A justiça brasileira

O riso irônico da (in) justiça.

Antigamente quando se falava em juiz de direito, promotor, procurador ou ministro do STF, sabia-se que estava falando de pessoas de caráter e moral ilibada, ou quase isso. Acima de qualquer suspeita.

Atualmente, porém, não é bem assim. Falar da justiça brasileira não garante ao orador que esteja falando de pessoas confiáveis, – sem generalizar – mas de uma turma que perdeu o respeito através das atitudes e ações de alguns que se pode até chama-los de biltre.

O ministro Marco Aurélio alega ser o senador Aécio Neves – afastado de suas funções no senado por corrupção, lavagem de dinheiro, recebimento de propina entre diversos outros crimes – uma pessoa de bem e possuir uma carreira elogiável. E os poucos políticos honestos, diante de tamanha asneira, como classifica-los?

Do mesmo modo procedeu o ministro Edson Fachin, soltando o braço direito do presidente ladrão Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, o homem da mala com meio milhão de reais.

Ambos revogaram a decisão da própria Corte. Ou o STF é uma casa de malucos, ou algo de podre está acontecendo por lá. Algo do tipo: rabo preso. Ou, pode-se também pensar, que o crime no Brasil compensa. A parcialidade dos homens da “toga” é horrorosa e cruel para os cidadãos que “ainda são de bem”! É a Corte seletiva.

Infelizmente, para aumentar mais ainda a decepção do brasileiro honesto, o jornalista Ricardo Noblat escreve hoje, dia 03 de julho de 2017, o seguinte disparate: espera-se que o Juiz Sérgio Moro condene Lula esta semana e então, o país poderá respirar aliviado”. Por quais crimes? Por convicção?

É fundamental que o povo brasileiro vá às ruas, não para ser mais um na Avenida Paulista, nem em Copacabana ou na Esplanada dos ministérios, mas sim, para reivindicar seus direitos aviltados por esta quadrilha, estes facínoras, corruptos, que além de sequestrar nossos direitos constitucionais, são uns lesa-pátria, políticos traiçoeiros que causam prejuízo para o País, acabando com a Democracia, Soberania e Liberdade do brasileiro

A imagem do Brasil no exterior é a pior possível, o que foi confirmado nesta passagem meteórica, e por que não dizer invisível, do presidente Ladrão pela Rússia e Noruega.

Brasileiros, vamos às ruas não para ser mais um, mas para reivindicar nossos direitos e protestar por estes absurdos cometidos pelos nossos pseudos-políticos.

Alberto Peixoto – Escritor

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