Decisão da ONU – Forte estocada contra os algozes de Lula/Por Jucklin C. Filho

Os juizecos perseguidores, suspeitos e praticantes de abusos de autoridade

Sabia-se que estava sendo costurado algo tão sórdido na seara da república bananeira, na qual se transformou o Brasil. Estávamos ante um jogo de urdidura perversa, um complô infame, a ponto de se escalar um juiz provinciano, de primeira instância que fora alçado a juiz dos juízes em razão de ter um serviço porco a realizar – uma preciosa mercadoria a entregar no pacote da empreitada a que lhe deram. E o fez, seguindo à risca, o repertório que lhe passaram: Condenar, prender e impedir Lula de concorrer ao cargo de Presidente da República em 2018.

Tudo estava disposto nos mínimos detalhes de há muito engembrados. 0 melhor presidente brasileiro de todos os tempos, não poderia livrar-se da armadilha preparada por forças ocultas, não tão ocultas assim, como se pressupõe outras personagens em cena, não só do nosso pais, como também, do pais mais imperialista do mundo, a que se associou o juizeco perseguidor, suspeito e praticante de abuso de autoridade que imputou a Lula 580 dias de prisão, embora ele pudesse ter fugido e ter se abrigado em alguma Embaixada brasileira, como muitos o fariam. Não o fez, por não ser covarde. E por acreditar na democracia, mesmo tendo sido caçado impiedosamente, qual uma fera acuada, servindo de troféu a ser exibido, a caça do impiedoso caçador, o juiz parcial e incompetente, como restou provado no STF a condenação do ex-padrinho da Justiça secundado por uma turma que se comportava qual matilha de cães raivosos que o acompanhavam na desenfreada caçada.

Diante de tal situação, Luiz Inácio não se queixou, não xingou ninguém, não lamentou estar preso sem provas, não se predispôs a atacar a Justiça, a deblaterar contra o STF. Outrossim, sofreu prisão injusta, ilegal, como já explicitada, inda assim, confiava, acreditava na Justiça, e quando menos se esperava, em 8 de março de 2021, Edson Fachin, Ministro da Suprema Corte, mais movido pelo propósito de proteger a lava jato, anulou todas as condenações impostas pela República de Curitiba por incompetência do juízo da Décima Terceira Vara Federal da capital paranaense contra o ex-presidente Lula. Na verdade, Fachin levou mais de três anos para se aperceber de tal fato: Sérgio Fernando Moro não poderia ter julgado Lula.

0 tempo dar tempo ao tempo. A conformidade dos fatos, desmascarou a farsa, elucidou que o ex- superministério da Justiça e da Segurança Pública de Bolsonaro estava pré-determinado a condenar Luiz Inácio. Atentemos que não nos apegamos apenas a convicções, há contra o ex-padrinho um farto manancial de delitos, corrupção propriamente dita do Sistema Judiciário brasileiro , assim consubstanciado : Ato nulo de pleno, já no início da ação, que nem deveria ter sido aceita, por juízo incompetente, preceito do juiz natural que não fora observado no processo legal, sacramentando um ato inexistente, outro ponto que corroborada a suspeição, “chapada ” parcialidade por falta de provas, segundo o próprio magistrado ao exarar na sentença prolatada: ” Este juízo não se refere a três contratos da Petrobrás ( confissão de ilegalidade, incompetência absoluta do magistrado. E mais as pérolas: Não tenho provas. Mas tenho convicção. Condenado por ato de ofício indeterminado)”.

Não fabricamos narrativas. 0s fatos por si próprios falam e testemunham a verdade: 0 ex-juiz curitibano foi julgado e condenado em 21 de junho, de 2021, pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, escore 7 VOTOS A 4 POR TER SIDO PARCIAL E INCOMPETENTE.

A sentença maior e mais cruenta contra os inimigos da democracia, foi Luiz Inácio Lula da Silva ter readquirido os direitos políticos e agora, conforme pesquisas realizadas pelos mais importantes institutos

do pais que ha mais de um ano lhe indicam vitória, e o pleito ainda pode ser decidido em primeiro turno em seu favor, parte célere para a terceira vitória presidencial.

Façamos uma analogia, ao que há de pior em se comparando a uma república bananeira, que nos remete a algo que mesmo uma república com essa designação, relutaria em conceber o aniquilamento das suas instituições, estávamos vendo um Brasil de ponta cabeça, onde se naturalizava todo tipo de absurdos. Quando se reclamava das irregularidades, dos atropelos da lei , das injustiças, do uso do aparato estatal, compreendido nesta ordem: A PF e Judiciário e o MPF no encalço determinados presos ou partido político que tinham seus direitos infringidos, diziam: “As instituições estão funcionando . “- Era essa lenga lenga despejada à larga , tentando incubar algo podre que perolava naqueles tristes dias .

Só um bobo, ou pessoa má intencionada, cogitaria pensar que os órgãos institucionais brasileiros agiram por descuido, mazela, incompetência, ao não terem acatado a liminar concedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU para que Lula concorresse em 2018, à Presidência da República. Ficamos em dúvidas se todas, ou grande parte das instituições brasileiras estavam comprometidas com a ação golpista de, perseguir, prender, cassar os direitos políticos do candidato que venceria a eleição em 2018, ainda no primeiro turno, livrando o Brasil da hecatombe de agora! …

A farsa da condenação de Luiz Inácio no âmbito da operação lava jato, ficou mais evidente com a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU que na quinta-feira, dia 28 de abril de 2022, divulgou a conclusão da análise das acusações que pesavam

contra Lula após seis anos de exame do processo , no qual a decisão aponta que Moro e Dallagnol foram parciais contra o petista.

De bom relevo, transcrever parte do texto do excelente jornalista Jânio de Freitas , em sua coluna na Folha de São Paulo, neste 30 de abril de 2022:

” A conclusão dos seis anos de exame, na ONU, dos processos contra o ex-presidente Lula é esmagadora para Sérgio Moro, mas seu alcance não cessa na condenação moral deste ocupante ilegítimo de uma cadeira de juiz.

Em texto conclusivo, pontua com chave de ouro: Mas esta impunidade primária só existe como decorrência da impunidade que entre tantos, beneficia Moro, Dellagnol e muitos atingidos pela conclusão da ONU. Sintam-se como são: condenados morais pelo mundo. “

A decisão da Organização das Nações Unidas a favor de Luiz Inácio Lula da Silva ,representa muito para ele, por estar de alma lavada, por mais uma vez ,ter sido inocentado em processo eivado de vícios e ilegalidades , agora, por um órgão de prestígio, de amplitude internacional no que diz respeito aos direitos sociais e humanos, representa, também, forte estocada na moral da extinta lava jato, Moro, Deltan Dellagnol e demais procuradores e procuradoras da malfadada operação condenados por um tribunal internacional, reconhecido por 173 países .

Jucklin C Filho

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