Feira: criatura se volta contra o criador/ Sérgio Jones*

A história se repete

Feira: criatura se volta contra o criador/ Sérgio Jones | Jornal Carlos Lima – Jornal da Povo

Relação institucional entre o prefeito de direito e não de fato Colbert Filho (MDB) e o ex-prefeito, José Ronaldo (DEM), se encontra abalada e em rota de colisão,

Pelo menos é o que vem sendo divulgado na grande mídia baiana. Fato que já faz algum tempo, é do pleno conhecimento de todos os feirenses. Há quem afirme de pés juntos, que a causa da discórdia é sempre a mesma, poder e dinheiro.

Esse filme já é conhecido por todos, a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa. No governo de Tarcízio Pimenta a exemplo de Colbert Filho, ambos ungidos ao cargo de gestor municipal pelo ex-prefeito e caudilho da política local, José Ronaldo.

Na gestão de Tarcízio Pimenta houve um estremecimento entre o criador e a criatura. Por que agora deveria ser diferente? O que fica claro para todos é que esses politiqueiros existem tendo como objetivo precípuo, se beneficiar dos podres poderes.

E para que isso aconteça lançam mão dos mais diversos artifícios e expedientes, nem sempre lícitos. O que importa para eles, são os fins e não os meios.

A questão social passa a ser uma questão de menor interesse, quando ascendem ao poder. Este tema só serve como peça de retórica no período eleitoral, quando os discursos fáceis afloram com grande abundância, tendo como finalidade interesses totalmente alheios aos da coletividade.

Uma coisa podemos dar como certa, embora os dois neguem a existência de tais conflitos, áulicos que vivem próximo a eles, que nem mariposas em torno da luz, garantem que o racha está previsto para acontecer, é só uma questão de tempo. Quem viver verá!

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Legislativo feirense: aberração política que só existe para atender demandas de suas ‘excelências’/ Por Sérgio Jones*

Legislativo feirense: aberração política que só existe para atender demandas de suas ‘excelências’/ Por Sérgio Jones | Jornal Carlos Lima – Jornal da Povo

Os poderes legislativo e executivo são distintos e independentes. Conforme determina as normas, necessário se faz que haja um equilíbrio entre ambas as partes, estabelecido a partir da separação existente entre eles.

A função do legislativo é legislar e fiscalizar os atos do executivo. Mas na prática, essas relações ocorrem de forma promíscua e em total falta de sintonia para com as suas reais finalidades.

O que prevalece entre suas excelências são negociatas que buscam atender interesses deles, em detrimento dos interesses da coletividade.

No município de Feira de Santana, constantemente vereadores têm declarado o seu descontentamento com a gestão do prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB).

Diferentemente do que se pode imaginar, essas manifestações e atos de rebeldia, por parte dos edis, nada têm a ver com a busca da melhoria e bem-estar da qualidade de vida do cidadão feirense, como a princípio se poderia imaginar.

As desavenças surgem diante de um cenário em que os parlamentares têm os seus interesses contrariados pelo executivo. Eles alegam não se sentirem valorizados pelo alcaide.

O que eles entendem como valorização é ter suas demandas atendidas. Demandas estas, nada convencionais e ainda menos republicanas, como obtenção de cargos para serem distribuídos de forma graciosa com alguns cabos eleitorais e seus familiares.

Caso bastante emblemático ocorreu recentemente com declaração feita pelo vereador Zé Curuca (DEM). Que em um pronunciamento carregado de forte emoção se dirigiu à tribuna da Casa. Oportunidade em que lembrou os relevantes serviços prestados por ele, durante a campanha eleitoral visando reeleger o atual prefeito.

Ele disse não se sentir valorizado com o tratamento recebido pelo alcaide e menos ainda, após o mesmo ter demitido a sua esposa que exercia cargo administrativo nas hostes do governo municipal.

Diante do exposto, só resta ao cidadão se questionar para que serve mesmo a existência desse poder que foge dos seus ritos e tramitações e passa a atuar como um verdadeiro balcão de empregos?

Toda essa festa é bancada às custas do suor do povo e objetiva apenas a atender única e exclusivamente às demandas de suas ‘excelências’.
A abominável prática atenta contra todos os princípios da decência humana, e resulta em consideráveis custos para o erário.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Indignação de Colbert no repasse das vacinas é puro pragmatismo político/ Por Sérgio Jones*

A inveja do Rui

Procurando desviar as atenções com relação as costumeiras falhas cometidas na estratégia adotada no que tange ao combate a Covid- 19 em Feira de Santana. Combate esse, que praticamente inexiste.

O prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB), tem atuado administrativamente de forma desastrada contrariando o velho e sábio ditado popular em que sentencia: macaco velho não pula em galho seco.

Ficar com futrica e na busca de bode expiatório para justificar as suas falhas na estratégia utilizada no combate à pandemia. Não o exime da responsabilidade de que o misto de prefeito e médico não tenha obtido algum sucesso na redução de combate na taxa de mortalidade, provocada no município.

Recentemente, o mandatário da terrinha de Lucas anunciou que vai entrar na justiça contra uma decisão da Comissão de Intergestores Bipartite (CIB) que excluiu o município de Feira de Santana no que se aplica ao repasse das vacinas da Janssen.

“Não vamos tolerar, mais uma vez, esse desrespeito, esse desprezo pela maior cidade do interior da Bahia”, protestou. Desrespeito que ele e seu grupo político nunca demonstrou ter na prática, para com o município e seu povo.

O nó górdio da questão é quanto a alegação de que o Estado está recebendo 180 mil doses de vacinas da Janssen e nenhuma dose ter sido destinada para Feira. “Ganhamos na Justiça e temos a certeza que vamos ganhar de novo, pois esta nova decisão é mais um absurdo, uma falta de respeito, de bom senso e, por que não dizer, uma discriminação injustificável a Feira de Santana”, desabafa.

A bem da verdade, toda essa aparente e pretensa manifestação de indignidade, nada tem a ver com a preocupação de aspecto humanitário. Toda essa grita tem um visível viés que busca obter ganhos, meramente políticos.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Colbert vive à caça de bodes expiatórios na tentativa de justificar sua gestão catastrófica/ Por Sérgio Jones*

Leitos de enfermaria e Unidades de Terapia Intensiva (UTI), tanto na rede pública e privada, incluindo a recém-inaugurada unidade hospitalar Dr. Benício Cunha Cavalcante, em Feira de Santana, estão totalmente ocupadas.

O comunicado foi feito pelo prefeito de direito e não de fato Colbert Filho (MDB), durante coletiva de imprensa virtual ocorrida na segunda-feira (24).

Sempre na busca de bodes-expiatórios na tentativa de justificar ou atribuir a culpa de sua gestão administrativa desastrosa, adiantou que o aumento das internações está diretamente associado ao contágio durante as comemorações no Dia das Mães.

Sem mencionar que o deficiente sistema de transporte coletivo da cidade tem contribuído de forma sistemática para a elevação dessa triste estatística.

Entre outras medidas adotadas em sua operação sanfona que abre e fecha o comércio ao sabor dos interesses do empresariado local.

“Não adianta abrir leitos quando a população não se cuida. Por isso fica o alerta: mesmo vacinado, é preciso usar máscara e respeitar o distanciamento social. Nada de festas, nada de aglomeração”, o lero-lero de sempre.

Utilizando o argumento de que a vacina é a forma mais eficaz para imunizar e reduzir as complicações provocadas pelo vírus, o misto de médico e político não perdeu a oportunidade para reclamar do repasse das doses destinadas pelo governo do Estado, para o município de Feira de Santana. Que segundo ele não tem obedecido o devido princípio da proporcionalidade.

Em vez de buscar soluções efetivas para solucionar o problema, fica simplesmente se lamuriando como se isso fosse modificar a situação. Não sai do seu imobilismo político, e continua se lamentado e se colocando no papel de vítima, principalmente quando entrevistado pela mídia local.

“Vemos como exemplo a cidade de Alagoinhas, que com pouco mais de 150 mil habitantes recebeu 5.850 doses da vacina Pfizer, isso representa 3,84% da população. Enquanto Feira de Santana com mais de 600 mil habitantes recebeu apenas 7.350 doses, que representa 1,18% da população.

É totalmente desproporcional, precisamos de uma distribuição justa. Precisamos receber mais doses”, continua com o choro e lamentos.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Governo homicida de Bolsonaro provoca a China na esperança de que ela interrompa o fornecimento de insumos ao Brasil/ Por Sérgio Jones*

Manipulações grosseiras para com a verdade tem sido a tônica desse desgoverno bolsonarista, negacionista e homicida. Dando uma frontal demonstração de falta de diplomacia para com o governo chinês.

Por meio de suas redes sociais, o ministério da Saúde celebrou a chegada de “insumos do exterior” para a produção de 12 milhões de vacinas AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Fiocruz.

Às provocações gratuitas e descabidas de Bolsonaro tem como objetivo, provocar o governo chinês para que o mesmo deixe de enviar o IFA. Isso acontecendo dará munição ao patético discurso do presidente, para colocar aquele país, como o verdadeiro vilão da história. Quando a bem da verdade, este não se encontra lá fora, mas entre nós.

Logo após a postagem, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming fez pronunciamento local ironizando o termo “insumos do exterior”.

Não podemos nos lembrar de esquecer e nem esquecer de se lembrar que o país chinês é considerado o que mais tem fornecido insumos para vacinas do Brasil. Apenas no mês de maio, o governo chinês enviou três mil litros desse Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), utilizado na produção da CoronaVac.

Se nos encontramos nessa triste dependência de insumos produzidos e enviados de outras nações para o Brasil, quando capacidade comprovadas temos para produzi-los.

Se isso não aconteceu foi devido a ação nefasta desse desgoverno que propositalmente tudo tem feito objetivando sabotar e desacreditar a ciência local.

Através de pronunciamentos negacionistas realizados na mídia nacional, como também reduzindo os repasses de verbas para pesquisas, nesse importante setor.

Importante lembrar que o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, já havia anunciando com antecedência, na quinta-feira (20), a liberação de novos lotes do IFA.

A confirmação do envio dos insumos foi feita durante reunião por videoconferência com o Fórum de Governadores, que reúne autoridades federais e estaduais.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Colbert sobre a CPI: “não há um fato determinado, o depoente não disse coisa com coisa” / Por Sérgio Jones*

A CESTA BÁSICA EXISTIU E FOI DISTRIBUÍDA

Às vezes os astros estão alinhados e conspiram a favor, as vezes não. É o que está acontecendo no município de Feira de Santana, com relação a CPI da Cesta Básica em que o eleito prefeito de direito e não de fato Colbert Martins (MDB) e seu grupo político foram acusados de ter feito graciosamente a distribuição da mesma, durante as eleições.

Se utilizando e aproveitando da necessidade e carência da população para usar tal expediente como moeda de troca, tendo como objetivo cabalar votos a favor deles. Prática que por lei é considerada criminosa.

 Segundo consta, entre a população é de opinião que tal crime foi realmente cometido. O que se busca no memento, são provas consistentes. O que ainda não se obteve.

Essa situação acontece diante da incapacidade e falta de competência demonstradas pelos articuladores da CPI da Cesta Básica. O chamado grupo “aliados” que tem como principais articuladores o presidente do legislativo Fernando Torres (PSD) e vereador Paulão do Caldeirão (PSC).

O prefeito só tem a comemorar, por enquanto. Ao ser indagado sob quais os passos a serem adotados pelo governo sobre a CPI da Cesta Básica, nesta terça-feira (18), anunciou. “Objetivamente não há um fato determinado. E o depoente (Paulão) não disse coisa com coisa”.
Diante do impasse, a situação tende a ser conduzida para a judicialização. O que significa que o caso receberá tratamento jurídico na política.
Quanto ao polêmico vereador Paulão do Caldeirão, ao que parece os astros continuam conspirando em seu desfavor. O que se divulga é que ele se encontra internado no hospital Clériston Andrade, após ter sido reinfectado pela Covid-19.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Ciro Gomes encontra o seu lado bandido ao declarar apoio à candidatura de ACM Neto ao governo da Bahia/ Por Sérgio Jones*

Quem não se recorda da pieguice e da atitude imatura e covarde adotada pelo candidato derrotado a presidente Ciro Gomes (PDT). Ato ironizado pelo deputado Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara ao dizer que o pedetista saiu à francesa no fim do primeiro turno das eleições de 2018, para passear em Paris.

Em resposta Ciro disse: “Esse lado bandido do PT precisa entender que eu saí no segundo turno para não ter que explicar porque eu não faço mais campanha com marginais do PT”.

Nada melhor do que um dia após o outro. Agora, o eterno candidato à presidente da República, ex-ministro petista Ciro Gomes, afirma que o seu partido PDT vai apoiar a candidatura do político oligarca baiano, ACM Neto. Candidato legítimo representante das forças mais atávicas e reacionária que o país hospeda.

Qual o argumento utilizado por Ciro para justificar essa tomada de atitude ao admitir que vai apoiar a candidatura de ACM Neto (DEM), ao governo da Bahia, no próximo ano?

Será que ele se identificou e se encontrou com esse lado bandido do Democratas?

Tudo nos conduz a acreditar que sim. A máscara caiu, no afã incontrolável para chegar ao poder, ele ultrapassa os limites da dignidade humana deixando transparecer a sua verdadeira face.

A face de um político oportunista que tenta se camuflar utilizando-se de uma retórica com forte viés nacionalista, de quem tenta comprar gato por lebre.
Mas como já se tornou prática rotineiro, ele sempre acaba dando com os burros n’água. E tudo deixa transparecer que dessa vez não será diferente, das anteriores.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Ministério deverá impor mais uma derrota política ao governo genocida de Bolsonaro/ Por Sérgio Jones*

Os demônios da Covid-19

Com pomposo nome foi elaborado um documento conhecido como “Diretrizes Brasileiras para Tratamento Hospitalar do Paciente com COVID-19”, que se posiciona contrário ao uso dos medicamentos azitromicina, ivermectina, hidroxicloroquina e cloroquina, todos apontados como ineficazes no combate contra a doença do novo coronavírus.

A utilização desses medicamentos contra a COVID-19 já foi descartada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que ressalta a possibilidade de efeitos colaterais graves.

Importante observar que ao longo da pandemia o governo genocida tem, de forma sistemática e irresponsável, defendido o uso do coquetel da morte em favor do tratamento precoce no combate a COVID-19.

De acordo com notícias circulada na imprensa brasileira. Em maio de 2020, o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, chegou a alterar o protocolo da pasta ao permitir a prescrição de cloroquina para pacientes de casos leves de COVID-19.

Oportunidade em que Bolsonaro, durante a posse oficial do patético ministro, chegou a posar diante da mídia com uma caixa de hidroxicloroquina nas mãos, defendendo o uso do medicamento.

O presidente fez diversas aparições públicas se passando como garoto propaganda na divulgação do coquetel.

O mais cruel de toda essa realidade grotesca é que o Brasil é um dos países mais impactados pela pandemia da Covid-19, em todo o planeta. Atingindo a triste marca de mais de 15,5 milhões de casos da doença, além de registrar o número de óbitos superior a mais 436 mil mortes.

Caso a orientação prospere, uma vez que o documento deverá passar pela análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). Onde ficará dez dias à disposição de consulta pública. Na sequência é que poderá ser adotado como diretriz do governo federal.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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A importância do doutorado/Autor desconhecido

Quando se tem doutorado

O dissacarídeo de fórmula C12H22O11, obtido através da fervura e da evaporação de H2O do líquido resultante da prensagem do caule da gramínea Saccharus officinarum, (Linneu, 1758) isento de qualquer outro tipo de processamento suplementar que elimine suas impurezas, quando apresentado sob a forma geométrica de sólidos de reduzidas dimensões e restas retilíneas, configurando pirâmides truncadas de base oblonga e pequena altura, uma vez submetido a um toque no órgão do paladar de quem se disponha a um teste organoléptico, impressiona favoravelmente as papilas gustativas, sugerindo impressão sensorial equivalente provocada pelo mesmo dissacarídeo em estado bruto, que ocorre no líquido nutritivo da alta viscosidade, produzindo nos órgãos especiais existentes na Apis mellifera.(Linneu, 1758) No entanto, é possível comprovar experimentalmente que esse dissacarídeo, no estado físico-químico descrito e apresentado sob aquela forma geométrica, apresenta considerável resistência a modificar apreciavelmente suas dimensões quando submetido a tensões mecânicas de compressão ao longo do seu eixo em conseqüência da pequena capacidade de deformação que lhe é peculiar.

Quando se tem mestrado

A sacarose extraída da cana de açúcar, que ainda não tenha passado pelo processo de purificação e refino, apresentando-se sob a forma de pequenos sólidos tronco-piramidais de base retangular, impressiona agradavelmente o paladar, lembrando a sensação provocada pela mesma sacarose produzida pelas abelhas em um peculiar líquido espesso e nutritivo. Entretanto, não altera suas dimensões lineares ou suas proporções quando submetida a uma tensão axial em conseqüência da aplicação de compressões equivalentes e opostas.

Quando se tem graduação

O açúcar, quando ainda não submetido à refinação e, apresentando-se em blocos sólidos de pequenas dimensões e forma tronco-piramidal, tem sabor deleitável da secreção alimentar das abelhas; todavia não muda suas proporções quando sujeito à compressão.

Quando se tem ensino médio

Açúcar não refinado, sob a forma de pequenos blocos, tem o sabor agradável do mel, porém não muda de forma quando pressionado.

Quando se tem ensino fundamental

Açúcar mascavo em tijolinhos tem o sabor adocicado, mas não é macio ou flexível.

Quando não se tem estudo

Rapadura é doce, mas não é mole não!!!!!

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O despreparo e a incompetência têm sido marca indelével no legislativo feirense/ Por Sérgio Jones*

Acredite se quiser! Mas o impossível acontece.

A Câmara Municipal de Feira de Santana, foi palco de uma situação que podemos considerar comum e ao mesmo tempo inusitado. Que merece atenção de todos, em especial dos formadores de opinião que abundam a terrinha de Lucas.

Como já sentenciava com elevado nível de precisão o ex-governador da Bahia, Octávio Mangabeira, também considerado como o “ filósofo da baianidade”: “Pense num absurdo, na Bahia tem precedente”.

O ínclito vereador do democratas José Marques de Messias, conhecido popularmente como Zé Curuca, membro da Comissão de Constituição e Justiça, assinou parecer contrário à tramitação de um projeto considerado inconstitucional.

Até aí alguém poderia questionar o que poderia haver de errado nesse simples ato, aparentemente nada. Se não fosse por um importante detalhe. Quando o parecer do projeto foi votado, o representante do distrito de Humildes descobriu ter votado contra o próprio documento de sua autoria, assinado por ele.

Qual a dedução que se pode tirar desse erro crasso?

Simples, embora seja o projeto de autoria dele, tudo leva a crer que não foi elaborado e nem lido por ele. Talvez esse tenha sido o fato que o conduziu à tomada de medida adotada deixando transparecer de forma cristalina, o total desconhecimento de seu conteúdo.

Comportamentos como esses, por parte de suas excelências, refletem o baixo nível da política e dos políticos brasileiros.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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