Derramamento de óleo nas praias no NE é criminoso/Por Albert Peixoto

Óleo no NE: A procura do veraneio no Nordeste pelos turistas está totalmente comprometida.
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http://tenentelaurentinoagora.blogspot.com

Foi protocolado ontem (22) pelo Deputado João Campos (PSB-PE) um pedido de abertura de CPI para apurar a causa do vazamento de óleo nas praias dos estados do Nordeste. Conforme declaração do Deputado, Bolsonaro comprova incompetência e desinteresse em providenciar medidas emergenciais para conter os danos causados.

“A atuação do Parlamento se torna ainda mais necessária quando o Governo Federal demonstra incapacidade e até omissão em relação a medidas emergenciais e mitigadoras dos danos causados”, afirma Campos.

O óleo já atingiu cerca de 200 localidades em 78 cidades nordestinas, e até o momento não se descobriu a origem do produto vazado. Já se passaram 45 dias – 2 de setembro iniciou o desastre e já atinge 2 mil quilômetros da costa nordestina – e o governo Bolsonaro não providenciou nenhuma medida para solucionar o problema. As famílias que sobrevivem com a pesca estão sofrendo. A indústria do turismo está sendo extremamente prejudicada.

Em contrapartida o “estagiário de ditador”, através de sua rede de Fake News, aproveita para culpar “ONGs de esquerda” e o “governo venezuelano” nos vazamentos de óleo sem provas, da mesma forma que culpou os índios com as queimadas na Amazônia. Providências para solucionar esta tragédia ainda não foram tomadas oficialmente. Apenas se sabe que toneis de óleo com a logomarca da Shell foram encontrados boiando em nossas águas.

E a Marinha que tem como atribuição defender a costa brasileira nada sabe, nada viu? O óleo já há dois meses segue avançando nas praias do Nordeste!

É muito suspeito este problema só afetar os estados do Nordeste, onde Jair Bolsonaro não tem apoio, não tem votos. De forma criminosa o governo expediu um Decreto extinguindo dois comitês encarregados em identificar e reprimir casos de contaminação das praias por óleo. O impacto ambiental e social do óleo vazado é incalculável!

O desastre é de proporções inestimáveis, pois nesta época do ano é o período da reprodução de animais como a tartaruga que é uma espécie considerada em extinção, corais, aves, peixes e diversas formas de crustáceos.

A procura do veraneio no Nordeste pelos turistas está totalmente comprometida.

Alberto Peixoto, Escritor

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Isaias de Diogo faz discurso demagógico de olho na reeleição/Por Carlos Lima

Isaías de Diogo faz discurso demagógico de olho na reeleição
FOTO: CLJORNAL

Isaias de Diogo, dublê de vereador e pastor, no seu segundo mandato, de olho na provável reeleição, faz uso de uma retórica velha e ultrapassada, ao cobrara do executivo um hospital municipal.

O mais curioso de toda essa pantomima política, é de que essa cobrança surge em período pré eleitoral, e de suspeitas relativas a um mal estar político entre o prefeito Colbert Martins e o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho, inclusive o famigerado vereador já esteve nas páginas de jornais e na mídia social pousando com a oposição.

O que nos causa estranheza é o fato dele só agora no final do seu segundo mandato sair-se com essa pérola.

Quando sabemos que o papel principal do legislador de forma proba a fiscalização do dinheiro público pelo executivo e não criar despesas. Principalmente sendo ele da base aliada.

É o que se presume.

Mas uma vez ele está jogando para a platéia faz um apelo vazio e inconsistentes que não pode resultar em nenhum efeito prático.

O tal objetivo tem como finalidade obter visibilidade e votos nas urnas em 2020.

Enquanto isso ele tem um papel pífio no que tange q sua atuação na câmara municipal, podemos citar como exemplo, a retenção de forma indevida dos Cartões de Alimentação, que no lugar de ser entregues aos seus assessores. Até onde se sabe, são cinco cartões que fica retido em seu poder para utilizá-lo da maneira que lhe convier, ato que caracteriza uma apropriação indébita. Inclusive existe prova viva desse fato em um dos casos.

CLJORNAL


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Presidente do legislativo feirense ameaça agredir jornalista no interior da Câmara/ Por Sérgio Jones*

Presidente do Legislativo Feirense
FOTO: Arquivos Google

Na manhã desta quinta-feira (24), por volta das 08:00h o jornalista, Sérgio Jones, quando se encontrava no interior da Sala Vereador Antônio Carlos Daltro Coelho – Divisão Legislativa, conversando com um dos funcionários daquele setor, foi surpreendido com a entrada brusca do presidente da Câmara José Carneiro Rocha.

Portando carteira de habilitação em uma das mãos partiu em direção do profissional de imprensa alegando ser portador da mesma, o que o tornava apto para dirigir veículos automotivos. Como se não bastasse o ato tresloucada, se utilizando de palavras de baixo calão se dirigiu ao mesmo. Não se dando por satisfeito, pelas agressões verbais, mandou que ele se retirasse da sala para que o agredisse fisicamente, na parte externa do prédio. O que só não aconteceu pelo fato da vítima não ter atendido o seu chamado.

No local do ocorrido se faziam presentes os servidores identificados pelos prenomes de Charles, Iramar e Edna. O fato de insanidade apresentado pelo vereador agressor tem como precedente a um artigo veiculado recentemente, em que o denunciava que o edil se encontrava dirigindo veículo de sua propriedade. Quando tentava estacionar o mesmo, no estacionamento do prédio da Câmara. A dificuldade em realizar a manobra do automotivo, chamou a tenção dos transeuntes que circulavam no local naquele momento.

No período veiculou-se uma nota no site CLjornal. Que chama a atenção para o risco deste cidadão em dirigir automotivos. O presidente do Legislativo, como é do conhecimento geral, sofre de grave deficiência visual. O artigo questionava o fato diante do perigo que a atitude do vereador representava para a segurança das pessoas e até dele próprio que circulam pelas ruas avenidas da cidade. Comportamento este, desnecessário já que ele dispõe de motorista e veículo da Câmara, que bancado pelo erário.

A veiculação do artigo, que não foi assinado por mim, resultou na demissão arbitrária do legislativo onde eu prestava assessoria ao vereador Gilmar Amorim, este sequer foi consultado sobre a minha exoneração.

Também foi questionado o papel da Ciretram que forneceu a Carteira de Habilitação. Afinal o citado cidadão foi submetido ao teste de acuidade visual? Se foi o que permitiu a entrega deste documento? O que fica registrado é que o presidente demonstra não ter equilíbrio emocional nenhum para continuar frente a este poder.

Diante do fato inusitado, só me resta uma alternativa, formular uma queixa crime contra o agressor. O que estou fazendo neste momento.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)


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O financiamento de campanha no legislativo municipal/Por Carlos Lima

Não se corrompam para não se igualarem a eles.
FOTO: Arquivos Google

É bastante instigante e ao mesmo tempo perigoso falar sobre movimentação financeira, antes, durante e depois das eleições para o legislativo municipal.

Na maioria das vezes, antes da definição do financiamento de campanha ser realizado com verbas da união, os vereadores achacavam os empresários e colocavam os candidatos a deputados estadual e federal numa sinuca de birro.

Para conseguir o apoio dos vereadores tinham que pagar um alto custo e na maioria das vezes não era correspondido.

Os empresários, alguns deles trocavam as doações de campanha por favores, destacando-se aprovação de leis que os beneficiavam, ou eram obrigados a contribui, com receio de que seus interesses pudessem vir a ser prejudicados com leis ou ações políticas que dificultassem o funcionamento de suas empresas.

Mesmo assim, ainda eram penalizados durante o período legislativos com ameaças, ou votação de projetos especificamente direcionados com a intenção de negociar a sua votação.

Esses projetos visavam às seguintes empresas: Transporte Coletivo Urbano; Limpeza Pública; Comercialização de Combustíveis; Construção e Postos de Combustível; Construção de Supermercados e Atacadão; Educação e Saúde, como às Cooperativas; além de outras denominações na área comercial e industrial.

Todos esses procedimentos são criminosos e imorais, salientando que o mais terrível é a área de saúde, quando os recursos desviados para o financiamento dessas campanhas, provocam até a morte de pacientes.

Como podemos acreditar que esses candidatos e vereadores eleitos estejam imbuídos na defesa dos interesses e das necessidades do povo que lhes deram uma carta em branco para serem representados por eles.

Isso sem falar no caixa 2, nas sobras de campanha, nas prestações de contas fraudulentas e enriquecimento criminoso.

Esses fatos vêm acontecendo em todas as eleições municipais, muitos se candidatam para conseguir recursos, outros para ter uma votação ridícula e com ela conseguir nomeações no serviço público, que, na sua maioria se torna servidores contratados com a alcunha de fantasmas.

Servem apenas para sacar o dinheiro no final do mês, sem contar que alguns deles dividem o salário com o vereador.

Enquanto parte dos vereadores eleitos se apropriam do cartão alimentação, com a conivência da mesa diretora da Casa e da presidência, os quais são desviados de suas finalidades para ampliar os recursos e benesses dos vereadores.

Esses são os comentários que circulam nos bastidores da política no universo do legislativo municipal.

Se for realizada uma pesquisa sobre essas denúncias, fazendo um levantamento minucioso das cassações, das prisões de vereadores em todos os municípios do país, as provas serão irrefutáveis.

Soube de caso ocorrido com um empresário de posto de combustível, que pagou propina para que uma lei fosse alterada, permitindo a construção de um Posto de Combustível em área não apropriada.

O fato foi comentado pelo próprio, mas, em seguida, observou com ênfase: “se denunciassem ele desmentiria, não queria problema nem perseguição”.

Em certo período legislativo um desses pseudos representantes do povo pediu que um empresário lhes conseguisse 50 mil reais, este se recusou sob a alegação de que estava passando por uma fase financeira difícil, o político ficou negociando, negociando, até que o empresário sem opção, concordou em disponibilizar 30 mil reais em três parcelas.

Vamos assim dizer, o “meliante político” aceitou, e definiu as condições de pagamento: “Me paga 10 mil reais agora, e entre 30 e 60 dias você me paga o restante”.

Ele utiliza o termo pagar: (você me paga), como se o empresário estivesse devendo ao facínora político que o extorquia naquele momento.

Não se pode esconder tudo, nenhuma ação ilegal permanecerá no limbo, um dia será conhecida de todos.

Tem um dito popular que diz: “O povo aumenta mais não inventa”.

Esses e outros comentários circulam nos bastidores políticos da Câmara Municipal.

Em 2020 teremos eleições municipais, o eleitor deve se conscientizar da importância da escolha do seu voto e não reeleger vereadores tidos e havidos como incompetentes e desonestos no trato da coisa pública.

Não se corrompam para não se igualarem a eles.

Carlos Lima, Jornalista

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Existe algo de podre nas contas da Câmara Municipal de Feira de Santana/ Sérgio Jones*

Prefeitura Municipal de Feira de Santana/BA
FOTO: Acervo do professor Carlos Melo

Não tem um único dia que o povo brasileiro não se depare com um novo escândalo financeiro, falcatrua e todo tipo de armação visando subtrair o recurso público, esta prática se tornou uma regra e não exceção.

Na manhã desta terça-feira (22), nos deparamos diante de mais uma forte suspeita que coloca em cheque a lisura a condução da atual administração do legislativo feirense. O Tribunal de Contas do Município (TCM), através do Conselheiro Francisco Netto deu parecer que aprovou com ressalvas as contas da Câmara Municipal de Feira de Santana, da responsabilidade do vereador José Carneiro Rocha, relativas ao exercício de 2018. E em seguida, multou o presidente da Câmara em R$ 3 mil pelas irregularidades contidas na prestação de contas.

Dando prosseguimento as investigações que apontam irregularidades na condução da atual administração, a relatoria determinou que a 1ª Diretoria de Controle Externo do TCM promova a análise de gastos significativos realizados com a concessão de Plano de Saúde aos servidores efetivos da Casa Legislativa, no valor de R$ 282.654,88; com o aluguel de vagas para veículos oficiais, na quantia equivalente a R$ 120 mil; e com o pagamento de serviços de limpeza, no total de R$ 1.785.704,01, lavrando, se necessário, termos de ocorrência.

Também na oportunidade o conselheiro solicitou uma análise mais específica sobre a quantidade expressiva de cargos em comissão na Câmara de Feira de Santana, já que a entidade possui, em média, 18 cargos comissionados para cada cargo efetivo.

Outra atitude suspeita no trato da coisa pública está sendo apurado ao se constatar que somente no mês de dezembro os gastos com pessoal alcançaram R$ 864 mil, e deste total apenas R$65 mil, referente ao pagamento de servidores efetivos. A decisão cabe recursos. O que fica evidenciado em todo este imbróglio financeiro é que na política honestidade é prova de fraqueza.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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A tibieza moral e física do clã Bolsonaro está conduzindo o Brasil ao caos/ Por Sérgio Jones*

Família Bolsonaro: Flavio, Jair, Eduardo e Carlos
FOTO: JGB

Longe de chegar ao fim de sua desprestigiada carreira política dedicada ao que há de mais desprezível neste segmento, independente da legião de pessoas reacionárias, conservadoras e radicais de direita que o apoiaram. O insidioso presidente, ao longo de sua aventura política, recebeu generosos recursos financeiros de barões da indústria nacional e até mesmo verbas oriundas do estrangeiro, mais especificamente dos Estados Unidos da América, milhões de dólares.

Dólares estes que foram empregados de forma criminosa para alavancar a candidatura de um zumbi político que fazia parte do baixo clero no quadro da politicagem brasileira. Candidatura, toda ela forjada em cima de sucessivas mentiras (Fakes), veiculadas nas redes sociais de comunicação. Alguns de seus conselheiros alimentaram a ideia ao acreditarem, com certa razão, que nada nem ninguém se oporia, seriamente, a tal medida. O ouro dessa vez não foi de Moscou.

Todo este auxílio ‘generoso’ foi doado pelos poderosos, na falsa crença de que estariam de certo modo, contribuindo para a restauração moral e das finanças do país. O que a curto prazo ficou constatado é que se estabeleceu um governo, corrupto, inepto e despreparado.

A confusão que se sucedeu a partir da vitória eleitoral do Bolsonaro vem se concretizando através dos índices negativos na área de empregos formais, no aumento assustador da concentração de riqueza na mão de uma reduzida minoria de poderosos. Em contrapartida houve, como já era de se esperar, o empobrecimento maior entre as classes menos favorecidas financeiramente.

A aventura política ‘deu certo’ levou os segmentos menos progressistas do país a acreditarem que estavam trilhando pelo caminho correto, para atingirem os seus mesquinhos objetivos. Resultado, venceu as forças do atraso, perde a nação e o seu povo. Com os sucessivos recuos dos índices sociais que se estabeleceram com ascensão de Bolsonaro e seus próceres, a partir de sua vitória eleitoral.

As forças retrógradas e conservadoras estão delapidando o patrimônio público e pondo a nação de joelhos diante dos países colonizadores. O que implica dizer que a recuperação social, financeira e até mesmo de sua soberania deverão acontecer de forma lenta, no calendário da história. O que implica em observar que o brasileiro já está pagando um alto preço pelo seu deplorável erro de avaliação.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)


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Pityocampa: um peso duas medidas/ Por Carlos Lima

Thaumetopoea pityocampa é uma espécie de inseto lepidóptero, mais especificamente de traça, pertencente à família Notodontidae.
FOTO: Arquivos Google

No primeiro posicionamento é imprescindível dizer que a justiça sempre manteve e deverá manter por um período não calculado, que o seu comportamento jurídico, seguirá dando vazão que suas decisões, continuarão positivando o que eles possuem, “um peso e duas medidas”.

Não irei me distanciar para confirmam essa ânua.

O caso Pityocampa em Feira de Santana é um exemplo claro e incontestável dessa posição jurídica bastante questionável e injusta.

A operação deflagrada até o momento só atingiu os empresários da Coofsaude no município.

Os agentes públicos nos poderes executivo e legislativo não foram até o presente momento sequer admoestados.

Com certeza todas ações que viabilizaram os desvios dos recursos públicos pela Cooperativa de Saúde – Coofsaude não poderiam ter sido executados com êxito sem a participação de agentes públicos com poder de decisão.

Mas, para surpresa e estupefação dos feirenses, as investigações foram realizadas em primeira fase apenas no setor privado. A segunda fase conforme informações dos órgãos investigadores ocorreria em outro momento, que para surpresa está engavetada.

Lógico que essa fase estaria identificando os agentes públicos.

A investigação dorme em berços esplêndidos.

Os empresários cometeram crimes e, portanto, devem ser punidos.

Mas, os crimes não teriam acontecidos se os agentes públicos não tivessem participação, facilitando e acobertando a ação que subtraiu ilegalmente recursos públicos, destinados à assistência médica e medicamentosa dos habitantes do município.

Não é exagero afirmar que pacientes foram a óbito pela falta dos investimentos que esses recursos fizeram.

Até o momento as investigações não definiram o montante total subtraído dos cofres públicos. Os valores inconclusos somam mais de duzentos milhões de reais só em Feira de Santana.

A área de atuação da Coofsaude atingiu mais de 30 cidades inclusive a capital. A estimativa gira entorno de um valor superior a 1 bilhão de reais.

É obvio que para uma ação dessa monta ser executada, obrigatoriamente teria a participação de agentes públicos na sua estrutura.

Onde eles estão?

Os empresários nós sabemos!

Será que a maneira correta de combater a corrupção é essa?

Prende os políticos considerados de esquerda, destrói as empresas de parte do setor privado e deixa livre os políticos amigos criando uma muralha protetiva em torno deles?

Essa é a justiça que condena os advogados considerados, por parte do magistrado, como advogados de porta de cadeia, como disse o desembargador Sylvio Baptista Neto, da 1ª Câmara Criminal.

Sinceramente não encontrei diferenças, dando as devidas proporções, entre eles.

Os amigos com posição política confluente, que roubam, podem?

Quando a justiça estará dando uma resposta à sociedade sobre a Pityocampa, quando estarão punindo os agentes políticos envolvidos?

Carlos Lima, Jornalista

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Os mentecaptos eleitores de extrema direita/Por Alberto Peixoto.

Quem é mais idiota, Bolsonaro ou seus eleitores?
FOTO: Arquivos Google

Quem é mais idiota, Bolsonaro ou seus eleitores?

Conforme pesquisas e estudos contemporâneos, a média de eleitores do extremista Jair Bolsonaro são mais ricos e utilizam com frequência as redes sociais para justificar suas sórdidas convicções políticas. Um eleitor imbecil.

Os “bolsominions” são sujeitos obtusos, assustadoramente homofóbicos, tradicionalmente contrários à teologia modernista – fundamentalistas religiosos – contraditoriamente moralistas. De acordo com o pensamento dos coxinhas zona sul, para eles – que se acham ricos – manterem sua soberania os pobres não podem melhorar de vida, pois poderão até se equilibrar com os mais ricos.

Portanto, os mais humildes não podem ter direito a educação. A escolaridade possibilita aos capacitados atingirem um padrão de vida melhor e também a melhor escolher seus governantes. Dificilmente seriam um bolsominions.

Mas os ricos geralmente são escolarizados! Isso não os permite a também escolher melhor? Os mais ricos possuem uma escolaridade melhor porque não precisam harmonizar trabalho com educar-se. Não há para estes a necessidade de começar a trabalhar mais cedo. Quem define neste segmento social não é a intelectualidade da pessoa. O dinheiro substitui o QI – Quociente de Intelectualidade – desta classe social.

O poder aquisitivo mais elevado e a alta escolaridade não transformam nenhum estúpido em inteligente. De acordo com pesquisas divulgadas, esse eleitorado de elite é imaturo e não sabe explicar porque vota nos candidatos de extrema direita. Não possuem consciência política definida.

Segundo o IBOP – Instituto Brasileiro de Opinião Pública – são pessoas com boas condições financeiras e que dizem ter graduação em nível superior. Ou estão mentindo, ou perderam tempo na academia e não aprenderam nada o que evidencia a derrocada do sistema educacional brasileiro.

Completando o time dos idiotas que votam na extrema direita, surgem os “Terraplanistas”. Protestantes que acreditam ser o planeta terra um disco de um só lado e que flutua no espaço. Estes estão “redondamente” enganados. É o fim da picada!

Alberto Peixoto, Escritor.

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Bolsonaro: esse não é o Brasil que queremos/ Sérgio Jones*

O Brasil que não queremos
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Situação escandalosa começa a se delinear no perfil do Brasil que passa a apresentar uma face, cada vez, mais grotesca que vem se agravando com a ascensão de Jair Bolsonaro e seus títeres, aos podres poderes. O país começa a crescer que nem rabo de cavalo, para baixo. E o mais triste de toda essa realidade é que a tragédia já estava escrita nas estrelas. A ascensão desses arremedos de políticos, só foi possível por ter contado com a ajuda de considerável parcela da classe pobre e desenformada, vítima de um modelo econômico aberrante, que infesta a nação. E que continua crescendo em ritmo acelerado, jamais registrado nos anais de nossa triste história.

O fosso existente entre ricos e pobres se ampliou, de forma desumana, incentivado por um modelo econômico e político voltado para atender os privilegiados. O Estado por ser burguês, nada fez ou faz para minimizar o crime da concentração de recursos praticado por uma casta de parasitas que vivem e sobrevivem da ciranda provocada pela especulação financeira, que nada produzem. Os segmentos voltados para o setor produtivo se sentem sufocados pela excessiva burocracia existente e por ter que suportar uma sobrecarga brutal de impostos.

Com a escandalosa falta de geração de emprego, a miséria toma conta de todo o território nacional, não respeitando limites e divisas existentes no território nacional. Para se ter uma pálida ideia: quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty.

O Brasil também se destaca no recorte dos 10% mais ricos, mas não de forma tão intensa quanto se observa na comparação do 1% mais rico. Os dados mostram o Oriente Médio com 61% da renda nas mãos de seus 10% mais ricos, seguido por Brasil e Índia, ambos com 55%, e a África Subsaariana, com 54%.

A região em que os 10% mais ricos detêm menor fatia da riqueza é a Europa, com 37%. O continente europeu é tido pelos pesquisadores como exemplo a ser seguido no combate à desigualdade, já que a evolução das disparidades na região foi a menor entre as medidas desde 1980. Eles propõem, de maneira geral, a implementação de regimes de tributação progressivos e o aumento dos impostos sobre herança, além de mais rigidez no controle de evasão fiscal.

O que fica patenteado, nesta simples narrativa, é que a pobreza não decorre da vontade de Deus, mas da ganância dos homens. Os pobres enquanto não tomarem consciência de que a miséria de muitos é resultado de práticas sociais, econômicas, egoístas desenvolvidas por poucos, em detrimento de uma expressiva maioria. Nada será feito para mudar esta situação degradante que atenta contra a dignidade humana.

Quando perguntarem que porcaria de país é esse, o que devemos responder? A porcaria é de vocês, nós o povo retratamos, sofremos e representamos a realidade dos fatos. A pergunta que não quer calar, até quando o grau de tolerância do povo brasileiro vai suportar os crimes praticados pelos donos do poder, que tanto mal gera contra a nação e seu povo? Só a história dirá.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O contágio da Pityocampa está sendo mais letal do que a lepra/ Carlos Lima

Thaumetopoea Pityocampa
FOTO: Arquivos Google

Nunca duvidamos do oportunismo e a esperteza da maioria dos políticos, principalmente aqueles que estão na base da carreira, ou melhor, vereadores, alguns neófitos, outros lobos em pele de cordeiro.

Antes da explosão do escândalo da operação Pityocampa, testemunhamos por inúmeras vezes as romarias políticas a Meca (banco Sicoob e a Cooperativa – Coofsaúde), onde durante a semana eram recebidos os legisladores, e para o executivo eram reservados os finais de semana à beira da piscina, denominado de Happy Hour.

Essas instituições atuavam como verdadeiros financiadores das mais diversas campanhas políticas no município, além da prestação de serviços médicos gratuitos para os eleitores previamente selecionados.

Toda essa movimentação tinha uma justificativa, a busca de recursos e apoios financeiros para suas campanhas eleitorais.

Os diretores das instituições eram enaltecidos, defendidos, ovacionados e tratados como grandes mecenas, principalmente o dirigente mais importante.

Ninguém esperava o tsunami provocado pelo desencadeamento da operação Pityocampa, levando ao conhecimento público a corrupção na área de saúde em Feira de Santana.

Mesmo a operação não tendo sido concluída, atingiu frontalmente a classe empresarial. Até o momento os agentes públicos envolvidos não foram citados, ainda estão preservados.

Entretanto, aqueles políticos que se beneficiaram dos recursos desviados da saúde, foram rápidos no gatilho, se afastaram dos empresários como o diabo se afasta da cruz.

Essa estratégia adota poderia ou pode, acreditam eles, mantê-los a salvo desse milionário desfalque de recursos oriundos da saúde.

Esquece esses senhores políticos de uma premissa básica, em transação financeira irregular coexistem as figuras do corruptor e dos corrompidos.

Como nossa justiça é lenta, não significa que todos os envolvidos possam ficar impunes.

Carlos Lima, Jornalista

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