Ex-petista magoado com deputado por indicar apenas três para o Hospital Estadual da Criança /Por Carlos Lima*

Quero Chupar

O ex-petista em questão, foi candidato a vereador, conseguindo nas urnas 634 votos. Insatisfeito por não ter sido atendido em suas reivindicações pessoais, teve uma crise de estrela, justificável, estamos em ano eleitoral, e a busca por espaço visando negociações futuras sempre acontece nesse período.

Sem dúvida se jogasse pedra em árvore sem fruto o máximo que conseguiria é que uma delas caísse em sua cabeça.

E o deputado Zé Neto sempre é o escolhido para campanhas difamatórias por aqueles que temem sua chegada à prefeitura.

O aliciamento sempre encontra aqueles que entram na política para se locupletar, alugar partido,  vender apoio, conquistar emprego (não é trabalho) e fazer tudo que lhe é solicitado para desqualificar opositores.

Já conhecemos o comportamento político de quem está a mais de 20 anos no poder, nessa terra de Lucas.

Diante deles, Lucas é bandido, como muitos afirmam. No entanto, se compararmos com eles, Lucas é um santo que merece ser canonizado pelo Papa Francisco.

Na denuncia trabalhada o ex-petista usou o termo “os pré-candidatos, raia miúda, não chupou nada”.

Réu confesso. Ele queria “chupar” benesses e recursos públicos para si mesmo. Se a interpretação é diferente ele não foi explícito.

Caminhei pelo lado político, bem que poderia ser outro…

Carlos Lima, Jornalista

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Bolsonaro: a mentira vestida com as roupas da verdade/ Por Sérgio Jones*

Troca Troca

Mais uma vez o vil presidente Jair Bolsonaro se utiliza da imprensa nacional para contaminar o ambiente com suas sucessivas mentiras, sendo a mais recente ter afirmado nesta quinta-feira (02) que irá consultar a opinião pública para decidir sobre sanção a projeto que trata das chamadas fake news, tentativa com viés popular, mas como sempre, o gato se escondeu deixando o rabo de fora.

Ele mente descaradamente ao se dizer favorável à “liberdade total da mídia”. O que ele e sua escória de milicianos são é a favor da esbórnia, do crime e das mais variadas e imagináveis práticas delituosas.

A administração desastrosa de seu desgoverno é uma evidência inquestionável da materialização de seus atos bestiais que estão sendo responsáveis pelo desmonte do que resta das combalidas instituições brasileiras.

Em uma tentativa piegas para dourar a pílula e tentar justificar seus crimes praticados não só contra o povo brasileiro, mas também contra a humanidade. Podemos citar como exemplo o desmatamento da Amazônia, através de sucessivos incêndios provocados por grileiros, destruição da vegetação e de regiões imensas degradadas pela ação dos mineradores, além de compactuar com a prática genocida contra o povo indígena da região. Tudo isso acontece sob os olhares complacentes dessas hordas de milicianos, regida pela batuta da ‘familícia’ do Bolsonaro.

O mais revoltante de toda essa cena de horrores que o povo brasileiro é obrigado a conviver diariamente. É com relação ao fato do surgimento da pandemia que já ceifou milhares de vidas, o que não significa dizer ser ela, mais danosa e nefasta do que a atuação do atual governo.

Todo o mal praticado pelo Bolsonaro, não tem afetado somente o povo brasileiro como também a toda humanidade, nesse aspecto ele e o seu grupo de apoiadores demonstram ter muita afinidade com a Covid-19. Pois o que vem acontecendo com a destruição da Amazônia afeta a todos não importando a localidade em que habitam, ou o espaço em que as pessoas ocupam no planeta.

Mesmo diante dessa pasmaceira provocada pelo soba (chefe tribal). Ele continua insistindo em afirmar que tudo isso “faz parte do jogo democrático”. Em seguida volta a faltar com a verdade ao sentenciar: “Com todo o respeito que tenho ao Parlamento… se for aprovado na Câmara, chegando para mim o projeto, eu vou fazer uma consulta popular sobre o que deve ser vetado ou não, e a gente vai vetar”.

O que ele tenta deixar transparecer com tal pronunciamento é que a sua condição de ser abjeto dispensa respeito por alguém ou alguma coisa, ledo engano que de alegre nada tem.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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A INDEPENDÊNCIA DA BAHIA EM BAIANÊS/POR LOUTI BAHIA @AMOAHISTORIADESALVADOR *

Desfile de 2 de Julho
FOTO: portalturismototal.com.br

Oxe! Colé de mermo? Você fila aula e eu tenho que contar tudo de novo? Mas é niuma. Se ligue que você não sabe da terça-metade. Tá ligado que a Família Real partiu a mil de Portugal pra cá em 1808? Vazou com medo de Napoleão e quando chegou, deu uma de porreta e chamou a gente de Reino Unido. Ficou todo mundo de boa e a gente comeu essa pilha. Tempo vai, tempo vem, rolou a crocodilagem: D. João VI e a Família Real partiram a mil de volta pra Portugal e ainda queriam que o Brasil voltasse a ser colônia. Aoooooooonde! Quem anda pra trás é caranguejo, mô pai. O povo se retô, pegô ar e o pau comeu. Aí, D. Pedro I deu o zig na família e disse assim pra Portugal: “Quem vai é o coelho. Diga ao povo que fico!” Pô, véio, D. Pedro brocô. Mas aí, o bicho pegô. Portugal ficou virado no estopô e a gente recebeu a galinha pulano: as tropas de Madeira de Melo armaram uma bocada nas ruas de Salvador e foi aquela muvuca. Nosso povo lutou, mas ximbou e se lenhou: o exército português tomou a cidade na tora. O povo ficou injuriado e fugiu picado para o Recôncavo junto com nossos soldados. Lá, eles usaram o tutano pra organizar a reação: tiveram uma ideia massa e criaram o Exército Libertador. Tinha poucos soldados e muita gente do povo: pobres, negros libertos, negros escravizados, índios, agricultores, etc. Só tinha uma mulher que se alistou na cocó dizendo que era homem: Maria Quitéria. Já tinha pra mais de 10 mil pessoas, mas era tudo feito a migué: tinha poucas armas, ninguém sabia lutar, um mangue da porra. E eu falo mesmo que eu não sou baú: o exército de Portugal virado no diabo e a gente ia lutar de badogue e barandão? Aí é barril dobrado. Mas o povo tava na pilha e o couro comeu. Um barco português chegou em Cachoeira atirando e os baianos renderam eles a bordo de canoas. Ô povo retado! Ô povo virado no estopô. Enquanto isso, em Salvador, o exército português tava bagunçando, mandando e desmandando: uma esculhambação da porra. Foi então que eles invadiram o Convento da Lapa e mataram a Sóror Joana Angélica. Aí fedeu. Aí escancarou tudo. Eles foram fuleiro. A notícia deixou o povo agoniado e o Exército Libertador decidiu que ia arrodear Salvador. Lá em Itaparica, o povo também deu testa ao exército português e não deixou invadir a ilha. Maria Felipa, uma negra retada, se juntou com mais 40 marisqueiras: elas ficaram de butuca e, na calada da noite, foram chavecar os vigias dos barcos. Levaram os donzelos pro mato e quando eles acharam que iam fazer ozadia, receberam foi uma surra de cansanção. Arde coma porra! É pior que tomar zunhada. Enquanto os vigias tavam nuzinhos, se coçando e se bulino, as mulheres colocaram fogo em mais de 40 barcos dos portugas. Receba, sinha miséra! Já nas águas da Baía de Todos os Santos e no Rio Paraguaçu, foi João das Botas que lutou contra mais de 40 barcos portugueses com sua “Flotilha Itaparicana” que só tinha barco de pescador. É brincadeira um esparro desse? Mas ele tirou onda e segurou os portugueses. Até então, a briga era essa: o povo baiano contra Portugal. Mas aí, D. Pedro entrou na dança e mandou reforço. Pra terra, ele contratou o general francês “Labativs” (se falar Labatut, use o “lá ele” porque Labatut tem rima). Ele chegou com mais soldados do resto do Brasil e deu um trato no nosso Exército Libertador. Um tapinha aqui, outro ali, mas tudo continuou meio nas coxas, feito a facão. Mas como a guerra já era daqui pra li, e como baiano é baiano: se não guenta vara, peça cacetinho. Só tem tu, vai tu mesmo: imagine a paletada de Cachoeira até Salvador. Já para o mar, D. Pedro contratou o Lord Cochrane (mas pode chamar de “Croquete” que é niuma). O cara era escocês e já tinha fama de mau lá nas Europa. Isso já assustou a marinha portuguesa: ponto pra D. Pedro. O Exército Libertador tinha muita garra mas pouca experiência. Chegou e cercou a cidade mas levou um baculejo daqueles do exército português. Foi na Batalha de Pirajá: os caras bagunharam a gente. Foi barril de mil. Nem dava pra brincar de esconde-esconde ou gritar “um, dois, três, salve todos”. Já era, pai! Só que o nosso Corneteiro Lopes recebeu uma ordem pra tocar “borimbora” (Tradução: recuar), deu revertério e tocou “se joga” (Tradução: Cavalaria avançar e degolar). Oxe! Aí, esculhambou tudo. O nosso exército sacudiu a poeira e pra se amostrar, deu-lhe uma carreira e passou a porra nos portuga que não entenderam nada. Os portuga vazaram quando ouviram o toque de “se pique” e a galera do mau correndo pra dentro. Foi o maior migué da história da Bahia, do Brasil e do mundo porque a gente não tinha nem um cavalo pra contar história, que dirá uma cavalaria inteira. Só mesmo baiano pra ganhar uma guerra no grito. Isso né culhuda não, véio: foi assim mermo. O Corneteiro Lopes se armou porque deu certo, mas se desse merda, uzoto ia dizer que foi ideia de jerico. Com isso, isolamos os portugueses dentro de Salvador e aí deixamos eles sem água e sem comida: não entrava nem geladinho, nem bolinho-de-estudante, nem um real de big big. Aí, quando a esquadra de Lord “Croquete” (Lord Cockrane) chegou e se juntou à flotinha de João das Botas, o sacrista do Madeira de Melo viu que já tava com a moral de jegue, chamou o rebanho de soldado dele na surdina e se picou de madrugada. Saiu no lixo mas João das Botas foi na cola deles até alto-mar e uns e oto “me disseram” que ele a largou o doce assim, ó: Se plante, vú, seu Madeira! Não se abra não que eu não sou cupim. E nem volte aqui paroano! Na moral, véio, o nosso povo tirou onda: Salvador fiou livre e o Brasil consolidou sua independência. E quem não lutou com armas, lutou cuidando dos feridos, conseguindo comida para os soldados, doando dinheiro para as batalhas. Eita povo guerreiro! Eita povo boca de zero nove. E aí, painho, foi um arerê nas ruas de Salvador: o Exército Libertador entrou triunfante: todo mundo solto na buraqueira indo cumê água. A rua chega ficou apertada e assim nasceu o desfile do 2 de Julho. Né não é? Tá rebocado que você não sabia dessa história. Agora, tá ligado porque a tocha vem do Recôncavo, passa por Pirajá e chega na Lapinha, né? Tá ligado porque a festa é do povo, né? E tá ligado porque tem o Caboclo e a Cabocla, né? Ó paí! Não tá ligado não, seu leso. Me faça uma garapa! É porque eles representam a mistura popular que nos deu força pra lutar pela independência. Tá vendo aí? Fiz um texto grande pra apertar sua mente, mas a história é de lenhar, né não?

(Texto de Louti Bahia autor da página @amoahistoriadesalvador, pesquisador de cidades, especialista em Desenvolvimento Urbano, em Desenvolvimento Regional e em Planejamento Ambiental)

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A subserviência política em Feira tem sido uma prática comum/ Por Sérgio Jones*

Prova inconteste de que a participação do eleitor nas eleições é meramente pró forma que busca dar uma aparência de legalidade, para um modelo de democracia burguesa desgastada e decadente. Fato que pode ser facilmente comprovado através de comportamentos subservientes e declarações abjetas adotados pelos chamados representantes do povo.

Exemplo singular, nos é mais uma vez dado, com a materialização de discurso proferido na imprensa feirense pelo ex-deputado federal Fernando Torres (PSD), durante entrevista. Em resposta ao então vereador José Meneses (Zé Filé), que se propôs indicar o nome dele para compor a vaga de vice-prefeito na chapa do prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins (MDB).

Tendo o comportamento similar aos dos insetos que voam em direção à luz, ao contrário do que a maioria das pessoas imaginam, estes não são atraídos por ela. Na verdade, estes insetos buscam a luminosidade para se orientarem pois precisam de pontos fixos, como o sol, a lua e as estrelas.

Os insetos políticos, nesse aspecto, são similares às mariposas e cascudinhos. Entretanto, se diferem deles e são atraídos por interesses outros, nem sempre confessáveis. Se utilizando e procurando se exercitar cada vez melhor na arte da mentira, eles proferem frases tipo: “Sou pré-candidato a vereador e a presidente da Câmara Municipal, para consertar as mazelas desse Legislativo”. Quando as verdadeiras mazelas são eles.

Adotando uma atitude de execrável subserviência, Torres prossegue em sua desgastada verborragia ao dizer que a escolha da vaga para o vice deve partir do imperador da caatinga ou seja do ex-prefeito Zé Ronaldo, que se encontra encastelado no poder, há mais de duas décadas.

Mesmo não exercendo, no momento, nenhum cargo político é ele que continua manipulando os cordéis dos patéticos bonecos da política feirense. São esses velhos políticos que se apresentam ao povo, como o novo. Quando na verdade, continua sendo os mesmos velhos.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Colbert acredita que eleições esse ano deixará os políticos sem discurso voltados para os pobres/ SérgioJones*

O prefeito Colbert Martins em recente entrevista concedida à imprensa feirense ao ser indagado se é a favor da mudança da data das próximas eleições, que deverá acontecer ainda este ano, disse ele ser favorável para que as eleições municipais sejam casadas com as de presidente, governadores, senadores e deputados federais, em 2022.

Para justificar a sua posição com relação a mudança do calendário político se utilizou de argumento pouco ou nada factível: o elevado índice de desemprego existente. O interessante é que eles, políticos, só vieram tomar ciência desse fato, agravado agora, com o advento da pandemia.

Ao que parece é que, por trás de toda essa conversa fiada, tomou gosto pela permanência na prefeitura e pretende adia-la por mais algum tempo, sem ter que passar pelo crivo eleitoral.

Mas se hipoteticamente as eleições fossem transferidas para 2022, o que tudo indica que não vai acontecer, Colbert e os seus demais congêneres teriam que se afastarem do poder, e juízes assumiriam as prefeituras.

Com essa mudança no jogo político, os prefeitos não ficariam impedidos de concorrerem à reeleição, mas ficariam todos impedidos de se utilizarem da máquina pública para abastecer as suas respectivas campanhas, como vem acontecendo.

Será que em algum momento, de pouca ou nenhuma lucidez, ele teve a impressão ou acreditou que com o adiamento da data eleitoral estenderia a sua permanência frente à máquina administrativa do município?

Dentre os muitos argumentos alegados pelo prefeito durante a entrevista um deles que merece destaque é de que as eleições ocorrendo, ainda este ano, não teriam representatividade democrática. E quando foi que passou a ter, essa representação deixou de existir faz tempo.

Outra pérola utilizada é de que não havendo o adiamento da data eleitoral, eles políticos ficarão sem discursos voltados para os pobres, desempregados e os que estão passando fome? A resposta é simples, basta ele manter o discurso de sempre.

Sérgio Jones, jornalista (sergioJones@live.com)

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A face perversa de um país chamado Brasil / Por Sérgio Jones*

A pobreza brasileira tem cor e é preta
FOTO: Cljornal

Estudos e pesquisas feitas apontam uma amostragem perversa que revela ser o Brasil um país sem alma e despojado do mínimo de decência no trato de seu povo, em especial das crianças e adolescentes em situação de rua. Sendo o grosso de sua maioria negras.

Dentre os graves males que são acometidos podemos citar como consequência o racismo, trabalho infantil, entre outras mazelas sociais que já se transformou em uma odiosa rotina que atenta contra os mais elementares direitos do ser humano.

Os principais fatores que contribuem e mantêm esses jovens em situação de rua são a mendicância e envolvimento com o tráfico. Estudos apuraram que desse imenso contingente de deserdados, espalhados pelas metrópoles do país, Cerca de 85% já sofreram algum tipo de violência, 64% já utilizou algum tipo de drogas, 41% declaram ainda usas e 62% passaram por instituições de acolhimento. O que em tempos de pandemia a situação deverá se agravar ainda mais.

De acordo com a pesquisa da Campanha Nacional Criança Não é de Rua, 62% das crianças e adolescentes frequentavam a escola, 45% trabalhavam, 48% faziam atividades físicas e 62% mantinham contato diário ou semanal com a família. Ao todo, 96% tinham pelo menos um documento, geralmente a certidão de nascimento.

Outro ponto que chamou a atenção dos pesquisadores é que mais da metade das crianças entrevistadas (54%) disse que tinha um relacionamento bom ou muito bom com os pais. Questionadas sobre as violências sofridas nas instituições de acolhimento, as respostas mais assinaladas foram: “te machucaram fisicamente” (67%) e “gritaram com você” (36%). Apenas 3% dos participantes alegaram nunca ter sofrido nenhum tipo de violência.

O que se constata é que os indicadores apontam que no acolhimento há um agravamento das situações de violações de direitos. Para o educador social Manoel Torquato, coordenador da Campanha Nacional Criança Não é de Rua, com sede em Fortaleza, no Ceará, esses espaços acabam oferecendo riscos, pois reduzem o acesso a direitos que deveriam ser potencializados”.

Para o coordenador a solução é a melhoria da capacitação dos funcionários que atuam no processo de acolhimento das crianças em situação de rua. “Indicamos que os atendimentos usem uma metodologia especializada, mas a grande maioria dos equipamentos não tem pessoal treinado e acabam considerando as crianças e os adolescentes em situação de rua indesejáveis nesses serviços”, pontua.

*Os dados exibidos nesse artigo foram retirados da matéria de autoria de Juca Guimarães, publicado no Alma Preta.

Sérgio Jones, Jornalista (sergiojones@live.com)

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Legislador Ron em defesa das causas perdidas /Por Sérgio Jones*

Vereador Ron do Lanche
FOTO: Cljornal

De acordo com denúncia feita pelo Blog do Velame, o vereador Ron do Lanche (MDB) tentou impedir de forma patética a apreensão de som que se encontrava de forma ilegal promovendo, neste final de semana, uma festa na localidade identificada como corredor dos Araças, zona rural do município de Feira de Santana.

O ato desobedece de forma frontal o decreto municipal que proíbe festas e aglomerações por conta da pandemia. A fiscalização municipal foi acionada para acabar com a festa, sendo o som apreendido e conduzido para o depósito,onde será destruído.

Até o presente momento, o que poderia ser considerado como uma atitude de rotina se transformou em ação conflituosa devido à presença e interferência indevida do ‘impoluto’ vereador. Ele foi acionado pelos arruaceiros para que intercedesse em favor deles. De nada adiantou a presença do mesmo. O som foi apreendido e a aglomeração dispersada.

A pergunta que não quer calar, o que motivou o infenso vereador a abraçar essa causa perdida, que coloca em perigo a vida das pessoas? Será que queria fazer média com o grupo, em ano de eleição. Muitas pessoas estão atribuindo que tal ato aconteceu devido o despreparo do legislador para desempenhar o cargo em que se encontra.

Por isso mesmo torna-se urgente retirar esse pessoal do cenário político de Feira. A considerável maioria dos legisladores são pessoas totalmente despreparadas, além de dispor de um baixo nível de escolaridade, o que dificulta, ainda mais, ter uma compreensão real e mais clara do seu verdadeiro papel, a ser desempenhado na sociedade.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)”

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Os genocidas Trump e Bolsonaro lideram o número de mortes do covid-19 em todo o planeta /Por Sérgio Jones*

As bestas presidenciais dos Estado Unidos e do Brasil
FOTO: Money Report

As irresponsabilidades das bestas presidenciais dos Estado Unidos e do Brasil que disseram, em tom de deboche e escárnio, ser a pandemia uma gripezinha estão pagando um alto preço por suas atitudes calhordas e em nada condizentes para a estatura que deveriam ter eles, na condição de mandatários.

Entretanto, preço maior está recaindo sobre os ombros do povo, principalmente dos menos favorecidos socialmente. Eles estão assistindo e participando do ritual macabro de ter de conviver com está realidade brutal. Milhares de vidas estão sendo ceifadas, quando muitas delas poderiam ter sido salvas. Mas diante do comportamento adotado pelos atuais mandatários, os resultados não poderiam ser outros.

O desprezo e a falta de apreço pela vida humana, demonstrados por estes governos de títeres, os colocam na galeria dos maiores e mais perversos genocidas que o planeta adota, atualmente. Esses assassinos confessos da humanidade ultrapassaram todos os limites, considerados minimamente aceitáveis.

Em um trágico pronunciamento feito nesse domingo (28), a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta um triste recorde de novos casos da Covid-19, considerando os dados de todo o planeta.

De acordo com o órgão, foram identificadas mais 189.077 contaminações pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas.

Entre os países que anunciaram novos recordes estão os Estados Unidos, e o Brasil, sendo este último transformado por Bolsonaro, em quintal dos Estados Unidos. Apesar do recorde de mortes permaneceram com o povo e a nação estadunidenses, o Brasil é o país que mais reportou novos casos da covid-19: 46.860.

O quadro que se apresenta no cenário mundial, de acordo com relatório estabelecido pela OMS, as Américas despontam como região com mais novos casos da covid-19: 117,1 mil. Em seguida vem acompanhada pelo Sudeste Asiático (25,4 mil), o Mediterrâneo Oriental (17,9 mil) e a Europa (16,5 mil). Em números totais, as Américas mantêm a liderança; são mais 4,9 milhões de casos, quase metade do total global.

Sergio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Colbert e o seu governo irresoluto/Por Carlos Lima*

Colbert Martins da Silva Filho, prefeito de Feira de Santana
FOTO: Cljornal

As tomadas de decisões do prefeito Colbert Martins são cheias de imperfeições e demoradas na adoção, quando definidas estão alicerçadas de imperfeições para as soluções dos problemas que afligem à comunidade, prioristicamente na área de saúde.

Citando penas quatro que trouxeram prejuízos consideráveis ao município: aconselhar aos seus aliados na Câmara Municipal de Feira e Santana que votasse contra o pedido de CPI que pretendia apurar o desvio de mais de 100 milhões de reais da área de saúde.

Não explicar a real situação dos recursos aplicados no BRT que se prorroga no tempo e no espaço, para tanto investimento e continua inacabado.

Não esclarecer de forma transparente o contrato assinado com o Hospital Mater Dei para transformá-lo em Hospital de Campanha e a contração de empresa para administrá-lo.

Declarar que não podia exonerar o Procurador Geral do Município por comportamento imoral no interior da Secretaria de Desenvolvimento Social quando era secretário interino. E depois exonerá-lo e enviar o ato para ser referendado pelo Legislativo.

Existem muitas outras situações que poderiam atestar a incapacidade de decisão desse governo que transforma Feira de Santana, segundo município do Estado da Bahia, num sumidouro de recursos públicos mal aplicados e com graves suspeitas de ilegalidades.

A liberdade de decidir representa a grandeza do ser humano, na política às decisões representam a verdadeira capacidade cognitiva de agir em defesa do coletivo de uma eficiente liderança pública.

Vivemos uma época de tantas possibilidades e acessibilidade que, com isso, a maioria dos políticos se prendem ao mais fácil. Fazer exclusivamente o que mais lhes convém. E o que convém, é o que faz, com muita eficiência, o prefeito de Feira de Santana. O povo é um apêndice que ele sabe muito bem remover.

Além de contar com a ajuda do ex-prefeito José Ronaldo.

Estamos falando da má gestão, que muitas vezes sequer tem ligação com a corrupção, (é preciso investigar, fiscalizar, para denunciar, o que o legislativo municipal não faz), sempre é amiga íntima da incompetência e do descaso.

Devemos ter um olhar muito atento, não só para evitar atos de corrupção, mas também evitar a má gestão dos recursos públicos e exigir que nossos tributos sejam empregados de forma correta e coerente.

Há 20 anos nossos olhos estão embasados e o olhar da maioria dos nossos representantes na Câmara Municipal está comprada pelas benesses ofertadas pelo Poder Executivo. José Ronaldo soube fazer uso desse artifício com muita eficiência e o seu pupilo, Colbert Martins, segue as mesmas orientações.

Isso tudo acontece pelo fato de que estamos sem querer enxergar a realidade política do nosso município.

Esse grupo politicamente considerado dominante, está interessado apenas nas benesses dos seus cargos públicos e não agem como deveriam agir, com competência, honestidade e comprometimento com o Bem Comum.

O escopo do governo feirense deveria ser sempre o bem-estar do seu povo e é nisso que devemos focar nas eleições municipais desse ano.

Carlos Lima, Jornalista

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Ao optar pela esperteza em desfavor da inteligência Tom ficará alijado do poder por oito anos/ Por Sérgio Jones*

Deputado Tom foi cassado pelo TRE
FOTO: Cljornal

Existe uma máxima popular, entre muitas outras, que diz que quando a esperteza é demais, acaba engolindo o esperto. Ao que parece foi isso que acabou acontecendo com o deputado estadual Tom (PSL). Caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) resolva cassar o mandato do deputado feirense, ele ficará inelegível por oito anos.

Ao que tudo indica a ânsia de galgar o poder a qualquer preço, tendo como lema levar vantagem em tudo, não deu certo. A estratégia adotada não serviu e nem foi útil para ele,

Agora passa a navegar em águas turbulentas, imposta pela justiça.

Diante da previsível e dada como certa a cassação, o homem ficará alijado do poder e terá que curtir uma ‘quarentena’. Período em que ficará afastado e impedido de concorrer a um cargo político. Ficando o deputado Tom, ao longo desse período, sem mel nem cabaça.

Enquanto a situação se define, o primeiro suplente Josafá Marinho aguarda ansiosamente que o resultado da cassação seja deferido, para que ele possa sentir o gostinho dos podres poderes.

Tom se mantém fechado em copas e deve estar se articulando para tentar reverter a situação a seu favor, como se isso fosse possível.

O que deixa transparecer, em toda essa comédia bufa, é que o deputado transita na contramão da história desde quando resolveu trocar a inteligência pela esperteza.

Esquecendo que a inteligência é a capacidade de interligar ideias. Enquanto a esperteza pode ser definida como cuja a referência é o próprio ego. Nesta situação, o esperto pode ser considerado como aquela pessoa em que questões de ordem moral e ética são por princípio excluídas.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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