Monthly Archives: maio 2020

Governo bolsonarista: mosaico de horrores/ Por Sérgio Jones*

A negação da política brasileira
FOTO: Para Além do Cérebro

Desde que a besta ascendeu à presidência, Jair Bolsonaro, tem adotado uma agenda conservadora que está causando corrosão e consequente destruição das conquistas sociais obtidas pela classe trabalhadora, com muita luta, suor lágrima e sangue. O presidente “metamorfo” continua alterando as suas características causando sucessivos estragos na sociedade.

Até o presente momento, não foi disparado ainda a bala de prata para dar um basta no circo de horrores em que vem sendo submetido toda a nação brasileira. A lâmina que foi desferida contra ele, pelo incompetente Adélio Bispo foi direcionada na barriga, quando deveria ser no coração. Mas posso até entender a confusão do justiceiro. Coração é um órgão ao que parece, não ser portador o algoz do povo brasileiro.

De uma coisa o povo já está mais do que consciente, a imitação grotesca de presidente está sendo mais letal para a saúde física e mental do povo brasileiro do que o covid-19, que está deixando um rastro funesto que vem ceifando milhares de vida não só no Brasil, mas em todo o planeta.

Diante da tragédia anunciada segue a trilha de destruição provocado por este desgoverno que envolveu todo o país em uma grave crise sanitária, política e econômica, além de promover uma série de sucessivos escândalos voltados para as áreas ambiental, educação e segurança pública, entre outras, agravadas desde os dias em que o covid-19 aportou no país.

O Planalto conseguiu, segundo avaliam especialistas de plantão, colocar em movimento políticas que são claros acenos em que o governo visando atender seus execráveis objetivos volta-se para as suas principais bases de apoio eleitorais: bancada religiosa, igrejas evangélicas, bancada do boi, ruralistas, bancada da bala, armamentistas, além de madeireiras, mineradoras e desmatadores, “tutto gente buona”.

Toda essa tragédia é articulada em detrimento dos direitos indígenas, ambientais, da educação e da redução da violência. O que podemos deduzir de todo esse flagelo humano é que: “Quando os justos governam, o povo prospera, mas quando os ímpios governam, o povo sofre”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Como o sol que nasce todas as manhãs, a pandemia veio para todos/Por Alberto Peixoto*

A divisão extrema entre ricos e pobres.
FOTO: Edição do Brasil

O sol nasce para todos, mas é importante correr atrás dos seus objetivos porque a vida não é fácil. A pandemia também tem estas características, só que não é preciso tanto esforço para adquiri-la. Ela também veio para todos, basta não observar as orientações dos cientistas e pessoas da área de saúde, para ser acometido.

A Covid-19 escancarou as diferenças no Brasil, sua falta de estrutura em todos os segmentos, principalmente na política e, como já era explicito, a grande falta de formação do povo brasileiro.

A pandemia ressalta a disputa ideológica entre partidos e religiões, sobressaindo desta luta o nível de incertezas em que vivemos e a desorganização social do país, que requer mudanças estruturais urgentes; é fundamental que as pessoas desenvolvam características socioemocionais. mais apuradas; que saiam de um passado remoto e passem a ter uma intelectualidade mais atual, mais empática.

A pandemia revelou a diferença dos privilégios entre as classes dominantes – classe social que controla o processo económico e político – e as mais humildes. A divisão extrema entre ricos e pobres. Mostrou a distância entre as vantagens das classes elitizadas e as classes mais modestas. Enquanto uns estão protegidos, bem alimentados, com saúde de alto nível, outros não tem o que comer, onde morar, saúde precária e sem direito a educação de qualidade.

O Brasil de hoje se caracteriza como o País das incertezas, sem um plano de governo confiável, principalmente nos segmentos saúde, cultura e arte; sem nenhuma perspectiva de que volte ao normal a médio prazo. É muito difícil se fazer uma análise sobre o futuro do Brasil mas, sem ser pessimista, é um futuro indecifrável e obscuro.

Felizmente o sol vai continuar nascendo para todos, já a pandemia vai depender das atitudes escolhidas pela sociedade e, pelo menos no Brasil, vai ser necessário que surja alguém responsável para conduzir esta Nação.

Alberto Peixoto, Escritor

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Vereador Lulinha pede inauguração de obras em plena pandemia/Por Carlos Lima*

Vereador Lulinha

O vereador Lulinha (DEM), que se diz representante do povo e defende seus interesses, deu provas suficientes para que seus representados pensem duas vezes antes de tentar reconduzi-lo ao Legislativo municipal.

Em plena pandemia do coronavírus, o edil demonstrou extrema preocupação com a legislação eleitoral que brevemente proíbe à presença de políticos no exercício de mandato, candidato a reeleição, de comparecerem às inaugurações de obras.

Da tribuna da Casa Legislativa o vereador elencou algumas obras concluídas, as quais o prefeito deve marcar urgentemente as inaugurações.

Ou seja, o vereador feirense propõe a quebra do isolamento social pensando exclusivamente em ganhar dividendos eleitoreiros. O povo pode contrair o Covid-19 e quem sabe até morrer, desde que leve consigo a informação que algumas das obras inauguradas foram indicadas por ele.

Os que sobreviverem, acreditem que ele merece a reeleição para continuar defendendo os interesses do povo de Feira de Santana.

O Ator Flávio Migliaccio que morreu recentemente, em sua carta de despedida, em determinado trecho afirmou que “a humanidade não deu certo”. Teimo em não acreditar nessa premissa.

Minha posição está ancorada na diversidade de pensamento e comportamento, entretanto às vezes vacilo diante de posições narcisistas como essa adotada pelo pseudo representante do povo, identificado como “vereador Lulinha”.

Se procurarmos os traços do seu caráter logo descobriremos que são inexistentes.

Esse edil é um narcisista patológico. Seu maior objetivo é permanecer no poder, porque não depende de capacidade, apenas do voto, no seu entendimento, amplamente manipulado e conquistado, com simples bugigangas.

Esse vereador é um projeto de legislador que nunca vai dar certo. Ele está tão envolvido com sua própria proeminência que não tem empatia com a dor e o sofrimento alheio.

Será permanentemente um representante de si mesmo. E daí?

Carlos Lima, Jornalista

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Feira: governo tem rabo preso com o pessoal do transporte clandestino/ Por Sérgio Jones*

Transporte Alternativo

Já se tornou uma tragédia anunciada o problema do transporte coletivo em Feira de Santana, situação se agrava e se agudiza com o passar do tempo sob a gestão de duas décadas de governo dos Democratas no município.

Quem não se recorda que durante uma das malogradas gestões do governo do ex-prefeito José Ronaldo a população amargou por quase 15 dias com a falta de transporte coletivo na cidade? Resultado da incúria desse governo caduco e desqualificado que se utiliza de todos os artifícios para continuar no poder. Comportamento que é visível e notório, até mesmo para quem não quer enxergar.

Diante da crise e da demonstração da incapacidade e incompetência comprovada desses administradores. Procurando amenizar o estrago e o agravamento da situação inusitada.

Rumores circulantes à época é de que por baixo dos panos foi selado um acordo entre o pessoal ligado ao transporte clandestino e o governo municipal para que estes continuassem atuando livremente no município.

O objetivo de tal acordo era fazer com que fosse amenizado a crise de atendimento no setor. Mas como eu sempre digo, a saúde o transporte coletivo e muitos outros serviços prestados pelos governos tanto na órbita municipal, estadual ou federal são de má qualidade devido ao fato dos políticos e seus familiares não fazerem uso dos mesmos.

Quanto ao não cumprimento do contrato por parte da prefeitura com os proprietários de ônibus, na prática, isso já estava escrito nas estrelas, jamais poderiam ser honrados já que o governo não dispõe de cacife moral para combater, de forma efetiva, a circulação do transporte clandestino.

Afinal, este já foi um forte aliado do governo municipal, naquele momento de crise. Em função dessa lamentável e triste realidade. O grupo que comanda o transporte clandestino se viu e se considerou no direito de continuar atuando, mesmo depois da chegada das empresas de transportes São João e Rosa.

A bem da verdade, o que se percebe é que o governo municipal de antes e o atual ambos não têm peito para enfrentar o problema que se acumula e se agrava. Quem perde com toda essa malandragem política é sempre o povo.

Tal comportamento permissivo acabou se agravando não só pela continuação da existência dos transportes clandestinos como também, fatores outros. Tipo a preservação e manutenção dos corredores de trânsito utilizando pela frota de ônibus e a meta de não estabelecimento do número de passageiros/mês garantido no acordo, no tocante aos passageiros que se utilizariam desses serviços .

O imbróglio continua acontecendo sob o olhar complacente do poder público, que tem demonstrado ser inepto. Onde o que prevalece são os interesses de grupos, em detrimento dos interesses coletivos.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro: o retrato fiel da sociedade brasileira (e os portugueses é que são os burros?)/Por Alberto Peixoto

Bolsominios: o gado do residente
FOTO: Arquivos Google

Foi publicado um artigo no Notícias UOL sob o título: “O Jair que há em nós”: Bolsonaro dá voz ao que há de pior nos brasileiros. Redigido por Ricardo Kotscho, jornalista e colunista do UOL.

Dificilmente se encontra um artigo falando sobre um assunto com tanta propriedade. Realmente o “mito” Bolsonaro é o retrato fiel de grande parte da sociedade brasileira.

Quando abre a boca para dejetar suas asneiras, agredir jornalistas, retrata ipsis litteris, o verdadeiro perfil do brasileiro, sem distinção de classe, que elegeu um presidente com mania de despachar através do Twitter e promover entrevistas em um cercadinho – tipo um galinheiro – arrodeado por seu gado, em frente do Palácio do Planalto, de onde despacha toda comunicação oficial.

Pelo nível do representante deste povo, pode-se saber as suas caraterísticas. Medíocres, alienados, desprovidos de inteligência, racistas, homofóbicos, xenofóbicos, entre tantos outros adjetivos que qualificam seu baixo QI.

Infelizmente este distúrbio cultural não é algo próprio do cidadão comum brasileiro. Encontra-se também em em larga escala nos meios políticos. Ao ser cogitado o impeachment de Bolsonaro, o deputado bolsonarista Bibo Nunes (PSL/RS) retrucou: “É uma piada querer o impeachment de Bolsonaro. Quer piada? Conte uma de português. […] Quer piada? Conte uma do português que é melhor…”, rosnou o deputado federal Bibo Nunes.

Mas será que são mesmo os nossos irmãos lusitanos os burros? Não foram os portugueses que elegeram o chefe da “famiglia” Bolsonaro presidente do Brasil! Segundo o jurista baiano Ruy Barbosa, um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, “Há tantos burros mandando em homens inteligentes, que às vezes fico pensando que a burrice é uma Ciência”.

“Bolsonaro, na verdade, representa não sua negação (da velha política). Ele é a materialização do que há de mais nefasto, mais autoritário, mais inescrupuloso do sistema político brasileiro. Mas ele está longe de ser algo surgido do nada ou brotado do chão pisoteado pela negação da política, alimentada nos anos que antecederam as eleições” – Ricardo Kotscho, jornalista, colunista do UOL.

Enfim, os brasileiros, até mesmo os que não são culpados, estão pagando por esta burrice que boa parte da população cometeu.

Alberto Peixoto, Escritor – comendadoralbert@bol.com.br

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Por qual razão temos que pagar IPTU?/Por Sérgio Jones*

Prefeitura municipal de Feira de Santana

Como acontece todos os anos, a Prefeitura Municipal de Feira de Santana volta o seu apetite devorador e insaciável para promover o arrocho da vida dos contribuintes, através de cobranças de impostos, lesivos aos mesmos.

Não dá trégua nem mesmo em época de pandemia, período que pode ser considerado atípico pelas consequências e prejuízos que têm causado ao povo, não só no campo financeiro como também colocando em risco a sua própria existência.

Quando as atenções de suas excelências deveriam estar voltadas para o problema maior que é preservar a saúde de sua população. Fazem totalmente ao contrário. A preocupação maior é com a redução dos números financeiros do recolhimento do IPTU que este ano de pandemia se apresenta inferior, em relação ao ano anterior.

A situação se torna mais grave e aguda quando se trata de governos ideologicamente afinados com bolsonaristas, como no caso específico de Feira de Santana. Em que tem como princípio e filosofia ser o capital mais importante do que o social.

O que realmente importa para essa casta de patifes privilegiados e este governo de plutocratas é, o acúmulo de capital. Estes segmentos mesquinhos de capitalistas são contrários e se recusam a fazer qualquer tipo de concessão, principalmente quando se trata dos podres poderes.

Em tese, o Imposto Predial e Territorial Urbano é um imposto cobrado ao cidadão que é possuidor de imóvel urbano. E que todo o recurso recolhido fica no município. E com isso, ele pode ser usado em obras na cidade.

No caso de Feira de Santana é uma grande peça de ficção, lenda urbana. Ruas e avenidas convivem com todo tipo de problemas devido à falta de trabalhos voltados para a manter a sua pronta preservação.

O sistema de iluminação pública é precário, embora o cidadão pague a taxa voltada para este setor, quando uma lâmpada é queimada, a sua reposição só acontece depois de 15 a 30 dias.

Tendo, em muitas localidades periféricas urbanas, seus moradores que esperar meses para que a situação seja prontamente solucionada. Transporte público tem sido um caos acerca de 20 anos. Enquanto o cidadão arca com custos cada dia mais elevados, as mazelas sociais se tornam cada vez mais parecidas com um buraco, quanto mais areia se tira dele, mais ele cresce.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Messias causa inveja a Mefistófeles/Por Carlos Lima

Mefistófeles

Na quinta-feira (7) o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro envolveu diversos empresários em agenda não programada, fazendo visita surpresa ao presidente do STF. Após o encontro os empresários afirmaram que caíram em uma armadilha.

A trama urdida pelo Messias e Paulo Guedes, causaria inveja ao Mefistófelismo.

O envolvimento dos empresários na saga genocida, do presidente, era para envolver o setor empresarial na pressão que ele pretende exercer no STF para flexibilizar ou acabar com o isolamento social.

Sem delegação, assumiu ser o porta-voz do Instituto Aço Brasil e da Coalizão Indústria, com a intenção de pressionar e responsabilizar o STF pela crise econômica provocada pela pandemia no país.

Tal procedimento nos faz lembrar a entrevista em 1993 do general Ernesto Geisel, quarto presidente da ditadura militar brasileira, quando afirmou ser Jair Bolsonaro um mal militar que pedia um novo golpe.

Na verdade, o mal militar era tratado na caserna como “bunda suja”, ou seja, o militar que não alcança os altos postos.

Não existe mais nada que possa desfazer a certeza de que esse Messias é demoníaco.

No seu projeto de consolidação de uma ditadura fascista, decretou guerra ao povo brasileiro e até a data de quinta-feira (7), 9.146 brasileiros já foram assassinados por ele, além de incentivar a contaminação pelo Covid-19 de 135.106 pessoas em todo o país.

Com a situação se agravando em número de infectados e mortes que atingem crianças, jovens, adultos e idosos o presidente afirma que nesse final de semana vai fazer um churrasco para trinta pessoas e ainda pode bater uma peladinha.

É um monstro.

Busco razões para entender como um ser humano ainda consegue defender e apoiar suas posições, não encontro nesse grupo, indícios de racionalidade, censo de dignidade, e humanidade.

Mesmo que se diga que a indústria e a atividade econômica estejam na UTI, o que dizer das 9.106 pessoas que estão no cemitério?

E tantas outras que estão no mesmo caminho, provocado por uma política de extermínio em massa, praticada por quem, por dever constitucional, deveria evitar a morte do seu povo.

“A indústria, a atividade comercial está na UTI. Não há mais espaço para postergar (a reabertura das atividades) ”, discursou Bolsonaro.

Paulo Guedes, no mesmo tom, pregou: “A indústria vive momentos difíceis e a economia está começando a colapsar”.

Para o ministro, empresários informaram que poderiam suportar mais dois ou três meses, mas “a verdade é que talvez os sinais vitais não sejam preservados por tanto tempo”.

Marco Polo de Mello Lopes, presidente-executivo do Instituto Aço Brasil e coordenador da Coalizão Indústria, disse: “Existe a necessidade de colocarmos a roda para rodar”.

Outro integrante do grupo ameaçou que haverá “mortes de CNPJs” se a economia não retomar a atividade. Metáfora de mau gosto.

Bolsonaro assinou a sentença de morte dos trabalhadores da construção civil, ao dizer: “Acabei de assinar decreto aqui colocando nesse rol de atividades essenciais a construção civil”.

Só faltou dizer: se eles morrerem podem ser substituídos tem muita gente desempregada.

É como se ele estivesse em guerra contra o povo pobre, as baixas do seu campo de batalha recebem substitutos, também considerados descartáveis, para o seu propósito final.

Carlos Lima, Jornalista

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Bolsonaro: campeão em pedidos de impeachment está em queda livre/ Sérgio Jones *

Até quando?
FOTO: Carta Capital

De acordo com a grande imprensa nacional a imitação de presidente, Jair Bolsonaro, até o presente momento, ocupa a pole position em pedidos de impeachment. Posição alcançada mesmo antes da nova crise do governo protagonizada pelo então ministro da Justiça Sergio Moro.

Em aproximadamente 16 meses de desgoverno, já foram feitas cerca de 31 representações para remover Bolsonaro do cargo.

Do total apresentados, 24 deles chegaram antes da sexta-feira passada, dia em que Moro provocou um terremoto político.

Mesmo diante do elevado números de pedidos o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem se mostrado relutante em colocar o tema em pauta. De acordo com o que assinala a grande imprensa nacional, Maia não quer tratar do assunto enquanto não houver um sinal mais claro do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as acusações de interferência política de Bolsonaro na Polícia Federal, como sinalizou Moro.

Fogo amigo

Dentre os inúmeros pedidos apresentados contra Bolsonaro, dois dos mais recentes são oriundos de ex-aliados. O Movimento Brasil Livre (MBL) que protocolou recentemente sua representação, assinada pelo advogado Rubens Nunes. E o apresentado pela também ex- aliada, Joice Hasselmann (PSL-SP). Ela acusa o presidente de crime de responsabilidade por falsidade ideológica e por interferência em investigação da Polícia Federal para obstruir a Justiça e beneficiar os filhos.

O clima não é dos melhores, até mesmo para o Centrão – grupo que reúne legendas como PP, PL, Republicanos, PSD e PTB. Embora seja improvável que este grupo venha apoiar as propostas de impeachement, neste momento, a posição a ser adotada por eles vai depender das barganhas.

O grupo denominado Centrão é formado por políticos venais que não demonstram nenhum compromisso que objetive ou que contribua para o mínimo avanço social do povo e da Nação Brasileira.

Eles podem ser considerados como o aterro sanitário do Congresso. Se o Congresso em parte é podre, eles conseguem ser mais podres ainda. A sua decomposição moral é visível e o mau cheiro já se faz sentir por toda a nação.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Legislativo feirense promove mais um show de bizarrices / Por Sérgio Jones*

A Câmara Municipal de Feira de Santana é surreal
FOTO: jornalgrandebahia

Em plena crise causada pela pandemia do coronavírus que está matando milhares pessoas em todo o planeta, inclusive conterrâneos nossos, mesmo diante desse quadro de horrores, os legisladores feirenses encontram tempo para se digladiarem e travarem brigas intestinas que nada, ou muito pouco tem a ver, com os interesses do povo.

O que ocorre na Câmara Municipal de Feira de Santana é surreal, a maioria dos legisladores não estão à altura para representar com dignidade os reais interesses do povo. Formada por um bando de iletrados e fundamentalistas religiosos, estes conseguiram transformar o local em um verdadeiro circo de horrores.

Só para elucidar o que afirmamos, podemos apontar fato o ocorrido bem recentemente quando se deu a escolha e indicação do vice-líder do MDB no legislativo, em que o nome indicado e eleito foi o do vereador Gilmar Amorim.

Descontente com a escolha, o insano legislador fundamentalista, que transita na contramão da história, conhecido por adotar posições homofóbicas, racistas e xenófobas, Edvaldo Lima, na hora de inscrição pela legenda no pequeno expediente se rebelou e protestou, partindo para o ataque. Demonstrando toda a sua ira e o seu descontentamento com a divulgação e escolha do nome indicado para ocupar o cargo de vice-líder do partido.

Como sempre, demonstrando total falta de controle, coerência e equilíbrio emocional o histriônico parlamentar, em alto e bom som, vociferava que todo o processo foi resultando de urdiduras, tramas e armações encetadas pelos seus correligionários políticos: “Houve armação e eu não vou aceitar”, afirmou.

Diante do desequilíbrio do legislador, comportamento muito comum, o clima ficou carregado e a sessão, que era presidida por Lulinha da Conceição (DEM), foi suspensa e o presidente José Carneiro, líder do partido, chamado às pressas para resolver o pepino.

O que ficou evidenciado é que após a patético chilique do emedebista Edvaldo Lima, ele e os demais membros do partido foram convocados para participarem de uma reunião de bancada.

Ao que parece, o imbróglio deve se prolongar e essa novela que poderia ser intitulada como: “A Turma do Quero Meu”. Deve ganhar novos e intermináveis capítulos. Enquanto o povo, de forma passiva, assiste atônito a esta demonstração de explícita mesquinhez e insensatez política, existente naquele ambiente erroneamente denominado como Casa da Cidadania.

O nome que melhor se enquadraria seria, “Casa da Vilania”, onde todos falam e ninguém se entende. A incompetência e o show de bizarrice prevalece, o que deveria ser uma exceção, se torna mais uma vez a regra.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Prefeitura de Feira vai contratar engenheiros e arquitetos por R$ 9,7 milhões/Por Carlos Lima

Mais uma farra com o dinheiro público

Mesmo contando com esses profissionais em se quadro de efetivos, a prefeitura do município de Feira de Santana, confirma licitação programada para o mês de junho com o objetivo de contratar engenheiros e arquitetos por um custo superior a R$ 9,7 milhões.

Pasmem os senhores. A finalidade dessa contratação é a elaboração de projetos arquitetônicos de engenharia, orçamento e fiscalização de obras da Secretaria de Educação.

Esses profissionais deverão atuar na construção de projetos arquitetônicos, de engenharia, orçamento e fiscalização de obras na Secretaria.

É como se não existissem profissionais capacitados, na área, no quadro dos servidores do município.

Se os profissionais não são capacitados, porque eles são mantidos?

Como se justifica a prefeitura contratar profissionais nessa área e pagar exatos R$ 9.763.019,40, isto se não houver aditivos ao contrato, coisa que acontece em 99% dos casos.

O governo municipal tenta justificar alegando que o quadro de servidores local não conta com força de trabalho suficiente para suprir tais demandas.

Pois bem, em quais obras estão trabalhando, quais os projetos em que esses servidores estão engajados que não lhes sobram tempo?

É um absurdo a justificativa o governo municipal. O gasto será astronômico e inaceitável.

É mais racional e responsável com o dinheiro público a contratação temporária de profissionais. Definir uma equipe entre os profissionais efetivos e contratados para atender ao projeto que se deseja implementar na Secretaria de Educação.

Os gastos, ou melhor, os investimentos seriam aplicados de maneira mais “justa”.

No quadro de servidor do município de Feira de Santana existem 41 engenheiro e arquitetos.

Os munícipes querem saber em quais projetos estão trabalhando esses 41 profissionais.

O prefeito os considera incapazes profissionalmente?

O imaginário popular está construindo suposições que merecem uma investigação dos órgãos fiscalizadores.

Vejamos: a comentada planilha dos custos orçamentários define R$ 7.305.708,96 para contratação de engenheiros, arquitetos, desenhistas, técnicos de edificações, entre outros.

E mais R$ 2.457.310,44 para a contratação de equipe de controle tecnológico, equipamentos, veículos e apoio.

Essa é uma planilha infamante. A segunda cidade do Estado da Bahia não possui em seus quadros profissionais capacitados gerarem e gerirem tal projeto.

A Prefeitura deve fechar as portas e jogar a chave fora, ou no bolso de alguém.

Nessa segunda tentativa. O governo municipal tenta emplacar esse alçapão.

Em época de pandemia e forte crise financeira, o dinheiro do povo será a salvação de poucos manipuladores.

Carlos Lima, Jornalista

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