Brasil e seus alquimistas políticos / Por Sérgio Jones*

Bolsonaro e Paulo Guedes entregam o Brasil ao estrangeiro.
FOTO: Arquivos Gooogle

A trajetória e formação política do Brasil é uma das mais interessantes, desde a sua origem em que os seus portos foram abertos para as ‘nações amigas’ a partir daí foram abarrotados de pessoas de formações diversas e costumes um tanto quanto discutíveis. Sem se falar dos que aportaram o Brasil acompanhando a família real.

Excetuando-se os escravos oriundos do continente africano, as demais etnias desembarcaram, neste país dos trópicos, portando uma visão mercantilista com forte viés de esperteza e um espírito aventureiro. O que culminou com a formação de uma casta de espertalhões que descobriu uma forma de ganhar muito dinheiro às custas do suor alheio.


Tal modelo econômico atingiu o seu auge com a implantação do sistema econômico escravocrata.

Mesmo depois de mais de um século do fim deste sórdido período, que por um longo tempo atentou contra os mais sagrados princípios básicos da dignidade do ser humano. No Brasil remanescente desta escória de parasitas, tudo faz para reviver estes velhos e abomináveis tempos.

Aboletados parte na classe política e na denominada burguesia tupiniquim. Que com o passar dos tempos atuam como velhos alquimistas na busca de novas e eternas fórmulas na transmutação do metal inferior ao ouro; também na busca do elixir da longa vida. Procuram estabelecer um modelo político onde poucos tem muito, e muitos nada têm.

Remanescentes desse grupo de bucaneiros ocupam diariamente os espaços da mídia, onde se postam como verdadeiros salvadores da pátria, sendo as mais recentes figuras icônicas o Collor de Mello e a atual deplorável figura do presidente Jair Bolsonaro.

Mas a concorrência é grande e não finda nunca. Já se apresentou como possível candidato à Presidência da República em 2022, o apresentador de televisão o Luciano Huck. Recentemente diante de uma plateia de políticos e empresários, insinuou que ele quer contribuir com a “renovação política”.

Disse que nas últimas eleições a população depositou as esperanças em um “salvador da pátria”. E colocou em xeque a capacidade do presidente Jair Bolsonaro executar todas as suas promessas de campanha. Não muito diferente de seus antecessores Hulck postula ser o mais novo “salvador da pátria”.

Esta casta de espertalhões continua a acreditar na mais completa ingenuidade do povo e aposta todas as suas fichas na empulhação de que o mesmo, não é o mesmo. “Olha ele aí gente aqui de novo, para enganar o povo”.

Sergio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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