Author Archives: Alberto Peixoto

Bolsonaro: esse não é o Brasil que queremos/ Sérgio Jones*

O Brasil que não queremos
FOTO: Arquivos Google

Situação escandalosa começa a se delinear no perfil do Brasil que passa a apresentar uma face, cada vez, mais grotesca que vem se agravando com a ascensão de Jair Bolsonaro e seus títeres, aos podres poderes. O país começa a crescer que nem rabo de cavalo, para baixo. E o mais triste de toda essa realidade é que a tragédia já estava escrita nas estrelas. A ascensão desses arremedos de políticos, só foi possível por ter contado com a ajuda de considerável parcela da classe pobre e desenformada, vítima de um modelo econômico aberrante, que infesta a nação. E que continua crescendo em ritmo acelerado, jamais registrado nos anais de nossa triste história.

O fosso existente entre ricos e pobres se ampliou, de forma desumana, incentivado por um modelo econômico e político voltado para atender os privilegiados. O Estado por ser burguês, nada fez ou faz para minimizar o crime da concentração de recursos praticado por uma casta de parasitas que vivem e sobrevivem da ciranda provocada pela especulação financeira, que nada produzem. Os segmentos voltados para o setor produtivo se sentem sufocados pela excessiva burocracia existente e por ter que suportar uma sobrecarga brutal de impostos.

Com a escandalosa falta de geração de emprego, a miséria toma conta de todo o território nacional, não respeitando limites e divisas existentes no território nacional. Para se ter uma pálida ideia: quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty.

O Brasil também se destaca no recorte dos 10% mais ricos, mas não de forma tão intensa quanto se observa na comparação do 1% mais rico. Os dados mostram o Oriente Médio com 61% da renda nas mãos de seus 10% mais ricos, seguido por Brasil e Índia, ambos com 55%, e a África Subsaariana, com 54%.

A região em que os 10% mais ricos detêm menor fatia da riqueza é a Europa, com 37%. O continente europeu é tido pelos pesquisadores como exemplo a ser seguido no combate à desigualdade, já que a evolução das disparidades na região foi a menor entre as medidas desde 1980. Eles propõem, de maneira geral, a implementação de regimes de tributação progressivos e o aumento dos impostos sobre herança, além de mais rigidez no controle de evasão fiscal.

O que fica patenteado, nesta simples narrativa, é que a pobreza não decorre da vontade de Deus, mas da ganância dos homens. Os pobres enquanto não tomarem consciência de que a miséria de muitos é resultado de práticas sociais, econômicas, egoístas desenvolvidas por poucos, em detrimento de uma expressiva maioria. Nada será feito para mudar esta situação degradante que atenta contra a dignidade humana.

Quando perguntarem que porcaria de país é esse, o que devemos responder? A porcaria é de vocês, nós o povo retratamos, sofremos e representamos a realidade dos fatos. A pergunta que não quer calar, até quando o grau de tolerância do povo brasileiro vai suportar os crimes praticados pelos donos do poder, que tanto mal gera contra a nação e seu povo? Só a história dirá.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O contágio da Pityocampa está sendo mais letal do que a lepra/ Carlos Lima

Thaumetopoea Pityocampa
FOTO: Arquivos Google

Nunca duvidamos do oportunismo e a esperteza da maioria dos políticos, principalmente aqueles que estão na base da carreira, ou melhor, vereadores, alguns neófitos, outros lobos em pele de cordeiro.

Antes da explosão do escândalo da operação Pityocampa, testemunhamos por inúmeras vezes as romarias políticas a Meca (banco Sicoob e a Cooperativa – Coofsaúde), onde durante a semana eram recebidos os legisladores, e para o executivo eram reservados os finais de semana à beira da piscina, denominado de Happy Hour.

Essas instituições atuavam como verdadeiros financiadores das mais diversas campanhas políticas no município, além da prestação de serviços médicos gratuitos para os eleitores previamente selecionados.

Toda essa movimentação tinha uma justificativa, a busca de recursos e apoios financeiros para suas campanhas eleitorais.

Os diretores das instituições eram enaltecidos, defendidos, ovacionados e tratados como grandes mecenas, principalmente o dirigente mais importante.

Ninguém esperava o tsunami provocado pelo desencadeamento da operação Pityocampa, levando ao conhecimento público a corrupção na área de saúde em Feira de Santana.

Mesmo a operação não tendo sido concluída, atingiu frontalmente a classe empresarial. Até o momento os agentes públicos envolvidos não foram citados, ainda estão preservados.

Entretanto, aqueles políticos que se beneficiaram dos recursos desviados da saúde, foram rápidos no gatilho, se afastaram dos empresários como o diabo se afasta da cruz.

Essa estratégia adota poderia ou pode, acreditam eles, mantê-los a salvo desse milionário desfalque de recursos oriundos da saúde.

Esquece esses senhores políticos de uma premissa básica, em transação financeira irregular coexistem as figuras do corruptor e dos corrompidos.

Como nossa justiça é lenta, não significa que todos os envolvidos possam ficar impunes.

Carlos Lima, Jornalista

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Bancada evangélica tem como objetivo transformar o Brasil em um país teocrático/Por Carlos Lima

A Bíblia, segundo os protestantes, deve ser a verdadeira Constituição do país.
FOTO: apeixoto

Não se pode contestar quanto às intenções da bancada dos evangélicos na Câmara Federal. Nisso os objetivos são claros.

Se tornar a maior força política da nação brasileira e constituir a Bíblia como a verdadeira Constituição do país, conforme a sua interpretação.

A laicidade está em constante ataque.

O projeto segue em andamento, os Neopentecostais deixam claro que o seu poder político é a solução final.

Entretanto a profecia apocalíptica não vem apenas do segmento considerado evangélico.

Esse pensamento escatológico se espalha perigosamente entre alguns estudiosos dessa fatia política e religiosa.

Eles aprenderam o jogo político e o aperfeiçoamento os afasta do comportamento considerado sagrado, os especializa no jogo das negociações possuem uma única finalidade, se locupletarem financeiramente.

A questão não é mudar as regras, é dominá-las.

O seu canto de amor e defesa da família, envolve notadamente os efeitos morai sexuais, entretanto podemos sentir que são falhos harmonicamente, mas, não os deixam sair dos bastidores.

São difíceis nas suas nomenclaturas. Podem-se afirmar desencontros que já começam na nomenclatura.

A categoria “evangélica” é extremamente problemática, pois de forma alguma congrega a mesma unidade contida na categoria “católico”, para ficar, por exemplo, mais próximo, no ramo cristão.

É obvio que também existem múltiplos catolicismos e, mesmo no interior da Igreja Católica, existem inúmeras correntes ideológicas. Também é óbvio que todo conceito unifica idealmente certos fenômenos para torná-los mais compreensíveis.

Mas quando vemos a categoria “evangélico”, nas conversas cotidianas ou na mídia, é comum nos esquecermos que as denominações evangélicas vivem em pé de guerra entre si e defendem agendas extremamente divergentes.

Essas denominações não demonizam apenas os cultos afro-brasileiros, como comumente se imagina. Se você encontrar duas igrejas evangélicas no mesmo quarteirão, uma em cada esquina, provavelmente mal vai notar a diferença existente entre elas.

Porém é muito provável que os demônios que estão sendo exorcizados em uma delas, em outra sejam identificados pelos pastores como provenientes da ação maléfica da igreja evangélica, instalada na outra ponta do quarteirão.

Também é provável que os pastores de ambas passem boa parte dos cultos marcando mais as diferenças entre si do que em relação a concorrentes distantes.

No pulsante e pluralizado mercado religioso brasileiro contemporâneo, não poderia ser diferente. Se meu produto é muito semelhante ao do concorrente, eu preciso investir pesado nas diferenças.

Na falta de diferenciais muito claros, a melhor estratégia é provar que o outro “não presta”, que é “mentiroso”, que faz propaganda enganosa, etc.

Ocorre que na mesma medida em que as igrejas assumem à lógica de empresas concorrentes, também os fiéis assumem a lógica de consumidores que escolhem o que mais lhes interessa.

Até por isso, as conversões acontecem, hoje em dia, sem que daí decorram necessariamente grandes traumas e transformações radicais no estilo de vida.

Tal postura seletiva na esfera religiosa também tem amplas repercussões políticas. Isto é, da mesma forma que o fiel não aceita integralmente todas as orientações religiosas que ouve do púlpito, tampouco aceita passivamente as insinuações feitas no mesmo espaço sobre quais seriam as melhores escolhas políticas.

É por essa razão que aqueles que afirmam que o apoio das igrejas Neopentecostais foi determinante na eleição de Bolsonaro, na verdade, estão invertendo causa e efeito: não é porque elas apoiaram Bolsonaro que ele ganhou; é porque elas perceberam que Bolsonaro iria ganhar, é que passaram a apoiá-lo.

Não houve uma ampla movimentação de apoio explícito a Bolsonaro enquanto ele não era considerado um candidato viável.

Carlos Lima, Jornalista

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Governo municipal quer pôr a mão no bolso do feirense/ Por Sérgio Jones*

Aumento excessivo do IPTU
FOTO: Blog do Bauer

Parcela da bancada de apoio ao governo municipal do Legislativo feirense se dizem revoltados com a iniciativa adotada pelo governo municipal interino em incluir o distrito da Matinha no perímetro urbano da cidade e prometem se posicionar contrários a esse projeto.

Parte da bancada consideram o ato como lesivo aos interesses do povo. A história se tornou pública após o prefeito interino, presidente da Câmara, José Carneiro, ter participado na manhã de terça feira (15) de sessão itinerante do legislativo, no distrito de Matinha.

Na oportunidade o alcaide ventilou a possibilidade de incluir o distrito no perímetro urbano do município. Com essa mudança os moradores da localidade serão incluídos obrigatoriamente na Lei do IPTU – Imposto Predial, Territorial e Urbano.

As discussões, ocorridas na Câmara, desestabilizou o pouco que restava do equilíbrio aparente entre os poderes e os integrantes da bancada de apoio ao executivo.

Na verdade. Muitos argumentam que se trata de jogo de interesse político e financeiros, fazendo expandir a carga tributária para uma parcela sofrida da população.


Não é uma estratégia política inteligente praticada às vésperas das eleições, o que implica na perda de popularidade e votos.

O prefeito interino iniciou mal a sua gestão, sua primeira ação coloca em cheque o Legislativo do qual ele é presidente.


Poder interino mostra o lado da verdadeira face escura.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Gente estúpida: povo marcado, povo feliz/ Por Sérgio Jones*

O povo brasileiro, como gado, é tangido para os currais.
FOTO: Jornal de Lins

Nas minhas constantes caminhadas tenho travado embates políticos devido as tomadas de posições de alguns elementos insensíveis a temas quando se trata de justiça social. Os reacionários são tão estúpidos e ridículos, em seus posicionamentos e argumento, que não se pejam em demonstrar o total desconhecimento deles no tocantes a temas questões sociais.

Quando lhes falta capacidade argumentativa, surge com a seguinte pérola: “se você não está contente, porque não vai embora do país”. Dando desta forma uma pequena demonstração do que se entende por democracia burguesa. Devemos abandonar a arena política para facilitar as ações desses facínoras.

Outra máxima utilizada pelos segmentos mais reacionários e conservadores da sociedade é que a sua privilegiada situação financeira é justa, eles fazem por merecer. É como se eles fossem ungidos por Deus. Enquanto a grande maioria dos mortais não se fazem merecedores de tais privilégios.

Não entendem, que toda esta injustiça social é decorrente da realização, articulada por estes senhores detentores do poder, que transforma o Brasil em um país de excludentes. O egoísmo e a cretinice destes setores sociais impedem, de forma criminosa, uma distribuição de renda mais justa, para todos.

É muito comum entre os parasitas e especuladores financeiros de plantão apresentarem as distorções sociais como responsabilidade dos partidos considerados mais às esquerdas. De forma oportunista apresentam todo tipo de mazelas aos que eles denominam como “esquerdeopatas”, que gostam de defender bandidos.

Quando a bem da verdade, são eles os senhores da Casa Grande, os principais desagregadores sociais que acabam gerando a miséria, com a apresentação de modelos econômicos que atentam contra a dignidade humana. Mas procurando desconstruir os seus crimes recorrem ao velho esquema maniqueísta de apresentar a parte pelo todo. Apontando os resultados e omitindo as causas.

Também existe o argumento entre os exploradores que a miséria é consequência devido a incapacidade de que a maioria tem de se auto manterem e de se adaptarem ao sistema, sistema esse que é excludente e injusto. Eles não atribuem o problema social ao sistema “capitalista”, que eles tanto endeusam.

Também não consideram o papel do Estado que se propõe criar programas sociais visando amenizar a brutal desigualdade, em uma país onde os menos afortunados assumem uma carga de impostos mais pesadas e brutal, do que os considerados ricos.

O que fica patenteado é que as grandes fortunas é resultado de acumulação obtidas por meio de trapaças e artimanhas. Não é à toa que eles, os especuladores, têm como lema o adágio de que: “quem trabalha muito não tem tempo para ganhar dinheiro”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Em que berço a justiça brasileira dorme/Por Alberto Peixoto*

O Poder Judiciário é um dos três poderes do Estado moderno na divisão preconizada por Montesquieu em sua teoria da separação dos poderes. 
FOTO: Arquivos Google

Conforme a letra do Hino Nacional – Francisco Manuel da Silva, autor da música do hino nacional brasileiro, Letra,‎ Joaquim Osório Duque Estrada, 1909 – o brasileiro dorme eternamente em berço esplêndido e sabe-se lá Deus, quando vai acordar.

É preciso saber em que berço ou “onde” dorme o judiciário brasileiro, lugar no qual “tudo acontece e não acontece nada”.

O ministro do STF Dias Toffoli, disse em entrevista a um canal de TV, que foram descobertos planos terroristas ao Tribunal e que havia indícios de quem seriam seus autores. Mas não divulgou nome dos seus responsáveis.

Em qualquer país do mundo, por mais subdesenvolvido que seja, uma declaração desta seria motivo de investigação a pente fino. Não se sabe de nenhuma ação da PF – Polícia Federal – com relação a este assunto. A imprensa, que vive sempre na busca por furos de reportagens, não noticiou nenhuma linha sobre este tema. Só alguns sites independentes publicaram comentários a este respeito. Não se sabe se há alguma investigação policial.

Quando a questão é a Justiça Brasileira, há um inexplicável mistério envolvendo este assunto. Ninguém sabe de nada, nenhuma providência é tomada.

Os juízes e procuradores brasileiros passaram a ser “astros de um show Dantesco”! Sérgio Moro passou a frequentar as passarelas dos eventos da high-society; Joaquim Barbosa já se mostrava fã dos holofotes das TVs; Dallagnol, se transformou no mais badalado garoto propaganda do mercado. O espetaculoso e chamativo show protagonizado por estes “astros do sucesso”, está desmantelando a decência da magistratura.

Um imenso acelerado processo de desmoralização está levando o judiciário ao desdenho. O ex-ministro Cesar Peluso, em uma entrevista por época de sua aposentadoria, disse: “juiz não fala, juiz escreve e assina”.

Em um texto assinado pelo jornalista Joaquim Carvalho, diz haver uma denuncia sobre Michelle Bolsonaro ser uma espécie de gerente do caixa 2 da famíglia do presidente Jair, com dinheiro dos gabinetes dos parlamentares. Não se sabe qual o comportamento do judiciário sobre este assunto. Provavelmente, nenhum.

No início do ano, o Coaf rastreou um depósito de R$ 24 mil na conta da primeira-dama. O dinheiro foi depositado pelo ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz.

Diante deste quadro caótico que envolve o judiciário brasileiro, ficam as perguntas: em que gaveta está preso o “rabo” do judiciário brasileiro? Em que conta corrente, em que bolso?

Alberto Peixoto, Escritor.

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O Zé do Bode e suas trampas/Por Carlos Lima*

“Estórias” que Deus duvida!

Não deu para acreditar na história que Zezinho me contou. Fiquei abismado com o comportamento político do ZÉ do Bode.

Sendo um representante do povo no poder legislativo do município de “Quero mais”, não refletia os anseios da comunidade e se tornara um subserviente comprado.

O fato narrado foi de que o referido vereador costuma votar em projeto de lei sem fazer a sua leitura ou discuti-lo, basta dizer que era matéria enviada pelo executivo.

A comilança acontecia de forma literal, nas barbas do povo. O vale refeição dos cargos de confiança, em grande parte é refeição assegurada aos representantes que se dizem ser do povo.

O fato é tão vergonhoso, que ficamos sabendo da possibilidade real de alguns ex-assessores entrarem no ministério Público para receber aquilo que lhes é de direito.

O serviço de alto falante da cidade foi fechado porque denunciava as improbidades do legislativo, inclusive denunciou que um empresário no ramo de combustível afirmou que molhou a mão do Zé do Bode, para aprovar lei que beneficiava a instalação de ponto de venda.

Questionado se o assunto poderia ser denunciado no serviço de alto falante, ele foi categórico ao afirmar: de jeito nenhum. Poderiam até denunciar, mas não contava com ele para provar coisa nenhuma.

Se colocassem o nome dele diria ser mentira, que ele nunca tinha dito tal coisa. Nem sabia do que estavam falando.

O eleitor de “Quero mais”, precisa tomar uma decisão nas próximas eleições, esse legislativo tem que ser amplamente renovado.

Figuras como essas não podem continuar dizendo que representam o povo, quando na verdade vivem e cuidam apenas do seu próprio enriquecimento fazendo todo tipo de jogo sujo.

Não os reelejam.

Carlos Lima, Jornalista

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Governo Bolsonaro tenta promover a imbecilização coletiva do povo brasileiro/ Por Sérgio Jones*

O governo Bolsonaro tenta acabar com a estabilidade dos servidores públicos
FOTO:Arquivos Google

Mais uma vez o desgoverno do atual presidente Jair Bolsonaro oferece espetáculo dantesco diante da mídia nacional, ao se referir como esgoto os veículos de comunicação Folha de São Paulo e Correio Braziliense.

De forma cínica, cabotina e despudorada, ele desmentiu o que foi divulgado por estes dois órgãos de comunicação: Correio Braziliense, a intenção do governo acabar com a estabilidade dos servidores públicos; e o jornal Folha de São Paulo por ter publicado matéria em que aponta a existência de caixa dois no governo dele.

O que fica patenteado é que o Bolsonaro tenta negar o inegável. Como evidencia reportagem publicada no jornal O Globo que declarou. “Sem constar na agenda oficial, o presidente Jair Bolsonaro se encontrou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na manhã deste domingo (06) no Palácio da Alvorada, para discutir o envio nos próximos dias da reforma da administrativa, que prevê o fim da estabilidade para servidores públicos, e outro texto para a regra de ouro, que, segundo Maia, terá gatilhos para controlar as despesas obrigatórias do governo”.

Diante do exposto o que fica evidenciado é que contra os fatos não há argumentos. Diante do desespero de ter sido pego de calças curtas, parte para suas costumeiras agressões verbais. Agressões estas indignas para um mandatário brasileiro ou de qualquer outra nação, que se considere minimamente civilizada.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Legislativo feirense: preposição ou proposição? /Por Sérgio Jones*

Vereador pede que Marialvo inclua também a anulação de outros títulos de cidadão feirense

De acordo com matéria veiculada pela Ascom do Legislativo Feirense, em 03 de outubro, sob o título: “Vereador pede que Marialvo inclua também a anulação de outros títulos de cidadão feirense”. Ao longo do texto, a palavra ‘Preposição’ foi grafada de forma equivocada no lugar de ‘Proposição’. Ignoramos se isto ocorreu verbalmente durante discurso proferido pelo presidente da Câmara de Feira de Santana, José Carneiro. Mesmo que esta possibilidade tenha existido, cabe a assessoria fazer a devida correção, o que não aconteceu.

Diante do exposto, faz-se necessário realizar o devido esclarecimento, uma vez que, a imprecisão da palavra causa uma péssima impressão a este poder, que abriga considerável número e edis iletrados. Tal falha compromete e deixa muito a desejar, quando se trata desta matéria, o que não tem sido diferente nas questões e tratativas de assuntos outros, concernentes aos interesses públicos.

A título de esclarecimento, destaco que estas palavras não são sinônimas: ‘Preposição’ é uma palavra gramatical, invariável que liga elementos de uma frase. Todavia, ‘Proposição’ significa ato ou efeito de propor. O mais curioso é que a matéria foi replicada por diversos setores midiáticos, e nenhum deles atentaram para o ato falho.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Presidente do legislativo faz discurso demagógico/Por Caros Lima

Câmara de vereadores de Feira de Santana/BA

Considero um escárnio o discurso do presidente do legislativo feirense e de mais alguns integrantes desse poder municipal sobre o Dia Nacional do Vereador.

O edil afirmou que: “Somos o ponto de referência dos anseios populares. Nossa responsabilidade vai além de elaborar leis e fiscalizar as ações do executivo. Estamos na linha de frente, junto com o povo”.

Inacreditável que essa ação demagógica signifique para eles uma verdade, quando na realidade são apenas serviçais do poder executivo, e sangue sugas do erário.

Exaltam uma independência inexistente, o papel desempenhado durante o exercício do mandato é de total subserviência ao Executivo, desde que obtenham as benesses desejadas, as quais alimentam sua fome de poder; locupletação financeira e de uma política de barganha, sendo fiéis aos desígnios de São Francisco de Assis, “é dando que se recebe”.

O discurso de exaltação do comportamento político do vereador, é na verdade uma grande utopia, não se aproximam da realidade dos fatos que são vivenciados nos dias atuais.

Faz-se necessário esclarecer que os salários obtidos pelos vereadores são resultados do que passou a ser conhecido como entulho autoritário ocorrido no período militar ao tentarem se aproximar dos civis, fazendo essa concessão de ordem financeira, que hoje resulta em autos custos financeiros para a união.

Após o regime de força, esse entulho autoritário, (financeiro) foi um dos poucos que não foi removido e permanece até os dias de hoje.

Carlos Lima, Jornalista

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