Bolsonaro: última aberração política das Américas/ Por Sérgio Jones*

Lideranças de caminhoneiros no Brasil garantem não haver até o presente momento nenhuma mobilização agendada contra a Petrobras ou o governo.

E os que estão convocando para manifestações são os mesmos que convocaram [manifestações] para setembro do ano passado, tentando derrubar o STF.

E que o caminhoneiro autônomo não vai estar envolvido em nada, em nenhum tipo de paralisação ou manifestação no sentido de derrubar ou apoiar o governo, STF. Citação feita ao Antagonista pelo representante da Associação Nacional de transporte do Brasil (ANTB), José Roberto Stringgasci.

Outro a se manifestar foi o Wallace Landim, conhecido como Chorão Caminhoneiro, da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava).

Ele acusa Bolsonaro de estar tentando tirar a responsabilidade para colocar no colo da Petrobras. E ainda acrescentou, em vídeo, que “o país vai parar naturalmente por não ter condições de rodar”.

“Quando eu falo em ir para cima da Petrobras, é ir para cima do governo federal também. Porque quem nomeia o presidente da presidente da estatal é o presidente – foi o senhor Jair Messias Bolsonaro que fez uma proposta, um compromisso para nós, de mudar esse preço de paridade de importação em 2018. Por isso que acreditamos no senhor”, observou.

O que fica evidenciado em todo esse imbróglio político em que o Brasil se encontra deve-se a uma única realidade, que foi eleger Bolsonaro. Um ser visivelmente demente e incompetente que se apossou do cargo se utilizando das mais vis mentiras e engodos.

O embusteiro e genocida presidente Bolsonaro está custando muito caro ao país e por extensão a seu povo devido ao despreparo e a incapacidade demonstrada por ele, em diversas oportunidades. Caso similar já foi constatado antes ao longo de nossa triste história, vide a eleição de Collor de Mello.

O brasileiro deve ficar mais atento quanto a importância de suas escolhas políticas que devem ser direcionadas de forma coerente com os reais e legítimos interesses voltados para a coletividade.

O resultado dessa escolha é que vai definir o bem-estar social ou agravar o seu quadro. Experiência nesse sentido já nos foram apresentadas, algumas outras vezes, e mesmo assim continuamos errando. Como muito bem observou Karl Marx: A história se repete a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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