Política deletéria do governo Bolsonaro começa a gerar efeitos negativos para o Brasil/ Sérgio Jones*

Acordo comercial entre UE e Brasil será vetado
FOTO: Portal Lubes

Efeito negativo já ocorre, até mesmo fora do Brasil, resultado de um modelo de política deletéria e irresponsável desenvolvida pelo atual governo, do abominável Jair Bolsonaro. O Parlamento da Áustria aprovou na quarta-feira (18/09) uma moção que obriga o governo federal a vetar a aprovação do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul perante o Conselho Europeu. Acordo este, que vinha sendo alinhavado acerca de duas décadas.

O que significa dizer que o resultado da rejeição pelos parlamentares, o novo governo austríaco, que deverá ser eleito no final deste mês, será obrigado a votar contra o pacto comercial entre os blocos europeu e sul-americano no âmbito do Conselho Europeu.

Importante observar que o acordo de ratificação junto com o Parlamento Europeu e os demais Estados-membros. Todos os Parlamentos nacionais dos países do bloco devem aprovar de forma unânime. O que não mais será possível, com a recusa da Áustria.

O tratado Mercosul – que inclui Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai – e a UE foi finalizado no dia 28 de junho, durante a cúpula do G20 no Japão, após 20 anos de negociações. Tornar-se-ia, se fosse concretizado, a maior área de livre comércio do mundo. O que implicaria em resultados positivos para todos os envolvidos, neste cenário econômico. Uma vez que o pacto iria gerar economias tarifárias da ordem de 4 bilhões de euros para a UE, além de impulsionar exportações internacionais.

Todas estas possibilidades se esvaíram como fumaça devido a postura adotada pelo governo brasileiro, que direta ou indiretamente seja por incentivo ou até mesmo omissão, foi quem contribuiu para que ocorresse as queimadas criminosas, em grandes extensões territoriais da Amazônia Legal.

Diante do caos e desrespeito ao meio-ambiente, provocado pelo Brasil, alguns países que compõe o bloco europeu a exemplo da França, ameaçara não ratificar o tratado mencionando, entre outros pontos. Em aberta represália ao modelo de políticas ambientais adotadas pelo Brasil, em especial a sua relação adotada diante dos focos de incêndio.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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