Monthly Archives: julho 2020

COLBERT: OLHOS VOLTADOS PARA AS ELEIÇÕES ENQUANTO A PANDEMIA CONTINUA INVISÍVEL PARA ELE/POR SÉRGIO JONES*

Com a lentidão de um mastodonte, o prefeito de Feira de Santana Colbert Martins (MDB), começa a se movimentar de olho nas eleições. A estratégia é semelhante a que vem sendo adotada no combate ao covid-19. É totalmente lenta e ineficaz. Os resultados podem não ser dos melhores e ao que parece vai ficar muito aquém do minimamente desejado.

Segundo consta em sua agenda política, o mandatário feirense manteve encontro, semana passada, com representantes de nove partidos: MDB, DEM, PSD, PSDB, PATRIOTA, PL, PSC, Cidadania e Pros.

Em termos de quantidade impressiona, mas de qualidade soma pouco ou quase nada. Se eleito, pela carga de partidos somados, o executivo vai ser mais do que fatiado para atender os interesses do bando de partidos fisiológicos, considerados verdadeiras aves de rapina.

Tais acertos implicarão, caso efetivados, em comprometimento pleno e necessário no desempenho da administração da máquina pública. O que terá sérias dificuldades em atender os legítimos reclames da sociedade, em decorrência da existência de acordos espúrios. Como sempre ganham os mesmos, perde o povo.

O eleitor terá a responsabilidade de decidir, ao se encontrar diante das urnas, se mantém a continuidade dessa aberração administrativa que se instalou no município acerca de duas décadas, ou se deve mudar. Continuar na situação de indigência social em que se encontra a terrinha de Lucas, está se tornando cada vez mais insuportável. É agora ou nunca.

Sérgio Jones é jornalista (sergiojones@live.com)

Com a lentidão de um mastodonte, o prefeito de Feira de Santana Colbert Martins (MDB), começa a se movimentar de olho nas eleições. A estratégia é semelhante a que vem sendo adotada no combate ao covid-19. É totalmente lenta e ineficaz. Os resultados podem não ser dos melhores e ao que parece vai ficar muito aquém do minimamente desejado.

Segundo consta em sua agenda política, o mandatário feirense manteve encontro, semana passada, com representantes de nove partidos: MDB, DEM, PSD, PSDB, PATRIOTA, PL, PSC, Cidadania e Pros.

Em termos de quantidade impressiona, mas de qualidade soma pouco ou quase nada. Se eleito, pela carga de partidos somados, o executivo vai ser mais do que fatiado para atender os interesses do bando de partidos fisiológicos, considerados verdadeiras aves de rapina.

Tais acertos implicarão, caso efetivados, em comprometimento pleno e necessário no desempenho da administração da máquina pública. O que terá sérias dificuldades em atender os legítimos reclames da sociedade, em decorrência da existência de acordos espúrios. Como sempre ganham os mesmos, perde o povo.

O eleitor terá a responsabilidade de decidir, ao se encontrar diante das urnas, se mantém a continuidade dessa aberração administrativa que se instalou no município acerca de duas décadas, ou se deve mudar. Continuar na situação de indigência social em que se encontra a terrinha de Lucas, está se tornando cada vez mais insuportável. É agora ou nunca.

Sérgio Jones é jornalista (sergiojones@live.com)

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Aberrações geradas pelo capitalismo priorizam o capital em detrimento da vida/ Por Sérgio Jones*

Charge: Livre Iniciativa

Em busca de lucro fácil associado ao desejo de acumular sempre mais e mais, essa tem sido a tônica gerada e estimulada pelo capitalismo predatório, cada dia mais voraz e concentrador de renda. O que tem resultado no empobrecimento em massa da humanidade. Essas inferências altamente nefastas,derivam em elevado grau de desigualdade social existente, nunca antes registrado nos anais da história da humanidade.

O que muito bem caracteriza essas assertivas é o fato, dentre milhões de outros, recentemente veiculado pela imprensa brasileira que passou a denunciar graves problemas decorrente da gasolina que abastece as aeronaves (AVGAS). Combustível que passou a ser importado da Inglaterra, desde 2018.

De acordo com boletim da ANAC, existem constatação de corrosão de peças dos aviões abastecidos em 45 aeródromos, tendo o Brasil cerca de 12 mil aviões que estão utilizando gasolina adulterada. Sendo encontrado elevado teor de chumbo no combustível.

Dos males maiores, o menor é que o problema envolvendo AVGAS, gasolina utilizada por avião de pequeno porte, em nada afeta o transporte de passageiros, aviões de maior porte que utilizam querosene de aviação.

Nem por isso o crime pode ser considerado de menor monta, ele existe e as autoridades competentes devem permanecer em alerta por se tratar de combustível adulterado que coloca a vida humana no fio da navalha.

Essa prática odiosa é muito utilizada por este modelo econômico. Por isso mesmo, tem que ser denunciada e combatida. A vida é o maior valor humano a ser considerado, daí a necessidade de preservá-la acima de qualquer interesse, principalmente o econômico.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Mudanças no primeiro escalão do governo Colbert não surpreende/Por Carlos Lima*

De volta para o futuro

Não se pode considerar nenhuma surpresa as mudanças realizadas no primeiro escalão do governo Colbert Martins, porque seguiu a mesma linha do governo anterior. Nada de novo nesse novelo.

Colbert  exonerou o secretário de Comunicação, Valdomiro Silva, e o secretário de Desenvolvimento Urbano, José Pinheiro.

Para a Secretaria de Comunicação Social foi nomeado o jornalista Edson Borges, que deixou a Secretaria de Cultura Esporte e Lazer.

Assumindo a Sedur – Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Colbert optou pelo  ex-deputado Sérgio Carneiro, enquanto José Pinheiro  foi nomeado para o cargo de Superintendente de Operações e Manutenção.

A publicação do Diário Oficial dessa terça-feira (14) não registra o destino do ex-secretário de Comunicação, Valdomiro Silva.  Será que não o reaproveitarão em outra área do governo protecionista de Colbert Martins.

Quem foi um fiel cão de guarda, mesmo com alguns lamentáveis equívocos, não pode ficar de fora. Alguns radialistas e jornalistas sabem muito bem do que se trata.

Aguarda-se uma breve nomeação. Caso contrário será uma “injustiça”.

Carlos Lima, Jornalista

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Colbert naturaliza a desgraça provocada pela pandemia/Por Carlos Lima*

O que presenciamos no dia a dia, nas ruas de Feira de Santana, constrói a certeza de que o prefeito Colbert Martins ou se perdeu nas medidas de combate ao coronavírus, ou está completamente subjugado por forças ocultas. Quem sabe, os fantasmas das mesmas que depuseram Jânio Quadros.

Na quinta-feira (10) Feira de Santana somava 4.979 infectados e número desconhecido de testes realizados. As mortes segundo informações da Prefeitura são de 82 óbitos. Acredita-se que esses números não batem com a realidade.

A precariedade de estrutura, aliada a interiorização do vírus e um efeito amplamente negativo nas estratégias do executivo em conter o avanço da contaminação, sem contar que sub-notificação é uma realidade, Feira de Santana permanece em fase ascendente e tende a se intensificar. Esse é um alerta de cientistas.

Evidente que as circunstâncias levam acreditar, o Prefeito passou a naturalizar a desgraça provocada pela pandemia.Em relação a outros municípios do país, a presença do coronavírus demorou a chegar e se expandir e Feira de Santana, aquele era o momento de agir com mais intensidade, mas o gestor resolveu adotar o sistema sanfona no isolamento e os casos que foram se multiplicando.

A Secretaria de Saúde e o Governo Municipal não tomaram as medidas de distanciamento severas em nenhum momento, não fizeram o rastreamento de contágio do vírus, além de não realizarem a testagem de forma eficiente. O resultado será devastador.

O Coas se aproxima a galope, os prejuízos serão maiores se medidas mais severas de isolamento, testagem e rastreamento não forem executados com maior severidade e responsabilidade.

Estão surgindo em Feira de Santana médicos que indicam remédios milagrosos. Não são especialistas e semeiam mentiras, todos nós sabemos que muitos médicos são utilizados por laboratórios para vender seus medicamentos, muitos pagam por esse serviço, nesse momento de pandemia e desespero da população, contribuiu para o surgimento de aproveitadores, até pastores apresentaram soluções milagrosas, um deles vendia sementes de feijão com a promessa de cura do coronavírus.

O resultado é a formação e opinião distorcida e descrédito dos menos avisados sobre essa pandemia altamente mortal.Na verdade, mais e mais pessoas, abandonam as medidas de isolamento social e o vírus avança quase sem resistência.

A naturalização da desgraça poderá ser a principal marca do governo Colbert Martins.

Carlos Lima, Jornalista

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Tarcizio Pimenta candidato a prefeito, deu a louca em Feira de Santana/Por Carlos Lima*

Cagando para construir

Mais um falso salvador da pátria tenta ressurgir de um mar de lamas para administrar Feira de Santana. E este é o pior deles.

O ex-prefeito Tarcizio Pimenta, depois de uma das administrações mais desastrosas que o município já sofreu, surge como ressuscitado do Covid-19, aconselhando a população enfrentar a pandemia tendo como mestre o médico charlatão e presidente do país, Jair Bolsonaro.

Estamos caminhando sobre espinhos para sairmos de uma pandemia de coronavírus, e de repente, nessa estrada surge densa área fechada de espinhos, com poder de destruição superior a pandemia.

O que se torna de uma gravidade inesperada é a presença de inconsequentes subornáveis, difundindo Fake News.

Afirmam que nas redes sociais existe um derrame de pedidos para o que o “inominado”, Tarcizio Pimenta seja candidato a prefeito do município. É um delírio, ou melhor, um surto psicótico.

Estou quase convencido de que essa pandemia ampliou o processo de regressão no âmbito evolutivo da maioria dos brasileiros.

O poder de raciocínio se desintegra como se vírus, bactérias ou parasitas estivessem causando diarreia mental.

Carlos Lima, Jornalista

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Colbert não faz autocrítica: observa defeitos nos outros que ele mesmo tem/ Por Sérgio Jones*

Colbert Martins prefeito de Feira de Santana

É curioso observar a falta de bom senso e a incapacidade, que o prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins (MDB), demonstra ter de realizar autocrítica. Ele tem desenvolvido um refinado gosto em observar e apontar os defeitos nos seus adversários políticos, que ele mesmo tem.

Recentemente, o mandatário feirense perdeu uma oportunidade preciosa de ficar calado ao se arriscar fazer um comentário sobre o episódio do anúncio da entrega do Hospital Clériston Andrade II, em que o governador Rui Costa disse que nunca marcou data para a entrega à comunidade.

Objetivando atacar o deputado federal Zé Neto (PT) que é seu adversário político, que trava uma verdadeira escaramuça para ocupar o cargo de chefe do executivo de Feira de Santana, disse Colbert: “O que observamos é que pelo visto quando há problemas na cidade é o governador quem resolve e não tem intermediário”.

Esquece o inusitado prefeito que o mesmo conceito se aplica a ele, quando ocorre problemas, que não são poucos no município, quem resolve é o ex-prefeito José Ronaldo.

Que segundo se comenta na cidade virou uma espécie de oráculo de Delfos a quem o atual alcaide recorre na busca de orientações miraculosas, na vã tentativa de encontrar soluções mágicas para que possa fazer as suas previsões e adotar decisões fajutas.

Tal comportamento nos remete ao velho e bom ditado em que sentencia que macaco não olha para o próprio rabo. Sentido que muito bem explica tal comportamento também é demonstrado por uma fábula de Fedro, obra do filósofo grego Platão.

Na qual especula sobre os vícios dos homens: “Júpiter pôs sobre nós dois alforjes, um às costas, carregado com nossos defeitos, outro à frente, carregado dos defeitos alheios. Por essa razão, não podemos ver nossos vícios e deficiências, mas vemos logo os dos outros, de quem nos tornamos os mais severos censores”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Políticos feirenses se utilizam de máscaras de proteção para veicular propaganda política/ Por Sérgio Jones*

Circula na imprensa que os rostos das vereadoras Eremita Mota (PSDB) e Gerusa Sampaio (DEM) estampam em máscaras que estão sendo vistas nas ruas de Feira de Santana. De acordo com o que determina O ministério Público Federal, tal comportamento pode ser considerado como abuso de poder.

Coincidência ou não, na tarde dessa quarta-feira (08), quando eu transitava pelo local das imediações da feirinha da Estação Nova me deparei com um veículo portando uma espécie de banner da vereadora Gerusa, no vidro traseiro.

O banner estampava foto e até o número de campanha, provavelmente oriundo da eleição passada. Será que essa propaganda antecipada também pode ser considerada como presente de mais um simpatizante? Perguntar não ofende?

Como disse alguém, já que atribuem a frase como de autor desconhecido: “A raça humana é uma experiência que não deu certo”. Acredito que quando se trata, em especial de Feira de Santana, ela se torna mais do que verdadeira.

Se a imagem do político, entre nós brasileiros, nunca foi considerada das melhores, com a ascensão ao poder do ser bestial chamado de Bolsonaro, a situação da classe se agravou.

Os políticos, com a devida e honrosa exceção, que habita a terrinha de Lucas, não são dos melhores. Com atitudes desse tipo eles contribuem, de forma exponencial, para que a imagem se torne, ainda pior.

Os meios utilizados para alcançarem ou permanecerem nos podres poderes, têm sido um verdadeiro vale tudo. Ao se utilizarem de expediente pouco ou nada ético, fica explícito que ações desse viés devem ser repudiadas pela população.

A forma de demonstrar esse repúdio ou desagrado é não renovando os mandatos desses tipos de maus políticos, que em nada contribuem para melhorar a sociedade. Tentam apenas obter vantagens até mesmo em momentos de desespero e de muito sofrimento, como o que está sendo vivenciado por todos nós.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Quem é o Ministro da Saúde no Brasil?/Por Alberto Peixoto*

Ex ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich

É atribuição do Ministro da Saúde possuir condições para proteção e reestabelecimento da saúde da população, reprimindo as enfermidades, controlando as doenças endêmicas e parasitárias, otimizando a vigilância à saúde e propiciando mais qualidade de vida às pessoas.

É fundamental também que tenha capacidade de liderança e tranquilidade para ser decisivo na aplicação do distanciamento social em casos de moléstias contagiosas.

No Brasil, em pleno momento crítico da Pandemia do Coronavírus, não tem Ministro da Saúde. Esta situação absurda, situação esta que não se enquadra nos padrões considerados normais de sociedades devidamente organizadas, leva qualquer ser minimamente inteligente a constatar que o brasileiro é um povo totalmente desprotegido.

A população deste país de dimensões continentais não possui um líder e sim um bicho papão, tosco, que não é coveiro e nem dono de funerária. E daí? Todos vão ter que morrer um dia mesmo!

A Covid-19 está sem controle no Brasil. Atualmente a sensação de parte da população é de que o “sol não voltará a brilhar”. Para muitos, a tão famosa “luz no fim do túnel” fica a cada dia mais difícil, porque não há uma liderança confiável e honesta, e sim uma irresponsabilidade histórica que assola a Nação. Um “bombardeio” jamais visto no mundo!

A falta de responsabilidade do Presidente da República faz com que as pessoas, principalmente as que compõem o grupo de risco – asmáticos, pessoas com doenças do coração, fumantes, diabéticos, idosos – se sintam desanimadas acreditando que não terão forças para superar todos estes desafios e voltar a ser felizes.

A solução pra sair deste quadro insano de irresponsabilidades é não se sentir perdido, desanimado, porque na verdade, sempre há uma “luz no final do túnel” e, por mais desmotivado que você esteja, há sempre uma FORÇA que lhe ajudará a superar todos estas adversidades. Procure esta força dentro de si.

“O novo ministro deve ter capacidade de liderança e coordenação para radicalizar o distanciamento social e trazer para si a decisão sobre processos de reabertura de atividades como comércio e aula” – argumenta Ligia Bahia, especialista em saúde pública e professora da UFRJ.

Esta situação imposta aos brasileiros é muito desafiadora e sobrecarrega emocionalmente as pessoas. Portanto, não alimente pensamentos negativos. Aproveite esta situação e veja nela uma grande oportunidade de dar a volta por cima, mostrando toda a força interior que você possui.

Alberto Peixoto, Escritor

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Colbert: um mecenas às avessas/ Sérgio Jones *

De forma bombástica e com grande pompa o prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins (MDB), foi ligeiro no gatilho ao promover uma coletiva com a imprensa local, para anunciar a ampliação do Hospital de Campanha de Feira de Santana.

Até conseguiu, durante a entrevista passar, momentaneamente, a impressão de que ele estava realmente preocupado com o bem-estar da saúde da população. Quando a bem da verdade, estava e está de olho na sua improvável reeleição. Como sempre, os interesses pessoais prevalecem em detrimento do coletivo.

A unidade, que atualmente conta com 50 leitos clínicos e 10 UTIs, deverá ganhar mais 10 leitos de UTI exclusivos para pacientes em tratamento da covid-19.

Como sentencia o velho adágio popular, gato escaldado tem medo de água fria. O que significa dizer que quando alguém faz alguma coisa e sofre com isso, jamais fará algo onde correrá o risco de voltar a se sentir da mesma maneira. Carregando esse sentimento é que o povo feirense está desconfiado em relação a tosca atuação do prefeito.

O que mais impressiona a todos é que durante apenas três meses de vigência de contrato a prefeitura deverá pagar a Associação de Proteção a Maternidade e Infância de Ubaira, que atua na gestão do hospital privado, a elevada quantia de R$ 8.343. 008.21.

Os comentários que circulam nos bastidores da cidade é que todo esse alarde sobre a ampliação, essa se efetivará no tocante aos gastos públicos. Que possivelmente será rapidamente dizimado sob argumentos nada convincentes e bastantes discutíveis, prática muito comum entre os gestores públicos e seus assemelhados.

Só após passado a pandemia é que o tumor virá a furo. E as irregularidades financeiras começarão a brotar, a ganhar visibilidade. Mas quando isso acontecer, as eleições já se efetivaram e o cenário político será outro. Quem ganha como isso são os mesmos, os de sempre. Quanto ao povo, que se exploda.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com.br

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Deputado Márcio Marinho o porta voz das trevas/Por Sérgio Jones*

Deputado Márcio Marinho

Em recente declaração feita à imprensa baiana o deputado federal Márcio Marinho (Republicanos) e pastor da Igreja Universal do Reino do Dinheiro (IURD), que dá sustentação ao governo do miliciano Jair Bolsonaro se posicionou, como já era de se esperar, em favor do meliante com quem ele e sua bancada mantém uma aliança espúria e vergonhosa que atenta contra os reais interesses da nação e de seu povo.

Indiferente a situação em que vive os brasileiros o ‘evangélico’ de forma cínica disse com todas as letras, não visualizar nenhum tipo de ambiente que justifique o impeachment do insano presidente Jair Bolsonaro.

Com tal declaração se comporta em total desacordo com as normas em que define um bom cristão, o aprendiz de feiticeiro demonstra um tipo de cegueira altamente conveniente, onde o que prevalece são os seus mesquinhos interesses.

Outra pérola dita por ele, durante a entrevista, foi ao afirmar que a instalação de um processo de impeachment não é simples e fácil de fazer. Mas ao que parece é que foi com relação ao governo de Dilma Rousseff, que começou a ser articulado pelas forças do atraso, no mesmo instante em que a presidente se saiu vencedora nas urnas. Mesmo não tendo comprovado nenhum tipo de falcatrua cometida por ela, foi expurgada do poder.

A declaração e justificativa dada pelo dublê de deputado e pastor está em total desacordo e desafina até mesmo, com a opinião de parte daqueles que inicialmente deram sustentação à besta. As declarações de Marinho vêm sendo consideradas como desonrosas. Pois se utiliza ele, de argumentos sórdidos e pouco convincente: “ É evidente que a oposição faz o seu papel dando entrada em vários pedidos de impeachment ao pontuar várias questões administrativas”. E arremata, alegando ser esse o papel da oposição.

Dando sequência aos seus odiosos argumentos impatrióticos disse que a Câmara dos Deputados não ver nenhum tipo de ambiente para articular um processo de impeachment contra o Presidente da República. E que a mesma tem, desde o início da pandemia, mostrado uma responsabilidade e uma maturidade muito grande, para com a sociedade brasileira. “Principalmente, com as pessoas que mais precisam de uma resposta mais rápida do poder público. A gente tem batalhado muito”.

Com políticos desse nível fica difícil e quase impossível de se ter um país considerado minimamente decente. Pois o povo tem que conviver com tipos como a bancada bala, religiosa, ruralista e mais recentemente o Centrão. Sendo este um dos mais execráveis. Abriga em suas hostes o que existe de mais abominável na espécie humana.

Este grupo ‘seleto’ de políticos tem sido os responsáveis pelas mazelas que assolam o país, eles estão literalmente empenhados em desmontar o que resta da nação brasileira.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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