Presidente brasileiro tenta golpe para energizar financeiramente a sua “famiglia” / Por Sérgio Jones*

A Famiglia reunida
FOTO: Arquivos Google

O que circula na imprensa nacional e internacional é a tentativa frustrada revelada através de cláusulas secretas da Administração Nacional de Eletricidade (ANDE) a comercialização de energia hidrelétrica excedente (produzida pela Usina Binacional de Itaipu) a uma entidade privada ligada à “famiglia” do deplorável arremedo de presidente Jair Bolsonaro. Os tais megawatts (MW) excedentes seriam adquiridos do lado brasileiro a um valor de 6 dólares, quando a cotização do mercado ronda os 40 dólares por MW.

O mais execrável de toda esta pantomima financeira é que após ser incorporados à rede pela empresa brasileira LEROS (ligada a Bolsonaro), seria vendida a um preço de 80 dólares o MW, registrando um potencial e modesto benefício de 1200%.

Este crime financeiro dos recursos públicos veio à luz quando o titular da ANDE, Pedro Ferreira, se negou a assinar o contrato, renunciando a seu posto em 24-07. Uma investigação do diário guarani ABC Color pôs em evidência que o embaixador paraguaio Federico González, intermediário entre a empresa LEROS e ANDE, pressionou o titular dessa última para que se tornasse cúmplice a respeito ao silenciamento das cláusulas secretas do convênio firmado em maio pelos presidentes Abdo e Bolsonaro.

As negociações orientadas a alcançar a aprovação do contrato ilícito foram operacionalizadas por José Rodríguez González, filho de María Epifania González, secretária da unidade de Prevenção a Lavagem de Dinheiro ou Bens (SEPRELAD), que deve renunciar devido a difusão das cláusulas secretas geridas por seu herdeiro.

As tratativas confidenciais (caracterizadas como sigilosas) foram conduzidas por Rodríguez sob a supervisão de Mario Abdo e seu vice-presidente Hugo Velázquez, que buscaram beneficiar ao ex-militar e agora, presidente do Brasil.

O crime se evidenciou após articulação feita entre Rodríguez e os mandatários máximos diante da difusão pública das trocas de mensagens por WhatsApp, expostos pelos meios de comunicação guaranis e brasileiros.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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No caso de Bolsonaro o que lhe falta crescer é o cérebro/Por: Sérgio Jones*

Escultura Cabeça by Cida Lima

Em mais uma de suas pérolas e falas preconceituosas, o Tartufo dos trópicos, Jair Bolsonaro, se reporta ao povo nordestino com deboche e total falta de respeito ao afirmar que “falta a cabeça crescer um pouquinho” para ser considerado um “cabra da peste”.

A declaração do demente mandatário foi feita durante evento de inauguração de uma usina solar, ocorrido em Sobradinho. Encontrava-se ao seu lado o indigitado deputado federal Claudio Cajado (PP-BA). A imprecisão verborrágica foi divulgada em rede social. E causou enorme indignação aos nordestinos, digo, àqueles que têm vergonha na cara.

Por que Tartufo? Por ser Bolsonaro semelhante ao personagem da peça de Molière. É hipócrita e luta para manter os seus sórdidos privilégios, e ampliar o seu status quo. O que nos faz lembrar que estamos precisando, de imediato de uma sábia “Dorina”, para desmascarar o presidente farsante.

Em sua desastrosa visita ao nordeste, em especial a Bahia, o caudilho proferiu a infeliz frase ao sentenciar: “O Nordeste é nosso”. O que considero uma frase infeliz e incompleta.

Outro fato digno de observação foi a citação feita pelo caviloso. Após o comentário do insidioso deputado capachão (Cajado)… ”está virando uma cabra da peste, é?” Em resposta, o inaudito chefe de estado sapecou a seguinte frase: “é, só está faltando crescer um pouquinho a cabeça”.

Eu ousaria dizer que no caso específico dele o problema não se atém ao crescimento de cabeça, e sim de cérebro. Uma vez que o mesmo é completamente destituído deste precioso órgão. Que a natureza, por algum sábio capricho, lhe negou este privilégio.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)                

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Revivendo o passado, um passado já algo longínquo, mas que pertence à história da humanidade/Por José Manuel da Cruz Cebola

                             
(Woodstock) foi um festival de música realizado entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969 na fazenda de gado leiteiro de 600 acres de Max Yasgur, próximo à região de White Lake, na cidade de Bethel, no estado de Nova York, nos Estados Unidos ..
FOTO: José M. C. Cebola

A maioria de vocês nem sequer seriam nascidos ao tempo. Outros, talvez, mas seriam crianças ou bem jovens. Pois eu já tinha 26 anos…

Estou falando do festival de Woodstock, realizado há precisamente 50 anos, que catalisou a paz, o amor e a música. Um evento que reuniu meio milhão de pessoas e que demarcou a posição política da juventude de então cansada da guerra (era o auge da guerra do vietname) e de certas convenções sociais (Mary Quant tinha criado a minissaia três anos antes).

Era um palco simples de madeira, sem pano de fundo ou pirotecnia. O som que saía dali muitas vezes coxeava. Com a chuva, ainda havia risco de alguém ser electrocutado. Por essa estrutura modesta passaram alguns dos maiores nomes da música de 1969 – Jimi Hendrix (star spangled banner), Janis Joplin (piece of my heart), Jefferson Airplane (somebody to love), Joe Cocker (with a little help from my friends), Santana (samba pa ti), the who (summertime blues), Creedence Clearwater revival (proud Mary),, entre outros.

 Ao redor do palco, estima-se que 500 mil pessoas acompanharam a maratona de shows, que tivera início no final da tarde de uma sexta-feira, 15 de agosto, e só foi encerrada na manhã de segunda (18). Era um público que encarou tempestade, lama, escassez de comida, falta de casas de banho e condições precárias de higiene, além do efeito de substâncias psicoativas, para viver uma utopia guiada pela música.

Não foi um evento planeado para ter a dimensão que tomou. Tinha tudo para dar errado e terminar mal, muito mal. Deu certo. Não houve tragédia. A feira de arte e música de Woodstock, ocorrida há exactamente 50 anos, foi um dos acontecimentos mais importantes do século 20.

Durante o festival, o realizador Michael Wadleigh filmava o documentário Woodstock (1970), que imortalizou as performances musicais do evento e traduz o espírito daquele final de semana em Bethel. Com o então novato Martin Scorsese como assistente de realização, o filme recebeu um Oscar de melhor documentário.

José Manuel Cruz Cebola – Crítico – Sintra/Portugal

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A maioria dos políticos brasileiros é igual à prostitutas/Por Alberto Peixoto

A dignidade das prostitutas é maior do que a da maioria dos políticos brasileiros
FOTO: Arquivos Google

Considerada como a profissão mais antiga do mundo, na antiga Roma estas moças “ficavam” (stare) “diante dos” (pro) possíveis clientes, fazendo uma exibição do “material” libidinoso. Daí prostiture, “prostituir-se”.

A prostituta só enlouquece excepcionalmente. A mulher honesta, sim, é que, devorada pelos próprios escrúpulos, está sempre no limite, na implacável fronteira. – Nelson Rodrigues.

Assim age a maioria dos políticos brasileiros. Da mesma forma que define Nelson Rodrigues as mulheres honestas, pode-se também definir boa parte dos políticos brasileiros. A maioria dos governantes brasileiros vive sempre no limite, na implacável fronteira entre a honestidade e a corrupção. Sempre são devorados pelos seus próprios escrúpulos ou pela falta destes, o que é o mais provável.

Antes de se elegerem prometem solucionar os problemas da saúde, educação, segurança e desemprego ou qualquer adversidade que por ventura surja. Seja de cunho social ou de qualquer outra peculiaridade, porém, caso eleito nenhuma promessa é cumprido.

Após os resultados das eleições, os eleitos fazem tudo ao contrário. Não cumprem as promessas feitas em palanque. Como se pode ver, Bolsonaro em campanha era contra a Reforma da Previdência e, logo após tomar posse, manda um projeto criminoso no qual os trabalhadores e os jovens que estão ingressando no mercado de trabalho perdem seus direitos trabalhistas.

Outros projetos desprezíveis são todos os que foram elaborados contra a Educação e Cultura, principalmente os cortes de verbas. O atual ministro da Educação, além de ser um tosco, ríspido, nunca pisou em uma escola pública; não entende nada de educação e com certeza só deve entender de terrorismo. A Educação no Brasil nunca foi tão desrespeitada como no atual governo.

É incompreensível a aversão que o governo do “chefe da famíglia Bolsonaro” tem pela educação. Se estivéssemos nos anos dourados do grande comediante Nordestino, Chico Anísio, ele mandaria fechar a Escolinha do Professor Raimundo.

Conforme dizia Darcy Ribeiro – antropólogo e político brasileiro – “a crise da educação não é uma crise, é um projeto”.De acordo a análise do coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara: “a privatização da educação é parte de uma política uniliberal”.

Ao contrário dos políticos brasileiros, na sua grande maioria corruptos, envolvidos em negócios ilícitos, as prostitutas são mais honestas e dignas do que estes.

As prostitutas, também conhecidas como profissionais do sexo, na prestação dos seus serviços voluptuosos, cumprem à risca tudo que foi combinado com seus clientes – antes e depois da execução de suas “funções” – honrando a sua classe, mostrando que em matéria de caráter são superiores aos governantes brasileiros – sem generalizar.

As prostitutas não merecem ser comparadas com estes bandidos. Esta comparação é infundada devido à honestidade destas profissionais no cumprimento de suas funções.

Seria mais razoável comparar estes delinquentes com Judas Iscariotes, que traiu Jesus Cristo por trinta moedas de prata.

Alberto Peixoto – Escritor.

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O Brasil não é um país sério/Por Alberto Peixoto

Charles de Gaulle, Presidente da França 1956-1964
FOTO: Arquivos Google

“Le Brésil n`est pas um pays seriex” – “O Brasil não é um país sério” – frase erroneamente atribuída a Charles de Gaulle, presidente da França entre 1959 e 1969. O autor desta frase foi o brasileiro Carlos Alves de Souza Filho, embaixador do Brasil na França entre 1956 e 1964, em um conflito denominado como “Guerra da Lagosta”, conflito este nomeado como Batalha de Itararé, onde não se disparou um tiro nem rolou uma gota de sangue entre a França e o Brasil, tendo como motivo a pesca da lagosta.

Não importa quem pronunciou a frase, mas quem o fez foi de uma sinceridade fora do comum. Se o Brasil fosse um país sério, Moro, Dallagnol, Bolsonaro e seus capangas já teriam sido depostos dos cargos que ocupam e presos.

A Presidência da República, cargo este ocupado atualmente por um fariseu hipócrita passou a ser administrada através dos delírios pessoais deste psicopata; um Hittler neofacista de quinta categoria, que ludibriou os que nele acreditaram com suas falsas promessas de combate a corrupção enquanto ele e os três patetas filhos possuem um laranjal inmensurável. Falando em laranjal: cadê o Queiroz?

Estamos sendo geridos por uma equipe de terroristas que assumem os desmandos que causam e a justiça obscena, nada faz. Quem é o terrorista nesta história? O governo ou a justiça? O presidente Bolsonaro, o fariseu mor, confessou que tem conhecimento do que levou a óbito o estudante Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB Felipe Santos Cruz. Isto é terrorismo psicológico.

Como disse ele estar presente a estas práticas macabras – transitava nos porões da ditadura – passa a ser conivente e o STF se cala, se tranca em um armário cuja chave está com o “Tio Sam”. “Aí há uma lista de possíveis crimes que ele – Bolsonaro – pode estar incorrendo sim. A começar pela falsidade, a dar declaração falsa, provavelmente num arroubo verbal” – afirma Felipe Santa Cruz.

Nem na ditadura nenhum presidente teve a audácia e elogiar a tortura em público!

Se as declarações do chefe da famíglia Bolsonaro não é o suficiente para levar aos que não tiveram o desprazer em ter vivido neste período de terrorismo, refletir o que foi o regime militar no Brasil e sentir o mínimo de asco do atual presidente, mesmo não levando em consideração suas ideologias políticas, já deve estar desmoronando gradativamente em seu íntimo. Não tem ou nunca teve alma!

Em um país sério este abominável “chefe”, no mínimo seria interditado de exercer as atividades de Presidente da República.

Efetivamente não vivemos em um país sério. Vivemos em um Brasil “corrupto pela própria natureza” onde o dinheiro do erário é usado para comprar projetos como a Reforma da Previdência que subtrai os direitos do trabalhador; programas sociais, confisco de verbas destinadas às Universidades Públicas – e à educação em geral – acontece sem nenhuma reação dos parlamentares ou da justiça corrupta que, infelizmente, tem os olhos vendados.

Vivemos em um país formado por uma população na sua grande maioria constituída por analfabetos funcionais e analfabetos políticos, o que favorece os políticos mal intencionados. Há falta de discernimento para avaliar aquele que vai ser responsável pelos destinos do país e, consequentemente, pelo seu próprio destino. Por este motivo, o atual governo procura desestabilizar o ensino público.

Portanto, é fundamental que a população consciente se mobilize na luta contra estes vermes que estão destruindo o Brasil. Conforme declara Marco Antônio Carvalho Teixeira, cientista político e professor da FGV – Fundação Getúlio Vargas – “Bolsonaro começa a perder confiança de vários segmentos, estão sobrando apenas os fanáticos fundamentalistas que vêem no presidente o modelo da sociedade que imaginaram”.

Estes mesmos fanáticos sempre se referem ao ex Presidente Lula como: “o ladrão está preso”. Mesmo sem ter provas categóricas, concretas, só convicções. Da mesma forma não já chegou a hora destes mesmos lunáticos fundamentalistas também dizerem: o torturador criminoso está solto?

Alberto Peixoto – Escritor

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Brasil: o País dos hambúrgueres/Por Alberto Peixoto

Principal prioridade para ser Embaixador nos EUA
FOTO: Arquivos Google

Efetivamente o Brasil passou a ser motivo de piadas no exterior. Uma das prioridades apontadas por Eduardo Bolsonaro para ser Embaixador e confirmado pelo imbecil pai, foi que ele sabia fritar hambúrgueres. Só que na lanchonete Popeye’s onde ele diz ter trabalhado não existe hambúrguer no cardápio. Só serve “frango frito”.

Já que a prioridade para ser embaixador é saber “fritar”, por que não levar uma baiana do acarajé? Ah! Não pode. A baiana é Paraíba, um grande risco para a estabilidade dos negócios – conchavos – entre o Brasil e EUA e até, quem sabe, estourar a Terceira Guerra Mundial. A guerra dos hambúrgueres contra o acarajé Paraíba!

Este argumento chocou o mundo diplomático. Fritar hambúrguer é mais importante do que ter conhecimento de comércio exterior, direito internacional, economia, finanças, ter habilidade em negociar conflitos – esta talvez seja a mais importante das atribuições de um Embaixador – saber gerir uma negociação e suas implicações.

Para um embaixador ter sucesso no desempenho de sua atividade tem que encarar o “negociar, como a mais útil das artes”! Fritar hambúrguer não lhe dá esta qualificação e, além do mais, sua nomeação caracteriza nepotismo previsto na Constituição Federal. Mas a Constituição Brasileira já foi rasgada por Moro, outro energúmeno que faz parte do hall dos heróis dos coxinhas que no passado batiam panelas. Estamos literalmente “fritos”!

O que esperar de um Embaixador, função de tamanha responsabilidade, que tem como principal experiência no exterior fritar hambúrgueres? O que podemos expectar de um playboy que acabou de completar 35 anos, idade mínima para exercer este cargo? Na realidade, o idiota presidente, com apoio de seus três patetas, está fritando o Brasil. Transformando o país em um grande circo onde o principal palhaço é ele e todos os que acreditaram neste farsante xenofóbico. Com certeza não merece ser tratado por “Vossa Excelência”.

É notório o tão pouco compromisso do presidente com o Brasil e o povo brasileiro. Seu compromisso maior é com a ascensão e bem estar dos seus filhos e de sua famíglia. Um representante de estado terrivelmente incompetente, com uma equipe de igual tamanho, sórdida e subserviente a Trump. O Brasil voltou a ser colônia.

Como diz Bemvindo Sequeira, em seu vídeo no YouTube – Sassaricando – “as mulheres que fazem sexo anal precisam usar preservativo para não engravidarem (?) e colocarem no mundo um eleitor de Bolsonaro, ou até mesmo outro Bolsonaro. Seria terrível”!

Alberto Peixoto – Escritor

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Somos todos Paraíbas/Por Alberto Peixoto

Com chapéu de cangaceiro, símbolo da cultura nordestina, Lula abraça a todos sem discriminação.
FOTO: Rede Brasil Atual

Dos ‘governadores de Paraíba’, o pior é o do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”. – afirmação de natureza xenofóbica do Presidente atoleimado Jair Bolsonaro, referindo-se à população nordestina.

Está explicitada nesta afirmativa a falta de decoro. É preciso que informem a este inútil, que o Brasil é dividido por regiões: Norte, Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste. Essas regiões são divididas por 27 estados e um Distrito Federal.

Estas regiões pertencem à República Federativa Brasileira e todas têm os mesmos direitos e deveres, independente de serem politicamente contrária ao governo que a administra.

Perseguir uma região ou um estado que não o aceita como Presidente da República, é inconstitucional e motivo de se pedir o Impeachment deste tirano de calças curtas.

Quando o “chefe” dos bolsominions chama vulgarmente os nordestinos de “paraíbas” – não que ser chamado de paraibano seja ofensa, mas a forma pejorativa como foi usado a palavra, é ofensiva – comete crime comum, crime de constrangimento contra a dignidade e racismo; quebra de decoro que pode levar à possibilidade de um pedido de Impeachment.

“Independentemente de suas opiniões pessoais, o Presidente da República não pode determinar perseguição contra um ente da Federação. Seja o Maranhão ou a Paraíba ou qualquer outro Estado. ‘Não tem que ter nada para esse cara’ é uma orientação administrativa gravemente ilegal”. – publicou Flávio Dino, Governador do Maranhão em seu Twitter.

O Nordeste deu ao Brasil Maria Quitéria, a baiana de Feira de Santana que lutou na guerra pela independência do Brasil, Soror Joana Angélica, Tobias Barreto e Simão Dias, Dom Lucas Moreira Neves, Catulo da Paixão Cearense, entre tantas outras figuras da nossa história.

A Bahia é o berço da cultura brasileira; Alagoas a terra dos Marechais, de Marechal Deodoro que proclamou a República; o Maranhão com suas belezas naturais; o Ceará de “Iracema” e José de Alencar e Chico Anísio; a Paraíba, terra de Ariano Suassuna e Augusto dos Anjos, etc.

Todos os nordestinos são Paraíbas: baianos, sergipanos, pernambucanos…  Somos Jorge Amado, Caetano Veloso, Gil, Ruy Barbosas e Castros Alves, Chico Anísio, Suassuna, somos de Alagoas; somos nordestinos, “um povo antes de tudo, um forte” como já escreveu Euclides da Cunha; um povo orgulhoso de sua labuta, sua essência e do seu brio.

O lado terrorista de Bolso: o jornalista Luiz Maklouf Carvalho, vai lançar o livro, “O Cadete e o Capitão – a vida de Jair Bolsonaro no quartel”, onde o então “cadete” apresenta de sua autoria, croquis com detalhes sobre onde implantar bombas em locais estratégicos do Rio de Janeiro – década de 80.

Respeite o Nordeste dos cabras da peste.

Alberto Peixoto – Escritor

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ACM: esquecido pela família e pelo povo baiano/ Por Sérgio Jones*

Antônio Carlos de Magalhães (ACM, PFL-BA), senador da República

Em 20 de julho de 2007, faleceu o então político baiano Antônio Carlos Peixoto de Magalhães (ACM), após sofrer parada cardiáca. Ele se encontrava internado no Instituto do Coração no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Este mês, mais precisamente no dia 20, o cacique político da Bahia, esteve completando 12 anos de morto. O curioso, e que chama mais à atenção dos menos desavisados, é que nenhuma homenagem ou citação foi prestada pela família dele, detentora de uma vasta rede de comunicação no Estado. E menos ainda por parte do povo baiano, que em alguns momentos chegou até mesmo a endeusa-lo. Isto é uma prova inconteste de quanto o poder é efémero e ilusório. Não poupando até mesmo os que gozam de muita fama e riqueza.

Considerado como um político caudilhesco, boquirroto e agressivo. Por três vezes foi governador da Bahia, sendo duas vezes nomeado pela ditadura do Regime Militar Brasileiro instalado no país a partir de 1964. Além de ter sido senador em 1994 e em 2007.

Sempre polêmico protagonizou episódios tensos e hilários, ao longo da história. Merecendo destaque para o ocorrido, ainda no mandato de deputado Federal. Quando Tenório Cavalcante durante discurso na Câmara acusa o então presidente do Banco do Brasil, Clemente Mariani, de desvio de verbas. ACM então deputado e baiano como Mariani, defendera o conterrâneo respondendo: “Vossa Excelência pode dizer isso e mais coisas, mas na verdade o que Vossa Excelência é mesmo, é um protetor do jogo e do lenocínio, porque é ladrão”.

Ato seguinte, a reação de Tenório Cavalcante foi sacar o seu revolver e berrou: “vai morrer agora mesmo”! Membros da Câmara Federal deixaram o recinto em disparada, enquanto alguns pouco tentavam impedir o desfecho trágico da situação. ACM tremendo de medo, foi acometido de uma incontinência urinária. Mesmo diante da situação vexatória teve forças para gritar ”atira”. Tenório, por fim, resolveu não atirar. Rindo da situação em que ACM se encontrava, recolheu a arma e disse em tom de deboche que “só matava homem”.

Muitos outros episódios aconteceram ao longo da tumultuada trajetória política na vida de ACM. Mas a lição que nos é legada pela história é que os podres poderes são transitórios e efémeros e que nada é eterno, nem mesmo os diamantes.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O maior comunista de todos os tempos/Por Alberto Peixoto

A doutrina Crística, inspira a Filosofia de esquerda
FOTO: O Cafezinho

“Amai ao próximo um amor fraterno e verdadeiro. Dai de comer a quem tem fome e dai de beber a quem tem sede e abrigo a quem tem frio” – Jesus Cristo – Mateus 25:35.

Estas palavras transpiram a essência da filosofia socialista da esquerda brasileira. Amai uns aos outros. Quem ama ao próximo por hipótese alguma faz uma Reforma da Previdência tão desumana como a que está sendo feita pelos “fariseus” que administram o Brasil.

Todo bom católico é um grande socialista. Jesus Cristo, como homem, foi o maior socialista que já pisou neste planeta! Amar ao próximo é a definição básica de uma sociedade organizada. Sem este princípio não poderíamos ser considerados civilizados, principalmente cometendo todas as aberrações que nos são peculiares.

Atualmente é de praxe ouvir religiosos defendendo a lei do armamento proposta pelo “chefe” Bolsonaro. Aqueles que defendem a violência, de maneira nenhuma pode se dizer seguidor do Nazareno. São seguidores de um deus vingativo, punitivo e disseminador da violência. Quem agride um agressor se torna tão agressor quanto ele. Quem mata um assassino se torna tão assassino quanto ele.

Jesus Cristo sempre pregou o principio da justiça, da solidariedade, da igualdade social e econômica – a divisão de 5 pães e 2 peixes de forma igual e distribuído entre as pessoas que ouviam seus ensinamentos – das relações de respeito entre as pessoas independente de qualquer outra coisa.

Partindo do principio da igualdade e solidariedade, o que vemos no atual quadro social criado por estes basbaques que desgovernam o país é totalmente o contrário. O pobre e o negro não têm mais direito a frequentar escolas, – escola para todos, ciência sem fronteiras, etc – não tem direito a saúde, a divisão equitativa dos alimentos – bolsa família – foi para o espaço e voltou o desemprego em alta escala.

O nosso Irmão Maior sempre esteve disposto a enfrentar o descaso com o ser humano, o poder autoritário de um sistema opressor – o mesmo sistema ditatorial que enfrentamos atualmente – vulgarizado por líderes políticos e religiosos; a exploração do homem pelo homem e a falsa propagação da ideia de meritocracia em uma sociedade desigual.

Não se respeitam as escolhas, as diferenças. O Mestre foi um defensor incontestável das diferenças, dos excluídos, das vítimas do preconceito. Por outro lado, os religiosos em seus cultos dominicais dizem promover o amor, mas na realidade promovem o ódio, a exclusão, a violência e apoiam a tortura pregada pelos que integram a famiglia Bolsonaro. São adoradores do Coronel Ustra.

Homossexuais e prostitutas devem ser castigadas? E os homens adúlteros? Também não deveriam ser castigados? Jesus Cristo não discriminava nem gays nem prostitutas.

A maioria das pessoas não conhece o significado da palavra comunismo. Pois bem: Comunismo (do latim communis – comum, universal) é uma ideologia política e socioeconômica que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida, baseada na propriedade comum dos meios de produção.

“O mundo precisa, antes de tudo, conhecer o jovem de Nazaré, que era humano como todos nós, inconformado com a injustiça e a desigualdade, que denunciava os poderosos e que não se envergonhava de manter amizades com pessoas rejeitadas pela sociedade. O comportamento de Jesus seria, não tenho dúvida, execrado pelas igrejas de hoje” – Jefferson Ramalho, Teólogo e Historiador.

Alberto Peixoto – Escritor

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O preço da omissão/Por Alberto Peixoto*

Para os omissos, tanto faz…
FOTO: Arquivos Google

Nos últimos meses o Brasil enfrenta uma grande crise em todos os segmentos. Alguns culpam o “estafermo” que aí está como Presidente do País; outros culpam os governos anteriores, principalmente o governo Temer; enquanto outros não sabem a quem culpar, por isso culpam o PT. Porém, existem os que culpem os omissos.

Francamente, os maiores culpados não são os que votaram no “chefe da famíglia Bolsonaro”. Os maiores culpados, com certeza, são os omissos; os covardes que se esconderam por trás das desculpas de que não confiavam em nenhum dos candidatos; os que votaram em branco ou anularam seus votos talvez por ignorância política. E diziam: nenhum presta.

“Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz comete pecado” – Tiago 4:17.

O preço – ou pecado de omissão – está causando toda esta “baderna”, causando a separação entre as classes sociais e prejudicando acima de tudo, os mais necessitados e favorecendo os poderosos. Os idosos veem se extinguir qualquer perspectiva de um final de vida digno; os mais humildes seguindo em direção à linha da miséria; o trabalhador tendo seus direitos aviltados; os estudantes sem direito a escolas; a saúde pública na UTI do descaso. Para que saúde pública? Pague um plano de saúde privado, dizem os “coxinhas”.

A omissão provoca uma lacuna causada pela ausência de ação! Pela covardia! Pela inércia dos que tem medo de assumir uma posição e entrega até o seu futuro e de seus descendentes, nas mãos de qualquer um que se eleja Presidente. COVARDES! Graças a estes, todos os jovens que estão entrando no mercado de trabalho e alguns que lá já estão, podem dar adeus à aposentadoria.

“A fuga, ou a cegueira hipócrita e passageira, é o pior dos caminhos, certamente trará consequências futuras”. – Pe. Eduardo Costa. E já está trazendo.

Além da covardia dos omissos, pode também ser classificada como culpada, a hipocrisia dos falsos religiosos – tanto os protestantes, como católicos, sem generalizar – que passaram a apoiar a tortura, a violência à mão armada, o retorno da escravidão. A Casa Grande religiosa, principalmente a protestante, voltou a comandar indiscriminadamente o descaso e a impunidade no país.

Falando em escravidão, é de estarrecer a atitude dos que estão perdendo todos os seus direitos trabalhistas e continuam a apoiar este governo corrupto, que está usando o dinheiro do erário para comprar a reforma da Previdência que vai “ferrar” com todos, inclusive eles. Enquanto isso o Guedes já anunciou que a CPMF vai voltar.

Efetivamente, o eleitor omisso é um grande inconsequente! Não tem argumentos para justificar sua atitude irresponsável. Não pode reclamar de nada. Quem votou no Bolsonaro, pode até dizer que acreditou nele e foi enganado. E os que não tiveram a coragem de arriscar um nome, não venham agora com a desculpa de que todo político é corrupto; que as atitudes dos nossos governantes os enojam; que são todos farinhas do mesmo saco.

Os omissos são historicamente irresponsáveis, ou responsáveis pela bandalheira, a bandidagem que se instalou no País. E o combate à corrupção, esqueceram aonde?

Alberto Peixoto – Escritor

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