Monthly Archives: novembro 2015

Nas derrapadas da vida

Como nas rodovias, na estrada da vida também encontramos lombadas, quebra-molas, depressões, curvas sinuosas e todo tipo de acidentes físicos onde podemos derrapar. Ao contrário das derrapadas das rodovias, estes mesmos acontecimentos quando ocorrem no percurso do nosso dia-a-dia, nem sempre nos levam ao precipício. Estes acidentes, sem que percebamos e na maioria das vezes nos impulsionam para cima, a fim de que consigamos vitórias.

Nas rodovias, um quebra-molas pode lhe custar um amortecedor, a suspensão do seu veículo; uma depressão ou a lombada pode lhe causar um sério acidente e uma derrapada, até sua vida.

Na estrada da vida, conforme seja seu ângulo visionário, ou como você encara a vida, um desses acidentes de percurso, pode ter efeito contrário, sem danos materiais. Uma derrapada pode lhe deixar de cara com o sucesso. É verdade, basta você encarar as ocorrências de forma positiva. O erro não existe, existem enganos ou formas diferentes de solucionar um mesmo, nem sempre é a forma que você optou. Quando as coisas não acontecem como queremos, não significa que ocorreu um erro. Tire uma lição desta situação, aparentemente errada; para o erro veja a aprendizagem “da próxima vez já não mais farei desta forma, farei diferente”.

“Errar nem sempre é errado” porque nos possibilita o encontro com diferentes formas de como não fazer ou proceder. Diversas descobertas no campo científico e tecnológico são decorrentes de “erros”, os quais resolveram problemas que pareciam insolúveis a princípio.

Quebra-molas, lombadas, depressões, curvas sinuosas, não se assustem. As derrapadas da vida são um alerta para nos mostrar, geralmente, a melhor direção a ser seguida.

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Nos Restaurantes da Vida

Em um restaurante saboreamos o que o cardápio nos oferece. Achamos que comemos o pão que o diabo amassou, por que não mudamos o cardápio ou de restaurante? No restaurante o garçom nos entrega um cardápio com os diversos pratos servidos pela casa, para escolhermos o que queremos comer e alguns deles, nos são sugeridos pelo maitre. Encontramos pratos quentes ou apimentados, massas, carnes, aves e toda qualidade de preparações culinárias servidas numa refeição para todo e qualquer tipo de paladar. Do mais requintado ao menos apurado gosto pelas iguarias.

Usando uma linguagem hiperbólica posso dizer que na vida as coisas acontecem de forma semelhante. No nosso dia-a-dia, o sofisticado restaurante da vida está sempre a nos oferecer situações apimentadas e de difícil digestão. Churrasco de obstáculos temperado com dificuldades mil, lasanha de contratempo ao molho de pobreza e infelicidade, moqueca de miséria regada ao vinho do desemprego, salada de corrupção com analfabetismo, arroz à pedofilia acompanhado com purê de drogas e fritas de prostituição juvenil. Também nos dá como sobremesa a capacidade de digerirmos estes pratos, que nos causa uma má digestão “gastro-espiritual”, mas com nossos esforços e nossa determinação agindo como um digestivo ajuda-nos a solucionar todo e qualquer mal-estar, causados pelas intempéries que a vida nos oferece.

No restaurante da vida, com todos seus parâmetros e paradigmas, tudo é dinâmico porque a vida é dinâmica; estamos sempre em mutação. A terra gira não permitindo que nada seja estático no universo e isto nos força tomar a decisão de rejeitarmos ou não, os cardápios que nos oferecem alimentos de difícil digestão, escolhendo as melhores opções que a vida sempre nos dispõe. Por isso, não se desespere quando um prato indigesto lhe for servido. Digira-o com sabedoria ou recuse-o, mudando o cardápio ou de restaurante. Isto também faz parte do complicado jogo da vida e, como costumo dizer, pratos indigestos – “problemas” – nem sempre vêm para atrapalhar; às vezes até ajudam.

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Nos tempos dos bregas

O tempo sempre passa tão rápido, que não percebemos e sempre exclamamos: “parece que foi ontem!” Neste último final de semana, senti que o tempo tinha passado e levando com ele, os bons momentos da minha adolescência, apenas deixando só as lembranças dos bons tempos. A Água de Colônia Catedral não faz mais parte do meu dia a dia e muito menos a Brilhantina Glostora, dá brilho aos meus cabelos.

Nesta minha viagem ao passado, lembrei-me do “velho minadouro” – a “zona” mais famosa de Feira de Santana – funcionando a todo vapor, onde, no dia 27 de setembro de 1967, a convite do meu amigo Mero Melodia – pois era meu aniversário – pela primeira vez, meus pés pisaram em um ambiente onde tudo era muito estranho para mim – foi minha “primeira vez”. Todas as casas eram iluminadas por lâmpadas coloridas, porém muito foscas e predominando a cor vermelha ou avermelhada. Resolvemos entrar em um daqueles “estabelecimentos” e percebi que as salas eram decoradas, como se fossem para uma festa junina, principalmente o salão onde ficavam as mulheres sentadas, do mesmo modo que mercadorias em prateleiras de um supermercado sinistro, à espera dos seus clientes, seminuas ou vestidas com roupas transparentes e muito curtas, tinham o rosto, excessivamente maquiado, os lábios, quase sempre com batons de um vermelho bastante acentuado ou de qualquer outra cor berrante e, o som, a todo volume, tocava músicas que condiziam com aquele ambiente – com certeza Waldick Soriano ou Agnaldo Timóteo. O som, entrando em meus ouvidos, deixava-me quase hipnotizado.

Ah!!! Velhos tempos que não voltam mais. Não havia a AIDS nem nenhum desses “vírus terroristas” de hoje em dia. No máximo, uma blenorragia que o saudoso Marcelino do Pau, com suas fórmula mágicas, nos curava. As esposas viviam mais despreocupadas porque não corriam o risco de perderem o marido, como hoje, para as piriguetes.

Nos tempos dos bregas, quem os freqüentava, tomava sua cerveja, dançava, “fazia amor”, pagava e ia embora, sem criar nenhum vinculo com as “profissionais do sexo”.

Hoje em dia, não podemos nem olhar para uma mulher. Vem logo em nossa cabeça… pensão judicial, golpe da barriga, “aborto inventado”, alguém passando trote para sua esposa e pondo fim em seu casamento e para acabar de arrasar, as doenças sexualmente transmissíveis.

Ah!!! Como era tão bom e não sabíamos!!!

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Autoconhecimento – comunicação interpessoal

A conhecidíssima frasede Sócrates, “conhece-te a ti mesmo”, nos mostra que antes de procurar entender o mundo é fundamental conhecer a nós mesmo através de uma profunda viagem interior, buscando respostas no nosso ser para que possamos encontrar conhecimento e sabedoria.
Fundamentando-se neste princípio Socratiano, pode-se admitir que a partir deste autoconhecimento muitas portas se abrem, facilitando a comunicação interpessoal com os diversos componentes da equipe ou dos grupos de trabalho, surgindo então relacionamentos que propiciam novas amizades e até respostas para questões antes não percebidas pelo grupo
Portanto, o autoconhecimento nos possibilita um acentuado desenvolvimento dos nossos conhecimentos superando as “couraças criadas por nós durante nossa vida” – autoproteção – e nos dirige na direção da nossa verdadeira essência de amor e compreensão de nós e do próximo.

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As Religiões e a Ciência

As religiões, ao longo dos séculos, vêm impondo de forma desastrosa sua vontade, basicamente em assuntos que não são de sua competência, causando prejuízos para a humanidade e traçando paradigmas e limites, principalmente, no que se refere à assuntos ligados às ciências.

No século XI, foi instaurada a Inquisição através de duas bulas editadas pelo Papa Gregório IX, que perseguiu e assassinou vários dos seus inimigos ou que ele entendesse como inimigo. Temos como a maior vítima deste desvairamento a francesa Joana D´arc, que foi torturada durante seis meses, estuprada pela maioria dos soldados que montavam guarda no quartel e, por fim, queimada viva.

No século XVI, Martim Lutero entrou em conflito com a Igreja Católica por não concordar com a cobrança de indultos pelos seus líderes – fato hoje corriqueiro – e, fundou outra religião, a Protestante, que cerceou todos os direitos – livre arbítrio – que nos foram dados por Deus. No Protestantismo, nada pode e o fiel passa a ser uma marionete.

Hoje, a violência praticada por religiosos de todos segmentos é mais disfarçada, mas, infelizmente, continua. Temos como exemplo as pesquisas com células tronco, que são veementemente combatidas pela maioria dos líderes religiosos – principalmente pelos que pertencem às igrejas tradicionais – e que resultará na possibilidade da cura de diversas doenças, até mesmo a recuperação de pessoas com paralisia causada por lesão medular.

Infelizmente estas pesquisas científicas que, possivelmente, trariam o bem-estar da sociedade, acabam sendo barradas por conceitos morais duvidosos e apregoados pelos quatro cantos do planeta como divinos, ou “impostos” por Deus – isto, segundo a maioria dos líderes religiosos, ou seja, os que comandam os destinos da igreja e o seu rebanho.

Segundo os cientistas envolvidos nesse trabalho, o êxito destas pesquisas possibilitaria a cura do mal de Azheimer, de Parkinson, diabetes, um grande passo para a cura do câncer e acabaria com as filas em busca de órgãos para transplantes; reverteria paralisias, entre tantos outros benefícios. Claro que o embrião é vida, mas não um ser consciente ou com lampejos de consciência.

Acho que a igreja – de modo geral – devia se preocupar mais com os tropeços dos seus membros; com os casos de pedofilia e homossexualismo praticados por boa parte dos seus componentes; com os fetos encontrados enterrados nos conventos da Europa; com a lavagem de dinheiro nos templos pentecostais; prática de falsidade ideológica por alguns pastores evangélicos – a Igreja Universal do Reino de Deus está sendo processada por extorquir o deficiente mental, Edson Luiz de Melo em mais de R$ 50.000,00, como dízimo, lhe entregar a chave do Céu e um diploma assinado pelo próprio Jesus Cristo, etc.

A igreja que tanto já matou, agora está preocupada em impedir que a ciência salve vidas?

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As organizações e a sazonalidade

Sazonalidade é uma expressão que diz respeito a época ou período. É algo que ocorre respeitando uma ordem lógica ao longo de um período e que se repete de tempos em tempos, como o Natal, Dia dos Pais e das Mães, Carnaval, a colheita do café, o corte da cana, entre tantos outros eventos, que só verifica-se em alguns meses do ano.

Tratando-se de empresas comerciais, industrias e do comércio como um todo, podemos definir sazonalidade como um ciclo de comportamento variável do mercado em determinado período. Essa variação pode ser tanto para mais, como para menos. É geralmente definido, em alguns casos, como safra, alta safra, temporada e em outros casos como alta estação, baixa estação, o que ocorre conforme as alterações sofridas em determinado período quando sai da média, ou seja, algo não uniforme.

Se tomarmos como exemplo uma empresa que comercializa uma linha diversificada de produtos, a sazonalidade significa – isso no período de alta estação – que em determinado mês as vendas foram superiores as do mês anterior. É plausível que a organização mantenha uma determinada quantia para ser utilizado, como um socorro, nos períodos de baixa estação para manter o estoque e as vendas aquecidas.

Os períodos sazonais, tanto de baixa como de alta estação, são avaliados como o ciclo dos maiores desafios para o comércio e industria assegurar e manter os lucros, por isso para obter esse tão desejado “sucesso” nestes períodos é necessário se planejar com antecedência e ser bastante criativo. O merchandising, igualmente, é uma ferramenta, se bem usada, que também deve ser utilizada como suporte de vendas. Ele induz o cliente a adquirir o produto, mostrando os seus pontos positivos e isso faz com que haja um maior aquecimento nas vendas.

Porém de nada vai adiantar utilizar a criatividade se faltarem mercadorias nas prateleiras. Em períodos sazonais, principalmente no verão, Natal, Dia das Mães e no Nordeste o São João, é fundamental planejar as compras com antecedência. O primeiro procedimento é prever quais serão os artigos mais procurados neste período. O ideal é que haja um mix de produtos com mais destaque para os que possuem maior crescimento em volume de vendas nesta época, tomando como parâmetro as vendas do ano anterior neste mesmo período.

Após classificar estes produtos é muito importante colocá-los em local adequado, dando destaque a essas classes de mercadoria – as mais vendidas – ampliando o seu espaço nas prateleiras. Essa atitude provoca maior visibilidade e diminui as possibilidades de falta da mercadoria na vitrine e estimula o consumidor a adquirir o produto. Esse mecanismo proporciona à empresa, maior probabilidade dos negócios serem realizados. Portanto é muito importante que o empresário se programe com uma antecedência razoável, para não ser surpreendido e perder vendas.

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As distorções bíblicas

Segundo o teólogo americano Bart D. Ehrman, a maior autoridade em Bíblia do mundo, existem inúmeros erros ou distorções – algumas propositais – nos diversos textos Bíblicos que ao longo do tempo foram modificados para atender aos interesses da Igreja ou da Realeza nas diversas épocas ou por erros de adaptação e tradução.

No livro O Que Jesus Disse? O Que Jesus Não Disse? (Ehrman; D. Bart – Ed Prestígio – 2005) encontramos a seguinte declaração do autor: “ao ler o Novo Testamento, as pessoas pensam estar lendo uma cópia exata das palavras de Jesus ou dos escritos de seus apóstolos. Contudo, por quase mil e quinhentos anos, esses manuscritos foram reproduzidos por copistas profundamente influenciados pelas controvérsias políticas, teológicas e culturais de seu tempo. Tanto os erros quanto as mudanças intencionais são muitos nos manuscritos subsistentes, dificultando a reconstituição das palavras originais”.

Sabemos que há 2000 anos não havia gráficas com computadores e sofisticadas máquinas para facilitar a publicação dos trabalhos. Tudo era feito à mão por copistas que por ideologia ou simplesmente por questões política partidária e/ou religiosa, modificavam os textos conforme o seu interesse ou do seu patrão naquele assunto.

Um dos textos onde o erro é muito evidente refere-se a “ira de Jesus” ao ser interceptado por um leproso que Lhe suplica a cura. Marcos 1.41. Jesus era irado? Colérico? Sentia raiva? Onde estava a compaixão do Mestre neste momento? A tradução verdadeira deste texto é a seguinte: “ao ver o leproso com suas chagas, Jesus ficou triste com a situação de um mundo cheio de doenças e descasos para com o ser humano”.

Como podemos observar os textos bíblicos – sem generalizar – não retratam ipsi literi a realidade dos fatos. Para lermos a Bíblia é necessário ter cuidados especiais, analisar e interpretar sempre fazendo um paralelo entre o que está escrito e o que poderia ter realmente ocorrido. Jesus é amor, luz; é filosofia perfeita de vida. Não pode ser irado ou colérico.

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As canções de ninar

O mundo é violento porque o tornamos assim. Cobramos muito a paz, mas fazemos pouco para obtê-la.

Tentando colocar minha neta para dormir, resolvi cantarolar algumas canções que as mães costumeiramente entoam, para que as crianças adormeçam com mais rapidez. Arrisquei iniciar com a conhecidíssima “Boi da cara preta” e logo desisti, por achá-la meio violenta. Comecei a cantar a não menos conhecida, “Atirei o pau no gato” e foi muito pior. O que este pobre gato deve ter feito, para ter tomado esta paulada? Questionei. Tentei “Vem cá bidu”, desistindo em seguida, o inocente cachorrinho também tinha sido vítima de uma “sova”, pois na canção o mesmo responde: “Não vou lá, na vou lá, tenho medo de apanhar. Coitado do bidu!”.

Se mudássemos para o reino das flores? O cravo brigou com a rosa que ficou toda despedaçada e ele ferido. Então pensei: vou contar a história de chapeuzinho vermelho! Mas a fábula de chapeuzinho vermelho não é aquela em que o lobo mau come a vovozinha, fica na espreita para também “comer” Chapeuzinho, mas por golpe de sorte, chega um caçador que mata o lobo, abre sua barriga e tira a vovozinha? Que tragédia!

Uma tremenda chacina, digna de ser noticiada no Jornal Nacional com direito ao programa, não menos sanguinário, “Linha Direta”. Não. Vou contar a de “Branca de Neve e os sete anões” com sua rainha perversa, que se transformou em bruxa e queria, “por ciúmes da beleza de sua enteada”, matá-la. A princípio ordenou que um serviçal arrancasse o coração de Branca de Neve, ele não conseguiu. Em seguida, a própria rainha com uma maçã envenenada. Mas… esta?! Também não. É uma trama diabólica de um personagem muito mau.

Fiquei a pensar, o que contar para fazer minha netinha dormir. A gata borralheira… Muito triste. João e Maria… Também é de péssima qualidade. Embasbacado, cheguei a triste conclusão de que não podemos almejar um mundo melhor, se embalamos nossas crianças ao som de canções que cantam a violência, histórias tão irracionais que falam de tragédias, chacinas, crimes terríveis e um terrorismo sórdido contra os animais. Como pensar em paz, em uma sociedade tranqüila, em um mundo melhor se ao ligarmos a TV e sintonizando nos programas infantis, corremos o risco de presenciar atos de violência do tipo em que o herói decapita o inimigo com sua espada a laser ou ver He-man e sua ridícula irmã She-ra, trucidar seus adversários?

Por que não falamos para nossas crianças do canto dos pássaros, do perfume das rosas, da beleza e da combinação das cores do arco-íris, das aves do céu? Existem tantas coisas lindas que poderíamos cantar e contar para nossos filhos, nossos netos… para as crianças!

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Aquecimento global

Causado pela ação devastadora do homem, o aquecimento global é um fenômeno climático que estabelece o aumento da temperatura média da superfície terrestre. Só nesse início de século a temperatura do planeta subiu quase 2ºC, mais alta do que na década de 60. Freqüentemente são criados fóruns onde o tema principal é a busca por medidas a serem adotadas com a finalidade de conter o avanço desesperador desta situação preocupante. Alguns cientistas apontam como causa do aumento do aquecimento global o elevado nível de concentração de poluentes antropogênicos na atmosfera.

O aquecimento global vem sendo evidenciado através das altas temperaturas e a mudança brusca do clima em todo o planeta. Alguns estudos revelam que o aquecimento global é um elemento que agrava a força dos furacões, do derretimento das calotas polares, grandes enchentes, entre outros.

Manifestações são feitas reivindicando resultados positivos para o planeta. Uma dessas manifestações que chamou a atenção de todo o mundo foi realizada no dia 01 de fevereiro de 2007, em Paris, na França. Milhares de pessoas se reuniram diante da Torre Eiffel, esperando a divulgação oficial do estudo da ONU sobre o aquecimento global.

Não só a Torre Eiffel como diversos outros monumentos tiveram sua iluminação apagada durante cinco minutos, procurando conscientizar as pessoas de que é necessário mudar seu comportamento para que a realidade do planeta seja substituída por um comportamento exemplar originário no próprio lar.

A expectativa é de que os países desenvolvidos, que liberam altos índices de agentes poluentes na atmosfera, adiram aos acordos mundiais de preservação ambiental e diminuição de emissão de gases poluentes.

O aumento da temperatura na superfície da Terra influencia o regime de chuvas e secas, afetando plantações e florestas, possibilitando o processo de desertificação de algumas áreas e o alagamento de plantações. Outro fator de risco é o derretimento das geleiras da Antártida que, em ritmo acelerado, aumenta o nível do mar facilitando a inundação das cidades litorâneas.

A escassez de alimentos e a aceleração do fenômeno das secas têm como principal fato gerador a acidificação das águas do mar, causada pelo auto índice de produtos químicos e todo tipo de dejetos esgotados nos rios e, conseqüentemente, desembocados no mar.

O aquecimento global trará conseqüências lamentáveis ao planeta. É preciso diminuir o desmatamento, aumentar consideravelmente o reflorestamento, suprimir o uso de aerossóis, conter a produção industrial desenfreada, preferir o consumo de produtos que não possuem gases nocivos à camada de ozônio, diminuir a altitude de aviões que lançam poluentes e diminuir a emissão de dióxido de carbono na atmosfera.

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Amar

Andando pelos quatro cantos do interior baiano, deparei com um outdoor, que veiculava a seguinte propaganda de um motel: “O Amor Está no Ar! Venham Fazer Amor”.

Amar é bem maior que uma mensagem numa placa às margens de uma rodovia. Amar é a maior das características do ser humano, a emoção tenra e nobre que pode emanar de uma pessoa, uma sensação psíquica tão importante quanto o ar que respiramos. Amar é doar-se à pessoa amada, é exercitar este sentimento cada segundo da vida, é romper barreiras para viver intensamente este sentimento maravilhoso que nos eleva, fazendo com que transcendamos todos os parâmetros impostos pela sociedade. Quando amamos não devemos pensar em limites, como dizia Platão, o amor é o caminho para a verdade.

Não devemos traçar paradigmas para o amor, porque para ele ser verdadeiro, tem que ser espontâneo e aflorar do âmago do ser amante, sem imposições ou condições, compensações ou carências. Amar nunca pode ser conveniência, indiferença, inconsequência ou falta de cumplicidade.

Amar de verdade é sublime! Devemos amar com inteligência, sem cobranças, superando as barreiras impostas pela vida, como o amor de Joélia e Antonio Dantas – meus grandes amigos. Amor verdadeiro, de simples entrega, de sacrifício e renúncia, sem segredos, consciente, pleno, total, íntegro e transparente.

O amor verdadeiro tem equilíbrio e é diferente de paixão que é um sentimento burro, nocivo, que nos faz cometer loucuras nos levando a produzir situações que não devemos.

Todo aquele que ama é uma fonte de luz, por ser em si mesmo uma fonte de amor é preciso apenas exteriorizar literalmente este amor.

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