A demonização do Servidor Público/Por Alberto Peixoto*

Ministro Paulo Guedes: Parasita ou Hospedeiro?
FOTO: O Tabuleiro

Como se não bastasse o Governador da Bahia, Rui Costa, humilhar os Servidores Públicos baianos com uma reforma da Previdência Estadual mais do que criminosa, com perdas salariais – já se passaram 6 anos sem sequer reajuste da inflação – dificuldades para aposentar, corte de 40% no abono permanência, entre tantos outros prejuízos, surge, sabe-se lá de qual sarcófago, a múmia Guedes, classificando os Servidores Públicos como “parasitas”.

Como já foi dito por Haddad, “o que o Guedes diria sobre Bolsonaro, com 28 anos como deputado – 7 mandatos – sem produzir nada”? E seus três patéticos filhos-amebas, envolvidos em suspeita de corrupção, lavagem de dinheiro, envolvimento com milicianos? E a primeira dama que é suspeita de receber cheques das rachadinhas do Queiroz?

Não são os Servidores Públicos, concursados, que desviam dinheiro do erário para os vários “paraísos fiscais”. São os políticos mau caráter e empresários do mesmo nível. Com certeza, só servidores públicos da laia de Guedes que devem ter mandado a milícia matar Marielle Franco.

Por todo esta vasto país, aproximadamente 12 milhões de Servidores Públicos recebem salário para exercer suas funções como: educar, salvar vidas, pesquisar, proteger e arrecadar – para “sustentar” os parasitas do governo – inclusive os que compõem o sistema financeiro do Ministro Guedes, outro parasita cupincha de banqueiros, inclusive do exterior.

A atitude insana do ministro Paulo Guedes o levou a conseguir extrapolar os limites da falta do bom-senso, do desrespeito, do infortúnio com o Servidor Público. Faltou ele falar sobre os parasitas do seu ministério.

No inicio do seu mandato culpou os Servidores Públicos da roubalheira que assola o país. Pergunta-se: e a lavagem de R$ 2,3 milhões em transações imobiliárias em uma loja de chocolates atribuída à Flávio Bolsonaro, segundo o Ministério Público? (Folha de São Paulo), sem esquecer das rachadinhas do Queiroz, em que a primeira dama é suspeita de também participar.

Citou também os “privilégios” dos servidores públicos, mas se esqueceu do auxílio paletó, gravata, moradia, combustível, verbas e outras benesses (benefícios obtidos sem trabalho ou sem esforço) disponibilizadas para políticos e seus lacaios.

Com relação à aviltante reforma da previdência dos Servidores do Estado da Bahia, imposta a ferro e a fogo pelo governador Rui Costa, talvez tenha ocorrido por culpa da inércia dos Servidores que não engajaram com dentes e unhas na luta contra a PEC 159/20 e da inoperância “dos sindicatos” dos diversos segmentos do funcionalismo público estadual. Mas a luta ainda não acabou.

Alberto Peixoto, escritor – comendadoralbert@bol.com.br

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Colbert banca o “salvador da pátria” e tenta faturar com os estragos provocados pela chuva/ Por Sérgio Jones*

Colbert Martins prefeito de Feira de Santana
FOTO: Jornal Grande Bahia

A situação de emergência em Feira de Santana não se resume só aos danos e estragos provocados pelas intempéries que ocorrem anualmente, com uma precisão invejável.

Há outro aspecto, não menos danoso, que por décadas vem causando sucessivos prejuízos para toda a população. A inação e falta de compromisso dos gestores que se sucedem, embora sejam todos do mesmo grupo há várias décadas, nada fazem objetivando minimizar os problemas da sociedade.

Problemas esses que poderiam, em parte, ter sido resolvidos, permanecem. A sua solução provocaria menos prejuízos materiais aos feirenses, causado pelas fortes chuvas.

Podemos citar como exemplo a falta de dutos que permitam o escoamento das águas pluviais. Não havendo essa disponibilidade, devido a incúria administrativa existente, o não investimento na área de prevenção acaba sendo oneroso para a solução definitiva ou parcial do problema.

Já argumentava outrora, de forma crítica, o ex-governador da Bahia e ex-prefeito de Feira de Santana, João Durval Carneiro. Dizia ele, ter se tornado uma prática comum dos gestores se aproveitarem dessa situação, para decretarem estado de calamidade e tirar recursos da União.

Após décadas, nada mudou, a situação continua a mesma. A vinda do Superintendente Estadual da Defesa Civil da Bahia, Paulo Sérgio, que esteve em Feira de Santana na última sexta-feira, 7, para verificar as questões da Situação de Emergência, torna esse fato evidente.

Ratifica o que estamos a denunciar e é reforçado pelo veemente apelo feito pela coordenadora da Defesa Civil de Feira de Santana, Anna Karoline Rebouças, “essa etapa é importante para que o Governo Federal aprove o decreto e possa liberar as verbas para recuperação dos locais afetados pelas chuvas”.

As chuvas poderão se tornar o grande cabo eleitoral ou o verdugo do atual gestor que se apresenta em situações como essas, não no papel de vilão, mas de salvador da pátria.

Resolver definitivamente o problema, não é a solução escolhida pelo atual gestor, como não foram dos gestores que lhes antecederam. Necessário se torna que a situação continue existindo para que eles possam fatura financeira e eleitoralmente. Mudam os homens, mas as práticas permanecem.

Desde que as chuvas começaram a cair no município, o prefeito Colbert Martins Filho vem adotando medidas para “salvaguardar a população feirense dos perigos”, inclusive, indo pessoalmente visitar os locais mais afetados, como se sua presença fosse mudar a realidade dos fatos. Quando sabemos que tudo é feito para que a situação se torne perene.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)


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Vereadores presos em Uberlândia enquanto em Feira… / Por Sérgio Jones

Na terrinha de Lucas, tudo é diferente
FOTO: Metro Jornal

A bruxa está solta, vinte preclaros vereadores de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, foram presos nessa segunda-feira (16) em duas operações realizadas pelo Ministério Público de Minas Gerais contra irregularidades na Câmara Municipal da cidade. E pelo andar da carruagem muita água ainda vai passar por baixo dessa ponte envolta em muitas intrigas e falcatruas.

Mandados judiciais contra 19 vereadores foram cumpridos na ação principal, batizada de “Má Impressão”, que apura desvio de verbas de gabinete por meio de serviços de impressão. Um dos presos já estava no Presídio Professor Jacy de Assis. O vigésimo parlamentar foi alvo da Operação “Guardião”, que investiga fraude em contrato de vigilantes da Câmara.

A polícia ainda tenta cumprir mandado de prisão contra um 21º vereador, Vilmar Resende (PSB), que já é considerado foragido. Além dos vereadores, também foram cumpridos outros 12 mandados de prisão na Câmara e também em gráficas da cidade. Materiais e computadores foram apreendidos nas gráficas e na Câmara Municipal.

Desses 21 vereadores investigados, 19 estão em exercício e dois afastados – a Câmara de Uberlândia tem 27 cadeiras e 30 vereadores (27 em exercício e 3 afastados). O presidente da Câmara, Hélio Ferraz, o Baiano (PSDB), é alvo das duas operações.

O que queremos saber é quando medidas saneadoras como essas serão adotas em Feira de Santana. Na terrinha de Lucas, até onde se sabe, os escândalos e distorções de ordem financeira praticadas que abrangem a área de saúde pública, cartão alimentação, diárias, cursos e simpósios em outros Estados, tendo como finalidade justificar gastos públicos, antecipação de eleições para presidência da Casa, entre outras práticas não muito ortodoxas, o que coloca em xeque a atuação desses honoráveis políticos.

E quando parte da imprensa procura fazer um trabalho investigativo junto ao legislativo feirense, é hostilizada pela presidência que parte para ameaças e exercem pressão juntos aos proprietários destes órgãos para que providenciem a demissão destes profissionais. Quando as ameaças não surtem efeitos desejados, eles assumem a postura de vítimas e acusa estes órgãos de quererem extorqui-lo financeiramente.

Mas suas excelências podem ficar cientes de que não existe crime perfeito, e uma hora a casa cai, é só uma questão de tempo. Parafraseando Shakespeare: “Há mais mistério no legislativo feirense do que sonha a nossa vã filosofia”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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BRT SEGUNDO MAIOR ESCÂNDALO FINANCEIRO DE FEIRA/POR CARLOS LIMA

O sonho do BRT de Zé Ronaldo
FOTO: Bom Dia Feira

Por enquanto o segundo maior escândalo financeiro do município de Feira de Santana pode ser consolidado com a construção do BRT, o primeiro continua sendo a operação Pityocampa, na área de saúde.

Essa especulação está sendo fomentada pelo povo.
Os comentários são diversificados, recentemente surgiu entre a população uma preocupação bem maior.

Trata-se dos comentários sobre a desativação dos módulos do BRT. O fato pode ocorrer antes mesmo que eles entrem em funcionamento.

A obra foi anunciada em março de 2013 com entrega prevista para 2017. Estamos em dezembro de 2019 e a informação passada pelo Secretário de Planejamento, Carlos Brito, é de que não existe previsão para sua inauguração.

A obra inicialmente foi orçada em R$ 87 milhões de reais e com aditivos de contrato o valor até meados desse ano ultrapassa a casa dos R$120 milhões de reais.

Se o financiamento é feito pela Caixa Econômica Federal, não existem dificuldades nem justificativa para atrasos, os recursos são liberados conforme desenvolvimento da obra, a não ser que a Prefeitura deixou de cumprir com a contrapartida, e os aditivos não foram reconhecidos. Ou outros motivos são mantidos em sigilo por conveniência financeira.

Esse BRT é mais um calcanhar de Aquiles na administração desse grupo liderado pelo ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho.

O ministério Público Federal deveria investigar a aplicação dos recursos federais destinados ao BRT em Feira de Santana.

Os ares estão putrefatos, esses odores só não afetam os interessados.

Dizem que o tempo é o senhor da razão, no entanto, o desvio do dinheiro público é a sentença de morte antecipada, dos seres humanos mais humildes do nosso município.

Viva o Natal Encantado.

Carlos Lima, Jornalista

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Planejamento financeiro do Legislativo feirense é inaceitável/Por Carlos Lima

A administração financeira vem sendo questionada e denunciada referente à contratação de prestação de serviços ao legislativo.
FOTO: Jornal Carlos Lima

A Câmara Municipal de Feira de Santana continua no firme propósito de penalizar os cargos comissionados com cortes nas gratificações daqueles que são considerados os bois de piranha.

Todos os anos essa gratificação é negada justamente no mês de dezembro, período em que as despesas familiares triplicam.

Sem especificar as denúncias que são comentadas nos bastidores da política local, no transcorrer do ano, sobre irregularidades no pagamento dessas gratificações, lembramos que existe um interesse mórbido nesses sequestros de valores.

É de vital importância lembrar que entre elas, está a abordagem sobre o cartão alimentação conforme denunciado publicamente, na maioria das vezes, são utilizados pelos próprios vereadores.

A administração financeira vem sendo questionada e denunciada referente à contratação de prestação de serviços ao legislativo.

Dentre as inúmeras suspeitas estão, valores referentes ao cartão alimentação, limpeza das dependências da casa, viagens e diárias, estacionamento e tantas outras.
Tratando-se apenas de suspeita e com pouco esclarecimento do presidente José Carneiro, ele atropela verdades e de forma eficiente tenta corromper consciências.

A sangria dos recursos públicos é indefensável. Precisamos de um Ministério Público com melhores condições de fiscalização, reforço de pessoal para gerar as imprescindíveis investigações e maior transparência na aplicação dos recursos públicos.

Carlos Lima, Jornalista

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Modelo neoliberal imposto por Bolsonaro está vinculado a política de morte/ Por Sérgio Jones*

Dupla responsável pela massificação do desemprego no Brasil
FOTO: Folha-UOL

O tão conceituado neoliberalismo que integra a bíblia sagrada do modelo econômico defendida pela estúpida direita conservadora e reacionária que tem como foco o encolhimento do Estado. Vem sendo o responsável pela massificação do desemprego estrutural e a ampliação brutal da produção em série de famélicos da terra. E especialmente no Brasil.

Em nosso país, está prática vem sendo adotada pelo psicodélico e delirante arremedo de presidente, Bolsonaro, que em muito si assemelha ao exército de Brancaleone.

Recorre, o indigitado presidente, a exemplo de seu assemelhado, em busca de apoio de um punhado de bandidos e grupos de aventureiros, mal equipados intelectualmente para realizar uma cruzada profética, que em nosso caso particular se resume em combater a influência e crescimento do comunismo, no país.

Devido à falta constante de lucidez, em suas ações. O desgoverno e a gestão política do Bozo, têm se transformado em situações irônicas e desastrosas, gerando as mais profundas instabilidades sociais. Se estabelecendo em ameaça permanente para a tranquilidade e qualidade de vida do povo brasileiro.

Como é do conhecimento geral de que a ‘prosperidade capitalista’ nunca foi e nem nunca será para todos. Entendem os especialistas e estudiosos do assunto, que as políticas de morte passam a ser uma prática adotada por seus defensores.

Pois acreditam eles, que esta é a forma ideal para deter a crise social e garantir a manutenção da ordem. O que traduzindo significa reconhecer que a mesma só pode ser conseguida através da eliminação física de setores da população, principalmente aquelas em que se encontram em maior vulnerabilidade social.

O conceito neoliberal, é visto como um modelo associado a um conjunto de políticas econômicas em que implicam na redução do Estado, que este exerça austeridade fiscal nas contas públicas, defesa intransigente da propriedade privada e do livre mercado. Mas, o conceito de neoliberalismo tem maior alcance, é muito mais do que isso.

O modelo econômico destacado afronta os mais sagrados princípios que regem a dignidade humana, vai muito além de suas prerrogativas defendidas pelos seus ideólogos, sua abrangência provoca impactos nefastos resultando em profundas transformações nas sociedades contemporâneas.

Outro aspecto em destaque apontado pelos críticos a esta forma de modelo econômico é que o mesmo tem uma face oculta, publicamente negada por seus ideólogos propagandistas, que é a sua estreita vinculação ao autoritarismo e a políticas de morte.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Varzedense Marilene Oliveira é eleita Presidente da Academia de Letras do Recôncavo/Tribuna do Recôncavo

Marilene Oliveira Presidente da Academia de Letras do Recôncavo
FOTO Divulgação

No domingo, dia 01, aconteceu a eleição para a composição da nova diretoria da ALER – Academia de Letras do Recôncavo, na qual a varzedense Marilene Oliveira foi eleita presidente para o mandato 2020-2021. Pela primeira vez, ao longo de vinte e um anos de fundação, uma mulher presidirá a referida Academia. A ALER é composta por escritores e escritoras de vários municípios do Recôncavo Baiano.

Marilene é autora de três livros de poesias: Quando o coração fala mais alto, Confissões da alma ao encontro do sol e Versos em ressonância. Além disso, integra dezenove obras literárias publicadas por várias editoras e divulgadas até em outros países. É organizadora de uma antologia poética, cujas produções são dos seus ex-alunos. Vencedora de alguns concursos literários e destaque em um concurso internacional em homenagem ao centenário de Jorge Amado, ocupando o terceiro lugar em os dez melhores. Possui graduações em Pedagogia (FACE), Língua Portuguesa e Literaturas Brasileira e Portuguesa (UNEB), Especialização em Estudos Linguísticos e Literários (FACE) e Mestrado em Gestão de Políticas Públicas e Segurança Social (UFRB).

Em entrevista ao Tribuna do Recôncavo, Marilene falou que é uma honra está na presidência da Academia de Letras do Recôncavo.

“A vida nos proporciona muitas surpresas…menina simples, tímida, da zona rural, aluna de escola pública e de classe multisseriada, todavia, sempre acreditei e lutei pelos meus objetivos. Sei que não é uma missão tão simples, principalmente, substituir um grande presidente que foi o nobre confrade, escritor e jornalista, Almir de Oliveira. Mas, contarei com o apoio e a participação dos demais membros, para que juntos continuemos hasteando a bandeira da literatura”, disse.

Na oportunidade, Marilene informa que no primeiro semestre de 2020, haverá concurso de poesias e será aberto ao público. Em breve, teremos maiores informações e o lançamento do edital.

Fonte: Tribuna do Recôncavo

comendadoralbert@bol.com.br

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Decisões questionáveis e hipóteses sobre atos ilegais circundam o BRT/Por Carlos Lima

Estação de transbordo do Sistema de Transporte Público Rápido
FOTO: Jornal Grande Bahia

Cantado em verso e prosa o BRT de Feira de Santana continua sendo um sumidouro de recurso público.

Esse projeto está a mais de cinco como a tábua de salvação para um novo modal do sistema de mobilidade urbana do município.

A inauguração dessa obra já ultrapassada pelo tempo. Sofre mudanças todas as vezes que se anuncia uma data.

Por incrível que pareça, depois de várias alterações, a última data programada foi definida para este mês de dezembro.

Entretanto sabe-se que as obras não estão conclusas e as empresas responsáveis pela utilização dessa linha de transporte coletivo não se manifestaram nem adquiriram os ônibus para a implantação desse famigerado BRT.

Recentemente o Blog do Velame divulgou que a Prefeitura já realizou pagamentos à empresa responsável pela obra, Via Engenharia, na vultosa quantia de R$ 69.476.709,40.

Os mais recentes ocorreram neste ano de 2019, nas seguintes quantias: R$ 1.166.922,98 e mais dois, R$ 600.000,00 e R$ 458.630,17.

Se analisarmos a especificação desses pagamentos não encontraremos os serviços ditos como realizados.

O histórico do serviço registra a readequação viária dos corredores de transporte público das avenidas Getúlio Vargas e João Durval.

Até o presente momento não se consegue encontrar essas adequações e muito menos qualquer ação que justifique os pagamentos realizado, segundo observações de terceiros e especialistas na área.

O BRT é tão questionado que engenheiros e arquitetos da prefeitura apresentaram suspeitas sobre a obra.

Os profissionais da prefeitura se basearam no Coordenador de Projetos Especiais da Secretaria de Planejamento, Membro da Comissão de Fiscalização e Implantação do BRT no período de setembro de 2015 a julho de 2016, João Vianey Marval Silva.

A coisa foi tão indiciosa que ele terminou sendo contratado em agosto de 2016 pela empresa vencedora do processo de licitação para fazer a coordenação financeira da obra que ele mesmo tinha planejado.

Será que antes desse contrato trabalhista com a empresa não houve acertos anteriores?

É uma situação que levanta todo tipo de especulação. A obra do BRT está envolta em grandes nuvens negras que encobrem decisões questionáveis e hipóteses sobre atos ilegais que não podem ser descartados.

Carlos Lima, Jornalista

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Ignorância de vereadores envergonha e humilha o legislativo feirense/Por Carlos Lima

Legislativo Feirense
FOTO: Arquivos Google

Mais uma vez a incapacidade legislativa de parte dos vereadores de Feira de Santana, se sobressai diante do pronunciamento na Tribuna da Casa, do vereador Isaías de Diogo (PDT).

Demonstrando e comprovando que em dois mandatos sequenciados não conseguiu aprender ou entender o funcionamento de uma cooperativa, mesmo, segundo comentários populares, tendo indicado diversos seguidores para esse setor.

Cooperados não são empregados da Cooperativa e não recebem salário. Não tem direito a 13º salário e não estão inclusos no que sobrou das Leis Trabalhistas após sua mais recente reforma.

Os cooperados são proprietários, fazem uma retirada mensal e no final do ano o lucro da Cooperativa é dividido entre todos eles.

O vereador afirmou que: “Estou de olhos abertos para as cooperativas. Chega de enganar esse povo sofrido. Não justifica esse rateio não. Pagam apenas R$ 200 a título de 13º salário, com a justificativa de que esse valor é o que cabe a cada cooperado quando da divisão dos lucros da cooperativa. Estou atento para defender os direitos dos trabalhadores. Não existe rateio de 13º, este é um direito do trabalhador, é um bônus que ele recebe”, defendeu Isaías.

O que ele não sabe é que o cooperado é também empregador, é um dos donos da Cooperativa.

Ele devia ficar era de olho aberto para a contratação dessas cooperativas, e na aplicação da Lei que regulamenta esse segmento.

Parte dos vereadores só se volta contra essas cooperativas quando cortam a indicação de nomes ou perdem benesses financeiras e eleitoreiras, que desconhecemos, mais contrariam seus interesses, conforme comentários que circulam nos bastidores políticos da cidade.

Demonstrando a mesma ignorância sobre o assunto, em aparte ao edil Isaias de Diogo, o vereador Luiz da Feira (PCdoB) foi solidário a fala do seu colega, “Parabéns pela luta pelos nossos cooperados. Não é justo receber menos que o mínimo como salário e ter o 13º rateado. O 13º salário é o recurso que permite o trabalhador comprar o panetone”, disse ele.

Alguém possui dois bastões guia para cegos que possam ser doados?

É o que eles estão necessitando.

São cegos que enxergam mais não veem.

Esses são os representantes do povo, que Deus tenha piedade de todos nós.

Carlos Lima, Jornalista

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Leonardo Pedreira: um nome a ser lembrado em 2020/Por Sérgio Jones

O universitário e ativista político Leonardo Pedreira, embora jovem, já conta em seu portfólio com uma ampla experiência e forte atuação nos embates políticos. Tendo militância atuante nas hostes do Partido das Causas Operárias (PCO). Em 2016, foi indicado para disputar uma vaga ao cargo executivo em Feira de Santana.

A partir de 2018 migrou apara o Partido Socialista Brasileiro (PSB), onde vem realizando relevantes serviços. A exemplo de sua atuação como coordenador da campanha da então senadora Lídice da Matta (PSB), presidente do partido na Bahia, que na época postulou uma vaga na Câmara dos Deputados Federais. Ocasião em que ela foi mais uma vez vitoriosa, obtendo em Feira cerca de 2054 votos..

Pedreira também se envolveu de corpo e alma na campanha do candidato a deputado estadual, Ângelo Almeida, ex-vereador em Feira de Santana, ex-deputado estadual, e atual presidente do PSB na cidade. Embora não tenha sido eleito, obteve um expressivo número de votos em Feira (9.716), o que lhe coloca na condição de 2° Suplente, na coligação do grupo político do governo do Estado.

Por todo esse mérito, Léo Pedreira, como é conhecido, está preparado para assumir grandes desafios como um forte quadro a ser indicado pelos membros de seu partido, o PSB, para concorrer às eleições 2020 para Prefeito e Vereador em Feira de Santana. A decisão deverá ser tomada em breve, mais precisamente, durante a realização da convenção partidária que deverá acontecer a partir de junho.

Sérgio Jones, Jornalista


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