Bolsonaro impostor astuto arquitetado pela burguesia nacional em parceria com interesses estrangeiros/ Por Sérgio Jones*

O capitão do mato Jair Bolsonaro surge no Brasil de forma intempestiva
FOTO: Arquivos Google

dando a entender ser ele um homem que pode restaurar a ordem em um país que, segundo argumenta os pensadores e representantes de uma burguesia atávica que vive atrelada às forças do obscurantismo que nos cerca, ao que parece foi destruído pela corrupção e a demagogia instaurada pelos governos do PT e cujas sequelas são diversas: insegurança pública, a criminalidade, o narcotráfico, os subornos, a revolta das minorias sexuais, a tolerância diante da homossexualidade e a degradação do papel da mulher, extraída de seus papeis tradicionais.

Outro fator que contribuiu para alimentar um cenário tão derrotista se deve ao escândalo da Lava Jato e o desastroso e criminoso governo de Michel Temer. Ambas as lamentáveis situações contribuíram diretamente para estabelecer uma sensação negativa. Fornecendo o caldo necessário para a insurgência das forças conservadoras e do atraso a insurgirem do lodo da história como arautos e salvadores da pátria.

Capaz de infringir todas as normas políticas o inescrupuloso e despudorado Jair Bolsonaro, se eleito, deverá promover tarefas dos legados político contestatório. E será nessa aridez histórica mesclada de pânico e ódio que o fará explodir em apoio de quem quer que seja percebido com as credenciais necessárias para restaurar a ordem subvertida.

Mas como prega o adágio popular, desgraça pouca é bobagem. O capitão do mato escolheu como companheiro de chapa Antônio Hamilton Mourão, um general de pijama. Ambas as Bestas são a reencarnação da ditadura militar de 1964, que pretendem ascender ao governo não pela truculência das armas, mas, pela vontade de uma população contaminada. Ao que tudo indica esta população deverá referendar os seus votos aos senhores da Casa Grande, ou seja, aos seus verdugos.

Como muito bem citou o doutor em Ciências Política pela Havard University e professor de Filosofia Política da Universidade de Buenos Ayres, Atílio Baron, em excelente artigo, ele levanta a hipótese que procura entender o sucesso de Bolsonaro (PSL). Ao citar, com muita propriedade, o que observa o italiano Antônio Gramsci em um dos seus celebres cadernos, em situações de “crises orgânicas: “… ser este um fenômeno orgânico e normal, ainda quando seu ritmo seja rapidíssimo e quase fulminante por comparação aos tempos tranquilos do passado: isso representa a fusão de todo um grupo social (as classes dominantes) sob uma única direção concebida como a única capaz de resolver um problema dominante existencial e barrar um perigo mortal”.

“Isso é o que corre atualmente no Brasil uma vez que suas classes dominantes comprovam a obsolescência de suas forças políticas e lideranças tradicionais, a bancarrota de Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer, Aécio Neves, José Serra, José Sarney, Geraldo Alckmin e companhia, o que as levou à busca desesperada do providencial messias exigido para restaurar a ordem desequilibrada pela demagogia petista e a insubmissão das massas e que, por sua vez, vai lhes permitir ganhar tempo para se reorganizar politicamente e criar uma liderança política mais ao tom de suas necessidades sem o risco de imprevisibilidade inerente a Bolsonaro,” reconhece Baron.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com.br)

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Brasil à beira do abismo: Bolsonaro eleito estaremos dando um passo à frente/ Por Sérgio Jones *

O Brasil encontra-se à beira do abismo
FOTO: Arquivos Google

O Brasil encontra-se à beira do abismo, caso haja ascensão do “coiso” à presidência, estaremos dando um passo à frente. Nos projetando no vácuo político de um aventureiro que é tido e havido como “salvador da pátria” Triste da nação e de um povo que acredite e precise lançar mão de tal recurso.

A definição muito próxima ao significado do “salvador da pátria” é do elemento ou indivíduo que se considera providencial, capaz de tudo resolver. Conceito este que não deixa de ser uma grande falácia. Sozinho não somos capazes de nada fazer ou realizar. Por princípio e definição, o homem é um ser gregário que interage e vive em coletividade.

O capitalismo para poder reinar é preciso dividir, transformar o homem em um ser individual, profundamente egoísta e competitivo. O que coloca o sistema na contramão da história. Este impasse é que conduz a humanidade a viver em constantes conflitos e guerras.

O capitalismo é autofágico e para manter-se obedece um ciclo perverso em que precisa construir para em seguida destruir. Muito semelhante ao mito grego de que podemos denominar como a maldição de Sísifo em que era obrigado a exercer um trabalho rotineiro e cansativo, fadado ao fracasso.

Ele tinha que rolar uma grande pedra de mármore, com suas mãos, até o cume da montanha, sendo que toda vez que ele estava quase alcançando o topo, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida. A moral da história é que nunca se termina o que se começa devido a sua repetição que acaba conduzindo a todos em uma brutal frustração. É a partir desta premissa que são gerados elementos bestiais, da estirpe do “Capitão do Mato” Jair Bolsonaro.

Para que figuras como ele prospere é necessário contar com forças conservadoras que se contrapõem aos interesses da classe dos trabalhadores e de segmentos mais pobres da população. Podemos citar como exemplo a “bancada do boi” que atua no Congresso, formada pelo impressionante número de aproximadamente 300 parlamentares, entre deputados federais e senadores.

Na sequência surge a famosa, e não menos perniciosa, “bancada da bala” – composta por policiais, ex-militares como Bolsonaro e empresários. Todos empenhados na revogação da legislação do desarmamento e a matança indiscriminada de pobres e negros, concentrados nas periferias dos grandes centros urbanos do país.

Por fim, fechando o trio dos horrores a “bancada da Bíblia”. Que tem como seus expoentes, lideres de denominações religiosas extremamente conservadoras, que reproduzem para milhões de seguidores a pregação moralista e hipócrita de Jair Bolsonaro. Em meio aos sermões movimentam diariamente milhões de reais, em espécie, absolutamente livres de fiscalização oficial. Em especial, esta bancada da Bíblia está deixando o Brasil do jeito que o diabo gosta.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O ovo da serpente: membranas finas distinguem o réptil Bolsonaro em formação/ Por Sérgio Jones*

De acordo com pesquisa que aponta a súbita ascensão do Bolsonaro devido as orquestradas e urdidas ações promovidas pela direita e extrema direita, com o apoio inconteste do Partido da Imprensa Golpista (PIG), no país. Nesse caldo de cultura, o que poderia cair melhor do que um mensageiro do

Mensageiro do ódio!
FOTO: Arquivos Google

ódio, do ressentimento, da violência de baixos instintos?

Este filme todos nós já vimos, para o horror da humanidade, que no passado mais recente da história foi surpreendida com o crescimento do nazi-fascismo na Europa. Deixando como rescaldo, a implantação dos sucessivos títeres, na América Latina, na década de 1960. O surgimento de todo este horror foi orquestrado sob a batuta do grande Avatar, os Estados Unidos.

Como alguém já citou, com muita propriedade, Bolsonaro voa como um pato no céu dessa distopia. Em que um facínora diz que vai acabar com o banditismo no país, quando ele é uma espécie não muito rara desta realidade. Nunca é demais lembrar que esta Besta Humana já foi eleita sete vezes, de forma sucessiva, no Rio de Janeiro. Estado da federação, considerado como um dos mais devastados pelo banditismo. Que fez ele, ao longo de quase 28 anos, para mudar esta realidade?

Pelo deslocamento da carruagem, o que ele fará para modificar o Brasil para “melhor” será o mesmo que ele fez em relação ao Rio de Janeiro, nada. Mais uma vez a direita truculenta vai tentar se beneficiar devido ao elevado índice da falta de politização de nosso povo. Vítima de sucessivos modelos políticos que sempre preteriram o direito das massas. Para atender os “direitos” de um reduzido e ínfimo interesses de uma classe despótica que a exemplo dos parasitas e vampiros, vivem a drenar o sangue, coração e mentes desta grande massa de indigentes sociais que volta a tomar conta do Brasil.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Ascensão de Bolsonaro ampliará o fosso da desigualdade no país /Por Sérgio Jones *

Sociedade burguesa e perversa
FOTO: Blog do Eliel

Encarnando uma rara espécie de messiânico o abjeto Bolsonaro, fenômeno similar ao de Collor de Mello que surgiu do nada como “Salvador da Pátria” que iria caçar marajás. Tenta, em nossos dias, executar esta farsa, mais uma vez. Segmentos não politizados da sociedade manipulados por uma imprensa burguesa e perversa, tem tirado significativo proveito da situação.

Portador de discurso fascista o “capitão do mato” se apresenta como uma espécie de paladino da justiça, ao prometer, em palanque, que irá armar o povo para protegê-lo de marginais. Papel este que é uma das atribuições do Estado. A patuleia se empolga com promessas que só poderia partir de uma mente enferma. Mas quem vai obter ganhos reais, em todo este ato insano, é a indústria bélica, indústria essa que deve estar promovendo consideráveis investimentos junto a este representante do núcleo do mal.

Mas como é sabido por todos, de início o mal é audacioso e persistente, mas, não se mantém pelo tempo todo. A verdade no final acaba se impondo. Permanecendo em estado de hibernação estes tipos de vermes políticos e oportunistas se insurgem do lodo da história, tendo como objetivo se aproveitar do estado de debilidade das defesas do organismo social, causando danos irreparáveis ao frágil tecido, que reveste a sociedade brasileira.

Este cavaleiro das trevas é um ser típico das criaturas más, que só se realiza com a humilhação ou a destruição alheia, através de práticas nem sempre confessáveis. Busca sempre capturar mentes e corações dos incautos, vítimas perfeitas de tais manipulações. Ele, muito provavelmente, se considera uma espécie de messias, sendo que este nunca foi enviado por Deus. Promete conduzir a romaria dos despojados na tentativa de forjar a construção de um mito.

Este arremedo de messias é uma tentativa pífia de um figurante banal que incorpora o fascismo, por aqui nos trópicos, que se apresenta com as cores verde e amarelo. Se enrosca na bandeira nacional que têm por lema a faixa onde se lê: ordem e progresso. Com ascensão dessa corja fascista, teremos como lema a desordem e o retrocesso. Transcendendo a decência, promovendo a ampliação do fosso da desigualdade, que no Brasil não é uma exceção, mas a regra. Lembrando sempre que o ultranacionalismo, ideologia de extrema direita, é o último refúgio dos canalhas.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro: o abominável ser das trevas e seus áulicos/ Por Sérgio Jones *

O abominável ser das trevas
FOTO: jornaldacidadeonline

Diante do baixo índice obtidos junto às mulheres, devido aos seus comentários desequilibrados e misóginos, típico de uma mente enferma, os seguidores do “coiso” estão espalhando boatos irresponsáveis nas redes sociais em que tentam ligar mulheres ao homem com problemas mentais que deu uma facada no candidato de extrema-direita em Juiz de Fora no último dia 6 de setembro.

Primeiro se tentou culpar membros ligados a outros segmentos da esquerda política, o que se transformou em verdadeiro fiasco. Agora, eles voltam as suas baterias através de fake News, tendo como alvo Manuela Dávila, candidata a vice de Fernando Haddad (PT).

Os seguidores bestiais do candidato fascista de extrema-direita disseminaram nas redes a versão de que a vice de Haddad teria entrado em contato com o esfaqueador e que existiriam gravações telefônicas disso. Mais uma vez, eles tentam repetir, de forma canhestra, o que aconteceu com o atentado à bomba ocorrido no período da ditadura em abril de 1981, véspera de primeiro de maio, no bairro Jacarepaguá no Rio de Janeiro.

O objetivo do atentado dos militares reacionários, à época, era incriminar os grupos de esquerda. Mas, pelo visto, o feitiço virou-se contra o feiticeiro e o artefato acabou explodindo no colo do sargento, que morreu no ato, deixando ferido gravemente outro oficial.

Esta prática denominada de contra informação, que volta a ser praticada pelos bolsomistas, já é por demais conhecidas de todos os brasileiros. Após a tentativa frustrada, o que denota falta de imaginação dessa direita burra, eles resolveram dar o passo seguinte partindo para a ameaça através da divulgação de uma peça ficcional ao reforçarem a mentira de que um determinado homem mandou mensagem para Manuela D’Ávila acusando-a pelo crime e dizendo para ela “ficar preparada”.

Diante do a inusitado ato de sandice a candidata a vice-presidente resolveu entrar com uma ação junto ao TSE solicitando que policiais federais sejam designados para acompanha-la nos atos de campanha política. O que fica patenteado nestes atos é que a corrupção da direita no país, tem sido o Cupim da República.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro, o fim do 13º salário e o 14º e 15º salários dos Parlamentares/Por Alberto Peixoto

Bolsonaro e seu “capataz” General Hamilton Mourão, querem extinguir o 13º
FOTO: arquivos Googlel

O décimo terceiro salário é uma gratificação ou subsídio que foi instituído em vários países a ser paga aos funcionários, em uma ou mais prestações, conforme a legislação de cada país. Esta gratificação foi instituída no Brasil, no governo de João Goulart através da Lei 4.090 de 13 de julho de 1962 e regulamentada pelo Decreto 57.155 de 3 de novembro de 1965. Esta gratificação deve ser paga em duas parcelas até o fim do ano e seu pagamento deve ser feito com referência ao mês de dezembro.

Infelizmente, o candidato “nazifascista” – conjunto da doutrina e do sistema de governo próprios do nazismo e do fascismo, considerados como um único bloco ideológico e político – Jair Messias Bolsonaro e seu “capataz” General Hamilton Mourão, querem extinguir este benefício legal.

O pagamento deste benefício não só “salva” o natal dos trabalhadores, como também aquece as vendas no comércio e indústrias garantindo o sucesso de vendas no final de ano. Gera receitas para União, Estados e Municípios além de provocar o “emprego temporário”, às vezes até o primeiro emprego. Na falta deste benefício, os primeiros a serem prejudicados são os empresários, sem o aumento de suas receitas operacionais – entrada de dinheiro no caixa.

Existe uma prática no parlamento brasileiro do pagamento de um 14º e por vezes de um 15º salário – para quem exerceu no mínimo três quartos das sessões, pago em dezembro de cada ano – conhecido também como verba do paletó. O exercício deste ato lúgubre começou a partir da década de 40, e era relacionado ao conceito de representação, como uma ajuda de custo, pago uma vez por ano, não chegando a 30% do salário.

Neste contexto, a “representação” associava-se ao bem vestir. Entretanto, com o passar do tempo, os Gabinetes que tinham em 1982 pouco mais de um servidor, aumentaram de tamanho, e com a adição de outros benefícios como a verba indenizatória e outros, parlamentares ganhavam mais em benefícios indiretos do que com o próprio salário, e a “verba do paletó” se incorporou de tal forma aos rendimentos dos deputados, que se transformou em 14º e 15º salários.

Por que Bolsonaro e seu “capataz” não colocam como projeto de seu governo – claro que #EleNão vai governar nada – a extinção destes benefícios imorais? Por que ele não prega o fim do auxilio moradia para quem tem casa própria, entre outras imoralidades praticadas com o dinheiro do erário?

Alberto Peixoto – Escritor

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Bolsonaro e a sua operação Beco sem Saída/ Por Sérgio Jones*.

Bolsonaro, identificado com o codinome de “Xerife.”
FOTO: Tribuna da Internet

Matéria de autoria do jornalista Luiz Egypto, veiculada em 2011 no Observatório da Imprensa tira a lebre da cartola ao denunciar o racista e homofóbico deputado Jair Bolsonaro que no segundo semestre de 1987, fim da ditadura e já sob o governo civil de José Sarney, período em que os índices sociais não era dos melhores, economia combalida em razão do fracasso do Plano Cruzado, inflação alta, onde grassava forte insatisfação nos quartéis devido à política de reajustes dos soldos dos militares.

O facínora Jair Bolsonaro, arquétipo de capitão do Exército da ativa, na época cursava a Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO) e morava na Vila Militar, na Zona Norte do Rio. Em setembro de 1986, assinara ele, artigo na revista Veja no qual protestava contra os baixos vencimentos dos militares. Por isso o indigitado militar foi preso. A sua punição provocou protestos de mulheres de oficiais da ativa – que, ao contrário dos maridos, podiam sair em passeata sem correr o risco de serem presas.

Como todo “bom fascista” rapidamente tornou-se fonte da revista Veja, órgão de imprensa não menos fascista. No início de 1987 a repórter Cassia Maria foi destacada para repercutir o ocorrido. No local conversou com Jair Bolsonaro, que estava acompanhado de outro capitão e da mulher deste.

Em sigilo, a mulher do militar contou à repórter – e depois Bolsonaro e seu colega confirmaram – que estava sendo preparado um plano batizado de “Beco sem saída”. O objetivo era explodir bombas de baixa potência em banheiros da Vila Militar, da Academia Militar de Agulhas Negras, em Resende (RJ), e em alguns quartéis. A intenção do militar delinquente e insubordinado era externar a clara insatisfação da oficialidade com o índice de reajuste salarial que seria anunciado dentro de poucos dias. E com a política para a tropa do então ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves – que teria sua autoridade seriamente arranhada com os atentados: “Serão apenas explosões pequenas, para assustar o ministro. Só o suficiente para o presidente José Sarney entender que o Leônidas não exerce nenhum controle sobre a tropa”, ouviu a repórter de Ligia, mulher do colega de Bolsonaro, identificado com o codinome de “Xerife.”

A repórter havia apurado uma bomba. O único ato consciente ou inconsciente da famigerada revista foi em romper o silêncio e quebrou o pacto de sigilo com a fonte. Segundo consta a história toda foi contada nas páginas 40 e 41 da edição 999 (de 27/10/1987) da revista. A repórter anotou em seu relato: “‘Temos um ministro incompetente e até racista’, disse Bolsonaro a certa altura. ‘Ele disse em Manaus que os militares são a classe de vagabundos mais bem remunerada que existe no país. Só concordamos em que ele está realmente criando vagabundos, pois hoje em dia o soldado fica o ano inteiro pintando de branco o meio-fio dos quartéis, esperando a visita dos generais, fazendo faxina ou dando plantão’. Perguntei, então, se eles pretendiam realizar alguma operação maior nos quartéis. ‘Só a explosão de algumas espoletas’, debochou Bolsonaro. Depois, sérios, confirmaram a operação que Lígia chamara de Beco sem Saída. ‘Falamos, e eles não resolvem nada’, disseram. ‘Agora o pessoal está pensando em explorar alguns pontos sensíveis.

O candidato meliante sem demonstrar qualquer tipo de sentimento digno de um ser humano, detalha de forma minuciosa sobre como construir uma bomba-relógio. O plano dos oficiais era manifestar a insatisfação com os salários e criar problemas para o ministro Leônidas.

Demonstrando um elevado grau de instabilidade emocional, o capitão pediu a repórter para que a mesma não publicasse nada sobre a conversa mantida entre eles. Tentando manter a verdade dos fatos, prática muito comum que sempre tem norteado a sua sórdida vida recheadas de complexos e sentimento de culpa. Protágoras pregava: Ser o homem a Medida de todas as coisas. Conceito que não se aplica a este fascista dos trópicos,

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O ódio de Bolsonaro

Fé na vida, fé no homem, fé no que virá, nós podemos tudo, nós podemos mais, vamos lá fazer o que será!
FOTO: O Cafezinho

O presidenciável racista, ditador, misógino, preconceituoso, homofóbico e violento Jair Bolsonaro, dissemina o ódio e agride as pessoas, principalmente se for mulheres, negros, pobres ou homossexuais, deixando a atmosfera carregada com sua energia negativa e de baixa frequência.

Faz parte do projeto de governo deste fascista, a legalização do porte de arma. Ora, se a violência extrapolou índices acima de valores nunca visto neste país, não é armando a população que vai se conseguir reduzir a violência. Não se consegue combater a violência com violência. O máximo que ele pode conseguir é uma guerra civil, principalmente em um país onde o crime organizado está mais organizado do que as Forças Armadas.

O mais incrível é que pessoas que se dizem Cristãs, apoiam este energúmeno acéfalo. Jesus Cristo morreu na cruz pedindo ao Pai que perdoasse os seus algozes: “Pai, perdoa-os, porque não sabem o que fazem” – suplicou Jesus. Pelo comportamento destes falsos Cristãos – ou Cristãos desorientados – seriam capazes de matar Cristo em nome de Cristo. É incrível como estes indolentes hipócritas usam a religião para ganhar votos.

Mais incrível ainda é saber que, após a mensagem do candidato Jair Bolsonaro de que não precisa do voto de negros, homossexuais, mulheres, pobres, nordestinos e indígenas, boa parte desta parcela da sociedade, ainda vota neste obtuso.

Como se pode observar, é possuidor de transtornos mentais e um transtorno mental não é algo que seja possível simplesmente superar. Está sempre a agredir negros, pobres, mulheres, nordestinos e a todos que não se adequem aos seus pensamentos de mentecapto ao último nível de irresponsabilidade.

As mulheres porque engravidam e menstruam, segundo ele, são seres inferiores e devem ganhar um salário menor do que os homens. Não sei por que este misógino tem tanta raiva das mulheres! Por onde será ou por qual órgão ele saiu do ventre de sabe-se lá o quê? Talvez filho de chocadeira.

Não importa a cor da pele, nem se os olhos são azuis ou verdes e muito menos se o cabelo é liso ou encrespado. Ou se nascemos no Norte ou no Sul, no Nordeste ou no Leste. Somos todos gente e filhos do mesmo Deus.

Mesmo assim, brasileiros, vamos tomar como tema de nossa “correria” a letra da música “Nunca Pare de Sonhar” da autoria de Gonzaguinha. Segue um trecho da letra muito adequado para este momento de turbulências social e política: “[…] para não ter medo que este tempo vai passar. Não se desespere, nem pare de sonhar, nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs. Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar, fé na vida, fé no homem, fé no que virá, nós podemos tudo, nós podemos mais, vamos lá fazer o que será![…]”

Que nesta reta final de campanha política, não haja mais derramamento de sangue. Que os “desesperados” procurem ser mais civilizados. Deixem a barbárie trancada no armário.

#EsteCabruncoNão

Alberto Peixoto – Escritor

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Manifestações contra o fascista Bolsonaro se alastra pelo Brasil / Por Sérgio Jones*

Truculência contra as mulheres
FOTO: arquivos Google

Em diversas capitais e interiores brasileiros, e até mesmo no exterior, estão sendo orquestradas diversas manifestações contra, o candidato fascista de direita Jair Bolsonaro.

“Mulheres contra Bolsonaro” e “Mulheres Unidas contra Bolsonaro” embora sejam os principais motes, os eventos são apoiados por pessoas de todos os gêneros, com milhares de homens confirmando presença ou mesmo apoiando o protesto.

A questão de gênero, forte quando o assunto é o político que se tornou conhecido pelos ataques à dignidade e aos direitos das mulheres, comunidade LGBT, indígenas e quilombolas e outros. Mas começam a surgir outros movimentos de segmentos que se intitulam como “todos contra Bolsonaro”.

Ao que tudo indica cresce os protestos contra o candidato de extrema-direita, que segue internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, deste o último dia 7, após ser esfaqueado durante campanha nas ruas de Juiz de Fora (MG) .A ação cresce de forma exponencial, tendo os movimentos coletivos se espelhado por todo interior do país. e deverão atingir o seu ponto mais agudo neste próximo sábado (29), quando acontecerão ao longo de todo o dia.

O ato de repúdio que de início tinha um cunho feminista, ganhou força no último final de semana. A comunidade “Mulheres Unidas contra Bolsonaro, que chegou a reunir quase 2 milhões de participantes no Facebook, foi alvo de ataque. Na madrugada do domingo, a página foi derrubada. Coincidência ou não, a campanha do candidato comemorava nas redes sociais o apoio recebido por um grande grupo de mulheres. A queda da página impulsionou a resistência contra o candidato, que tomou conta das redes sociais com a hashtag #EleNão.

Mas, ao que tudo indica, o feitiço está se voltando contra o feiticeiro. Os protestos agendados já atravessam fronteiras, mulheres brasileiras em vários países e continentes: Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Portugal e Estados Unidos já marcaram hora e local para a realização de protesto que deverá ficar registrados nos anais da história brasileira como um dos mais bem articulados não só no Brasil como no mundo. Bolsonaro é avaliado como um dos candidatos fascistas que diz odiar a tirania apenas para que possa estabelecer a sua.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O que existe de semelhante entre Bolsonaro e o nazi-fascismo / Por Sérgio Jones*

Estes tipos têm surgido de forma messiânica fazendo promessas que jamais se cumprirão
FOTO: arquivos Google

Ao longo da história da humanidade sempre existiram pessoas oportunistas, que em época de crise econômica e social, tentam obter vantagens de forma despudorada ao se aproveitar da anarquia reinante. Estes tipos têm surgido de forma messiânica fazendo promessas que jamais se cumprirão, aumentando de forma significativa o fosso social existente. Este momento de descredito político pelo qual atravessa o Brasil, se torna terreno fértil para tipos como o candidato Bolsonaro (PSL) que encarna muito bem no papel de figurante de correntes políticas nazista e fascista.

Prometendo soluções para a crise, tal qual como Hitler e Mussolini, O Bolsonaro tenta assumir o poder inspirado em ideologias que tiveram grande impacto, alguns terríveis, para humanidade. Importante observar que os ditadores citados é o que se pode denominar de déspotas esclarecido, o que não se aplica ao capitão das cavernas. Figura bizarra de um modelo tupiniquim que tenta surfar no descontentamento de uma massa de seres ignaros que acreditam estupidamente que se combate a violência com a violência. Buscando atalhos para tentar resolver antigos problemas com velhas soluções.

Este elemento insano abraça uma ideologia na qual acredita na guerra como fator de grandeza e prosperidade. Assim, a sociedade só consegue se desenvolver quando governada ou guiada por conceitos incorporados na cultura, na doutrina ou no sistema militares. Exalta a nação, de uma forma exagerada. Toda a política interna está ligada ao desenvolvimento do poder nacional. Esta ideologia vem carregada de autoritarismo, esforços para a redução ou proibição da imigração, expulsão e opressão de populações não-nativas dentro da nação ou de seu território e se utiliza de forma sistemática o lado emocional das pessoas mais vulneráveis.

Defendem a existência de um só partido. Para fazer valer este princípio passam a dominaram o poder executivo e judiciário, enfraquecem o poder legislativo, perseguem políticos opositores e implantam regimes ditatoriais em seus países. Em seguida buscam controlar a mídia, o que de certa forma já ocorre no Brasil, exercem forte repressão política contra a imprensa ou qualquer manifestação contrária ao regime.

Outra característica marcante é desenvolver a prática do culto ao líder, visando construir a imagem de um governo forte e onipotente. Desprezam ideologias com viés de esquerda, o que implica dizer que são contra greves, movimentos operários e sindicatos…Sintomas estes que já se manifesta no país e que tem ganhado forte visibilidade.

A questão do racismo se apresenta com certa virulência ao disseminarem o ódio a todos aqueles que não pertençam à raça, no nosso caso especifico, dos ricos em sua grande maioria formada por pretensos caucasianos portadores de características físicas e biológicas que diferem da maioria do povo brasileiro. Procurando desta forma satanizar os considerados impuros, lenientes e preguiçosos: pretos, índios, mulheres, homossexuais, e em especial os menos favorecidos por um sistema desigual, os pobres.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com

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