Depoimento de Ex-Guarda Fiscal aposentado/Arildo de Arildo*

Estátua em homenagem ao Guarda Fiscal

Caro Jucklin, meu poeta preferido.Adorava sua cascata de versos. E mais ainda, quando declamava versos de Castro Alves  , Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, Agusto dos Anjos. Que tempo, poeta!

Sou ex-Gurda Fiscal, elevado a auditor por Benito Gama, assim como foram beneficiados naquela época, pela medida de Benito: balanceiros, motoristas, servidora de café e outros que foram levados no trampolim dos chamados apostilamentos . E foi um número significativo.

Quanto aos cargos dos Agente de Tributos, acompanhei tudo de perto: da criação dos mesmos, no princípio como auxiliar à fiscalização  e arrecadação. Valia o espontâneo para o ATE contar pontos pra gratificação Fiscal, por isso, chamado de ARRECADADOR.

Fui dos poucos que ajudava os ATEs no balcão e até dividia plantões noturnos com eles.

Vi , acompanhei de perto como o fisco da Bahia procedeu a algumas reestruturações no âmbito da Administração Fazendária. Fiscal de Rendas, Fiscal de Rendas  Adjunto.

Precisamente, em 1989, quando a Constituição do nosso País (1988) , não mais permitia a transposição de cargos.

Os ex-analistas foram guindados a Auditores Fiscais.
Ninguém reclamou de um ato que foi de encontra à  Constituição Federal.

Acompanhei de perto o Agente de Tributos crescer profissionalmente por méritos próprios. De cargo na origem nível médio, a formação superior.E tudo porque as atividades que desempenhavam , não eram mais simples acessoramento e sim , fiscalização propriamente dita, razão  de governador à época,; altarer o cargo quanto à escolaridade e prover o cargo de ATE com algumas atribuições que eram de competência do Auditor Fiscal.

Sou pelo Agente de Tributos porque sou pelo direito, pela razão. E a razão está com quem evoluiu dentro da mesma carreira  à qual , se submeteu a concurso público, não pongando para um cargo estranho à sua origem. Isso não aplicável a determinados cargos na própria Sefaz da Bahia cujos diversos remanejamentos alocaram servidores  de outra secretaria, à Fazendária.

Sou um velho  auditor de 85 anos .Conheço como funciona a nossa SEFAZ.Como disse: passei por diversas reestruturações no Fisco.Sou do tempo do onça. Do tempo que não se exigia formação alguma para ser fiscal na Bahia. Do tempo em  que o governador nomeava os seus fiscais conforme conveniência política, tipo pistolão.

Negócio de constituição do crédito tributário, nem se sabia o que era isso. Em 78 é  que veio a constituição do crédito tributário  e nível superior para o cargo de Auditor Fiscal.

Em 2009 , o Agente de Tributos, passou a lavrar auto de infração com lei aprovada no governo Wagner. Tudo normal – pensei.Coisa justa, o Agente de Tributos iniciar e concluir  o trabalho através lançamento do crédito.Negativo.Aquele grupo, o mesmo grupo de alguns auditores (uma meia dúzia) provinda do sundifisco, questionou na justiça a lei 11.470. Questionando inclusive, a lei 8 210.Que coisa! O DEM aprovara a lei mencionada, e interpunha recurso contra a mesma lei que o partido aprovara.

Fico pensando:  por que essa ação? O que está perdendo esses senhores, a pequena parcela que insiste a prejudicar os Agentes dd Tributos? Nada. E a maldade
é tamanha que não se importam em gastar uma fortuna com essa ação. A instituição  e outros mais  que estão bancando essa ação não se importam em gastar pra prejudicar mais de um mil servidores . Isso é doença. A doença da maldade.

Meu querido Jucklin, forte abraço .
Deus está no comando.
Vocês vencerão.
Forte abraço, queridos ATEs.

Arildo de  Arildo.
Auditor aposentado.
Rio de Janeiro, 06 de maio 2021

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Empulhação na política feirense é regra e não exceção/ Por Sérgio Jones*

A empulhação política no Brasil, em especial no município de Feira de Santana, não é uma exceção e sim a regra. No caso específico da terrinha de Lucas, a situação ganhou musculatura nas últimas duas décadas quando se instalou uma estratégia macabra de se manter a perpetuidade de um grupo político hegemônico.

Para que isso acontecesse, as primeiras medidas adotadas foram visando destruir as lideranças locais existentes. Ação que foi empreendida pelo grupo de golpistas que teve como bastião avançado, segundo revela a própria história, a figura de José Ronaldo.

Os resultados deixam transparecer que ele se saiu muito bem nessa macabra empreitada.

A partir daí, o que se revelou a médio e longo prazo foi um desastre completo e sem precedentes no desenvolvimento local. Que se notabiliza por sucessivos escândalos e práticas não muito recomendáveis de todo tipo e modelo de crimes voltados no trato da aplicação e destinação do erário. Isso acontece há muito tempo, ao arrepio da lei.

Ações como essas resultam, como sempre, em benefício de poucos e prejuízos de muitos. Diante do grau de impunidade existente no país, esse modelo tem gerado a proliferação de maus políticos que se sentem à vontade para empreenderem todo tipo de crimes, sem temer qualquer forma de represália por parte da justiça.

Neste momento se encontra em andamento o processo de ação de impugnação de mandato eletivo a candidatura do prefeito eleito Colbert Martins (MDB), que tem como impugnantes o deputado federal petista José Neto e as agremiações políticas PDT/PT/Avante/PP/PC do B. O processo é referente às eleições de 2020.

Encontra-se agendado para na próxima terça-feira (11) pela manhã serem ouvidas as testemunhas. A ação de nº 0600153-53.2020.6.05.0157 está na 157ª Zona Eleitoral em Feira de Santana.

A opinião geral é de que os resultados são incertos, mas diante do que temos presenciado ao longo da história política da nação, é mais do que provável que a situação não resulte em nada.

A justiça brasileira existe de forma decorativa e sempre tem uma prevalência em defender e manter o status quo. A prática tem nos demonstrado que na maioria das vezes o que se busca não é fazer justiça.

O que se busca é dar a impressão ou parecer de que ela de fato existe. O futuro nos aguarda e revelará com quem está a razão.

Sérgio Jones, jornalista |(sergiojones@live.com)

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   Quem é o general fujão? /Por Sérgio Jones*

Como já se tornou do conhecimento geral da nação brasileira, o general fujão e ex-ministro da saúde, Eduardo Pazuello, procurando escapar de suas responsabilidades, se é que ele já teve alguma ao longo de sua deplorável vida, resolveu evadir-se do encontro que teria nesta quarta-feira (5), ao deixar de comparecer à reunião da CPI da Covid-19.

O frágil e patético argumento utilizado por ele, para o seu não comparecimento, foi de que teve contato recente com pessoas que contraíram a COVID-19. Tal argumento seria risível, se não fosse trágico. O que coloca o seu poder de criatividade em cheque.

Diante da situação inusitada que já se tornou uma constante e habitual prática no desgoverno negacionista e genocida do presidente Jair Bolsonaro. O Presidente da CPI senador Omar Aziz (PSD-AM) decidiu então que aguardaria 14 dias para que o depoimento do general “arregão” ocorra de forma presencial.

O presidente do colegiado rejeitou a possibilidade do depoimento do ex-ministro ocorra de forma virtual. Sob a alegação, justa, de que tal possibilidade poderia implicar em subterfúgios do tipo que o link caiu.

O general do Exército comandou o Ministério da Saúde entre maio de 2020 e março de 2021. Por isso mesmo, o seu depoimento é importante e um dos mais aguardados da CPI.

A artimanha para ganhar tempo, alertam os entendidos, em nada vai beneficia-lo. Se tiver culpa no cartório e posso adiantar, sem medo de errar, que tem. Se ele ajoelhou diante dos crimes de responsabilidades cometidos pelo insano presidente, vai ter que rezar.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Depoimento de um Auditor aposentado/Por Jucklin C. Filho

ALÁRIO DE APOLO

Estamos em pleno mês de maio, dia do Trabalhador e também mês que contempla o Dia das Mães. Para os Trabalhadores tristeza, lágrimas, sofrimentos, salários em baixa… Para os Funcionários Públicos, sete anos marcando passo no mesmo lugar, enquanto os combustíveis, água, luz e alimentos sobem ao sabor do vento, e sem que haja alguma previsão de queda para esta situação.

 Para as mães, centelha de Deus, pouco se pode dizer a favor. Dias tristes também. Enfim, Pandemia, Crises Econômicas para gregos e troianos. Este é o nosso quadro do momento. Mas não vamos nos aprofundar nesses assuntos. Torcemos por algo de esperançoso para uma Classe que já faz três décadas de trabalho, e cujo resultado ADI 4233, aguardando os embargos, possível modulação, queira Deus, não deva  ser resolvida a questão nos pênaltis. Que faça justiça a quem de justiça. Trata-se da Carreira dos Agentes de Tributos.

No momento, maio de 2021, no Supremo o placar está de 5 x 5 . Ou seja, empatado.  Vitória prol ATEs , não tornando as leis 8.210 e 11.470, inconstitucionais. Falta uma decisão, ou mais propriamente, o Acórdão. Antes, porém, vamos relembrar alguns fatos ocorridos nesses doze  anos,  conforme a seguir:

1-Os Agentes de ingressaram na Sefaz Ba, em princípio , cargo de nível médio, e na sua grande maioria, fez Curso Superior, que era uma das reclamações da época, para o provimento do cargo exigência nível superior, isso , governo Cesar Borges 2002. Relembremos que  muitos fizeram Cursos de Aperfeiçoamento, e alguns foram até mais além: Mestrados e Doutorados.

2- Do outro lado, estava a Sefaz que precisava dos seus funcionários fiscais repaginados, melhor qualificados para bem desempenharem suas atividades.

3- Como havia muita resistência dos Auditores Fiscais para trabalhar no Trânsito de Mer-cadorias, a Sefaz por iniciativa do ilustre Governador da época Jacques Wagner e seu digníssimo Secretário da Fazenda  Carlos Martins, resolveram aprovar através ALBA , a Lei 11.470, dando aos Agentes de Tributos, o direito de constituir o crédito fiscal nas pequenas empresas do Simples Nacional e no Trânsito de Mercadorias…

4- Foram mais de 12 anos de um trabalho profícuo, havendo crescimento de arrecadação e tudo seguia em mares calmos, e quase sem ondas na Sefaz Ba.

5- Esqueceram-se  alguns, daquela instituição,  da Evolução nas Carreiras, e para tal é preciso muito estudo e aperfeiçoamento.

6- Os Auditores, somente alguns reclamavam, mas esses próprios não queriam e não querem até os dias de hoje trabalhar nesse setor (Trânsito de Mercadorias) por ser bastante estressante. (Grifos nossos, pois trata-se de opinião deles).

7- Que não queriam lidar com caminhoneiros cansados de longas viagens e nervoso. Não é tarefa para se querer de livre e espontânea vontade. Comentam. Mas trabalho é trabalho e alguém vai ter que fazê-lo, gostando ou não…

8- Já são passados quase 12 anos ou mais, até o presente momento, nenhum Governador ou Autoridade do Estado, ou mesmo fora dele, jamais reclamou do ótimo trabalho do Agente de Tributos.

9- De repente, sem que ninguém esperasse, a Sefaz BA, mais propriamente na Inspetoria do Varejo, alguém da alta administração, resolve fazer um sorteio para ver quais os “felizardos para trabalharem por um trimestre no Trânsito de Mercadorias”.
10- Houve um verdadeiro descontentamento na Inspetoria. Ninguém queria e nem quer se convidado ou sorteado a trabalhar nesse setor. Muitos com  mais de 60 anos e a maioria  quase se aposentando…

11- Há ainda um outro detalhe: Cada auditor sorteado, deve trabalhar por três meses. Quando começar um novo trimestre, um outro será novamente sorteado, e assim por diante.

12- Para a Sefaz, olhando com mais cuidado, pouco vai adiantar. Uma pessoa com três meses não dá nem para aprender direito o trabalho. Aí sai, entra outro novato para o Setor e vai ter as mesmas dificuldades, concorrendo assim de pouco valia para a produtividade que se espera.
13- O que a Sefaz deveria fazer, era criar um centro de treinamento para as pessoas experientes no Setor de Trânsito e oferecer uma gratificação justa, já que há maior desgaste pessoal, fisco e mental. Olhar com cuidado os mais idosos. Essas pessoas, por serem mais fragilizadas não devem ser aproveitadas nesse tipo de trabalho, salvo força maior, mas que no momento não é o caso.

14- Tudo isso, em relevância a Agente de Tributos  porque o Trânsito e o Simples Nacional está a cargo deles, e só eles têm expertise   nesses segmentos.
15- Há também muitas controvérsias sobre o parecer feito recentemente por um procurador do Estado. Trata-se de uma grande autoridade e merece todo o nosso respeito, mas o que se fala e se conhece,   é que é um Parecer opinativo, não tendo as-   sim força de Lei.

16- Fala-se que os autos lavrados serão nulos porque as leis anteriores que estavam em vigor não foram revogadas e nem houve ainda a Decisão ou Acórdão.
Como se trata de assunto polêmico, muitos auditores estão a exigir dos responsáveis superiores, documento assinado, para mais adiante, não ter a sua dignidade afetada, ou mesmo sofrerem processos  judiciais.

Feitas essas considerações, volto a lembrar que as duas  classes estavam trabalhando muito bem, cada uma fazendo os eu trabalho, sem interferência no trabalho do outro. Que o governo do Estado não está interessado em se mudar o que foi feito em gover-nos anteriores, que por sinal, está na esfera do mesmo partido que aprovara a lei 11.470.


Deixamos bem claro, que nenhum Auditor Fiscal quer trabalhar no Trânsito de Mercadorias e se for, será contra a sua vontade. Se houve, alguém interessado, retiro o que acabei de dizer, pois até agora nem os que estão contra o Agentes de Tributos estão querendo para si.

Esse tipo de polêmica só serviu para dar grandes prejuízos ao Estado. Os Agentes de Tributos estão impedidos de lavrar os autos de infração que faziam desde há doze anos ou antes, e os Auditores, os que forem para o Trânsito, com autos a serem anulados, vai também com os burros n água.

Há também mais um detalhe: Muitos Auditores estão em vias de se aposentarem, e eu pergunto: Quem vai lavrar os auto do Trânsito de Mercadorias se os Auditores Fiscais forem insuficientes para o  Trânsito, Simples Nacional e o próprio Comercio?

Enfim, para nós Auditores Fiscais e Agentes de Tributos, e para o Estado com sua função fiscalizadora, nada de novo e nada de melhor. Pelo que se conhece, nem mesmo nos pênaltis esse assunto ficará bem resolvido de forma satisfatória… Uma Classe sempre deve ser elevada, desde que os seus componentes tenham sido bastante responsáveis.
Jucklin Celestino Filho

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Executivo e Legislativo feirense afagam os calos da desmoralização/Por Carlos Lima*

A última situação de conflito que surgiu entre o Executivo e Legislativo de Feira de Santana é de difícil solução.

No início da semana, mas precisamente na sessão de quarta–feira, dia 28, o vereador Paulão afirmou que o chefe da Divisão da Juventude órgão ligado à Secretaria Municipal de Agricultura, Emerson Tavares Ribeiro, vem de forma sistemática tentando desmoralizar o Poder Legislativo Municipal, tecendo críticas e difamações contra os vereadores, principalmente ele e o presidente da “Casa”, vereador Fernando Torres.

Tudo se resume a denúncia feita por ele, em plenário, sobre a entrega de cestas básicas e leite durante a eleição.

No pronunciamento questionou o prefeito Colbert Filho se pretende  manter esse cidadão no seu governo.

Alegou possuir 20 gravações, em Cds, para serem distribuídas e que se chegarem nas mãos do Ministério Público, vai cair um bocado de gente.

“Eu não vendi cesta básica nem leite para me eleger.” Insinuou o vereador.

O Paulão já apresentou projeto de CPI sobre as cestas básicas, com 10 assinaturas e cobrou do presidente a sua instalação. Perguntou: “Vossa Excelência fez o que com as dez assinaturas?”

“Se Colbert também não adotar alguma medida, eu vou levar os  CDs para o MP”.

Foi nesse momento que ficou terrivelmente desmoralizante a denúncia formulada.

O vereador deixou transparecer se tratar de uma provável chantagem.

Ou Colbert exonera o seu diretor, ou ele entrega os 20 CDs ao  Ministério Público.

O que se pode deduzir em tal situação?

Se Colbert demitir o diretor, confessa culpa de negociatas com cestas básicas, ou no mínimo teme investigação do MP e fica refém do vereador que possui as gravaçõe.

Se não demitir o diretor, está preparado para o enfrentamento. Chama indiretamente o vereador Paulão de mentiroso e  desmoraliza o seu mandato.

Está criando um impasse que não terminará em empate. Se ficar por isso mesmo, ambos estarão desmoralizados.

Será uma sequela política que poderia ter sido evitada diplomaticamente. Alguém sofrerá consequências amargas.

Mas como a moral já adquiriu calos, um a mais ou a menos não fará qualquer diferença pessoal.

Quem poderia ter capitalizado politicamente nesse episódio era presidente, Fernando Torres, teve seu nome envolvido, corajosamente manteve uma postura de independência, fato que há muitas décadas não vê, no entanto se perde mais uma vez durante pronunciamento, perde o controle e o comportamento ético, fere a decência e a dignidade do cargo que ocupa.

 Carlos Lima, Jornalista

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Não troco minha dignidade, pela minha liberdade/Por Marizete Matos

O mundo está  cheio de bons samaritanos.Mas temos que compreendê-los, por qual ótica? Do cinismo, ou da sem-vergonhice?  Por que agora, essa bondade  ao Lula?Quando a esmola é  grande, o santo desconfia. Os novos arranjos, são falsos, infames, escondem nas entrelinhas, tanta canalhice, porque , entende-se , de pessoas desse naipe — infames, falsas, mesquinhas, canalhas, que jamais esperar-se-a  compreenderem o grandioso gesto de dignidade de quem não se dobra à  própria  honra, e não  aceita barganha.A sua resposta é  clara e cristalina:”NAO TROCO MINHA DIGNIDADE, PELA MINHA LIBERDADE “!

Canalhas não hão de entender, a fibra de um homem, de 74 anos, que perdeu a companheira  de uma vida, o irmão, o neto, Athur, de sete anos , que mesmo manietado, preso sem provas, injustamente  condenado, não se entrega, não aceita meio termo — ser libertado  em regime semi-aberto, porque crime algum cometeu. Nao aceita o menos, por lhe caber, o mais: a integridade  de sua honra.

O arranjo, mesmo sendo um direito à progressão da pena, na sua ótica, e de todos  que prezam pelo bem maior, a dignidade  pessoal, lhe fere a honra, razão de  não se curvar à  barganha, qual seja, receber a liberdade aviltada numa permuta espúria; só  a receberá, senão plena de direito — livre das masmorras  prisionais, fazendo justiça  a crime algum, ter cometido. Prefere continuar preso, a se render a arranjos desse teor, se não  for  para lhe restituir a liberdade plena, reitera-se, por crime algum ter cometido.

Lula não se dobra .Nao aceita meio termo.Outro o faria, por não aguentar tanta injustiça — privação  de estar no convívio   da família — filhos, netos e demais parentes.

Há, de o Brasil ,um dia,se penitenciar de ter encarcerado  seu líder maior, a presto de crime de delito indeterminado.

Lula sair-se-a  maior, mais altaneiro, dessa infâmia  perpetrada contra ele, preso político. E seus carrascos, no lixo da história!  

Marizete Matos

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A história do fisco baiano, depõe a favor do Agente de Tributos. Ccontra fatos, não há argumentos/Por Jucklin C. Filho*

Por quem os sinos dobram

Sucede que aqueles que nada perderam , e acham que os sinos dobram única e exclusivamente para eles, os maiorais a quem todos devem se curvar, querem ser os donos de uma centenária instituição.


Outorgam-se tanta importância e não aceitam concorrência onde pensam ser seu espaço de reinado:A SEFAZ/BA. E que concorrência! Uma categoria
altamente qualificada, testada em mais de três décadas de trabalho com eficiência, competência,  eficácia , extremo profissionalismo no tocante a seu campo de atuação fiscal, alinhando experiência  , responsabilidade e honestidade que a caracteriza.Não carecendo, portanto, de apresentação o profícuo trabalho dos excelentes  Agentes de Tributos Estaduais da Bahia, em razão de
a história do Fisco baiano depor a favor deles.Contra fatos, não há argumentos.

As respostas  às questões supra explicitadas, explicam-se à  luz da irracionalidade , diiz o porquê de atitudes reprováveis  por parte de algumas  criaturas que se deixam envenenar por sentimentos diminutos de ódio, segregação, vaidade, arrogância, prepotência  e pretensão de quererem o mundo apenas para si, em face da brevidade da vida,  que tem uma  certeza cruenta aos caçadores de riqueza : ninguém leva nada para o túmulo.

Esse pessoal da ONG, parece ter  esquecido, ou pensa ser  imortal,  os há pouco tempo falecidos  Auditores Fiscais e Agentes de Tributos que se foram para as plagas do outro mundo? Não adianta títulos nobiliárquicos, juntar tesouros na terra.

Quando o ódio fala  mais forte do que a razão, é a desonesidade intelectual sendo expressada com o fito de atingir a quem tem por inimigo.E no caso, fomos nomeados  pela  ONG  multifacetada por uma concha de retalhos que engloba  o que a turma detesta, mas faz vista grossa: REINTEGRADOS, APOSTILADOS E TRANSPOSTOS, seus desafetos preferidos , a quem cabe serem expurgados desuma e rapidamente do Fisco baiano.

Não importa nossos  atributos , nossos bons serviços
prestados ; não importa que não  tenhamos fracassado em nossas vidas profissionais, e que  tenhamos sido, outrossim,  um livro aberto de sucessos, excelência em  ações fiscais que carrearam enormidade de recursos para os cofres públicos. Graças à  tal fato, os entes governamentais reconheceram nosso brilhante de  do crédito tributário(2009).

Tudo isso, a esses camaradas,  não importa.Seremos, sempre, para alguns da ONG, os ateizinhos, os incompetentes, cuja ação fiscal representa menos de 1% da arrecadação do Estado.

Esses camaradas , de há muito, procuram de todas as maneiras escusas nos  desumanizar , nos  arrastar à precariedade em nossas atividades  fiscalizatórias , utilizando-se  de todas as armas  persecutórias, a ponto de influenciar uma agremiação política , o DEM, que aprovara  a lei 8.210  e fora de encontro a mesma lei que aprovara. E até então , embalde nas suas deletérias tentativas, haja vista terem sido derrotados quanto à ADI 4233, e pretensão de serem sindicato, e tudo por birra e por inveja, porque nada lhes foi subtraído.Muito pelo contrário, foram agraciados com o teto de desembargador .Não entremos no mérito se são desembargadores ou não….

A verdade se claridifica, e aponta o dedo para esse grupo:
Qual a razão desse ódio visceral, contra os Agentes de Tributos?Por que volta as armas contra nós? E isso vem de há  tempo, desde o sindifisco.
Nossa ascensão os incomada? São viúvas que choram a perda do amparo marital, quando se apropriavam do trabalho do ATE, apenas assinando o auto de infração, e era sabido em todos os meandros da Fiscalização baiana que toda a preparação para o  lançamento do crédito tributário fora iniciada pelo Agente de Tributos?
Querem o retorno dessa situação vexatória?
Ora , tudo isso reside em inveja, frustração de alguns do instituto estarem auditor, por ponga no mega metrô, agosto 89, lei 5.265.E se alihando a eles, alguns provindo de uma ilegalidade: os REITEGRADOS.

Inveja dói, às vezes mata.Não permitiremos que depois de plantarmos, regamos a planta, vê-la crescer e transformar-se em uma árvore frondrosa , vir um vilão qualquer arrancá-la  na marra.

Plantamos nossa árvore em solo fértil. Cresceu, dustribuindo frutos sadios na árvore sadia,  até então, produz  excelentes frutos  — bons serviços prestados aos diversos contribuintes Bahia afora, e  agora, depois de nosso árduo labor,  pretendem envenenar nossa gigantesca árvore de mais de 35 anos.


     Jucklin C. Filho, Func. Público

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Possível candidatura de José Ronaldo ao senado está condenada ao insucesso/ Por Sérgio Jones*

O prefeito de direito e não de fato Colbert Martins (MDB), município de Feira de Santana, terrinha de Lucas, continua insistindo e não perde a oportunidade, quando se encontra diante dos holofotes da imprensa tupiniquim para divulgar as “boas novas”.

Ele afirmou, em algumas oportunidades, que juntamente com seu grupo político já dispor de um nome para candidato ao senado e este é do ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho.

E por diversas vezes, pessoas mais próximas, flagraram o prefeito chamando e se referindo ao ex-prefeito, José Ronaldo, de “meu senador”.

Também defende que os nomes de Carlos Geilson (PSDB) e José de Arimateia, ambos Republicanos, para que busquem conquistar vagas para deputado estadual, sob a alegação de que esse espaço precisa ser ampliado.

No que se refere ao nome do ex-prefeito, o comentário que já começa a circular nos bastidores da política local é de que se ele partir para disputar uma vaga no senado a história vai se repetir, a derrota será líquida e certa.

Mais uma vez o governador Rui Costa vai levar de lavada. Repetindo a fenomenal surra dada nas urnas, quando o ex-prefeito na condição de boi de piranha assumiu o lugar de ACM Neto, na disputa para o cargo de governo do Estado. O que existe de similaridade nessa eleição, em relação à anterior, é quanto ao fato de que ambos estarão disputando para ocupar uma única vaga disponível.

Há quem afirme que a aceitação e disposição do ex-prefeito em aceitar naquela oportunidade em disputar o cargo ao governo do Estado se deveu a vários fatores, vaidade e outras atitudes pouco ou nada confessáveis.

Será que o muy amigo prefeito, Colbert Martins deseja que o seu mentor político repita a dose? Nunca é demais lembrar a célebre frase enunciada pelo filósofo e pensador Karl Marx: “ A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”. Só nos resta esperar.

Sérgio Jones, jornalistas (sergiojones@live,com)

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Degradação moral dos políticos em Feira de Santana ultrapassa os limites do tolerável/ Por Sérgio Jones*

A degradação moral com a ascensão ao poder pelo presidente Jair Bolsonaro e toda a sua corja, vem ganhando contornos nunca antes vistos ou registrados nos anais da história brasileira.

Exemplo próximo a nós pode ser sentidos como reflexo com os costumeiros pronunciamentos feitos por suas excelências, no legislativo e até mesmo no executivo feirense.

Dentre as inúmeras aberrações e impropérios proferidos por eles, destaque para o vereador evangélico Pastor Valdemir Santos (PV) que em pronunciamento recente destacou o crescimento no índice de violência em Feira de Santana, devido a intensificação do tráfico de drogas. Em parte, eu concordo com ele.

Entretanto, o que se busca evidenciar com tal discurso é procurar tapar o sol com a peneira, tentar pegar a parte pelo todo. Esquece sua excelência não ser esse o único fator. Como reza o ditado popular o buraco é mais embaixo.

A questão tem como fundo principal a grave situação econômica vivida atualmente pelo povo brasileiro. Provocada por uma administração de um governo degenerado e antipopular que tem sido responsável pela degradação econômica e moral de nosso povo.

Tais equívocos administrativos têm gerado como resultado em milhões de desempregos e subempregos e paralelamente, no sucessivo aumento da miséria de forma indistinta, em todo o território nacional.

Modelo este, que tem contado com o apoio incondicional de parte de grupos evangélicos do qual o vereador é classificado e identificado como pastor.

O que significa dizer que sua excelência tem uma significativa parcela de culpa ao se solidarizar com um sistema de governo genocida e negacionista.

A questão do tráfico é preocupante. Mais de forma mais danosa para a coletividade tem sido o deplorável cenário político que tem gerado graves distorções sociais.

Ao sentenciar de que quando você compra uma droga, você está patrocinando um crime. O mesmo pode se dizer dos barões evangélicos quando se tornam parceiros de projetos bolsonarista. Um pouco de reflexão antes de falar, não faz mal a ninguém.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Anomalias do governo Colbert têm sido constantes e se agravam em tempos de crise/ Por Sérgio Jones*

Colbert Martins Filho, Prefeito de Feira de Santana

As atrapalhadas da administração do alcaide feirense, o prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins (MDB), têm obtido notoriedade pública. Principalmente em época de crise com o surgimento da Covid-19.

Os erros administrativos se repetem, com frequência, principalmente no tocante a incapacidade de elaborar um programa minimamente eficiente no combate a Covid-19. No município o número de óbitos já chegou ao patamar de 618 mortos.

O programa, até o presente momento, é cheio de equívocos. O modelo adotado pelo atual governo no combate a pandemia é um abre e fecha do comércio que já está sendo denominando pelos munícipes como Programa Sanfona.

Enquanto o bate – cabeça prossegue em sua gestão o povo continua a mercê da sanha do vírus que não dá trégua. O péssimo serviço da qualidade do transporte que já se tornou histórico, tem sido um forte aliado no avanço da pandemia na cidade.

Nos horários de pico as aglomerações nos ônibus são avassaladoras, e até mesmo desumana. Mas isto é “compreensível”, afinal políticos e seus familiares não fazem uso dos mesmos. O mais grave é que nada é feito, por parte do poder público, para minimizar o problema. Que já existe antes e deve perdurar ao longo e após a pandemia.

O que mais presenciamos nas ações do atual mandatário é solicitação de recursos ao governo federal e a imposição de aumentos de tarifas nos serviços públicos, a exemplo do que deve acontecer em breve, no caso do “Transporte Público”, além dos envios de boletos de IPTUs que não param de chegar nas residências. Também não se pode esquecer dos atrasos constantes no repasse de pagamentos de pessoal, entre outras mazelas administrativas.

Os serviços oferecidos pelo poder público são de péssima qualidade, o que resulta na redução também de trabalho. Podendo ser citado como evidência o problema que afeta os agentes de trânsito da SMT. Com a suspensão do Adicional de Jornada Excedente (AJE) que os agentes tinham e foi retirado no início do ano.

O exercício de toda essa trágica alquimia financeira tem resultado no paradeiro dos veículos e por extensão, dos agentes que estão circulando a pé. O que significa que na prática não está havendo fiscalização ou atendimento nos feriados, aos sábados e domingo.

Sérgio Jones, jornalista (Sergiojones@live.com)

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