Excessos de ruídos nas madrugadas de Feira têm sido uma constante/ Por Sérgio Jones*

Praça Eduardo Fróes da Mota – Feira de Santana/BA

A falta de um governo sério e competente no município de Feira de Santana têm contribuído de forma sistemática para que esta se torne uma cidade de ninguém.

Ao longo do dia o excesso de barulho reina tranquilamente e toma conta da cidade se agravando ainda mais nas madrugadas, quando as pessoas são acordadas de forma abrupta pelos excessos de ruídos sonoros provocados pelos escapes desregulados das motos possantes, pilotadas pelos ‘bem-nascidos’, filhinhos de papai.

Estes transgridem frontalmente a lei do silêncio. Tudo isso acontece sem que medidas sejam adotadas visando coibir os abusos que afetam e atingem até mesmo zonas de silêncio, onde se localizam hospitais e casas de saúde.

Tudo isso ocorre sob os olhares complacentes e até mesmo cúmplices do poder público que tem à frente, na condição de timoneiro, a figura insípida do médico que se acostumou chamar de prefeito de direito, mas não de fato.

Ao que parece, existi no município uma tácita conivência entre o poder público e essas práticas abusivas e atentatória à preservação e o respeito à saúde da coletividade.

Não tendo o governo de Feira a iniciativa e a sensibilidade para adotar tal atitude, pelo menos deveria seguir exemplos adotados por algumas cidades do Brasil que já aderiram medidas profiláticas, nesse sentido.

A exemplo do município de Águas Claras, Distrito Federal que realizou recentemente uma operação no local que contou com o apoio do efetivo do Comando de Policiamento Regional Oeste, Batalhão de Trânsito, Batalhão de Cães e Batalhão de Aviação Operacional, todos da PMDF. O Instituto de Criminalística, o Departamento de Operações Aéreas, da PCDF, e o Detran-DF também atuaram na operação.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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A origem do povo brasileiro/Por Alberto Peixoto*

O índio e o negro
FOTO: Plenário.mt

No decorrer de mais de 300 anos de escravidão no Brasil, os quilombos tiveram a função de meio de evasão contra a privação da liberdade e da violência praticada na senzala pelos senhores de escravos. Aos poucos estas comunidades de negros fugitivos foram se organizando, passando a cultivar a terra e trocando parte da colheita por utensílios e alimentos que supriam suas necessidades. Em toda a região que houve escravidão, houve resistência, luta pela liberdade, fugas e daí a formação dos quilombos. O mais famoso de todos foi o Quilombo dos Palmares, em Alagoas, quando ainda pertencia a capitania de Pernambuco.

Foram desembarcados em terras brasileiras um total aproximado de 4 milhões de negros que teve participação direta na fundação e no desenvolvimento econômico do país, através do seu trabalho escravo. Nossas raízes – origens do povo brasileiro – se assentam nas relações raciais entre os negros, brancos e indígenas, sendo o nordeste a principal porta de entrada dos negros trazidos da África, por volta do século XVI para trabalharem nas plantações de cana de açúcar.

Na luta pela independência do Brasil e pela abolição da escravatura, o negro, o índio e o vaqueiro sertanejo, tiveram participação importantíssima, principalmente na Bahia, fazendo resistência às tropas portuguesas que estavam sediadas em províncias que se opunham a independência do Brasil de Portugal e teve como grande aliada a heroína feirense Maria Quitéria de Jesus, nascida no sitio Licurizeiro, pequena propriedade nos arredores da Vila de São Jose das Itapororocas – hoje distrito de Maria Quitéria – na comarca de Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira, atual município de Feira de Santana, no estado da Bahia,

Nestes conflitos tivemos diversos outros heróis e heroínas como: Maria Felipa, Soror Joana Angélica, Tambor Soledade, o corneteiro Luiz Lopes e diversos negros só que estes não foram lembrados, obstruídos pela descriminação racial e social que sempre houve e há, infelizmente, até hoje em nosso país.

Conseguiu-se a abolição da escravatura no Brasil – Lei Áurea de 13 de maio de 1888 – mas ainda hoje há escravidão no país. Não se sabe se tão dolorosa como a do passado, onde os feitores açoitavam os negros no tronco ou a atual, na qual o açoite dos chicotes do racismo e do preconceito fere a alma de todos.

Tristemente, chega-se a conclusão de que o racismo e a falta da liberdade é um problema social histórico, sempre ligado à exploração dos mais poderosos contra os mais fracos. Para extirpar de vez este mal da face da terra, é fundamental acabar com o capitalismo selvagem e toda forma de exploração do homem pelo homem.

Alberto Peixoto, Escritor

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Bolsonaro e seu universo em desencanto/`Por Sérgio Jones*

Novos e revigorantes ventos começam a soprar pelo território brasileiro graças ao importante engajamento das torcidas organizadas, que reúnem muitos moradores das periferias e de outros segmentos esquecidos por um governo de déspotas bancado pelo clã bolsonarista. Esse emerge do lodo e do submundo do crime, que têm sua origem forjada nas ações mais covardes e sórdidas já urdidas e registradas nas páginas da história brasileira.

De acordo com apreciações e considerações feitas por estudiosos e especialistas em surgimento de movimentações de massa, estamos passando pela primeira etapa.

Os atos contra o atual governo da besta devem progredir. E o grande combustível que deverá aumentar a temperatura da crise é de caráter econômico que já se encontra batendo à porta das pessoas, associado com o efeito trágico da crise sanitária.

Como é do conhecimento geral os atos pró-bolsonaristas são esquálidos e têm atraído meia dúzia de porquinhos pingados, que provavelmente para se submeterem a representar cenas tão trágicas e degradantes devem estar recebendo como estímulo, algum tipo de soldo que servem de motivação aos porquinhos verdes e amarelos, que se reúnem diariamente na pocilga do cercado, montado em frente do Palácio do Planalto.

A estrutura pró-Bolsonaro é frágil e estão com os dias contados, enquanto o movimento de adesão popular ganha musculatura, este tende se firmar cada vez mais. Sem se levar em consideração o que apontam os índices de pesquisas em que a avaliação, do presidente assassino, de regular está caindo e sendo avaliada como ruim e péssimo.

Os analistas continuam acreditando que tal situação conduz para uma polarização cada vez mais acirrada entre os que, estupidamente, apoiam o presidente e os que racionalmente o desaprovam.

Sempre é importante se considerar alguns detalhes relevantes, tipo os índices que destacam uma forte migração de apoio do regular para o ruim ou péssimo, são formados por muitas pessoas de média idade, escolaridade alta e renda média e alta, perfil esse, identificado com a base do bolsonarismo.

Tal comportamento se encaixa com perfeição no que determina o conceito da terceira Lei de Newton conhecida como lei da ação e reação: “Para toda força de ação que é aplicada a um corpo, surge uma força de reação. E essa está mais presente do que nunca. Quem viver verá.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Não importa a cor da pele/Por Alberto Peixoto*

Diga não ao racismo
FOTO: Arquivos Google

Não importa a cor da pele, se o cabelo é crespo, ondulado ou liso; se a cor dos olhos é azul, verde ou preto; se é pobre ou rico e com opções sexuais diferentes. O que importa mesmo é o conteúdo das pessoas. Temos que aceitar as pessoas como elas são, como nasceram e como vivem. “O importante para Deus, é o que está no âmago do coração das pessoas…” – Disse São Paulo em uma de sua epístolas. Somos especiais por que fomos criados à imagem e semelhança de Deus, por isso, a aparência física não tem a mínima importância.

Se fossemos pessoas equilibradas, as cores que existem em nosso interior daria para pintar o céu, colorir o sol, maquilar a lua e todas as estrelas porque elas são formadas pelos nossos valores e princípios morais, que estão alicerçados no conceito de dignidade, o que retrata a essência do ser humano.

É muito difícil desligar-nos de emoções, desejos e paixões. É muito mais difícil ainda, aceitar os nossos erros e defeitos, mas é necessário ser solidários com o próximo, respeitar os seus direitos, seja qual for sua raça, credo ou seu status, procurando um melhor relacionamento com o mundo físico e social.

É muito complicado voltarmos para o nosso interior – principalmente para as pessoas que se sentem o centro do universo ou que se acham o sol, com os planetas girando em torno delas – constatar e aceitar tudo aquilo que não aceitamos ser; admitir que não somos o sol, nem o centro do universo e que o mundo não gira em torno de nós, chegando à conclusão de que somos, no plano atual, meros participantes do jogo da vida em iguais condições diante do Criador.

Infelizmente temos que ouvir de um Presidente da República Federativa do Brasil, de qualidades ínfima, um “ogro”, dizer que o negro é malandro e o índio indolente; que a mulher é a fraqueza do homem e não respeita os que fizeram opções sexuais diferente da sua. Com certeza o cérebro deste elemento de qualidades infinitesimal, se encontra na sola dos pés

Alberto Peixoto – Escritor

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Três bairros em lockdown para diminuir casos da Covid-19/Fonte: Folha do Estado

CRÉDITO: Folha do Estado

Os bairros Tomba, SIM e Mangabeira terão todo o comércio fechado, exceto estabelecimentos de alimentos e farmácias, e haverá barreiras contra a circulação de pedestres e veículos, e os moradores devem circular com documentos de identidade

A partir desta sexta-feira (5) à noite e durante todo o fim de semana, os bairros Tomba, SIM e Mangabeira serão alvos da Operação Viva a Vida, visando o combate ao novo coronavírus. Todo o comércio deverá ficar fechado, exceto estabelecimentos de alimentos e farmácias, e haverá barreiras contra a circulação de pedestres e veículos, e os moradores devem circular com documentos de identidade.


Esses primeiros bairros foram escolhidos com base nos índices de casos de corona vírus, mas a Operação Viva a Vida será uma rotina na cidade a partir de agora, por determinação do prefeito Colbert Martins.


“Sei que posso contar com a total colaboração da comunidade, porque as ações visam preservar a saúde de todos. São medidas cada vez mais duras, mas que devem ser adotadas, não há outro jeito”, destaca o prefeito.


A Operação Viva a Vida reúne diversas secretarias municipais e a Polícia Militar, organismos que fazem parte da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI). Essa nova ação contra o coronavírus em Feira de Santana foi elaborada em reunião da FPI realizada na manhã de sexta-feira (5).

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Isaias: queima de dinheiro público é aceitável, fogueira não / Por Sérgio Jones*

A FOGUEIRA QUEIMANDO VAIDADES

A proibição de se comemorar o São João em Feira de Santana, manifesto desejo do Vereador evangélico, Isaias de Diogo (MDB), tem um caráter distinto do que ele tenta apresentar. O que está em jogo são outros interesses, nem sempre confessáveis.

É claro que as comemorações dos festejos juninos, em clima de pandemia, não implicam nas concentrações de uma grande massa humana como aconteciam em todos os anos que antecederam o covid-19. Estamos falando de se comemorar, quem assim o desejar, cada um em suas respectivas residências.

A preocupação que tenta demonstrar e que sua excelência alega ser de interesse em preservar a idoneidade física do cidadão feirense, é totalmente falsa.

O que o vereador visa atender são interesses de caráter religiosos. A festa é uma das mais queridas dos brasileiros e mais importante do calendário da Igreja Católica. E uma das principais para uma significativa parcela do povo brasileiro, principalmente daqueles residentes nas regiões norte, nordeste e centro oeste do Brasil.

O que está por trás dessa atitude, já que o seu grupo religioso demonstra ser contra a esse tipo de comemoração é atender unicamente o seu curral eleitoral, composto quase que exclusivamente por este segmento evangélico.

Ele está jogando para a plateia.

Como é do conhecimento de todos, religiosos ou não, trata-se uma guerra santa que há muitos tempo vem sendo travada, por parte de grupos evangélicos, tendo como objetivo obter a hegemonia religiosa no país.

Comportamento similar esse grupo também dispensa aos segmentos religiosos de origem afrodescendentes. Que constantemente vem sendo discriminados por parte de alguns evangélicos, com ameaças que a vezes se materializam através de atos de vandalismo que causam sérios danos físicos e até mesmo financeiros. Pelo simples fato de não professarem da mesmas crenças religiosas, praticadas pelos seus algozes.

O comportamento é típico de evangélicos xiitas, além de ser totalmente destituído de bom senso, é de caráter meramente oportunista. Para muitos dos eleitores feirenses, esses tipos de vereadores são, em sua vasta maioria incultos, o que não os capacita exercer um cargo dessa magnitude.

O que eles deveriam, comentam alguns populares, seria procurar evitar, se quisessem mostrar serviço, a derrama e a queima que eles realizam no legislativo, com o dinheiro público.

Além de, em alguns casos, da comprovada existência da prática da enganação através do tráfico da fé. Quando se trata desses aspectos considerados pouco ou nada ortodoxos, eles não são nada parcimoniosos.

Por isso, nunca é demais lembrar a célebre frase proferida pelo presidente Abraham Lincoln: “Você pode enganar algumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas durante algum tempo, mas não pode enganar todas as pessoas o tempo todo.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Recusa de Colbert em manter diálogo com governador Rui coloca em risco a saúde do feirense/ Por Sérgio Jones*

Como eu sempre digo e repito, os políticos só olham para os próprios rabos. A recusa de manter diálogo com o governador em plena pandemia, em um momento em que todos deveriam estar unidos e dar as mãos, demonstra por parte de Colbert ser esse, um ato de irresponsabilidade e profundamente antirrepublicano.

A prática tem provado ao contrário da imagem que inutilmente o prefeito emedebista tenta criar em torno de si, como lídimo representante dos interesses do povo.

O que ele prega em seus constantes discursos e entrevistas concedidas na mídia provam que os mesmos não deixam de ser uma estratégia de palanque em que adota uma postura em torno de uma verborragia em que procura justificar as suas sucessivas e inaceitáveis mentiras, prática que já se tornou mantra desse governante bolsonarista.

Exemplo significativo o feirense está se deparando diante da recusa do prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins. Em manter um diálogo mais próximo ao governador petista Rui Costa. Este, busca debater e adotar medidas saneadoras visando conter o avanço da pandemia, no município.
Mas em um ato de estreiteza mental e por questões ideológicas o alcaide tem se furtado ao diálogo, sob diversas e falsas alegações. Essa atitude de “menino amarelo” coloca em risco a integridade física e a saúde do povo feirense.

Importante observar que o município registrou um aumento preocupante na taxa de crescimento do novo coronavírus. São 413 casos confirmados da doença. De acordo com o governador Rui Costa, o crescimento na segunda maior cidade da Bahia chegou a índices preocupantes, 54% em cinco dias.
Sob a falácia e o equivocado argumento de que a situação da pandemia na cidade está controlada o alcaide diz não necessitar de que ninguém precise ligar sinal vermelho.

Referência ao termo utilizado pelo governador com relação ao alerta feito por ele durante várias entrevistas concedidas à imprensa baiana. Com relação ao abrupto crescimento da contaminação do coronavírus, em Feira de Santana.

Essa tem sido a postura e o legado desse político. Fala e age em nome do povo, em tese, mas o que acaba sempre prevalecendo na prática, são os seus interesses nem sempre confessáveis.

O mandatário feirense faz uma aposta arriscada, um jogo perigoso, ao tentar partidarizar politicamente a questão da pandemia.

A atitude não parece ser inteligente e deixa transparecer a arrogância, um elevado grau de miopia associado a demonstração de estupidez política, abraçada pelo burgomestre de plantão.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Prefeiro Colbert Martins: coletiva semanal – 28/05/2020

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Bolsonaro estimula a violência entre seus seguidores/Por Alberto Peixoto*

Um tirano sem lei e sem postura
FOTO: Na Pauta Online

Dino: Bolsonaro é responsável pelas agressões a jornalistas.


Após a divulgação do vídeo da reunião ministerial (?) do dia 22 de abril, autorizada pelo ministro do STF Celso de Mello, manifestações ditatoriais estão ocorrendo em Brasília e em diversas cidades do Brasil. Há suspeita de que estes atos golpistas e violentos, estão sendo estimulados pela cúpula do governo Bolsonaro.

Os ministros do primeiro escalão, durante a reunião, agrediram o STF, governadores, entre outros. Abraham Weintraub, ministro da educação – educação? – por sua vez chamou os ministros do STF de vagabundos e que todos deveriam ser presos; Damares Alves, do ministério da mulher, pediu a prisão de todos os governadores; Salles, do meio ambiente, sugeriu que o governo aproveitasse a atenção da mídia com a pandemia para aprovar reformas de destruição do meio ambiente.

Espelhados na famigerada reunião ministerial em que o presidente admitiu estar armando seus seguidores para uma guerra civil, os admiradores do presidente Bolsonaro resolveram partir para a violência física, porque a verbal, segundo eles, não estava resolvendo.

Os bolsonaristas agrediram com tapas e pontapés repórteres, cinegrafistas e jornalistas do Grupo Globo, Folha de São Paulo, Band e Metrópoles, entre outros profissionais dos diversos veículos de comunicação que tornaram público a decisão de não cobrirem mais as aparições de Bolsonaro no “cercadinho” do Palácio da Alvorada.

Conforme avaliação dos ministros do STF, “após a divulgação do ‘vídeo’ as manifestações imperiosas aumentaram assustadoramente sua violência e são regidas pelo primeiro escalão do governo Bolsonaro”. Segundo o STF, “se as manifestações fossem espontâneas, não teriam reverberação na boca do ministro da Educação, nem no tom da nota do ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional”.

“Vamos fazer um massacre histórico em delegacias e fórum (sic), com nossos conhecimentos em química e acesso a armamento de guerra militar, podemos fazer algo esplêndido”. Mensagem subscrita e enviada por E-mail, para integrantes do Judiciário, pelo grupo extremista denominado “Comando Invisível” – informa portal Metrópoles.

Diante de todo este imbróglio, Jair Bolsonaro segue como um papagaio de bordel repetindo durante todo tempo os mesmos impropérios. Nunca ninguém ouviu uma mensagem positiva deste presidente. Ele é o epicentro das brigas e das confusões. É possível que além de sua psicopatia, também sofra de hemorroida.

“Estimular desrespeitos e não garantir segurança ao trabalho jornalístico diante de um palácio presidencial é uma forma de agredir a liberdade de imprensa. Bolsonaro é o único responsável por mais essa página vergonhosa” – Flávio Dino governador do Maranhão.
Alberto Peixoto, Escritor.

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Bolsonaro: o farsante/ Por Sérgio Jones*

O que mais impressiona neste desgoverno do inepto presidente, Jair Bolsonaro e toda a sua caterva têm sido a sua total incapacidade de se utilizar até mesmo, dos mais primários conceitos da lógica.

Prova consistente nos é apresentada quando ele publicou em suas redes sociais neste domingo (24), um trecho da lei de abuso de autoridade a respeito de divulgação total ou parcial de gravações. Utilizando-se para isso, do artigo 28.

No qual explicita: “Divulgar gravação ou trecho de gravação sem relação com a prova que se pretenda produzir, expondo a intimidade ou a vida privada ou ferindo a honra ou imagem do investigado ou acusado”, diz o trecho. “Pena – detenção de 1 (um) a 4 (quatro) anos”.

A publicação do presidente ocorre dois dias depois de o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), levantar o sigilo do vídeo da reunião ministerial que o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro usa como prova de que o presidente teria tentado interferir na Polícia Federal.

O que causa mais indignação na utilização deste recurso pelo atual presidente na tentativa justificar os seus pretensos direitos, é que o mesmo não aconteceu durante a divulgação de grampos telefônicos de conversas mantidas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. O sigilo foi derrubado por Sérgio Mouro, ato que foi considerado flagrante violação à Constituição, ao divulgar tal conversa.

No caso de Bolsonaro, o problema acontece em função de no sábado (23), o Estadão ter publicado mensagens trocadas entre Bolsonaro e Moro em que evidenciam o presidente falando sobre a Polícia Federal, e não da sua segurança pessoal, como tem alegado. O presidente decidiu que o então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, seria demitido, sem dar ao ministro qualquer alternativa.

O que fica evidenciado é que para essa escória política que tomou de assalto o poder no Brasil, todos os meios, até mesmo os mais ignóbeis, são aceitos desde quando justifique os fins.

Prática que se torna muito visível neste triste e atroz momento de nossa história. Enquanto isso, o covid-19 avança, as mortes se sucedem e o governo de zumbis só pensam em “salvar” a economia. Que mesmo antes da pandemia se instalar no Brasil, já se encontrava totalmente depauperada, como se diz popularmente, na bacia das almas.

Sérgio Jones, jornalista (ergiojones@live.com)

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