A soberania e o futuro do Brasil/Por Alberto Peixoto

Sob a gestão de um projeto de ditador e seus três filhos patéticos, o Brasil chega ao fundo do poço
FOTO: Arquivos Google

De acordo a edição de 26 de agosto de 2019 do “The New York Times”, jornal norte-americano que circula em 160 países: Bolsonaro, “o menor e mais insignificante dos líderes”, está comprometendo a soberania e o futuro do Brasil. Fica caracterizado que o Brasil virou piada, motivo de deboche no âmbito interacional.

Já foi dito que o brasileiro é um ser inerte, engessado, que não reage às perdas evidentes que ocorrem atualmente, não só em seus direitos sociais e trabalhistas, mas também com relação à entrega do patrimônio nacional para instituições estrangeiras. “Um dia este povo há de acordar e fazer a diferença” – deseja Isabel Carneiro, funcionária pública.

Já foi abordado em diversos veículos de comunicação, em todo planeta, que o brasileiro precisa de verdadeiros lideres para mobilizar esta massa abatida pelo desânimo; que não reagem aos danos causados por este governo formado por ditadores de extrema direita neonazista, movimentos que se inspiram nas teorias políticas pregadas por Adolf Hitler.

O Brasil atualmente sofre a experiência de degustar o amargo sabor da ditadura eleita no último pleito presidencial pelos que foram enganados por um discurso fantasioso e mentiroso, em sua essência, de um paranoico sustentado nas irresponsabilidades que foram praticadas por um grupo de desequilibrados liderados por Aécio Neves, Fernando Henrique Cardoso, o oportunista Temer, entre outros não menos irresponsáveis.

O clima que envolve todo o país é de insegurança, medo, ódio e terror espalhados por uma “famíglia” de desajustados mentais. A guerra contra a corrupção, que foi alardeada por toda a campanha presidencial por este grupo de indolentes, não ocorreu e, na realidade, o que se pode ver é o contrario. O laranjal do Queiroz foi encontrado e nada aconteceu com este personagem, que não tem princípios nem obrigações morais. E a justiça, mais uma vez, nada fez!

A derrocada do Brasil é evidente. Um pé já está na bancarrota e o outro por entrar. A condição moral do governo brasileiro no contexto internacional deixou de existir. O Brasil deixou de ser uma república das bananas e passou a ser “o país dos bananas”.

“Mas Lula está preso”. E daí? O que mudou para melhor na vida destes analfabetos políticos, sem capacitação, que repete esta frase como um mantra, um papagaio de bordel? Com certeza, nada.

Pesquisa divulgada pela revista Emotion revela que pessoas que conseguem baixa pontuação em testes para averiguar o nível de inteligência (QI), são aquelas que procuram legitimar temas intolerantes como: racismo, xenofobia, homofobia e com fortes tendências a serem de extrema direita. É o caso dos três patéticos e do projeto de ditador Jair Bolsonaro.

Acerca do futuro do Brasil, pode-se citar um comentário da jornalista Vanessa Barbara que faz uma observação sobre a devastação da Amazônia: “O primeiro sinal de que a Amazônia não teria um bom ano veio este mês, quando o governo demitiu o chefe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o físico Ricardo Galvão, que foi antipatriótico o suficiente para divulgar dados mostrando um salto de 278% no desmatamento em julho em comparação com o mesmo mês do ano anterior”, descreve a jornalista.

Alberto Peixoto – Escritor

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Impeachment de Jair Bolsonaro pelo crime de Ecocídio/ Por Sérgio Jones*

Bolsonaro destrói a Amazônia
FOTO: Arquivos Google

O fato de que o arremedo de presidente, Jair Bolsonaro, é considerado uma ameaça definitiva que atenta contra os mais elementares direitos do cidadão, não resta dúvida. A prova reside no elevado aumento do desmatamento e incêndios provocados, de forma criminosa, em toda a Amazônia legal.

A ameaça provocada pela Besta ensandecida travestida de presidente afeta não só o Brasil, mas todo o resto do planeta. Devido a sua limitada capacidade intelectual, ele não consegue dimensionar o alto grau de estupidez do crime cometido.

Movimentos alternativos insurgem tendo como proposta, mais do que sensata, como a ventilada recentemente durante manifestação realizada no Largo do Machado, bairro Flamengo, no Rio de Janeiro (local tradicional de reunião e reivindicação), no âmbito das atividades preparatórias da Greve Global pelo Clima.

Em decorrência do posicionamento do Governo Federal do Brasil de atuar contra o meio ambiente e os povos das florestas, diante da generalização da degradação dos ecossistemas, do avanço do desmatamento e do aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE) que provocam danos ambientais irreparáveis, foi lançada para discussão: “Impeachment de Jair Bolsonaro pelo crime de Ecocídio”.

O principal argumento que foi apresentado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) que decidiu, no final de 2016, reconhecer o ecocídio (destruição em larga escala do meio ambiente) como crime contra a Humanidade. Advogados e especialistas em Direito Penal Internacional consideram o Ecocídio um delito de escopo local e global que justifica criminalizar as agressões contra o meio ambiente. Tipo ao elevado grau de letalidade provocado pelos “projetos antiecológicos” de autoria de Bolsonaro que colocam em risco o Brasil e, por extensão, todo o mundo.

O questionável presidente brasileiro pode ser responsabilizado por crime ecológico e por crime contra a humanidade. De acordo com o que estabelece o O Art. 225 da Constituição Federal diz: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

Inquestionavelmente, é dever dos governantes respeitar a Constituição defendendo a sustentabilidade da natureza. O que na prática, no Brasil, não acontece. Não podemos e nem devemos esquecer, que em algum momento, alguém sabiamente disse: “a responsabilidade social e a preservação ambiental significa um compromisso com a vida” .

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Entrou de gaiato no navio/Por Alberto Peixoto

O Brasil afunda a cada decisão de seus gestores
FOTO: Gazeta do Povo

Entrei de gaiato no navio. Oh! Entrei, entrei, entrei pelo cano. Entrei de gaiato no navio. Oh! Entrei, entrei, entrei por engano – Melô do Marinheiro, Paralamas do Sucesso.

Os eleitores que elegeram o pseudopresidente Bolsonaro conseguiram afundar o país em uma crise sem precedentes. Como diz a letra da música “Melô do Marinheiro” (Paralamas do Sucesso), entraram de gaiato no navio e, infelizmente, levou consigo toda sociedade brasileira.

“Arrumaram” o cargo de presidente em um país com dimensões continentais para um tosco, que por ser tosco odeia a educação e, além disso, assessorado por um ministro não menos rude do que ele. Corta verbas da educação provocando o maior desmonte do ensino público já visto no Brasil.

O bronco e vulgar está entregando nossas riquezas naturais ao estrangeiro no atacado e no varejo a preço de bananas. Como se não estivesse satisfeito com estas atrocidades, destrói a fauna e a flora, colocando o equilíbrio ecológico, não só do Brasil, mas de todo o planeta em risco. Conforme parecer dos cientistas o desmatamento e as queimadas da Amazônia motivaram alterações climáticas que fizeram a floresta perder 50% da capacidade de reciclar água.

É espantoso ver o presidente do Brasil pedir aos brasileiros para vestirem verde e amarelo no dia 7 de setembro, data que se comemora a independência dos domínios de Portugal, enquanto ele presta continência à bandeira dos Estados Unidos. A soberania brasileira aos olhos do mundo está em plena derrocada.

É a total submissão ao governo americano. O povo brasileiro corre sério risco em decorrência desta política ínfima da extrema direita com os interesses estrangeiros, especialmente dos Estados Unidos.

E a justiça? Está de pernas e braços amarrados porque estão todos comprometidos com algo ilícito. No popular, estão todos com o rabo preso.

Segundo o site https://www.brasil247.com/A OAB e o Instituto Vladimir Herzog farão uma denúncia formal do governo de Jair Bolsonaro na ONU na próxima terça-feira pelos retrocessos à democracia e por fazer apologia às ditaduras”. Não há precedente para o gesto: nunca antes um presidente eleito foi denunciado às Nações Unidas.

Alberto Peixoto – Escritor

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O Flamengo é Raça, Amor e Paixão/Por Alberto Peixoto

O Flamengo possui a maior torcida do mundo!

O Flamengo nasceu pra vencer!!! O torcedor Rubronegro está acostumado a enfrentar situações das mais inusitadas que se pode imaginar, porque sabe que o Flamengo, como a Fênix que ressurgiu das cinzas, em um vôo rasante sempre atinge o seu objetivo. É por isso que ser Flamengo não nasceu para todos. Só para os pré destinados; para aqueles que têm em suas veias um sangue cujo DNA é formado por Raça, Amor e Paixão. Ser Flamengo é um estilo de vida é estar sempre de bem com a vida; é ter sempre no peito um coração pulsando acelerado e na boca um grito: Mengôoool. 

O Flamengo é mais do que um clube de futebol. Como já diz a máxima, repito, é Raça, Amor e Paixão. O sangue Rubronegro que corre nas veias dos seus torcedores e o transformam em gigantes destemidos, possui um só objetivo: A Vitória. Portanto, o time da Gávea nunca perde. Às vezes deixa de vencer.

Dizer, antecipadamente, que o Rubronegro da Gávea vai ser eliminado, ou rebaixado, é muito mais do que um pecado. É uma heresia. Só quem torce por este gigante em vermelho e preto e que possui uma energia fora do normal, tem a graça de compreender o que significa ser Rubronegro. Só quem pode saber e sentir o que significa esta energia são os verdadeiramente brasileiros e vencedores que nunca visitaram a segundona – sem a ajuda do STJ – e os que também possuem sangue de heróis destemidos.

FLAMENGO, EU SEMPRE TE AMAREI

Alberto Peixoto

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Crise na gestão tenebrosa do governo Bolsonaro continua gerando perda de aliados / Por Sérgio Jones*

As reservas do Brasil já foram leiloadas e não conteve o avanço do Dollar

As aves de rapina o que têm elas de comum, entre si, é que compartilham características semelhantes, são ágeis na captura de seus alimentos. No episódio que envolve o bate-boca entre os seres bestiais Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Kim Kataguiri, deixa transparecer uma inequívoca demonstração da crise que se alastra no desgoverno do Jair Bolsonaro. Este vem perdendo, ao longo desta tenebrosa e desastrada administração, aliados importantes que foram de fundamental importância para a ascensão dele, à Presidência da República.

Demonstrando uma agilidade mental de causar inveja a um asno., O pimpolho do presidente, esse mesmo que quer ser embaixador brasileiro nos Estados Unidos, abre mais uma rota de atrito, tendo como alvo, desta vez, o deputado federal Kim Patroca Kataguiri (DEM). Para quem não se lembra, ele foi o criador e ideólogo do Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem pra Rua, um dos principais apoiadores do impeachment da petista Dilma Rousseff.

O bate-boca entre as duas bestas, nada amestradas, teve início com a indagação feita por Kataguiri ao seu oponente. “Onde estava Eduardo Bolsonaro na hora de chamar o governo pra votação nominal do abuso de autoridade? Ou no veto do PR contra projeto que limitava poderes do STF? Ou ontem, quando precisávamos do PSL para manter decreto presidencial? Na previdência? Lava Toga? Nadinha. Fritando hambúrguer. Covarde”, disparou o deputado do DEM.

Em resposta nada diplomática o Eduardo disse que Kataguiri não queria debater, e postou uma foto onde discursava no plenário da Câmara, sem a presença do deputado do DEM.
“Neste termo vc me chama para outra coisa, não para debate. Poderia ser raso como você e perguntar onde estava hoje à tarde quando discursei. Quando for menos arrogante podemos conversar, até lá no máximo faremos como em 2014, quando você pedia vídeos comigo na Paulista e depois de eleito, os deletou”, rebateu.

A briga de comadres teve prosseguimento, Kataguiri chamou Bolsonaro de “traidor”. “Fiz campanha e votei em você em 2014, quando você defendia a Lava Jato e criticava o Supremo. Agora, faz parte de um governo que faz acordão contra Lava Jato, acaba com COAF, veta lei para limitar poder do STF, interfere na PF e na Receita para proteger senador corrupto. Traidor”, finalizou.

O que deixa transparecer é que este capítulo de cunho fortemente novelesco da deplorável política brasileira, está longe de chegar ao seu fim. Muita água ainda deverá rolar sob esta ponte, onde o que está em discussão não são interesses do povo que chafurda na indigência de um modelo de sociedade que agoniza no lodo da história.

Mais um atrito gerado de forma estéril recheado de interesses díspares, que tem como foco principal atender questões de egos inflados e vaidades geradas e, até mesmo alimentada, pelo desenvolvimento de um modelo caquético de governo, onde todos falam e ninguém se entende. Uma autêntica Torre de Babel.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Os brasileiros precisam de líderes/Por: Alberto Peixoto

É preciso ir à luta. Líderes surgirão
FOTO: Circo Voador

Como faz falta aos brasileiros líderes como Leonel Brizola, Ulisses Guimarães, Tancredo Neves e o maior de todos: Luiz Inácio Lula da Silva – injustamente preso – para liderar e acordar este “gigante pela própria natureza que dorme, há 519 anos, em berço esplendido”!

O governo desviou da educação, que agoniza na UTI do abandono, R$ 1 bilhão em emendas parlamentares para comprar votos para aprovar a Reforma da Previdência – o que caracteriza propina – uma reforma criminosa que rouba dos trabalhadores seus principais direitos adquiridos.

Segundo veicula os principais canais de comunicação, há mais de dois bilhões para comprarem os parlamentares corruptos que compõem grande parte dos políticos brasileiros. Na sua grande maioria políticos “oportunistas”. Em presença de todos estes fatos, o povo brasileiro não esboça nenhuma reação. Parecem estar hipnotizados, engessados!

Stefan Zweig – escritor, romancista, jornalista e biógrafo austríaco de origem judaica, que apelidou o Brasil de “país do futuro” – suicidou em 23 de fevereiro de 1942. Caso estivesse vivo hoje, o faria de novo ao ver em que estado se encontra a sua pressuposta avaliação, porque os gestores deste país não veem a educação como prioridade básica para uma sociedade organizada, evoluída.

Conforme levantamento do INAF – Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional – somente 26% da população brasileira entre 15 e 64 anos é completamente alfabetizada e só 23% consegue solucionar uma questão sobre matemática. Segundo informações atuais da UNESCO, 31% dos alunos brasileiros da primeira série do ensino fundamental são repetentes.

Há uma crise no sistema de educação brasileiro, tanto público como privado, inumerável! Quem quiser se aprofundar neste assunto, deve ler o livro “O Que o Brasil Quer Ser Quando Crescer?” de Gustavo Ioschpe. O autor afirma que a educação brasileira é um desastre.

Voltando ao propinoduto previdenciário, o velho balcão de negócios que na campanha às eleições de 2018 o “Chefe da famíglia Bolsonaro” apregoou que isso não iria mais funcionar, aí está a todo vapor.

Claro que não funciona como antes. Agora são novos tempos. Usam-se laranjais, liberação de emendas e outras trambicagens. Vivemos em um país de corruptos em sua essência, mas não se pode e não se deve cruzar os braços diante de uma situação tão tenebrosa quanto esta que sofre o país. O brasileiro precisa sair desta situação de letargia em que se encontra e, com ou sem líderes, ir à luta. Líderes surgirão.

Juízes e procuradores são desmascarados, um presidente sem compostura dando entrevistas com “fraseados” ínfimos e sem conhecimento de causa – um imbecil psicótico – levando o Brasil a motivos de chacotas no cenário mundial. Virou um personagem de uma “Zorra Total” no exterior e o brasileiro a tudo ver e assiste como se nada estivesse acontecendo. Inacreditável, lastimável!

Todos, ou quase todos, tem descendentes que irão continuar na jornada da vida e estes não podem ser abandonados pela depressão que sofrem suas matrizes, causada pelos dissabores deste governo de idiotas submissos ao Tio Sam. Cruzar os braços é um ato de covardia. Sigam na luta!

Trata-se de um vergonhoso toma-lá-dá-cá, para aprovar uma reforma que visa retirar os direitos previdenciários e assistenciais do povo e abrir o bilionário negócio da capitalização, que aumentará o lucro dos bancos e a pobreza da maior parte do povo brasileiro. Um crime”, afirma o ex-ministro da Previdência e Trabalho Ricardo Berzoini.

Alberto Peixoto – Escritor

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Presidente brasileiro tenta golpe para energizar financeiramente a sua “famiglia” / Por Sérgio Jones*

A Famiglia reunida
FOTO: Arquivos Google

O que circula na imprensa nacional e internacional é a tentativa frustrada revelada através de cláusulas secretas da Administração Nacional de Eletricidade (ANDE) a comercialização de energia hidrelétrica excedente (produzida pela Usina Binacional de Itaipu) a uma entidade privada ligada à “famiglia” do deplorável arremedo de presidente Jair Bolsonaro. Os tais megawatts (MW) excedentes seriam adquiridos do lado brasileiro a um valor de 6 dólares, quando a cotização do mercado ronda os 40 dólares por MW.

O mais execrável de toda esta pantomima financeira é que após ser incorporados à rede pela empresa brasileira LEROS (ligada a Bolsonaro), seria vendida a um preço de 80 dólares o MW, registrando um potencial e modesto benefício de 1200%.

Este crime financeiro dos recursos públicos veio à luz quando o titular da ANDE, Pedro Ferreira, se negou a assinar o contrato, renunciando a seu posto em 24-07. Uma investigação do diário guarani ABC Color pôs em evidência que o embaixador paraguaio Federico González, intermediário entre a empresa LEROS e ANDE, pressionou o titular dessa última para que se tornasse cúmplice a respeito ao silenciamento das cláusulas secretas do convênio firmado em maio pelos presidentes Abdo e Bolsonaro.

As negociações orientadas a alcançar a aprovação do contrato ilícito foram operacionalizadas por José Rodríguez González, filho de María Epifania González, secretária da unidade de Prevenção a Lavagem de Dinheiro ou Bens (SEPRELAD), que deve renunciar devido a difusão das cláusulas secretas geridas por seu herdeiro.

As tratativas confidenciais (caracterizadas como sigilosas) foram conduzidas por Rodríguez sob a supervisão de Mario Abdo e seu vice-presidente Hugo Velázquez, que buscaram beneficiar ao ex-militar e agora, presidente do Brasil.

O crime se evidenciou após articulação feita entre Rodríguez e os mandatários máximos diante da difusão pública das trocas de mensagens por WhatsApp, expostos pelos meios de comunicação guaranis e brasileiros.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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No caso de Bolsonaro o que lhe falta crescer é o cérebro/Por: Sérgio Jones*

Escultura Cabeça by Cida Lima

Em mais uma de suas pérolas e falas preconceituosas, o Tartufo dos trópicos, Jair Bolsonaro, se reporta ao povo nordestino com deboche e total falta de respeito ao afirmar que “falta a cabeça crescer um pouquinho” para ser considerado um “cabra da peste”.

A declaração do demente mandatário foi feita durante evento de inauguração de uma usina solar, ocorrido em Sobradinho. Encontrava-se ao seu lado o indigitado deputado federal Claudio Cajado (PP-BA). A imprecisão verborrágica foi divulgada em rede social. E causou enorme indignação aos nordestinos, digo, àqueles que têm vergonha na cara.

Por que Tartufo? Por ser Bolsonaro semelhante ao personagem da peça de Molière. É hipócrita e luta para manter os seus sórdidos privilégios, e ampliar o seu status quo. O que nos faz lembrar que estamos precisando, de imediato de uma sábia “Dorina”, para desmascarar o presidente farsante.

Em sua desastrosa visita ao nordeste, em especial a Bahia, o caudilho proferiu a infeliz frase ao sentenciar: “O Nordeste é nosso”. O que considero uma frase infeliz e incompleta.

Outro fato digno de observação foi a citação feita pelo caviloso. Após o comentário do insidioso deputado capachão (Cajado)… ”está virando uma cabra da peste, é?” Em resposta, o inaudito chefe de estado sapecou a seguinte frase: “é, só está faltando crescer um pouquinho a cabeça”.

Eu ousaria dizer que no caso específico dele o problema não se atém ao crescimento de cabeça, e sim de cérebro. Uma vez que o mesmo é completamente destituído deste precioso órgão. Que a natureza, por algum sábio capricho, lhe negou este privilégio.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)                

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Revivendo o passado, um passado já algo longínquo, mas que pertence à história da humanidade/Por José Manuel da Cruz Cebola

                             
(Woodstock) foi um festival de música realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 na fazenda de gado leiteiro de 600 acres de Max Yasgur, próximo à região de White Lake, na cidade de Bethel, no estado de Nova York, nos Estados Unidos ..
FOTO: José M. C. Cebola

A maioria de vocês nem sequer seriam nascidos ao tempo. Outros, talvez, mas seriam crianças ou bem jovens. Pois eu já tinha 26 anos…

Estou falando do festival de Woodstock, realizado há precisamente 50 anos, que catalisou a paz, o amor e a música. Um evento que reuniu meio milhão de pessoas e que demarcou a posição política da juventude de então cansada da guerra (era o auge da guerra do vietname) e de certas convenções sociais (Mary Quant tinha criado a minissaia três anos antes).

Era um palco simples de madeira, sem pano de fundo ou pirotecnia. O som que saía dali muitas vezes coxeava. Com a chuva, ainda havia risco de alguém ser electrocutado. Por essa estrutura modesta passaram alguns dos maiores nomes da música de 1969 – Jimi Hendrix (star spangled banner), Janis Joplin (piece of my heart), Jefferson Airplane (somebody to love), Joe Cocker (with a little help from my friends), Santana (samba pa ti), the who (summertime blues), Creedence Clearwater revival (proud Mary),, entre outros.

 Ao redor do palco, estima-se que 500 mil pessoas acompanharam a maratona de shows, que tivera início no final da tarde de uma sexta-feira, 15 de agosto, e só foi encerrada na manhã de segunda (18). Era um público que encarou tempestade, lama, escassez de comida, falta de casas de banho e condições precárias de higiene, além do efeito de substâncias psicoativas, para viver uma utopia guiada pela música.

Não foi um evento planeado para ter a dimensão que tomou. Tinha tudo para dar errado e terminar mal, muito mal. Deu certo. Não houve tragédia. A feira de arte e música de Woodstock, ocorrida há exactamente 50 anos, foi um dos acontecimentos mais importantes do século 20.

Durante o festival, o realizador Michael Wadleigh filmava o documentário Woodstock (1970), que imortalizou as performances musicais do evento e traduz o espírito daquele final de semana em Bethel. Com o então novato Martin Scorsese como assistente de realização, o filme recebeu um Oscar de melhor documentário.

José Manuel Cruz Cebola – Crítico – Sintra/Portugal

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A maioria dos políticos brasileiros é igual à prostitutas/Por Alberto Peixoto

A dignidade das prostitutas é maior do que a da maioria dos políticos brasileiros
FOTO: Arquivos Google

Considerada como a profissão mais antiga do mundo, na antiga Roma estas moças “ficavam” (stare) “diante dos” (pro) possíveis clientes, fazendo uma exibição do “material” libidinoso. Daí prostiture, “prostituir-se”.

A prostituta só enlouquece excepcionalmente. A mulher honesta, sim, é que, devorada pelos próprios escrúpulos, está sempre no limite, na implacável fronteira. – Nelson Rodrigues.

Assim age a maioria dos políticos brasileiros. Da mesma forma que define Nelson Rodrigues as mulheres honestas, pode-se também definir boa parte dos políticos brasileiros. A maioria dos governantes brasileiros vive sempre no limite, na implacável fronteira entre a honestidade e a corrupção. Sempre são devorados pelos seus próprios escrúpulos ou pela falta destes, o que é o mais provável.

Antes de se elegerem prometem solucionar os problemas da saúde, educação, segurança e desemprego ou qualquer adversidade que por ventura surja. Seja de cunho social ou de qualquer outra peculiaridade, porém, caso eleito nenhuma promessa é cumprido.

Após os resultados das eleições, os eleitos fazem tudo ao contrário. Não cumprem as promessas feitas em palanque. Como se pode ver, Bolsonaro em campanha era contra a Reforma da Previdência e, logo após tomar posse, manda um projeto criminoso no qual os trabalhadores e os jovens que estão ingressando no mercado de trabalho perdem seus direitos trabalhistas.

Outros projetos desprezíveis são todos os que foram elaborados contra a Educação e Cultura, principalmente os cortes de verbas. O atual ministro da Educação, além de ser um tosco, ríspido, nunca pisou em uma escola pública; não entende nada de educação e com certeza só deve entender de terrorismo. A Educação no Brasil nunca foi tão desrespeitada como no atual governo.

É incompreensível a aversão que o governo do “chefe da famíglia Bolsonaro” tem pela educação. Se estivéssemos nos anos dourados do grande comediante Nordestino, Chico Anísio, ele mandaria fechar a Escolinha do Professor Raimundo.

Conforme dizia Darcy Ribeiro – antropólogo e político brasileiro – “a crise da educação não é uma crise, é um projeto”.De acordo a análise do coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara: “a privatização da educação é parte de uma política uniliberal”.

Ao contrário dos políticos brasileiros, na sua grande maioria corruptos, envolvidos em negócios ilícitos, as prostitutas são mais honestas e dignas do que estes.

As prostitutas, também conhecidas como profissionais do sexo, na prestação dos seus serviços voluptuosos, cumprem à risca tudo que foi combinado com seus clientes – antes e depois da execução de suas “funções” – honrando a sua classe, mostrando que em matéria de caráter são superiores aos governantes brasileiros – sem generalizar.

As prostitutas não merecem ser comparadas com estes bandidos. Esta comparação é infundada devido à honestidade destas profissionais no cumprimento de suas funções.

Seria mais razoável comparar estes delinquentes com Judas Iscariotes, que traiu Jesus Cristo por trinta moedas de prata.

Alberto Peixoto – Escritor.

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