Monthly Archives: abril 2020

Os “parasitas” como protagonistas/Por Augusto Bernardo Cecílio* (portalunico)

O Servidor Público passou de “parasita” à silvador da pátria
FOTO: Observatório de Oncologia

Realmente o mundo dá muitas voltas. Quem diria? Hoje, na linha de frente do enfrentamento ao coronavírus, não vemos engravatados, banqueiros, nem o pessoal do chamado mercado financeiro. Não vemos nenhum daqueles que tentaram jogar na lama a imagem daqueles que trabalham para servir ao público, aí incluído parcela da mídia e seus espaços generosos pra divulgar matérias e reportagens contra os servidores e até contra os serviços públicos.

Na linha de frente estão os servidores públicos das mais diferentes áreas, especialmente os da saúde, que arriscam as suas vidas e a dos seus familiares para salvar vidas, além dos que estão na retaguarda, trabalhando para manter a máquina pública funcionando.

Que ironia! Os que foram recentemente chamados de “parasitas” são a nossa esperança. Antes fomos acusados de tudo, éramos um peso pra sociedade, um estorvo, um grupo que trabalhava pouco, um bando de preguiçosos que ganhava muito e que consumia os recursos que deveriam ir, imagino, para o pagamento dos juros absurdos da dívida pública e para os financiadores e defensores do chamado neoliberalismo e do Estado mínimo.

Como disse Paulo Planet Buarque em artigo publicado, “De repente, não mais que de repente, todos os problemas brasileiros – seu eterno “déficit” público, a corrupção, a sonegação fiscal, a injusta distribuição de renda, a incompetência administrativa, tudo – passaram a ter no servidor público a sua causa principal, senão única”.

“Toda a mídia concentrou no serviço público a razão maior dos males nacionais, sendo as reformas administrativa e previdenciária absolutamente imperiosas: eis que, a partir da aprovação das mesmas, por fim os governos passarão a ter os recursos indispensáveis para o investimento e o desenvolvimento”.

Bem antes do episódio dos parasitas, fomos bombardeados por reformas e pela possibilidade de redução de salários, pelo possível esvaziamento dos serviços públicos, além de discursos difamatórios, que jogaram a sociedade contra nós. A mesma sociedade que hoje luta contra a falta de leitos, de respiradores, máscaras, álcool, testes rápidos e de materiais de proteção para os profissionais da saúde.

Antes mesmo das eleições presidenciais chegaram até a classificar como “jabuticabas brasileiras” o direito ao décimo terceiro salário e abono de férias. E outros insistem em defender padrões existentes em outros países, inclusive os EUA, que não oferece saúde pública à população, e onde um simples teste do coronavírus custa o equivalente a R$ 5 mil reais.

Diante das mortes e das infecções, temos mais uma certeza: a necessidade urgente de se valorizar o Sistema Único de Saúde (SUS) e os serviços públicos. Como disse Hélcio Marcelino, do SindSaúde-SP, mesmo sucateado, tendo perdido mais de R$ 20 bilhões para o pagamento de juros só no ano passado, o SUS ainda consegue oferecer tratamento para a população.

 “Se não fosse o SUS e seus trabalhadores, a situação seria muito pior no Brasil. Muito pior que a da Itália e da Espanha, onde a gente vê as pessoas sendo internadas em casa, e os médicos sendo obrigados a escolher quem vai viver e quem vai morrer para colocar no respirador”.

É neste momento que a sociedade verá a importância dos servidores, verdadeiros protagonistas nessa luta, heróis anônimos que se arriscam, enquanto os nossos algozes estão refugiados nas suas mansões, acovardados, e talvez arrependidos.

*Auditor fiscal e professor.

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Colbert, muita fumaça e pouco fogo/ Sérgio Jones*

Prefeitura Municipal de Feira de Santana-BA

Já se tornou um mantra, entre a classe política, principalmente prefeitos e governadores pleitearem dinheiro junto ao governo federal, tendo como principal argumento darem combate ‘sem trégua à pandemia covid-19. Aparentemente, tudo transcorre dentro do esperado. Afinal, sem dinheiro nada se faz, nada acontece.
O que preocupa a todos os feirenses é quanto a lisura de sua aplicação, existe muitos espertalhões que querem se aproveitar da situação. E eles têm e contam com um forte incentivo, a impunidade.
Em Feira de Santana recentemente se aplicaram um golpe na área de saúde que causou um prejuízo na ordem aproximadamente 100 milhões de reais, e no Estado, em torno de um bilhão de reais.
A operação denominada Pityocampa desencadeada pelo Ministério Público Estadual (MP-Ba). Indiciou onze pessoas pelos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro cometidos em um esquema fraudulento de licitações e superfaturamento de contratos celebrados pela Coofsaúde Cooperativa de Trabalho com a prefeitura Municipal de Feira de Santana.
Fato ocorrido na gestão do ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho, que encontra com parte de seus bens bloqueados pela justiça, o mesmo acontece com a Secretária de Saúde Denise Mascarenhas, o ex-procurador do município Cleudson Almeida e os também servidores Antonio Rosa de Assis e José Gil Ramos Lima da Penha. Estes não foram afastados de suas atividades, pelo prefeito, e continuam trabalhando no órgão.
O ex-presidiário e atual prefeito de direito, não de fato, Colbert Martins, assim como o rei Midas que era obcecado por ouro, ele demonstra ser por dinheiro. Esteve reunido nessa terça-feira (7), no Paço Municipal, com o deputado federal Zé Neto (PT) para tratar de questões relativas ao combate ao Coronavírus.
Como o assunto não poderia deixar de ser outro foram tratados prazos para liberação dos recursos oriundos de emenda parlamentar de Zé Neto, da ordem de R$3,555 milhões, recentemente indicada fundo a fundo para o município, após autorização dada pelo Governo Federal em 31/03.
Os recursos, segundo ficou acordado entre os presentes é que parte dele será diretamente injetados na contratação do Hospital Mater Dei, e o restante do valor, R$ 555 mil, serão utilizados em investimentos diversos que possam colaborar no combate ao Coronavírus, como por exemplo, na compra de equipamentos de proteção individual para profissionais da saúde.
O que nos resta saber é como se dará a aplicação desses recursos para que não aconteça ou se repita o escândalo recente, na área de saúde. Que deixa transparecer que atende as mais diversas modalidades e aos mais variados e inconfessáveis desejos.
Se fizeram presentes ao ato o Diretor Presidente da Agência Reguladora de Feira de Santana (ARFS), Nau Santana, o Presidente da Câmara Municipal, Vereador Zé Carneiro, e o Vereador Fabiano da Van.
Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Fernando Torres se irrita com Colbert Martins/Por Carlos Lima

Torres e Colbert
FOTO: cljornal.com.br

O descaso do prefeito Colbert Martins com a doação de 30 mil reais realizada pelo ex-deputado Fernando Torres, para o combate ao coronavírus, em Feira de Santana, é uma prova inconteste de que a administração municipal não está preparada para enfrentar a curvatura ascendente de contágio.

Torres, irritado,

Colbert

A própria Secretaria de Saúde já produziu motivos suficientes de incapacidade técnica e profissional para lidar com esse problema vital.

Coberto de razão, o ex-deputado se irritou com o prefeito. Afirmou que: até essa terça-feira (7), o prefeito, ou qualquer preposto designado por ele, entrou em contato com o Grupo Piraí para receber doação.

Não tem muito tempo que Fernando Torres declarou, publicamente, apoio a Colbert Martins nas eleições municipais desse ano.

Mas, ressentido. Sente a falta de ação concreta e morosidade nas atitudes adotadas pelo executivo, a respeito da prevenção do Covid-19, no município, e fez duro comentário.

“Colbert tem que sair das redes sociais e imprensa, com esse blá, blá, blá e fazer algo efetivo, como montar um programa de gestão da pandemia, providenciar os leitos para cuidar das vítimas do coronavírus, deixando os hospitais convencionais para os pacientes de rotina”.

O ex-deputado atingiu a medula do problema.

Disse a verdade e demonstrou mais tirocínio que o prefeito, principalmente em sugerir a criação de um programa de gestão para o combate ao coronavírus.

O blá, blá, blá, para ele está sendo perfeito.

Aproveita o momento para se projetar politicamente, onde o objetivo maior é a sua reeleição.

O povo é o gado que ele tange para o curral.

O uso excessivo das redes sociais, sua exposição na imprensa, tem uma finalidade. Mostrar um trabalho sem controle e gestão, além de tentar cobrir os erros sucessivos cometidos pela Secretaria de Saúde.

Conversando com um médico infectologista, ele nos afirmava que a gravidade da pandemia do covid-19, não é apenas com os seus sintomas.

E que diante dessa pandemia do novo coronavírus (Sars-Covid-19), outras doenças saem um pouco dos holofotes da imprensa. Pior: dependendo de como o sistema de saúde se organiza, a sobrecarga de pacientes infectados faz com que os profissionais não consigam atender adequadamente vítimas de outros problemas, e entre eles, há uma preocupação especial com o câncer.

O sistema de saúde pública em Feira de Santana está muito distante das condições de enfrentar essa pandemia. Se a curva ascendente chegar nesse mês de abril, a mortandade será incalculável.

Até agora as medidas adotadas não correspondem com essa provável realidade.

Os leitos em hospital de campanha já deveriam estar montados, os equipamentos de segurança pessoal para os profissionais de saúde já deveriam ter sido distribuídos.

Se fossemos relatar a situação analisada pelo infectologista seria uma catástrofe anunciada.

Portanto, prefeito Colbert Martins, como disse Fernando Torres, deixe de blá, blá, blá, e passe agir com mais responsabilidade.

Muitos feirenses estão entre aqueles de altíssimo risco. Diante da inoperância administrativa, podem perder suas vidas.

Será que isso o satisfaz?

Carlos Lima, Jornalista – cljornal.com.br

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O Rei sem trono/Por Alberto Peixoto

General Walter Braga Neto e Governadores, assumem o comando do Brasil deixando Bolsonaro cada vez mais isolado.
FOTO: Arquivos Google

“Pare um instante na vida, Analise o seu passado, Compreenderas que tudo fez, Pensando estar certo (o) Que foi sempre errado” – José Santos

A letra da música “Rei sem Trono”, de autoria de José Santos e gravada por Milionário e Zé Rico, descreve a atual situação do presidente Bolsonaro e de seus seguidores. Um rei sem trono, não manda em nada mais, não percebeu que seu (des)governo acabou e seus lacaios de estimação estão abandonando o barco. Muitos já abandonaram faz tempo.

Na última segunda feira (06/20) demitiu o Ministro Mandetta – Saúde – mas teve que revogar porque o General Walter Braga Neto – presidente de fato do Brasil – ordenou-lhe que abortasse sua atitude insana de demitir o único ministro que está mostrando ter equilibro nesta batalha contra o Covid-19.

Nos poucos países que ainda existe a figura do rei – sem generalizar – esta pessoa não passa de uma personagem decorativa, que faz parte da cultura local. O pior é que no Brasil nem se pode dizer que faz parte da cultura local, porque este termo (cultura), atualmente passa bem longe do Palácio do Planalto.

Ao contrário de Henrique V, um dos reis mais populares da Inglaterra e que serviu como inspiração para William Shakespeare escrever a peça “The King”, o Rei Brasileiro sem trono, só inspira a chacota, a humilhação e o desprezo pelo Brasil e seu povo na esfera internacional.  

Weintraub, atual Ministro da Educação do Brasil, sempre atacando a China, pais que é responsável por 80% do superavit brasileiro, com insinuações de que o país asiático estaria se beneficiando, deliberadamente, da crise causada pelo Covid-19. A embaixada chinesa no Brasil divulgou um texto repudiando a atitude fútil e irresponsável do Ministro da Educação

Os três patéticos filhos do Rei, claro que não iam perder esta oportunidade de, como sempre, dejetar suas várias “pérolas”. Eduardo Bolsonaro afirmou que toda esta crise mundial do Covid-19 é culpa da China, maior parceiro comercial do Brasil, e prosseguiu em seu discurso insignificante: “Quem assistiu Chernobyl vai entender o q ocorreu. Substitua a usina nuclear pelo coronavírus e a ditadura soviética pela chinesa. […] +1 vez uma ditadura preferiu esconder algo grave a expor tendo desgaste, mas q salvaria inúmeras vidas. […] A culpa é da China e liberdade seria a solução”, eructou Eduardo Bolsonaro.

O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, condenou a publicação do deputado e reclamou um pedido de desculpas, mas o Rei sem Trono não toma nenhuma atitude digna de um estadista.

Alberto Peixoto, Escritor – comendadoralbert@bol.com.br

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Legislativo feirense: penduricalho político que custa caro ao erário/ Por Sérgio Jones

Ignorância de vereadores envergonha e humilha o legislativo feirense
FOTO: Arquivos Google

Os trabalhos realizados por suas excelências do legislativo feirense são de tão grande importância e relevância para a comunidade, que até o presente momento, o povo não se deu conta de que as atividades de tal órgão estão paradas, já acerca de 20 dias.

Uma prova de que o papel desempenhado por eles não tem a pertinência social, nem política. E que a existência do mesmo não deixa de ser um penduricalho que custa caro ao erário, enquanto o seu retorno social é nenhum.

Se não fosse a imprensa para alertar sobre o fato, este continuaria sendo ignorado, solenemente pela população. A Câmara Municipal de Feira de Santana deverá retornar aos seus ‘trabalhos’ a partir da próxima segunda-feira (13). Conforme informações fornecidas pelo presidente, desse nefando poder, José Carneiro.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro acima de tudo e a estupidez acima de todos nós/ Por Sérgio Jones*

Presidente Bolsonaro é impedido de demitir o Ministro Mandetta, da saúde, pelo Cel Braga Neto
FOTO: Portal Disparada

Nos chama particularmente a atenção o jejum nacional promovido pelo governo neofascista com viés teocrático de Jair Bolsonaro (sem partido),, ao convocar para o domingo, 5 de abril, com o propósito de enfrentar a pandemia do Covid-19, reuniu alguns poucos seres dementes e insanos que se postaram de forma patética frente ao Palácio do Planalto e intercederam pelo mandatário brasileiro.

No final da tarde, deu-se por encerrado o ato litúrgico, tendo a triste figura do presidente participando de uma rodada de orações que finalizou o encerramento do seu jejum religioso.

Como já se tornou muito comum estas cenas de insanidade coletiva gestada pelo atual governo, antes do ritual grotesco, que contou com pouco mais de uma dúzia de fanáticos, de um grupo de crentes, ele aproveitou para dar alguns recados. “Vai chegar a hora deles. A minha caneta funciona”, ameaçou.

Em seguida se queixou da atuação da imprensa, se ajoelhou para orar o “Pai Nosso” acompanhando as palavras de um padre e de um pastor. Que por ‘decreto’ religioso sentenciou: “Em nome de Jesus, eu quero proclamar que no Brasil não haverá mais morte pelo coronavírus”, disse o padre.

O presidente foi duramente criticado, principalmente pela imprensa internacional. Há quem goste de afirmar, com todas as letras, que Deus é brasileiro, e cita como exemplo o fato do Covid-19 ter aportado em terrabrasilis, só depois de ter feito estragos em países de vários outros continentes.

O que permitiu a todos os brasileiros a se preparar melhor para enfrentar a difícil situação. Além de que a agressividade da virose, até o presente momento, se apresente com menor virulência.

Mas me permito o direito de discordar quanto a paternidade de Deus, atribuída de forma graciosa pelo povo brasileiro. Se tal conceito fosse verdadeiro, sendo Deus um ser magnânimo, poderoso e justo, jamais nos deixaria como legado a presença de Jair Bolsonaro na Presidência da República.

A não ser que tal situação tenha a sua origem em uma espécie de castigo divino. Que até mesmo o pior dos mortais, não seria merecedor.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O grande circo Brasil/Por Alberto Peixoto

O Brasil foi transformado em um grande circo e Brasilia em um picadeiro.
FOTO: Arquivos Google

A expressão “palhaço” descende do italiano paglia, que quer dizer palha, mesmo material no enchimento dos colchões. As roupas desta figura cômica eram confeccionadas com este material.

“O tempo coloca cada rei no seu trono e cada palhaço no seu circo!” Não foi à toa que elegeram o palhaço Tiririca para Câmara dos Deputados – entre tantos outros que lá existem e são muitos. Francisco Everardo Tiririca Oliveira Silva (Itapipoca, 1 de maio de 1963), conhecido pelo nome artístico de Tiririca, é um cantor, compositor, humorista e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal (PL), se elegeu pela primeira vez em 2011 para a Câmara dos Deputados.

O grande circo Brasil também possui o seu palhaço mor, tendo como coadjuvante seus três patéticos filhos. Para completar a trupe – substantivo feminino Grupo de teatro, de palhaços, de atores; reunião de pessoas que atuam conjuntamente: [Pejorativo] Corja; reunião de criminosos; grupo de pessoas que prejudicam outras – uma louca que sobe em um araçazeiro e dialoga com Jesus

Sendo mais direto, temos um presidente que não tem postura de estadista; não respeita ninguém, tão-pouco a imprensa, nem mulheres, muito menos os trabalhadores. Faz descaso dos doentes, inclusive dos que estão sendo levados a óbito por causa do desdém deste “artista” com a crise do covid-19.

O palhaço é lírico, inocente, ingênuo, angelical e até frágil. Já o nosso, o que elegeram para administrar o Grande Circo Brasil, é lúgubre, sem graça nenhuma, que não respeita e não se respeita.

“O problema é que o Bolsonaro é a crise. Um cara que tuita fakenews, ele só quer continuar enchendo a sociedade de mentiras”, redigiu o ex-presidente Lula.

Os palhaços divertem, levam alegria ao respeitável público com mágica, brincadeiras, palhaçadas e até fazem a plateia refletir sobre o amor e os diversos problemas da vida. Os palhaços do Grande Circo Brasil, com suas palhaçadas sem graça, em todas as suas atuações é para proteger a classe empresarial, banqueiros, os ricos e aos seus lacaios.

Na realidade, a plateia do Grande Circo Brasil é que está sendo feita de verdadeiros palhaços

Alberto Peixoto, Escritor – comendadoralbert@bol.com.br

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Bolsonaro remove comunidade quilombolas para que a área fique à disposição dos EUA /Por Sérgio Jones*

Comunidades indígenas revoltadas com as atitudes de Bolsonaro
FOTO: CNN NEWS

Mais um ato, dentre muitos, de insanidade praticado pelo enfermiço e impatriótico presidente Jair Bolsonaro. Em meio a pandemia do coronavírus uma resolução do governo federal, publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira (27), assinada pelo senil general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional, anuncia que o Brasil removerá, os quilombolas de Alcântara, no Maranhão.

A finalidade tem como motivação promover a expansão do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), para atender convênio que Jair Bolsonaro já firmou com os Estados Unidos.

Dentre as prioridades existentes no momento, essa, com certeza, não deveria ser considerada como a mais importante. A decisão atrabiliada do governo vem causando crítica de toda ordem, principalmente do governo do Maranhão, bem como dos diversos movimentos sociais. A comunidade é composta por mais de 800 famílias e vive na região desde o século XVII.

Os brasileiros, até mesmo aqueles eleitores que demonstraram mínimo de coerência ao referendar nas urnas, o nome de Jair Bolsonaro para ocupar a presidência da república. Reconhecem que a decisão, como tantas outras adotadas por ele, é descabida em um momento de forte crise em que a pandemia coronavírus é uma ameaça concreta à vida de todos os brasileiros.

Pela ordem da razoabilidade o primeiro passo do governo deve ser cuidar da pandemia, e não fragilizar suas condições de vida. A decisão do governo é extemporânea e contraria frontalmente os princípios do acordo firmados com a da OIT (Organização Internacional do Trabalho), em que afirma que nenhuma decisão remover populações, não pode ser adotada, antes de consultar as comunidades locais.

O mais inaceitável de todo esse circo de horrores é que essa tosca imitação de presidente, até o presente momento, sequer resolveu os passivos derivados de remanejamentos anteriores, realizados com graves prejuízos às comunidades quilombolas.

A ação arbitrária é considerada totalmente ilegal, afronta diversos dispositivos legais de proteção dos direitos das comunidades remanescentes de quilombo, bem como, tratados e convenções interacionais referidos aos direitos destas comunidades”, explicam lideranças dos movimentos, que lutam e reafirmam o desejo inalienável de permanecerem no local.

Na resolução assinada pelo decrépito general Heleno, ele anuncia que a Aeronáutica fará as remoções das famílias e o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) ficará encarregado do reassentamento das famílias em outra área.

Quanto a data para promover a retirada dos quilombolas de seus territórios, permanece indefinida, mas garante que a mesma será adotada antes da conclusão dos estudos técnicos do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro, que teve o prazo final prorrogado em 180 dias.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O DEM pode ser alijado do poder em Feira de Santana/Por Carlos Lima

Ex-Prefeito José Ronaldo

ão é aconselhável se fazer previsões em comentários presumíveis.

No entanto uma publicação me chamou a reflexão.

O fato divulgado afirma que o partido “Republicano”, recebeu convite para fazer parte da chapa majoritária do MDB na tentativa de reeleição do prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, ocupando a vaga de Vice-prefeito.

O significado político dessa coligação coloca o DEM fora do poder executivo do município e deixa o ex-prefeito José Ronaldo na briga para fazer maioria no Legislativo.

Seria uma estratégia ariscada dos democratas diante do projeto eleitoral para ao pleito de 2022, em planejamento.

Além do desgaste político, irreversível, da liderança de José Ronaldo.

Sua única alavanca de força e poder estaria concentrada na lealdade dos vereadores eleitos pelo DEM, e na aliança com outros partidos para manter uma maioria, no mínimo, simples, ou seja, de 11 vereadores.

Se houver aumento do número de cadeiras na Câmara, que é legal e pode acontecer. Essa maioria se tornaria mais difícil.

Certeza mais ajustada a essa situação seria fragilizar a força do ex-prefeito (José Ronaldo) diante do prefeito eleito.

Não acredito que Ronaldo seja um inocente político para acreditar que nessas condições, o prefeito Colbert mantenha o alinhamento atual. (Subserviência em determinadas decisões).

Para os Republicanos, do pastor Edi Macêdo, esse é o projeto elaborado através do lançamento da candidatura do deputado estadual, José Arimatéia, a prefeito do município.

Todos sabem que no momento, o deputado não possui cacife eleitoral para fazer uma campanha vitoriosa. Descartar essa possibilidade futura, não é plausível. Como disse Ulisses Guimarães, ‘Política é como nuvem, a cada momento apresenta uma formação diferente’.

Para prefeito, no momento, não tem nuvem certa para Arimateia.

Quem teria feito o convite aos Republicanos?

Não creio que tenha sido José Ronaldo, ou que ele tenha concordado. Políticos não são adversários, nem aliados para sempre.

Nessa gangorra de poder e vaidades o que prevalece são as possibilidades e os interesses pessoais.

Se Ronaldo pretende se aposentar, politicamente, o indício mais objetivo dessa intenção é concordar com esse convite.

Agravando profundamente as possibilidades do seu partido.

Carlos Lima

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Brasil: o pais do governo Pinóquio/Por Alberto Peixoto

O governo brasileiro é uma autentica oficina de Geppetto
FOTO: Arquivos Google

Foi criado uma ajuda para os trabalhadores do comercio informal no valor de R$ 600,00 que passou a ser conhecido como “coronavoucher”. Porém, para que este benefício entre em vigor o governo precisa enviar para Câmara dos Deputados e senado Federal uma PEC  Emergencial – Proposta de emenda Constitucional – para votação e em seguida, sendo aprovada, sancionada pelo Presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo Rodrigo Maia, o Ministro Paulo Guedes está cobrando da Câmara e Senado a aprovação de uma PEC que ele não enviou para votação até a manhã de quarta feira, 01/04.

“Mas que PEC, ministro, se o senhor não me pediu nada? Eu, junto com os outros deputados, que propusemos a PEC da guerra”, criticou. “Isso não vai nos contaminar. Nós não vamos atrasar a votação da PEC por isso, mas eu não acho que a relação está azeitada” – Detona Rodrigo Maia.

A PEC Emergencial foi aprovada pela Câmara dos Deputados e Senado vindo ser sancionada nesta quarta feira, 01/04, pelo Presidente Jair Bolsonaro com vetos. Apesar de ter sido aprovada hoje, segundo o ministro Onyx Lorenzoni só começará a ser paga em 16 de abril.

Enquanto isso os brasileiros vivem em um eterno questionamento: quem estava falando a verdade com relação a PEC? Rodrigo Maia ou Bolsonaro e Guedes? Em quem se pode confiar? Então surge a triste constatação: o Brasil é o país do governo Pinóquio, administrando “Alice no País das Maravilhas.

Pela manhã se tem uma informação divulgada pelo governo e, pela tarde, este mesmo governo publica nos diversos veículos de comunicação, principalmente nas redes sociais que passou a ser o veículo de comunicação oficial do Palácio do Planalto, diga-se de passagem, oficina de Geppetto, que o noticiado pela manhã, não foi ele quem informou.  

E o que devem estar dizendo os bolsominhons? Com certeza que o vírus foi criado na China e sendo este país comunista, com certeza houve ajuda do PT. Com auxilio dos partidos de esquerda, foi possível criar em laboratório o coronavírus – fica explícito então, a total falta de criatividade destes seres acéfalos. E quem criou e elegeu o Bolsovírus presidente, que é mais letal do que o covid-19?

O covid-19 infecta o paciente que adoece, desde que não seja assintomático, podendo levá-lo a óbito. Já o Bolsovírus, antes de matar, tortura, desemprega, acaba com a aposentadoria e diversos direitos trabalhistas, mente para as pessoas, faz palhaçadas e podendo também levar o sujeito a óbito

Se precisava fazer as reformas porque a União não tinha dinheiro, de onde surgiu tanto recurso, bilhões de reais, para pagar o coronavoucher? Haja questionamento que nunca vão ser esclarecidos.

Alberto Peixoto, Escritor – comendadoralbert@bol.com.br

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