Os genocidas Trump e Bolsonaro lideram o número de mortes do covid-19 em todo o planeta /Por Sérgio Jones*

As bestas presidenciais dos Estado Unidos e do Brasil
FOTO: Money Report

As irresponsabilidades das bestas presidenciais dos Estado Unidos e do Brasil que disseram, em tom de deboche e escárnio, ser a pandemia uma gripezinha estão pagando um alto preço por suas atitudes calhordas e em nada condizentes para a estatura que deveriam ter eles, na condição de mandatários.

Entretanto, preço maior está recaindo sobre os ombros do povo, principalmente dos menos favorecidos socialmente. Eles estão assistindo e participando do ritual macabro de ter de conviver com está realidade brutal. Milhares de vidas estão sendo ceifadas, quando muitas delas poderiam ter sido salvas. Mas diante do comportamento adotado pelos atuais mandatários, os resultados não poderiam ser outros.

O desprezo e a falta de apreço pela vida humana, demonstrados por estes governos de títeres, os colocam na galeria dos maiores e mais perversos genocidas que o planeta adota, atualmente. Esses assassinos confessos da humanidade ultrapassaram todos os limites, considerados minimamente aceitáveis.

Em um trágico pronunciamento feito nesse domingo (28), a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta um triste recorde de novos casos da Covid-19, considerando os dados de todo o planeta.

De acordo com o órgão, foram identificadas mais 189.077 contaminações pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas.

Entre os países que anunciaram novos recordes estão os Estados Unidos, e o Brasil, sendo este último transformado por Bolsonaro, em quintal dos Estados Unidos. Apesar do recorde de mortes permaneceram com o povo e a nação estadunidenses, o Brasil é o país que mais reportou novos casos da covid-19: 46.860.

O quadro que se apresenta no cenário mundial, de acordo com relatório estabelecido pela OMS, as Américas despontam como região com mais novos casos da covid-19: 117,1 mil. Em seguida vem acompanhada pelo Sudeste Asiático (25,4 mil), o Mediterrâneo Oriental (17,9 mil) e a Europa (16,5 mil). Em números totais, as Américas mantêm a liderança; são mais 4,9 milhões de casos, quase metade do total global.

Sergio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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