Confraria de ladrões se solidariza e permanecem irmanados na prática de crimes perpetrados contra a nação e o povo brasileiro

O senador quadrilheiro avalia a prisão do criminoso de colarinho branco.

Durante declaração feita à imprensa brasileira, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo, ou seria líder de gangue, se encontra envolvido em polêmicas investigações ao longo de sua criminosa carreira política que já somam mais de três décadas. Eleito senador pelo Estado de Roraima e ex-líder dos governos Dilma e Lula. É alvo de inquéritos no Superior Tribunal Federal (STF) decorrentes das operações Zelote e Lava Jato.

Cinicamente, o indigitado político comentou nesta terça-feira (4) a prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima pela Polícia Federal, que aconteceu nesta segunda-feira. “A prisão do ex-ministro Geddel nos atinge pessoalmente. Nós lamentamos. É um amigo querido. É uma pessoa que tem grandes serviços prestados ao país e é claro, não gostaríamos de ver ele nessa situação“, afirmou cabotinamente.

O senador quadrilheiro avalia a prisão do criminoso de colarinho branco, Geddel Vieira Lima, como “algo muito forte, muito agressivo”. Ele não acredita que o governo Temer será chamuscado, mais ainda do que já está, em toda estas práticas criminosas e atentatória aos mais elementares conceito de decência e moral que um político, minimamente honrado deve ter. “Isso não impacta o governo. O governo está governando. O ministro já não era ministro há muito tempo. Nós estamos trabalhando, os dados são excelentes do governo”, disse, acrescentando: “Nós estamos fazendo dever de casa para recuperar o Brasil apesar das flechadas, apesar dos ataques, apesar dos problemas”, numa alusão à declaração do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que, comentando sobre o tempo que resta para o fim do seu mandato (em setembro), afirmou: “Enquanto houver bambu, haverá flechas”.

“A prisão de Geddel nos atinge pessoalmente. Nós lamentamos, é um amigo querido”. Esta fase é emblemática pode ser considerada como uma declaração de uma mea culpa na prática de crimes encetados contra a nação. Quanto ao retorno do senador, e comprovadamente corrupto Aécio Neves. O tucano do bico grande, Romero Juçá, não perdeu tempo para fazer um breve e vergonhoso comentário em relação ao retorno do mesmo à vida pública. O tucano havia sido afastado do mandato por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), mas o ministro Marco Aurélio Mello autorizou o retorno antes do recesso judiciário. “O retorno é uma decisão do Supremo Tribunal Federal. O mesmo STF que afastou colocou de volta o senador Aécio aqui. Ele é um senador importante e pode dar contribuição muito forte”, e foi mais enfático ao afirmar que a decisão de Marco Aurélio “repara um acidente”.

Como muito bem sentenciou o conceituado político, diplomata, escritor e filólogo Ruy Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”.

Sérgio Jones (jornalista)

 

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