Bolsonaro no País das Maravilhas/Por Alberto Peixoto*

Tripé da Vigário Geral com Bozo de faixa presidencial
FOTO: Brasil de Fato

O Brasil passou a ser o País das Maravilhas como o da fábula de Alice. Uma Nação onde Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, não abre impeachment contra Bolsonaro porque dá azar, o STF é bombardeado pela “famiglia” Bolsonaro e não reage e os três patéticos filhos do presidente, governam o Brasil, País das Maravilhas, através da milícia.

Ontem, 19/04/2020, Bolsonaro informou para seus seguidores em um movimento irresponsável contra o fechamento do comércio que vai implantar no Brasil uma nova ditadura, com direito a um novo AI-5. Segundo o Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, o deputado Rodrigo Maia tem por obrigação cumprir a constituição Federal Brasileira, ou seja: “é dever do parlamentar abrir processo de impeachment contra o presidente Jair Messias Bolsonaro que, obviamente, desrespeita a Carta Magna do Brasil”. Ele não leva nada disso a sério.

Conforme pronunciamento do Jurista Marcelo Uchoa, “Rodrigo Maia pode responder a processo no conselho de ética por prevaricar ao não cumprir suas obrigações constitucionais”.

De que Rodrigo Maia, o STF e o MPF tem medo? Esta pergunta não é de difícil resposta, mas as pessoas preferem a dúvida com medo da milícia.

Bolsonaro e sua associação de políticos e empresários irresponsáveis – lacáios – bailam nos jardins do País das Maravilhas, vociferando e ameaçando o que quer e a quem bem quer. Não há limites para seus atos e irresponsabilidades!

“O presidente Bolsonaro tem feito jus à biografia de um político radical que construiu a carreira na bancada do baixo clero na Câmara sem nunca ter se preocupado em se distanciar do lado mais escuro da ditadura militar […] […] à medida que se sente legalmente tolhido a praticar um enfrentamento sem base científica da epidemia da Covid-19, radicaliza, tendo chegado a um ponto perigoso ontem, ao participar de manifestação em Brasília em que se pregou golpe militar”, – Editorial desta segunda feira do jornal O Globo, da família Marinho.

Já chegou a hora desta brincadeira de “presidente fazer o que quer” acabar. É fundamental que os políticos brasileiros deixem a “politicagem” à parte e deem as mãos os de esquerda, direita, socialistas, comunistas e democratas em apoio à retirada do presidente maquiavélico do poder. “A tolerância está sendo o motivo da balburdia neste País e pessoas tolerantes em excesso, se tornam seres nocivos ao Estado”.

Alberto Peixoto, Escritor – comendadoralbert@bol.com.br

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A dança das cadeiras prossegue no atrabiliário governo de Colbert: sai Valdomiro e assumi Edson Felloni/ Por Sérgio Jones*

Edson Feloni, Colbert Martins e Valdomiro Silva

Governo de muitos ajustes e poucos acertos, está tem sido a marca registrada e indelével da atual gestão do prefeito de direito, não de fato, Colbert Martins.

De acordo com informações obtidas junto a segmentos internos da Prefeitura Municipal de Feira de Santana, novas modificações e ajustes continuarão acontecendo na atual gestão.

Tal comportamento se explica e é apontado como uma vã tentativa de se manter a orquestra afinada, que tem como maestro o ex-prefeito que sempre foi considerado, pela população, como a “éminence grise” na política feirense, agora mais do que nunca.

A novidade é que o atual secretário de comunicação Valdomiro Silva deverá deixar o comando da mesma. O seu lugar deverá ser ocupado pelo então Secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Edson Felloni.

De acordo com informações obtidas nos bastidores, Felloni já começou a esvaziar as gavetas e se prepara para migrar para a Secretária Municipal de Comunicação Social. Ignoramos ainda a causa e motivação que provocará a tal mudança, de forma tão repentina.

As especulações são muitas quanto o afastamento do atual secretário, sendo apontada como uma das mais prováveis, problemas de saúde. Mas, até o presente momento, estamos navegando em águas turvas, com quase ou nenhuma visibilidade. Uma das fortes características do modelo de administração adotado pelo ‘prefeito’ Colbert Martins. Só nos resta aguardar o desenrolar dos fatos.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Legislativo feirense no olho do furacão/Por Sérgio Jones *

Câmara Municipal de Feira de Santana

Mais uma vez o legislativo feirense volta a ser alvo de escândalo não só no campo político como também por suspeita de malversação na aplicação do dinheiro público e por comportamento impróprio que compromete o decoro da instituição.

A ameaça de denunciar as prováveis irregularidades e falcatruas cometidas pelo órgão, gestão do presidente José Carneiro, pode partir de Ícaro Ivvin que ocupou até recentemente, a pasta de serviços público da Câmara Municipal de Feira de Santana.

A possibilidade desse fato se tornar realidade foi abordado no programa do Caldeirão do Paulão. Ícaro ocupa, atualmente, a pasta de serviços públicos do executivo feirense. Ele foi acusado por assédio sexual, e se diz vítima de armação perpetrada pelo legislativo.

Importante observar que durante a acusação, vereadores que integram o grupo de diretos humanos estiveram na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) para cobrar um posicionamento e, no caso de comprovado a denúncia, adotar as medidas punitivas que a situação exige.

O curioso é que entre os vereadores presentes, Isaias de Diogo é o que tem demonstrado maior empenho em denunciar e buscar punição para o ex-amigo e protegido político. O que mudou, Diogo busca justiça ou algum tipo de vingança?

Retrospectiva

O que não se entende é o comportamento exacerbado e o empenho do vereador, em toda essa peleja. Não estou a defender que ele deve compactuar com essa prática de crime, menos ainda defender o culpado de ter cometido o suposto crime.

Mas não podemos deixar de observar que até algum tempo atrás o acusado assumiu a pasta de serviços públicos do legislativo graças a indicação do vereador Isaias e do deputado federal Irmão Lázaro; também este vereador juntamente com o presidente da Câmara, José Carneiro, foram autores da comenda Maria Quitéria, concedida ao mesmo.

Durante a posse do acusado na condição de procurador e secretário do executivo feirense, esse mesmo legislador fez um pronunciamento rasgado de elogios e dando considerável destaque à nomeação do advogado, no cargo.

O que houve ao longo de todo esse tempo para que houvesse essa súbita mudança, por parte do edil? Com esse comportamento o cenário de todo esse imbróglio pode provocar uma drástica mudança no desgastado cenário do legislativo, colocando-o em uma tremenda saia justa, caso Ícaro resolva dar com a língua nos dentes.

Afinal, como todos estão carecas de saber, esse poder não é um exemplo dignificante que o permita posar como um órgão totalmente de caráter ilibado. Só nos resta agora, aguardar o desenrolar dos fatos.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro é contra o dom da vida/Por Alberto Peixoto*

A foto que maca o governo Bolsonaro como o mais irresponsável do mundo.
FOTO: El Pais

E o Mandetta, a linha dele, como médico, era voltada quase exclusivamente para a vida – Jair Bolsonaro, presidente do Brasil.

Lamentavelmente há uma extrema aptidão, um sentimento do homem contemporâneo em só avistar valores materiais e idealizar-se em conquistas colossais. Para estas pessoas a vida, em sua acepção, tem um significado ínfimo.

Estas pessoas são possuidoras de uma cultura social que limita, em um percentual bem alto, a celebração do dom da vida. A alegria de viver foi deletada para o olvidamento.

Em consequência disso, entendemos que Deus é o pai – desde que você não seja seguidor destes falsos profetas caracterizados de pastores que só visam o “vil metal” – e não valorizar a vida é ignorar o amor a nós mesmo, a cada pedacinho que nos completa como seres humanos. É renegar a natureza como um todo.

Com certeza absoluta a economia e o mercado são importantes, mas não tanto quanto a vida no seu sentido abrangente.

A vida depois de perdida não tem retorno. Não temos o dom de ressuscitar e sair andando por aí como se fossemos Lázaro. A economia, com seus objetivos, seus processos de produção, distribuição de bens e serviços de  consumo, dos investimentos, do controle de gastos, mesmo depois de sua derrocada, com muito trabalho pode ser revitalizada, reconstruida. A vida não tem esta prerrogativa.   

“Bolsonaro explicando que demitiu o ministro da Saúde porque…” “a linha dele… era voltada quase exclusivamente para a questão da vida” e isso “não afinava com a ideia do presidente” é uma metáfora perfeita desse governo. O presidente, sabemos, é “voltado para a questão da morte”. – Petra Costa, Cineasta.

Neste momento é fundamental evitar sair de casa. Desta forma estaremos nos ajudando e ao próximo; a proteger nossa saúde e, consequentemente, preservar a vida do próximo. Não escutem orientações de pessoas de qualidades ínfimas e de comportamentos sórdidos.

Alberto Peixoto, Escritor – comendadoralbert@bol.com.br

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Bolsonaro transformou as pessoas em máquinas/Por Alberto Peixoto

No governo Bolsonaro o brasileiro passou de pessoas à máquinas
FOTO: Arquivos Google

Foi criado por Hitler, em 1º de setembro de 1939, um projeto de extermínio que tinha como objetivo a eliminação de idosos, deficientes físicos, doentes mentais e doentes incuráveis. Em seguida, eliminar os judeus, negros e homossexuais.

Atualmente vemos, através do governo Bolsonaro, esta prática ocorrer em pleno século XXI, em um país que se diz civilizado, imposta pelo Ministro da Saúde, Nelson Teich, com o apoio do chefe maior do Estado brasileiro.

Segundo o atual ministro em entrevista na CNN/Brasil, os idosos não tem os mesmos direitos que os mais jovens quanto ao tratamento, se infectados pelo coronavírus. A prioridade é dos mais jovens que, segundo o ministro, ainda tem uma vida inteira para viver. Já os idosos, podem vir a falecer a qualquer momento.

Os jovens, para o ministro, são como máquinas em plena atividade dando segmento às diversas linhas de produção, gerando entrada de recursos para a “organização” e pagando a previdência, com um custo de manutenção não tão elevado.

Por outro lado, os idosos são aquelas máquinas que no passado produziu, mas no presente não efetua mais nenhuma tarefa que venha gerar receitas para a “organização”. Ficaram obsoletas; seu custo de manutenção é alto e ainda recebem aposentadoria ou pensão. Passaram a ser um peso para a previdência!

O coronavírus é a grande oportunidade que este governo nazista esperava para extinguir parte dos aposentados, pensionistas, pessoas de baixa renda, índios e todos aqueles que não geram receita para a “organização”.

O nazismo não é uma ideia louca surgida de coisa nenhuma. Como hoje, através do neoliberalismo e da direita desvairada, surgiu para por fim naqueles considerados indesejáveis, um estorvo que provocava despesas.

Alberto Peixoto, Escritor – comendadoralbert@bol.com.br

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Presidente do legislativo feirense cobra da população o que ele não tem, bom senso/ Por Sérgio Jones*

Presidente do Legislativo feirense não tem bom senso

Transitando na contramão da história e demonstrando uma total confusão mental, o presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana José Carneiro Rocha, ao mesmo tempo em que se posiciona como defensor e a favor da reabertura do comércio de Feira de Santana, procura ficar bem na fita com o prefeito Colbert Martins que tem assumido uma posição contrária a dele.

Demonstrando uma total falta de coerência e coordenação lógica, ele se contradiz ao afirmar que não culpa o prefeito Colbert Martins por tentar todos os meios para manter o isolamento social, ao mesmo tempo em que acusa as pessoas de não ter consciência da importância da medida para se controlar o número de casos de Covid -19.

Afinal, acredita ele, que com a reabertura do comércio não haverá concentração de pessoas circulando pelo centro da cidade. Este é o modelo de vereador que nós temos, um homem sem convicção e noção de realidade, cobrando à população o que ele não possui, bom senso.

No final de sua fala, durante entrevista concedida à imprensa local volta a cometer outro erro falho ao fazer a seguinte observação: “ O prefeito acertou e continua acertando porque está tentando”. Resumindo, falou muito e não disse nada, melhor faria ele se se mantivesse calado.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Trump x Bolsonaro – O original e a cópia na antropofagia/ Por Sérgio Jones*

Há pretensa inspiração e apego de copiar o programa de governo fascista do ditador Donald Trump apequena ainda mais a imagem de Jair Bolsonaro, diante do mundo e até mesmo de parte do povo brasileiro.

Ambos já forneceram provas cabais, ao longo de seus deploráveis governos, que são inacreditavelmente estúpidos e incapazes de entender a extensão do problema, e se em algum momento entenderam alguma coisa, não demonstram capacidades efetivas e práticas de se comportarem, diante de novos desafios, exemplo o estilo adotado por eles visando combaterem a pandemia Covid-19.

O caos tomou conta dos Estados Unidos, embora sejam reconhecidos e considerado como o país mais rico do planeta. Nos hospitais faltam tudo, coordenação, aparelhos, remédios, suprimentos hospitalares, ventiladores, entre outros utensílios básicos para se combater a pandemia.

Nesse turbilhão de incertezas associada com incapacidade das lideranças políticas dos respectivos países, Brasil e Estados Unidos, se defrontam com a realidade brutal que coloca em risco a vida de milhares, ou talvez de milhões de seres humanos, pelo mundo.

Eles se mostrarem incapazes de combater de forma efetiva a pandemia, buscam desviar a atenção das pessoas tentando, de forma piegas, elegerem bodes expiatórios para encobrirem os seus percalços. No momento a bola da vez é a China. Que já está se livrando do problema e por extensão ameaça desbancar a economia estadunidense. Para que isso aconteça, é só uma questão de tempo.

Enquanto a única ação efetiva adotada ao longo de toda essa tragédia planetária são ações articuladas por mentes enfermas dos filhos do presidente Jair Bolsonaro que perpetram de forma irresponsável e despropositada todo tipo de injúria contra os chineses, em uma tentativa pífia de atribuir a origem da pandemia ao povo chinês.

Sendo o fato considerado mais grave ainda, contar nessa ação com o apoio do não menos desequilibrado Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Henrique Fraga Araújo.

O que fica patenteado é que tanto o governo brasileiro como estadunidense, ambos são estúpidos e se comportam com a dignidade de um asno. O epicentro da pandemia nas terras do Tio Sam é na Casa Branca e no Brasil, o Palácio do Planalto.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Colbert tenta faturar política e financeiramente com a crise do Covid-19/ Por Sérgio Jones

Colbert fatura com o Covid-19

Enquanto em outras localidades do país políticos demonstram sensatez e sensibilidade para com o drama que estão vivendo os brasileiros, diante da pandemia do coronavírus. A exemplo de vários prefeitos baianos que adotaram atitudes como redução ou até mesmo declinando de seus salários para redireciona-los no combate a pandemia.

Em Feira de Santana, terrinha de Lucas, o prefeito de direito, não de fato, Colbert Martins, tal qual abutre avança com voracidade sobre o povo que agoniza, na busca de mais recursos parar forrar os cofres abarrotados da prefeitura. O que torna o seu mórbido apetite insaciável na busca ensandecida pelo ‘vil metal’.

Sob a alegação de que diante da crise econômica que vive o país, a Prefeitura Municipal não pode perder arrecadação, ele parte para a arrecadação do IPTU, meses janeiro, fevereiro, março e abril.

Realmente, como já noticiamos antes o alcaide demonstra que seu apetite e apego pelo dinheiro público são vorazes. O jogo não tem regras, é o vale tudo, tudo ou nada por dinheiro.

Não demonstra o alcaide qualquer limite de decência para com sofrimento do povo. O grau de espoliação praticado pelo indigitado prefeito e seu grupo de bolsonaristas é de quem faz qualquer negócio, desde que lhe renda algum tipo de resultado pecuniário.

Para ele, as questões de bem-estar social é peça de fundo que só serve como adubo para reforçar os seus discursos políticos, com refinado grau de demagogia. Dia 05 de outubro diga não a esse bando de hienas e vampiros políticos, que já sangram o povo feirense por mais de duas décadas.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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A sórdida decisão do DEM em Feira de Santana/Por Carlos Lima

José Ronaldo se emociona ao falar de Justiniano França

A decisão tomada e divulgada pelo vereador licenciado e secretário de Serviços Públicos, Justiniano França (DEM), foi verdadeiro ato de irresponsabilidade partidária e uma inquestionável declaração de individualismo e oportunismo político.

“Para mim seria uma grande honra, ser o candidato a vice na chapa de Colbert Martins (MDB) mas, na semana retrasada fiz contato com um grupo político, dizendo a eles da importância deles estarem conosco e que poderiam indicar o vice, porque o importante é ganhar a eleição”. Afirmou Justiniano.

O DEM está no poder em Feira de Santana a mais de 20 anos, Colbert Martins (MDB) só é o atual prefeito porque José Ronaldo (DEM) renunciou o mandato para ser candidato ao governo do Estado.

O partido de José Ronaldo tem projetos para 2022. A direção nacional determinou que fosse apresentado candidatos a prefeito nas principais cidades do país, na Bahia os olhos do partido estão voltados par Salvador e Feira de Santana, além de outros seis municípios baianos.

No município feirense o maior líder político é o ex-prefeito, que também é o principal ‘fiel’ da balança nas eleições municipais deste ano.

Depois da declaração de Justiniano França cria-se uma dúvida nessa liderança. O que existe por trás do seu posicionamento? Com certeza não foi uma atitude isolada.

Mesmo sendo a maior coligação em uma chapa majoritária no município e tendo a maior densidade eleitoral, qual o temor para forçar uma renúncia politicamente tão significativa?

O desdobramento da Operação Pityocampa pode ser mais surpreendente do que se espera?

O que existe por trás de tão ignóbil decisão?

Sabemos que partido político possui interesse na eleição de seus filiados, tendo em vista que uma de suas finalidades é alcançar ou se manter no Poder de maneira legítima, por que essa renúncia tão desproporcional?

Além disso, existe o dever de seus filiados cumprirem o Estatuto partidário, os códigos de conduta interno e de ética, a linha programática, o regimento que disciplina o exercício do cargo eletivo e as decisões do Diretório e Executiva Nacional.

Se o filiado discorda dessas regências não é obrigado a permanecer filiado, mas não é aceitável ato de traição. O qual será abominado pela sociedade. É um comportamento que certamente, se repetirá quando da defesa dos interesses do povo.

Será que Justiniano França ao afirmar “que importante pé a vitória”, ser este um ato nobre?

A adoção desta postura é um ato de oportunismo; irresponsabilidade partidária, deslealdade programática; traição partidária; estelionato eleitoral, ou medo que algo venha ao conhecimento público?

Essa é uma prática desonesta e desconexa com as principais atividades de um partido político.

Os filiados de uma agremiação política devem buscar uma militância socialmente responsável, tratar as políticas adotadas pelo seu partido como uma missão ou princípio, até que se torne intrínseco ás estratégias políticas e ideológicas.

A direção do DEM em Feira de Santana não conseguiu assimilar esse desígnio ao longo de sua nefasta história.

Carlos Lima, Jornalista

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O preço da ignorância/Por Alberto Peixoto*

O a grande maioria do político brasileiro é analfabeto político
FOTO: Arquivos Google

É possível que todo este desmando estabelecido no Brasil seja por conta da falta de cultura – conhecimento – do povo brasileiro. Aliado a essa fragilidade também existe, neste país “abençoado por Deus”, do contrário a tragédia seria maior, o analfabetismo político que deve girar entorno de 99.99% incluindo, principalmente, os políticos.

No Brasil o analfabeto tem direito ao voto, jovens de 16 anos, sem nenhum conhecimento político, votam, semianalfabeto se elegem deputado, senador, prefeito, etc.

O analfabetismo funcional domina o País de norte a sul e isso implica no poder de decisão equivocado de sua população, que não sabe como proceder diante de um problema de grandes proporções como é a pandemia do coronavírus. Seguir as orientações da ciência ou as de um presidente tresloucado que, segundo a revista “The Economist”, “Bolonaro apresenta sinais de insanidade”.

Estas não são as únicas causas que levam o povo ao embaraço na hora de decidir por qual caminho seguir. Um grande motivador é o ódio disseminado pelos partidos da direita radical contra o PT e aos partidos de esquerda. Este ódio está levando, principalmente os seguidores do “presidente virtual”, a não raciocinar com inteligência. Não veem que os países europeus tiveram um crescimento acelerado de casos por não adotaram o “isolamento social”.

Na Argentina, país que tem um presidente sério – Alberto Fernández – e adotou o “isolamento total e obrigatório”, teve como resultado os seguintes números: 90 mortes e 1.584 casos. Veja agora os números do desmando à brasileira: 1.144 mortes e 19.723 casos no mesmo período. Este é o preço da ignorância do povo brasileiro, principalmente do seguidores de um presidente virtual que despreza a vida humana! O Brasil, desta forma, atingiu o pico da estupidez.  

O analfabeto funcional sabe ler e escrever, mas de forma limitada. Não tem condições de emitir um comentário sobre o que leu, consequentemente não tem discernimento suficiente para escolher seus representantes políticos. É fundamental ter melhor capacidade funcional de ler, escrever e saber interpretar um texto para, com mais acerto, definir quem vai ser seu mandatário.

Alberto Peixoto, Escritorcomendadoralbert@bol.com.br

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