Monthly Archives: maio 2020

Bolsonaro e suas amebas políticas/ Por Sérgio Jones*

Grandes semelhanças entre as atitudes de Hitler e Bolsonaro
FOTO: Brasil de Fato

A estupidez já ficou comprovada ser uma característica humana que é muito bem representada pelo atual governo brasileiro que não esconde vícios reacionários com o intuito de discriminar pessoas por raça, classe ou qualquer atributo social, cultural ou histórico.

O arremedo do governo do presidente Jair Bolsonaro é motivado por uma ideologia doente e com forte viés de quem é portador de fortes distúrbios de caráter emocional. Que o identifica em plena harmonia com as masmorras que trucidaram centenas de pessoas, durante a ditadura militar.

Talvez isso explique os constantes atos do desatinado presidente que com sua turma de lobotizados que pregam e praticam todo tipo de manifestações, que têm como ponto forte a divulgação de toda a sua desumanidade e brutalidade explícita.

As manifestações perpetradas pelo desqualificado presidente e seu grupo de amebas políticas têm se caracterizado como ameaças voltadas para os segmentos mais vulneráveis da sociedade, uma das mais perversas e desigual do planeta.

Já se tornou comum as ameaças e desrespeitos demonstrado em seus bizarros discursos. Em que são incorporados ataques orquestrados contra os povos indígenas, nordestinos, negros, gays, sem esquecer aos diretos aos trabalhadores, estudantes, além de promover o arrocho no salário mínimo e um corolário de outras mazelas, que vão diretamente contra os interesses do povo.

Os arroubos bolsonaristas são o que se pode classificar como a expressão máxima do pensamento vulgar. Em que afirma e prega como solução final o extermínio puro e simples das pessoas, visando corrigir os males e desvios perpetrados pelo capitalismo.

A expressão propagada por ele de que bandido bom é bandido morto não se aplica pelo simples fato de não especificar o tipo de bandido, pé de chinelos ou de colarinho branco, provavelmente ele está se reportando aos primeiros. Até mesmo por uma questão de sobrevivência dele e de suas milícias.

Esta equação genocida de eliminar pobres já foi colocada em prática em diversos momentos da nossa história, que culminou com a barbárie e a impunidade. Podemos citar como uma das mais próximas a nós o modelo desenvolvimentista escravocrata na formação de nosso país, que resultou em nosso atraso moral e econômico. A palavra de ordem é: ‘Fora Bolsonaro’.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Lulinha tenta ressuscitar cadáver político em Feira/Por Sérgio Jones*

Lulinha e suas propostas mirabolantes
FOTO: Bahia na Política

O vereador Lulinha da Conceição (DEM) não deixa de surpreender o povo feirense com suas propostas mirabolantes e nem sempre sintonizadas com a realidade que nos cerca.

Não sei se por falta de opção de seu grupo político ou qual o seu real interesse em adotar essa posição, mas o que se quer saber é qual foi a real motivação que o levou a lembrar do nome do amigo e ex-deputado federal Fernando de Fabinho.

O qual acredita ele, ser um nome palatável para fazer uma dobradinha, na condição de vice, na chapa do prefeito Colbert Martins, que busca a sua reeleição, no próximo pleito eleitoral.

Talvez a tal lembrança de aspecto nostálgico seja efeito colateral da pandemia do coronavírus. Onde na busca desesperada de sobreviver física e politicamente, a sua excelência, em um determinado momento de recolhimento, foi bafejado por um ato de epifania e aproveitou a oportunidade para lançar mão de ideias exóticas ou até mesmo estapafúrdias, na tentativa vã de ressuscitar um cadáver político.

O mais crível de toda essa comédia, com forte pitada bizarra de teor político, é que o ex-tudo, deputado estadual, federal e por duas vezes prefeito é apresentado como um bom administrador, o que faz com que edil acredite, ser Fernando de Fabinho, um bom nome. Na sequência afirma, que o ex-tudo já encapou a ideia e já se colocou à disposição do partido.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Abusos de preços de combustíveis em Feira não é exceção à regra / Por Sérgio Jones*

Virou, já há um bom tempo, um jogo de gato e rato. Só que nessa história sempre quem sai vencedor é o rato. O cidadão já está cansado e já faz tempo que não acredita nos órgãos de fiscalização de Feira de Santana.

A novela do Procom x postos de combustíveis é um conto do faz de conta, volta e meia os fiscais da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Feira de Santana (Procon/FSA) – autarquia da Prefeitura – visitam os postos de combustíveis e constatam aumentos abusivos cobrados pelo produto, e nada de efetivo acontece, para conter os abusos, identificados e praticados.

Recentemente, cerca de seis estabelecimentos visitados constataram um aumento excessivo comparado ao valor praticado na bomba há semanas anteriores. Como sempre, a palhaçada se repete, os postos são notificados e deverão prestar esclarecimentos. Tudo isso acontece enquanto o produto na refinaria apresentou queda nos preços.

O mais desgastante de toda essa comédia bufa é que após esclarecimentos feitos pelos proprietários dos postos, multas não são cobradas e os crimes perpetrados contra os interesses do cidadão continuam acontecendo.

Até quando? Acredito que nem mesmo os mais otimistas saberão ou arriscarão fazer qualquer previsão ou prognóstico, nesse sentido.

Enquanto a esbórnia financeira continua sempre contando com as bênçãos parcimoniosas do poder público, que costumeiramente se coloca ao lado da plutocracia existente. Enquanto tudo permanece como dantes no quartel de Abrantes.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Governo de Feira rejeita transparência sobre Covid-19/Por Carlos Lima

Escuridão do Covid-19 em Feira de Santana

Confirmando tudo que já comentamos sobre as ações do governo de Feira de Santana no combate e controle da pandemia, a Instituição sem fins lucrativos “Dados Abertos de Feira”, divulgou a falta de transparência nas informações oficiais divulgadas.

O projeto, segundo a coordenação da instituição, concluiu que em escala de 0 a 100, o índice de transparência praticada pelo governo Colbert, em relação a pandemia, é 17, ou seja, insuficiente e com possibilidade de estarem sendo manipulados.

O artigo 5º da Constituição Federal Brasileira diz que a democracia é baseada no poder do povo, sua legitimidade se dá quando o indivíduo tem amplo acesso às informações da Administração Pública. O que não é o caso do governo Colbert Martins.

No livre acesso aos processos que norteiam a gestão, os munícipes tendem a ser mais participativos, auxiliando na formulação de propostas consistentes e satisfatórias.

Mesmo o mundo vivendo uma crise profunda que envolve vidas, o sensato seria que nenhum viés político ideológico fosse adotado.

Feira de Santana, no entanto, faz parte de um governo em que ministro vê Jesus na goiabeira e pandemia mundial é apenas gripezinha.

O presidente do país despreza ciência e convoca jejum e oração para combater a contaminação. Não seria novidade a comprovação de manipulação nas estatísticas.

Nos países que estão com resultados mais positivos no combate ao Covid-19, eles realizaram testes em mais de 16 mil habitantes por cada milhão.

Quem realizou testes em número inferior a situação ficou mais grave na contenção de contágio e mortes.

Em Feira de Santana não se sabe quantos testes foram realizados, não existe transparência nem eficiência técnica.

Se no Brasil existia até pouco tempo menos de 500 indivíduos testados para cada milhão, o que se dizer sobre os testes realizados no município feirense?

A secretária de Saúde, Denise Mascarenhas emudeceu e sumiu diante do Covid-19. Será incapacidade técnica e profissional para gerir as ações?

Caiu em desgraça no seu grupo político, ou o prefeito Colbert vislumbrou uma vitrine política para alavancar sua candidatura à reeleição?

Infelizmente, diante desse panorama podemos deduzir que possa existir manipulação, engodo, mentira e a má-fé na gestão dos dados e da verdade sobre a pandemia em Feira de Santana no comando do prefeito Colbert Martins.

Não existe uma forma milagrosa de saber se alguém é portador e transmissor do vírus, se não for fazendo o teste.

Quanto menor o número de indivíduos testados, maiores as possibilidades das pessoas estarem contaminadas e contaminando outras.

Essa é a falta de transparência desse governo municipal, citada e comprovada pelo ”Dados Abertos” que utilizou a metodologia e critérios da OPEN.

Carlos Lima, Jornalista

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Os filhos do “Capetão”/ Por Sérgio Jones*

O Capetão e seus três patéticos filhos
FOTO: Arquivos Google

Não sou o que se pode caracterizar como leitor da revista Veja, mas aconselho até mesmo os mais radicais dos radicais, se não leu, a lerem a matéria sobre os filhos do capitão intitulada a Nova Dinastia, autoria de Nonato Viegas Eduardo Ghirotto e Fernando Molica. Matéria foi editada em 16/11/2018.

A matéria, embora tenha sido redigida em 2018 é mais atual do que nunca e traça uma precisa imagem de Bolsonaro e seus degenerados filhos.

Na qual classifica o Eduardo, em especial, como o mais bolsonarista dos bolsonaristas. Tendo em 2016, iniciado “uma especialização no Instituto Mises, centro difusor da escola liberal em São Paulo. O que possibilitou a decisiva ligação entre Bolsonaro com o economista Paulo Guedes e o mercado.

O Eduardo é apontado como um dos que exerceu forte influência na formação da bancada de dez deputados do PSL em São Paulo e na aproximação da campanha do pai com o ex-estrategista de Donald Trump e Steve Bannon, criador do grupo The Movement, que reúne políticos de direita — ou “antissistema”, em todo o mundo.

Ele integrou o quadro administrativo na Polícia Federal, tendo trabalhado pouco menos de um ano como escrivão em Rondônia, na fronteira com a Bolívia, antes de ser transferido para São Paulo, onde permaneceu até vencer sua primeira eleição.

Tendo em sua candidatura a deputado federal em 2014, amealhado 82 000 votos com a ajuda do pai e posteriormente se reelegeu com quase 2 milhões de votos, recorde histórico para o cargo. Além de ter se envolvidos em inúmeras outras peripécias que contou com o apoio de perto de seu pai, Jair Bolsonaro.

De acordo ainda com a matéria, os três irmãos atuam como uma espécie de conselho superior da República (como no Irã dos aitolás), intervindo até na indicação de ministros do novo governo. E cita um caso curioso ocorrido na “na terça-¬feira 13, de outubro de 2018, os irmãos chegaram a sabatinar o embaixador Ernesto Araújo, nomeado chanceler no dia seguinte.

Os filhos do presidente eleito queriam saber o que o diplomata pensava sobre a crise na Venezuela, o regime de Cuba, a prisão do ex-presidente Lula e sua repercussão no exterior. “A gente perguntou também se votou em Fernando Haddad e até sobre o que acha da situação do Cesare Battisti. Tudo para saber, além do conhecimento técnico, o alinhamento político e ideológico”, contou Flavio”.

Também se refere a família Bolsonaro como uma espécie que exerce a direção de um partido informal em formação: o “partido da polícia”, não no sentido de ser composto por policiais para defender interesses corporativos das categorias profissionais que trabalham na área de segurança.

Cita Os Antagonistas como responsáveis pela contratação de Olavo que ajudaram a instrumentalizar a operação Lava Jato para fazer uma espécie de cruzada de limpeza ética no Brasil, na verdade para destruir as forças democráticas de centro.

Com precisão cirúrgica os autores da matéria traçam os perfis de quem são e quais as funções que eles exercerão no governo, os três filhos de Jair Bolsonaro, todos políticos e possíveis titulares de cargos e lideranças no legislativo. Com elevado grau de assertiva, que se efetiva nos dias atuais.

Sérgio jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Eli Ribeiro: aumento da violência em Feira tem como causa o isolamento social/ Por Sérgio Jones

Vereador Eli Ribeiro: Sem assunto e sem argumento

Sem assunto e argumento que o possibilite fazer uma abordagem mais precisa da realidade que atualmente afeta a todos os brasileiros o vereador Eli Ribeiro (Republicanos), tenta requentar um fato que não é novo e que infelizmente sempre existiu em Feira de Santana, alto índice de violência.

Irresponsavelmente o vereador bolsonarista faz, de forma não tão velada, uma crítica ao citar que ao invés do isolamento social ter reduzido o número de homicídios, foi o contrário. Até parece ao ‘impoluto’ legislador que o aumento da mesma se deve justamente por conta do isolamento das pessoas, causado pela pandemia.

É o que eu sempre digo, os equívocos de avaliação cometidos pelos legisladores feirenses ocorrem devido ao baixo índice de escolaridade existente, entre parte deles, o que dificulta o entendimento das nuances sociais e de sua ampla rede de complexidade.

O que o citado vereador procura com tal argumento, é desconstruir o que é recomendado pelos estudiosos e doutores na área da saúde, sobre a importância e necessidade de se manter o isolamento social.

Por certo, a postura dele diante da pandemia deve estar seguindo os ditames de seu partido que apoia vergonhosamente o governo bolsonarista, um presidente demente e incapaz de administrar um país da importância do Brasil.

Diz o ‘ilustre’ vereador que o isolamento social provocou um efeito contrário. ao fazer tal afirmação, ele demonstra ser portador de uma profunda confusão mental. O isolamento social tem outra finalidade que é conter a expansão da pandemia e não combater a violência reinante no município,

Quanto ao fato de dizer que lamenta pela situação existente, ele não tem, neste caso específico, nada a lamentar. Quem deve lamentar é o povo, por ter feito péssima escolha, ao eleger uma pessoa totalmente despreparada para ocupar um cargo dessa importância e relevância social.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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