Gente é pra brilhar e não pra morrer de fome/Por Alberto Peixoto*

“Quem procura osso é cachorro”. A fome bolsonarista humilha a população/ Jornalistas Livres
 

Segundo dados estatísticos, dezenove milhões de brasileiros não conseguem fazer as refeições básicas do dia. Café da manhã, almoço e jantar saíram da pauta destes desvalidos.

Estes “indigentes” engrossam a cada dia a fila para receber pedaços de ossos com retalhos de carne que são distribuídos por açougues, às vezes três dias na semana. Os brasileiros desamparados não tem acesso a uma alimentação habitual e de qualidade no mínimo razoável.

“Tem gente que pega e já come cru, ali mesmo”, se emociona Samara Rodrigues de Oliveira, dona de um dos açougues de Cuiabá.

Conforme relatam alguns moradores, o número de pessoas que frequentam estas filas está aumentando vertiginosamente, dando volta no quarteirão.

A maioria dos brasileiros tem a fome como uma situação permanente de forma que, a cada manhã, ele só tem a certeza de que vai ser muito difícil se alimentar, uma necessidade básica do ser humano. À noite é um grande pesadelo. Não sabem se terão algo para matar sua fome no próximo dia.

Aliado ao descaso e à má administração do governo federal, veio a pandemia para agravar mais ainda a situação já caótica pela qual passa esta parcela de brasileiros.

Os principais fatores de crescimento deste quadro doloroso são: aumento do desemprego que, em consequência, amplia a extrema pobreza; alta dos preços dos alimentos básicos; redução do auxílio emergencial, entre outros fatores.

Como bem diz Caetano Veloso, cantor e compositor baiano, em uma de suas canções,“gente é pra brilhar, não pra morrer de fome”. Não se sabe quando os abastados políticos brasileiros vão entender isso.

“Gente é pra brilhar,
não pra morrer de fome.
Gente deste planeta do céu de anil.
Gente, não entendo gente nada nos viu.
Gente espelho de estrelas,
reflexo do esplendor.
Se as estrelas são tantas,
só mesmo o amor”. (Caetano Veloso)

Alberto Peixoto, Escritor.

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Suboclusão sofrida por Bolsonaro é mental tendo como efeito colateral a intestinal/Por Sérgio Jones*

As artimanhas apresentadas, diariamente, pelo patético presidente genocida, Jair Bolsonaro já não mais engana até o mais dos incautos cidadãos brasileiros.

Como é do conhecimento geral, no domingo (18), o principal manda-chuva da nação recebeu alta médica após passar quatro dias internado no Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo.

Em nota emitida pela equipe médica a mesma afirma que após receber alta, vai seguir com acompanhamento ambulatorial.

Ele esteve internado desde a quarta-feira (14) de julho para tratar de um quadro de suboclusão intestinal. Mas a bem da verdade, este diagnóstico tem como objetivo maquiar a realidade dos fatos.

A verdadeira obstrução sofrida por este ser criminoso é mental, este é o desafio maior a ser enfrentado e provavelmente jamais a ser superado por ele.

Quanto aos possíveis efeitos colaterais que tem como consequência uma suboclusão intestinal talvez isso ocorra devido a sua anatomia física, onde o que se pode considerar como cérebro.

O que daí se torna razoavelmente explicável o fato de ejetar tanto dejetos pelos seus mais variados orifícios, excetuando o esfíncter.

O quadro apresentado pelo Bolsonaro requer tratamento psiquiátrico para que ele possa, se ainda isso for possível, superar os graves sintomas de doenças mentais que afetam a saúde deste ser alienado.

Mas acreditamos que mesmo diante dos avanços na ciência, a maioria dos tratamentos não obterá melhoras significativas diante do avanço da doença que destrói o que resta daquele corpo valetudinário, enfermiço, em completo estado de putrefação moral e física.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Vereador Edvaldo Lima: calado é um gentleman, falando é um desastre anunciado/ Por Sérgio Jones*

O vereador inominado

Alguém, em algum momento alertou para o fato de que a inconveniência da democracia é ter que ouvir e aturar até mesmo aqueles considerados incompetentes. O vereador feirense Edvaldo Lima (MDB) é uma prova viva dessa assertiva.

A sua habitual prática em se comportar e falar bobagens tem sido uma realidade inquestionável. Para que isso se efetive na prática, basta que ele abra a boca para que comece a jactar uma série de impropérios.

O seu comportamento é abominável e carece de qualquer contextualização histórica. Calado é um gentleman, falando é um desastre anunciado.

Dentre o corolário de besteiras proferidas pelo insidioso parlamentar destaque para a infeliz citação feita por ele na terça-feira (13), durante a realização da sessão que tratou da Lei de Diretrizes Parlamentares (LDO).

Nesta data aziaga, fez ele fez uma declaração na Câmara Municipal de Feira de Santana, que podemos considerar como uma das mais desastrosas. Ao afirmar de forma cabotina que quando foi militar, período da ditadura, desconhecer o fato que ao longo desse tenebroso período, tenha havido mortes e menos ainda, pessoas torturadas pelo regime de exceção.

A pergunta que não quer calar, embasado em que pode ele fazer tal afirmação. Ao que parece, devido ao seu baixo nível de escolaridade, não deve ter ocupado uma patente elevada na hierarquia militar que o permitisse a ter acesso a dados e documentos considerados, na época, como sigilosos.

Talvez diante dessa realidade é que ele se viu impedido de tomar conhecimento de fatos. Fatos estes, que são de domínio e conhecimento geral, tanto no país como no exterior.

Tal comportamento adotado por sua excelência, nos induz a acreditar que esse cidadão seja alguma espécie de alienígena. Há que defenda e afirme que os homens são de Marte, talvez seja ele, um desses homens.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Bolsonaro: apêndice político que tem como função destilar ódio e sofrimento ao povo brasileiro/ Por Sérgio Jones*

A cópia bizarra do presidente Genocida, Jair Bolsonaro, tem obtido visibilidade política devido estúpidas declarações feitas diariamente na imprensa, em nível nacional e internacional.

O ‘Clown’ se parece e se comporta como um tipo de órgão humano, o apêndice. Este não tem utilidade alguma, além de provocar dor, sofrimento, entre outros dissabores ao ser humano.

Pesquisas realizadas em 2007 por cientistas da Universidade Duke, nos EUA descobriram que este órgão tem como função fabricar e servir como depósito de bactérias.

Alguns poderiam nos perguntar qual a semelhança que há entre os dois. Eu diria que são como irmãos siameses, também chamados como xifópagos, vivem um ligado ao outro. Qual a serventia que Bolsonaro tem na presidência da nação?

Embora, o apêndice seja um órgão essencial para o corpo, o que não é o caso de Jair Bolsonaro, o órgão coloca em risco a vida do cidadão devido à elevada chance de estourar e liberar bactérias pelo abdômen, o que resulta em uma infecção generalizada. Há ou não semelhança entre os dois?

Após fortes protestos realizados em Cuba, no último domingo (10). O pústula do mandatário brasileiro se utilizou de sua cloaca para dar vazão e expelir todo tipo de dejetos, o que faz de forma costumeira. Dando a entender aos brasileiros que fazem oposição ao seu degenerado governo: “Estão querendo viver como os cubanos e os venezuelanos, não têm mais cães e gatos na Venezuela, comeram tudo”.

O que dizer do Brasil presidente? Não sofre com o criminoso embargo econômico e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba, a partir de 19 de outubro de 1960. Quase dois anos após a gloriosa revolução cubana.

O Bolsonaro esquece, de forma proposital, mencionar que o país que diz governar conta atualmente com cerca de 116 milhões de brasileiros vivendo na mais completa insegurança alimentar.

Números superam, em mais de 15 vezes, a atual população cubana que está em torno de 11,2 milhões. Preocupado em apontar os erros alheios, Bolsonaro esquece de fazer o dever de casa.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Colbert cria cortina de fumaça para se furtar de suas responsabilidades, enquanto gestor/ Por Sérgio Jones*

BRASÍLIA, DF, 09.08.2011: OPERAÇÃO VOUCHER – O secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins durante transferência de presos Operação Voucher da Polícia Federal para o Amapá. (Foto: Sérgio Lima/Folhapress)

Para o prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB), na condição de dublê de médico e prefeito as mortes das vítimas do Covid-19 se resumem em apenas números, dados estatísticos.

“Ele deve agir em Lauro de Freitas, que é governada pelo PT e está em segundo lugar em número de mortes entre as principais cidades da Bahia, enquanto Feira está em último”. Que pronunciamento cabotino e indigno de qualquer ser humano, que se considere minimamente coerente.

A sua obsessão em atacar o governo do Estado tem como objetivo criar uma cortina de fumaça para desviar as atenções dos feirenses com relação a sua gestão criminosa e desqualificada. Que tanto tem prejudicado o desenvolvimento do município de Feira de Santana.

Insatisfeito em demonstrar o seu lado obscuro busca ele, reforçar o seu comportamento necrófilo, tentando imputar de forma despudorada e politiqueira que a ação do governo petista de Rui Costa tem sido responsável pelo elevado índice de vítimas fatais no Estado.

Em sua mente enferma procura elaborar exercícios e fórmulas matemáticas que justifiquem os seus questionáveis argumentos.

O que o mandatário ainda não entendeu é que tentar justificar um erro nada mais é do que errar outra vez. O importante não é justificar o erro, mas impedir que ele se repita.

Não adiante continuar folgando com os erros alheios como se eles justificassem os nossos. Por mais que o prefeito busque desculpas, estas jamais justificarão os seus lamentáveis erros.

E observem que os erros dele não são poucos, principalmente na sua práxis política. Tudo nos leva acreditar que a mesma prática se aplica em outras atividades de sua malfadada e insignificante existência.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Indignação dos militares aparenta apenas sombra da realidade/ Por Sérgio Jones*

Existe um velho adágio popular que professa: Quem tá na chuva é para se molhar e para quem já tá molhado um pingo é besteira.

A bravata vociferada pelo ministro da Defesa e os comandantes do Exército, Marinha e da Aeronáutica com teor de forte indignação em resposta ao pronunciamento feito pelo presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM).“

Em nada tem a ver com a realidade dos fatos, corrupção existe em todos os segmentos da sociedade, o que difere uma da outra é o grau de intensidade em que são utilizadas, mas o crime permanece o mesmo.

Portanto, a nota oficial de indignação emitida pelos militares é totalmente despropositada. Esquecem eles, que o dever de fidelidade é a lei, por que com eles deveria ser diferente?

Atualmente, entre militares da ativa e reserva existem cerca de dez mil deles atuando e mamando nas tetas do governo, contingente que supera em número aos existentes no governo após o golpe de 1964.

É bem verdade que não se pode pegar a parte pelo todo. Mas a prática de corrupção nas forças armadas sempre existiu, não adianta tentar tapar o sol com a peneira.

Não será com ameaças e bravatas que as Forças Armadas vão acabar com essa praga em suas fileiras. Cabe a eles, apurar e punir quem assim procede.

Fazer ameaças a senadores que defendem a democracia e a liberdade do povo brasileiro, não é uma medida inteligente. Afinal, não se pode negar a existência do lado podre das Forças Armadas. Quem não se recorda do recente escândalo da existência de tráfico de cocaína no governo de Bolsonaro.

Investigações apontam possíveis cúmplices militares envolvidos que utilizavam aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), na rede de tráfico de drogas, em nível internacional.

Vamos acabar com a hipocrisia e aprender a dividir responsabilidades, viver com a verdade, sem mentiras.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Ex-prefeito feirense se utiliza da imprensa para mendigar cargo junto aos seus aliados políticos / Por Sérgio Jones*

Feira de Santana: Ex prefeito Zé Ronaldo

O mar não está para peixe. Quem diria que chegaria o dia em que veríamos o velho cacique político, José Ronaldo (DEM). Eterno prefeito de Feira de Santana, se utilizando da imprensa para mendigar cargos políticos.

Em entrevista recente concedida a uma emissora de rádio local disse ele estar à disposição do seu pretenso grupo para ocupar a vaga de vice governador ou senador em 2022.

Nunca é demais lembrar que mercadoria oferecida perde poder de barganha no mercado, no mundo político não é diferente. A bem da verdade, é que o velho caudilho político está sem opção e diante dessa nova realidade, desse novo cenário que se avizinha em 2022. Por isso mesmo se encontra desesperado e tenta vender o seu peixe que começa a cheirar mal.

O que não se sabe, até o presente momento, é se alguém tem demonstrado algum tipo de interesse pela velha raposa felpuda, que já deu o que tinha que dar. Não tem nada de novo a acrescentar, suas ideias não correspondem aos fatos.

Não entendeu que existe tempo certo para cada coisa, para cada propósito, tempo para plantar, tempo para colher. E o dele já se esvaiu na ampulheta do tempo.

Diante desse novo cenário político insiste ele em permanecer preso aos podres poderes. Ensandecido diante de seu ocaso político, esquece que mercadoria oferecida perde o valor de barganha.

Como muito bem explicita o refrão da música Laranja Madura, autoria de Ataulfo Alves: “laranja madura na beira da estrada tá bichada Zé ou tem maribondo no pé”.

O ex-prefeito é uma espécie de dinossauro fossilizado que tenta, de todas as formas, continuar encrustado nos podres poderes. A contribuição que insiste e busca oferecer é ampliar o gigantesco fosso social já existente no país.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Colbert e sua batalha de Pirro travada com o legislativo feirense/ Sérgio Jones*

Guerras pirricas

O comportamento patético do atabalhoado prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins (MDB), ganha maior visibilidade e novos contornos em momentos de crise. Crises estas, que têm se tornado uma prática constante, recheadas com mais erros do que acertos.

Exemplo concreto tem sido a tomada de postura adotada por ele ao optar por se utilizar e adotar uma estratégia de modelo amador de fazer política. Que tem resultado em uma incapacidade visível em manter e promover um diálogo minimamente harmônico com o povo e em especial, com o legislativo.

As tretas e mutretas, que podemos traduzir como padrão anormal de governar dele, é do conhecimento geral de todos.

Órgão da imprensa local ousa insinuar que com o recesso legislativo na Câmara Municipal de Feira de Santana, o prefeito terá ao menos cerca de 30 dias para recompor sua base, que atualmente conta com o apoio de apenas  1/3 dos vereadores, o que corresponde a sete deles.

As sessões ordinárias recomeçam a partir do dia 3 de agosto. O segundo semestre promete ser agitado com ameaças de implantação de CPIs e a votação do Orçamento Municipal para 2022.

O que aparentemente poderia ser considerado uma espécie de trégua para que o governo municipal tentasse recompor suas bases junto ao legislativo feirense. Podemos considerar como uma batalha de Pirro.

O que busca, na realidade, o executivo é aproveitar o vácuo e tentar melhorar e reverter o placar político entre os dois poderes, a seu favor. Se não der certo, só lhe resta uma única alternativa, tentar decidir o impasse por WO.

O que significa obter uma vitória, por parte do governo municipal, quando a equipe legislativa se encontra impossibilitada de competir ou de quando a ausência física deles se torna patente, o que os impede de travarem o bom combate.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Ao impasse criado, o remédio é a Carreira Única/Jucklin C. Filho

Poder Discricionário e Princípio da Eficiência, mandamentos constitucionais à disposição do gestor público para organizar o seu quadro de servidores. É um poder-dever de extinguir, alterar, modificar e criar novos cargos quando esses não mais comportam estarem estagnados, sem poderem acompanhar as dinâmicas  diretrizes que impunham serviços  mais qualificados, servidores mais bem preparados em termos funcionais e qualificação escolar para fazerem face aos desafios a eles requeridos, com um grau de dificuldade cada vez mais premente.

Inexplicável, que se queira engessar o direito de as carreiras evoluirem.Tal proceder é negar o  Princípio da Eficiência no serviço público, esposado pelos melhores administrativistas do país. Nada mais justo, que um cargo, criado a priori com exigência de nível médio, e que vinha ganhando contornos de mais complexidade, evoluindo de tal forma — absolvendo  algumas atividades  outrora elencadas no rol de um cargo de maior complexidade,  exigindo  de seus servidores melhor qualificação técnico-funcional, seja alterado quanto  à escolaridade — de segundo grau, à  formação superior. Por que o espanto?No Fisco baiano, tais remanejamentos, por algumas vezes,  foi posto em prática. Não houve xiliques, questionamentos.Haja vista os trampolins de transformação de cargos, transposição e apostilamentos.” Aqui não cabe a pecha de trens da alegria Foi simples reogarnizações de carreiras
a bem do serviço público”– dizem os benefíciados , quanto aos arranjos governamentais.

Estamos a bater na mesma tecla, para aclararmos as mentes que fingem não saberem que os cargos no Fisco da Bahia não  exigia formação alguma para o seu provimento. Alguns eram de livre nomeação do governador. E  o.cargo de Auditor Fiscal não detinha a titularidade da constituição do crédito tributário e, apenas a partir de 1978, veio exigir nível superior para seu provimento.

Agente de Tributos e Auditor Fiscal, carreiras unificadas pelo mesmo  Grupo 0cupacional Fisco da Bahia.Dois cargos que há muito se confundiam pela similaridade de atribuições: o Agente de Tributos desempenhando algumas atividades que foram privativas do AF, pontuando que desde 2002,  o nível superior foi acrescido ao cargo de  ATE, estabelecendo que a distinção que se fazia entre os cargos,  era a apenas a constituição do crédito tributário a cargo do auditor fiscal . Em 2009, estabeleceu-se a isonomia funcional entre os cargos de nível superior da Sefaz /Ba, embora sem nenhum acréscimo remuneratório ao Agente de Tributos.

Tudo deveria aquietar-se com a adoção por parte do governo Wagner da lei 11.470, uma lei que veio fazer justiça a quem já fazia de fato o lançamento do crédito tributário e  via agora  seu trabalho sendo valorizado, sem que outro viesse conclui-lo apenas assinando o auto de infração.Mas não. Aquele grupo,  alguns daquele mesmo grupo saudoso do finado Sindifisco, arregimentaram o mesmo partido político  que houvera aprovado a lei.8.210 para ir de encontro a mesma lei que aprovara e questionar a lei 11 470.

Criado o impasse. A lei 8.210(2002), 11.470( 2009)não foram julgadas incostitucionais pelo STF. Entretanto, limita a ação do Agente de Tributos. Vedando.a esse, constituir o crédito tributário no Trânsito de Mercadorias e no Simples Nacional, abrindo exceção ao ATE para poder fazer o lançamento, os Agentes de Tributos aprovados depois de 2002.

A verdade é  que nem o AF e nem 0 ATE estão autorizados a procederem aos devidos lançamentos, até a conclusão da modulação. Que fazer?Sabe-se que os auditores fiscais não querem retornar ao posto fiscal. Por mais de três meses perdura essa situação constrangedora para  o Estado da Bahia que está arcando com enormes prejuízos.

Nos postos fiscais, nas transportadoras, nas volantes, no correio, no comércio ( Simples Nacional) , o Agente de Tributos impossibilitado de autuar. E AFs além de não quererem  trabalhar nesses segmentos , não podem lançar mão do crédito tributário,  sob pena de incorrem em ato nulo, que ensejará recursos na Justiça por parte dos contribuintes.

Ante o impasse, o remédio seria a Carreira Única, um pleito de justiça a quem por mais de três décadas vem desempenhando a contento, suas atividades no Trânsito de Mercadorias e Simples Nacional.
AUDITOR FISCAL  I  E AUDITOR FISCAL II. Assim: Agente de Tributos — Auditor Fiscal I; Auditor Fiscal — Auditor Fiscal II.  “Este é  o norte! É norte!”Somos os ” gansos” altaneiros do Fisco baiano, que embora uns gatos pingados queiram, não se divide.

Jucklin C. Filho

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Tibieza moral do governo de Colbert contribui para o aumento de óbitos em Feira de Santana/ Por Sérgio Jones*

Operação Vouche, prisão de Colbertb Filho

Nada a comemorar, só a lamentar, este tem sido o grande legado político de Feira de Santana, herdado ao longo de sua triste e sofrida história. Com o passar dos anos nada, ou muito poucas mudanças ocorreram, na terrinha de Lucas.

As velhas e atávicas oligarquias continuam se sucedendo nos podres poderes. As práticas são as mesmas, manter o povo sempre sob o jugo desses algozes, enquanto eles se fartam e lambuzam com o erário. Sempre utilizado para atender os interesses dos mesmos. Como fossem extensão de seus interesses privados.

Estamos assistindo mais uma vez essa prática perversa e deletéria que se agravou com a chegada da pandemia, onde os interesses da coletividade são colocados em segundo plano pelo prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB).

Diante de sua visível tibieza moral, ele sede de forma ordeira e graciosa aos execráveis caprichos de empresários que só visam o lucro. Com essa atitude tem contribuído, de forma sistemática, para aumentar os índices, já elevados, do número de mortos pela Covid-19, no município.

O despautério administrativo se registra em toda a esfera governamental do município. No transporte público contamos com uma existência fictícia de um BRT que efetivamente nunca saiu do papel e os seus custos já ultrapassam o montante superior a 100 milhões de reais.

O mesmo ocorre no que concerne ao trato dispensado à saúde pública. Escândalo da Pytiocampa, que implica em desvio de recurso equivalente ao aplicado no transporte municipal.

Crimes de toda ordem, principalmente financeira, continuam acontecendo e se reproduzindo em escala insustentável. O agravamento na área social é visível com o elevado número de mendigos que ocupam as áreas urbanas, em especial próximos aos viadutos, onde fazem de morada, além de suas necessidades fisiológicas nas calçadas dos moradores daquelas proximidades.

A secretaria de Assistência Social inexiste e, se existe é de forma decorativa. Não dá o ar de sua graça junto a essas pessoas que vivem e convivem em situação degradante, tanto moral como física.

A secretaria de Turismo é outra falácia, outro ponto fora da curva. Sua existência nada tem a ver com a realidade local. A inexistência de pontos turísticos é visível e os poucos existentes se encontram abandonados pelo poder público.

O único turismo que pode ser amplamente explorado, na terrinha de Lucas, é o da violência. A urbis desponta no cenário nacional como uma das mais violentas do país.

Entretanto, como já se tornou costume, pessoas mais desavisadas podem alegar que esse departamento e de ordem e reponsabilidade do Estado. O que não deixa de ser verdade, mas isso não isenta totalmente, a responsabilidade do governo municipal. O combate à violência é um dever de todos.

Quanto a existência e a atuação do legislativo feirense, este é simplesmente lamentável. O papel desempenhado por parte de suas excelências, pode e deve ser considerado como execrável.

Merecendo destaque atuação patética que tem como expoente maior o atual presidente, Fernando Torres, que pode ser considerado um ser com elevado grau de refinamento quando a questão em pauta se desloca para atos grosseiros e a prática de todo tipo de ameaças possíveis, e até mesmo impossíveis, objetivando atingir adversários e detratores, que não são poucos.
Faz tempo que a denominada Casa da Cidadania sofreu uma transmutação.

Podendo ser denominada de tudo, menos com esse apodo. O ambiente é ultrajante. Toda essa situação tem sido perpetrada de forma intencional devido ao despreparo parlamentar de suas excelências. O mais crível é que todo esse cenário grotesco é mantido com recursos públicos.
]

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria