas as tentativas de criar um ‘autogolpe’. Ou seja, um golpe de Estado por quem já se encontra no centro do Poder. Não podemos esquecer que passamos por diversos deles e os militares possuem Know-how, foi assim depois da Proclamação da Republica com Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.
A proclamação do Estado Novo, em 1937, o golpe militar em 1964 e a deposição de Dilma Rousseff, podem ser considerados “autogolpe”, Sem falar do fechamento da Constituinte em 1823 por D. Pedro I.
Para o tinhoso faltou habilidade, é uma água-viva, desprovido de cérebro.
É claro que ele tentou construir as condições objetivas, falhou, dividiu o país, perdeu a hegemonia nas Forças Armadas, entregou a nação ao capital estrangeiro, abriu uma frente negativa perante a opinião internacional. Seu governo perdeu a credibilidade e confiabilidade.
O caos programado para convencer os militares assumirem uma intervenção virou gelatina.
A única medida a ser assumida pelo tinhoso é tentar negociar a construção de um perímetro de segurança, para ele e os “zerinhos”, para sobreviver em liberdade depois de primeiro de janeiro de 2023.
Sabemos que a justiça em nosso país é rigorosa para pretos e pobres. Quem sabe esse infame consiga sair ileso e as portas fiquem abertas para outros fascistas se aventurarem.
Colbert Filho (MDB), Prefeito de Feira de Santana/BA
O prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB), continua no seu processo incansável de insistir em continuar apregoando mentiras, talvez na vã esperança em que ela se torne verdade para a comunidade feirense.
Estes têm sido comentários que rolam nos bastidores políticos da província de Feira de Santana. Em que o alcaide de forma insistente e pouco ou nada ética, tem afirmado de forma reiterada de que o mesmo tem evitado promover alterações em sua administração.
Outra mentira dita por ele, comenta parte considerável da comunidade, é que tem evitado choque de gestão. A pergunta que não quer calar, o que define como gestão, se a mesma inexiste nesse conturbado governo?
Qual a normalidade de administração que existe de concreto? A dança das cadeiras continua de forma frenética, e resta como saldo um mínimo de seis secretarias em que haverá remanejamento de pessoal.
O que está acontecendo mesmo de efetivo nesse desgoverno é o que se costuma denominar como “Samba do Crioulo Doido”. O que implica dizer haver muita bagunça e confusão.
Um projeto com iniciativa da UBESC – União Baiana de Escritores, em parceria com a Revista Òmnira e que abrangerá todos os estados do Nordeste brasileiro, n’um total de 9 (nove) Estados, da Bahia ao Maranhão. Poderá participar da obra literária com seu verbete* o escritor, nascido no Nordeste e os radicados há mais de 3 anos, que tiverem livro publicado.
Inscrições: Até dia 30.12. 2022 (sexta-feira). Previsão de lançamento da obra em março/2023.
Para participar: Envie-nos o seu verbete* participativa biográfica, devidamente revisada e contendo Cidade e Estado de nascimento, verbete – só com citações que culminou na sua trajetória literária, com um limite de até uma página e meia (1 e ½ ), em tamanho A4, em espaço (2) dois, fonte Georgia, mande junto uma foto de rosto, capa virtual de livro publicado ou de uma das coletâneas ou antologias participante (para os que não participaram das duas edições anteriores) e comprovante do investimento, todo material deve ser enviado em um único e-mail, tudo junto, não mande separadamente, para o e-mail: ubesc2013@yahoo.com.br
Investimento: Todos os participantes com uma página e meia, deverá fazer um investimento de R$ 250 (a vista) ou em 2 parcelas de R$ 125 (com direito a 2 exemplares – entregues via ECT – com páginas excedentes para aqueles que querem publicar mais R$ 100). Levando em consideração que a obra terá uma tiragem de 1.000 (hum mil exemplares), que serão distribuídos entre os autores, para entidades, bibliotecas e Centros Culturais, onde essas doações vai fazer gerar um processo de divulgação desse registro literário, desse trabalho de pesquisa, beneficiando a carreira e preservando a história de centenas de escritores, até mesmo aqueles desconhecidos da grande mídia.
Coordenada bancária:
1-Nubank
Chave PIX / Telefone: 71 98736-9778.
2-Caixa Econômica Federal
Agência: 1053
Operação: 013
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Roberto Leal Correia Jr
CPF.: O66611255 – 00
Contrapartida: O montante arrecadado com o projeto custeará: ISBN da publicação, ficha catalográfica, código de barras, diagramação, criação de capa, impressão, assessoria editorial, assessoria de imprensa e o lançamento nacional em Salvador, capital com o maior número de participantes. A obra já se encontra na 2ª Edição e o projeto tem a organização do jornalista, escritor e editor Roberto Leal.
Para mais informações: telefone: 71 98736-9778 (WhatsApp – Roberto Leal), e-mail: ubesc2013@yahoo.com.br – Peça edições anteriores R$ 65 o exemplar. Primeira Edição – 160 páginas, 136 verbetes. Segunda Edição 180 páginas, 148 verbetes.
* Verbete. substantivo masculino. Palavra ou entrada de dicionário; cada uma das palavras listadas num dicionário, enciclopédia ou glossário.
Encontrava-me em um determinado local na província de Feira de Santana. Não mais do que de repente, ouço alguém brindando a classe política com o epíteto de patifes sacramentados.
A discussão política começa a ficar cada mais acirrada, entre um pequeno grupo. Apuro os ouvidos para ouvir do que se tratava e eis que o tema abordado versava sobre a determinação da Justiça Eleitoral em que obriga o deputado federal Zé Neto (PT) a ter que devolver R$ 83 mil ao tesouro da União.
A punição resulta do fato do mesmo ser acusado de ter se utilizado do dinheiro do fundo eleitoral para pagar confecção de impressão, material gráfico, que envolveu candidatos fora da federação (PT, PV e PC do B).
Sendo um deles o deputado estadual Ângelo Almeida (PSB).
Como de praxe, o deputado petista disse que vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Diante da prática costumeira e o alto grau de permissividade que abriga o país, comentou um dos debatedores: “tudo deverá terminar em pizza”. O que não está muito distante da verdade.
O general Eduardo Villas Bôas, ex-assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Bolsonaro, não tendo nada para falar de útil ao povo e para a nação brasileira, perde uma grande chance de ficar calado, e volta a fazer insinuações fora de contexto, e de caráter golpista.
Provavelmente, buscando se manter em sintonia com as viúvas, que como ele, se encontram despojados do poder. Em consequência da gloriosa derrota ocorrida, no último pleito eleitoral, do presidente genocida Jair Bolsonaro.
Na última terça-feira (29), o general é o mesmo que em 2018 pressionou o Supremo Tribunal Federal pela prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mais uma vez tenta repetir a história, que não se apresenta, dessa vez, como farsa. Pois a mesma se deu desde a primeira tentativa dele.
De maneira patética busca ele arrotar o que não comeu ao se utilizar de uma velha retórica que não representa os anseios do brasileiro. “Nossa força, em algum momento pode ser instada a agir. Vamos, portanto, assegurar a tranquilidade necessária para a tomada de decisões por parte de nossos chefes”, disse.
Há um provérbio popular em que sentencia: “até um tolo pode passar por inteligente se ficar calado”. Isso foi justamente o que Villas Bôas não fez e jamais fará. Afinal de sábio ele tem muito pouco ou nada a apresentar ao adotar posições desse tipo.
Segundo Irene Azevedo, muitos idosos necessitam de fraldas geriátricas.
A presidente do Conselho Municipal do Idoso, Irene Azevedo, esteve na manhã desta quarta-feira (30) na Câmara Municipal de Feira de Santana. Ela contou à reportagem do Acorda Cidade que a intenção da visita foi sensibilizar os vereadores, para que tenham um olhar mais atento para os idosos do município.
Segundo ela, por mais que existam instituições em Feira de Santana, muitos idosos ainda passam por dificuldades, principalmente na aquisição de fraldas descartáveis.
“Nós viemos sensibilizar os vereadores, porque nós sabemos que existe uma verba de subvenção. O que é que acontece? Quando a verba entra no Conselho através do fundo, existe um esquema para ser trabalhado com aquela verba, tem que ter chamamento público e o que a gente precisa de imediato é ajudar as instituições com fraldas geriátricas entre outras coisas. Mas a nossa vinda aqui, é também de sensibilizar os vereadores e a população de Feira de Santana desta cidade, porque se vocês pensarem sobre a necessidade de uma pessoa usar uma fralda e ainda passar fome, o que é que as famílias vão fazer? Vão dar comida ou vão dar fraldas?”, questionou.
De acordo com Irene Azevedo, com a pandemia, muitos familiares se distanciaram dos idosos.
“Com a pandemia, essa questão da vulnerabilidade aumentou mais ainda. As famílias se distanciaram dos idosos, e infelizmente, a gente não observa mais a questão da honra com a pessoa idosa. O nosso Conselho tem o papel de fiscalizar as instituições que trabalham com pessoas idosas, nós fiscalizamos as denúncias que recebemos. Infelizmente não temos onde abrigar as pessoas idosas que sofrem violências, que vivem em situação de vulnerabilidade, e sabemos também que as casas de longa permanência estão lotadas”, concluiu.