Em Feira de Santana o caminho das águas é hoje a passarela dos ratos/Por Carlos Lima

Feira alagada

O período das chuvas se aproximam e mais uma vez, a estrutura da cidade não foi preparada adequadamente para receber o volume chuvas que atinge a cidade de Feira de Santana.

Paliativos de curta duração são obras realizadas todos os anos, como se fosse uma linha de montagem em indústria de apropriação indébita do dinheiro público, sem nenhuma intenção de conter definitivamente as águas trazidas pelas chuvas que caem sobre a cidade.

Há mais de duas décadas que os pontos de alagamentos em ruas e avenidas são conhecidos. Todos os anos os problemas se repetem, não antes do governo destinar recursos e mais recursos para solucioná-los sem obter êxito.

A quem afirme que o caminho das águas no município se transformou na passarela dos ratos.

Os transbordamentos das águas nas redes pluviais propiciam o alagamento de recursos nos bolsos daqueles de assumiram o poder político do município a mais de duas décadas.

As enchentes em várias ruas do bairro Baraúnas, nas proximidades do centro comercial da cidade são históricas e recorrentes, como são as obras realizadas no local todos os anos.

A solução nunca foi encontrada. O dinheiro não falta, o caminho para erradicar o problema é bem conhecido, mas os ratos chamam “de seu”.

Em dezenas de outros bairros e em parte do centro, coração nervoso da cidade, a situação é a mesma.

Até em algumas estações de transbordo (transtorno) do inútil BRT, na Avenida Getúlio Vargas, águas ficam acumuladas em suas laterais, ofertando isolamento e banhos gratuitos. Transferindo a sujeira desse governo para o povo.

O que os urbanistas dessa metrópole, identificada como Feira de Santana, tem a dizer sobre o que poderia ser feito para eliminar esse problema?

Na verdade, esse governo sempre desprezou os ciclos hidrológicos da natureza como a evaporação das águas e em seguida as precipitações que atingem a cidade, analisando o grau de impermeabilidade colocado no solo, respeitando e abrindo espaços para o caminho das águas.

Ao conversar com um Engenheiro Hídrico, ele afirmou que “o normal seria a água se infiltrar no solo, para depois desembocar nos córregos e rios, que então correm para o mar. E, assim, o ciclo recomeçaria”.

Disse ainda que “quando a chuva chega no espaço urbano, a água cai sobre no solo impermeável e não consegue se infiltrar. Nossos canais e rios estão obstruídos. Essas águas, em grande quantidade e velocidade, escorrem para as sarjetas, rede pluvial misturada com esgoto que não conseguem suportá-las.”

Concluiu dizendo que a cidade de Feira de Santana teve um crescimento desordenado, com ocupações precárias construídas em nascentes, pequenos córregos foram aterrados, desequilibrando o curso normal das águas que correm para os pequenos riachos que circundavam a cidade levando as águas para o rio Jacuípe, que teve grande parte desse fluxo de água interrompido. O resultado foi a concentração dessas águas na cidade.

Uma das soluções seria criar processos de macrodrenagem que pudesse interferir nessa lógica, com a criação de praças e parques lineares ao lado desses pequenos córregos e rios, de modo a fazer com que a água se infiltre mais facilmente”, explicou o engenheiro.

É um delírio pensar que o governo municipal deseja solucionar o problema. E o caminho dos ratos como ficaria?

Não esqueçam o que fizeram com o lençol freático para a construção da passagem de nível na Maria Quitéria sobre a Avenida Getúlio Vargas.

A secretaria de Meio Ambiente teve aquiescência do prefeito e fez vista grossa para o avanço desordenado do setor imobiliário que não respeita várzeas, nascentes e o lençol freático da cidade.

São verdadeiros esconderijos de ratazanas.

Nessa mesma linha está o Plano Diretor de Feira de Santana. Se esse grupo político sobreviver por mais uma década teremos muito pouco a dizer sobre o desenvolvimento do município e a qualidade de vida do seu povo.

Carlos Lima, Jornalista

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Messias ajoelhou tem que rezar/ Por Sérgio Jones*

Messias Gonzaga é o novo Ouvidor do Legislativo feirense

O presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, vereador Fernando Torres (PSD), apresentou oficialmente o ex-vereador Messias Gonzaga como o novo Ouvidor do legislativo. Dando, dessa maneira, início à abertura para à temporada no exercício da prática da demagogia política, tão apreciada e ao gosto de suas excelências de plantão.

Costumeira prática teve abertura durante coletiva realizada na manhã desta sexta-feira (28). A justificativa apresentada pelo presidente da casa foi de que a indicação partiu da bancada de oposição formada integrada pela tropa de edis: Jhonatas Monteiro (PSOL), Silvio Dias (PT) e Professor Ivamberg (PT).

Durante o ritual macabro, tão ao gosto dos políticos, Torres fez uso de sua sofrível verve para ressaltar a felicidade ao receber de parte da bancada de oposição o nome de Messias como indicação.

“A indicação veio por meio da bancada de oposição e logo que chegou o nome eu acatei. Fiquei feliz em ver seu nome conosco para fazermos o nosso trabalho aqui na Câmara, servir a população de Feira, a comunidade, por sua honestidade, por seu passado”.

É para rir ou chorar?

Querem mais: “Não sou saudosista. Aqui vivi 22 anos e fiz o melhor que pude fazer. Saí com as mãos limpas, com a cabeça erguida e nem me passa mais pela cabeça ser vereador, mas não passava tão pouco estar aqui na Câmara, mas a lembrança da bancada e sua [Fernando] me convenceram a aceitar este novo desafio a ser enfrentado”, disse, ressaltando sua surpresa com o convite.

Se foi surpresa para ele, imagina para o povo!

Como sempre Messias, velha raposa política, não perdeu tempo e deu início à sua velha e rebuscada retórica ao declarar que na condição de Ouvidor o seu papel não será político.

“A Ouvidoria não é política, não é de oposição, não é de situação, é um órgão técnico auxiliar para ajudar vocês vereadores. Não venho aqui par fazer política, mas para fazer algo que é novidade aqui, mas não no resto do mundo, que é a ouvidoria. Aproximar o povo, ouvir e saber o que o povo está desejando para melhorar as suas ações”.

Será que é isso mesmo? Messias ajoelhou tem que rezar.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O que caracteriza o governo Colbert é a incúria, a indiferença e o descaso criminoso/Por Carlos Lima

Ruas de Feira de Santana e essa situação ainda persiste

A oposição escrita, em Feira de Santana, resiste e assim continuará. Mesmo sofrendo todo tipo de perseguição e tentativas de imobilização, não recuará.

Com atitudes sérias e pautadas no jornalismo verdade, lutará incansavelmente para deixar, sempre mais claro, as evidências de suas ações perniciosas em duas décadas de improbidades administrativas e suspeição na malversação do dinheiro público.

A população feirense de uma forma ou de outra sente na própria pele a intensidade de como o erário se dilui sem nenhum resultado prático nos investimentos que o governo municipal diz realizar.

Não é preciso ir muito distante para descobrir o éter em que esses investimentos se transformaram. Poderíamos citar alguns, apenas para restabelecer uma lembrança.

Compra das pulseirinhas no Hospital da Mulher; verba para combater o mosquito da Aedes Egípcio; O caso das ambulâncias; Pavimentação em várias ruas que se desfizeram com a primeira chuvarada; burlando exigência de licitação em contrato no valor de R$ 6,4 milhões entre o município e a Cooperativa de Serviços Profissionais Especializados em Saúde (Coopersade); Construção do BRT que não vai a lugar nenhum sem nenhuma funcionalidade e de funcionamento desastroso; Desvio de 100 milhões de reais da saúde do município conforme Operação Pityocampa. O Centro Comercial Popular “O Shopping Popular” ou a Cidade das Compras.

O resultado positivo, até o momento, veio com a decisão judicial em bloquear R$ 24 milhões do ex-prefeito José Ronaldo e mais 4 por suposta fraude com a Coofsaúde. Atingiu também a secretária de Saúde, Denise Mascarenhas, o ex-procurador do município Cleudson Almeida, além de Antônio Rosa de Assis e José Gil Ramos Lima da Penha, também servidores do município.

Não é preciso me deter sobre os fatores que o explicam, e as posições adotadas pelo atual prefeito Colbert Filho em impedir que o Legislativo instalasse uma CPI para investigar o maior desvio de recurso já registrados na Prefeitura de Feira de Santana.

Um fósforo foi acesso no final desse vergonhoso túnel. Vereadores de oposição, dessa legislatura, cogitam abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar, as consideradas, aves de rapina que deram sumiço aos 100 milhões da saúde.

O que mais se destaca nesse governo de Colbert, até o presente momento, é a incúria, a indiferença e o descaso criminoso. Face à situação que se converteu no maior escândalo financeiro já registrado no município.

A partir dessa constatação uma convicção firmou-se: Ao longo de 20 anos e de todas as denúncias formuladas, imagina-se quanto dinheiro público se transformou em éter e higienizou as necessidades financeiras desse grupo político, em detrimento das necessidades do povo e do município.

É imprescindível darmos um basta!

Não podemos corroborar esse estado de coisas. Se persistir, não poderemos olhar para nossos filhos e netos, a vergonha será o legado que deixaremos para as gerações futuras.

Carlos Lima, Jornalista

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Deputado bolsonarista após recusar usar máscara em voo é retirado da aeronave pela PF/ Por Sérgio Jones*

Deputado Daniel Silveira é retirado de avião ao se recusar a usar máscara

O fato de que a imbecilidade e a bestialidade humana são características indeléveis de Bolsonaro e seus seguidores, ninguém de bom senso questiona ou coloca essa assertiva em dúvida. Prova constante é de que esses seres bestiais estão, infelizmente, entre nós é concreta e real.

Desde o início da pandemia, o uso de máscara de proteção se tornou um item indispensável e obrigatório para sair de casa, entre outras medidas de segurança no combate ao Covid-19. Pela recusa do não uso de máscara por parte do energúmeno deputado bolsonarista Daniel Silveira (PSL-RJ). Ele foi retirado do voo da Gol pela Polícia Federal, após ter recusado usar o acessório nessa terça-feira (26/01) em Guarulhos (SP).

O elemento fazia conexão Rio de Janeiro para Brasília. De acordo com a companhia, ele tentou dar carteirada ao utilizar o seu cargo de deputado federal, erroneamente concedido pelo povo, para não usar a máscara, também se utilizou de argumento de uma dispensa médica por cefaleia crônica (enxaqueca).

A empresa aérea não se deixou seduzir pelo canto da cotovia e de imediato o infrator foi avisado de que teria o embarque negado, caso não utilizasse a máscara a bordo. De forma arrogante o arremedo de deputado insistiu que o voo só sairia com ele a bordo.

O que não acabou acontecendo, a Polícia Federal foi acionada e ele foi retirado da aeronave. De acordo com divulgação feita pela grande imprensa, não é a primeira vez que o fato ocorreu com o parlamentar.

Em outubro de 2020, ele se recusou a usar máscara no aeroporto do Rio de Janeiro, alegando estar amparado pela lei. Observem que o argumento utilizado pelo ser acéfalo já não é o mesmo.

Também existe o fato de que em 10 de dezembro, ele foi flagrado por passageiros sem máscara em um voo de Brasília para o Rio. O que significa dizer que o elemento é costumeiro em atentar de forma desrespeitosa contra a saúde dele e das demais pessoas, já faz tempo.

Pessoas como esse tipo de traste humano deveriam ser proibidas de circular entre os seus semelhantes. Esse urtigão deveria, para o bem geral do povo, ser banido do meio social de uma vez por todas. Por não saber respeitar o espaço do outro.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Abutres políticos buscam ganhos financeiros enquanto brasileiros morrem nos hospitais por falta de oxigênio/ Por Sérgio Jones*

Verdadeiros abutres

Abutres políticos se refestelam em uma luta encarniçada para aumentar os seus generosos rendimentos, enquanto vítimas do Covid-19 agonizam e morrem nos hospitais por falta de oxigênio.

De acordo com notícias que circulam na mídia nacional, na semana do Natal, a Câmara de Vereadores da capital do Amazonas se reuniu em sessão extraordinária no dia 21 para aprovar dois projetos que aumentaram os salários de toda a caterva de políticos locais beneficiando vereadores, prefeito, vice-prefeito, secretários e subsecretários.

A partir de 1º de janeiro de 2022, o salário do prefeito de Manaus subirá de R$ 18 mil para R$ 27 mil, e o dos vereadores, de R$ 15 mil para R$ 18,9 mil. A Câmara de Vereadores de São Paulo seguiu os colegas de Manaus e dias depois, em 23 de dezembro, aprovou em segundo turno um aumento médio de 46,6% para os salários do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), do vice e dos secretários da capital.

A promulgação da lei foi publicada no dia 24, com o reajuste no salário de Covas de R$ 24.175,55 para R$ 35.462,00, também a partir de 2022.

Por determinação governamental estes seres abjetos que permeiam o submundo da política no Brasil, estão proibidos de reajustes para servidores até o fim deste ano, entretanto, municípios e Estados adotaram o famoso jeitinho brasileiro para burlar, de forma criminosa, as regras que proíbem o aumento ao funcionalismo.

O quadro é deplorável, cerca de duas capitais que já decretaram aumentos para 2022, pelo menos sete Estados deram reajustes ou abriram caminho para aumentos ao funcionalismo neste ano, apesar da restrição legal.

A Lei Complementar 173, que garantiu socorro aos Estados e municípios durante a pandemia, congelou salários de servidores federais, estaduais e municipais e vetou aumento de gastos de pessoal até dezembro de 2021.

O mais condenável são os argumentos utilizados por esses parasitas para justificarem os seus assaltos constantes, praticados de forma despudorada, contra os cofres públicos. As alegações são as mais variadas e cínicas, vão desde o fato de que o teto do funcionalismo não é corrigido desde 2012. E que a defasagem favorece a evasão de profissionais de carreiras.

O que se caracteriza como uma inverdade. Por mais que sejam qualificados esses servidores, ao deixarem o cargo público jamais encontrarão no setor privado salários tão generosos. Mesmo se admitindo a existência da defasagem, por vários anos, tal situação jamais provocara evasão desses “competentes” profissionais. Não podemos e nem devemos esquecer que a ganância é quase sempre alimentada por mentiras e corrupção.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Colbert leva bola nas costas ao não comparecer ao ato da primeira vacina em Feira/Por Sérgio Jones

Ridículo a postura adotada pelo prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins, ao não comparecer ao ato da primeira vacinação na província de Feira de Santana, sob a frágil alegação que sua ausência se deveu ao fato de não ter sido ele, convidado,

O que realmente interessa e importa ao povo é ser imunizado contra a Covid-19, o resto é apenas detalhes e não passa de picuinhas políticas.

Com esse comportamento estreito e antirrepublicano Colbert deixou transparecer que o importante não é a imunização da população. Ela só seria importante se ele pudesse fazer uso político da mesma, ao se apresentar fisicamente no local.

Essa é a verdadeira face dos políticos brasileiros. O que prevalece e importa para eles é atender os seus mesquinhos interesses.

Diferentemente do que aconteceu aqui na província de Lucas, em Salvador o governador Rui Costa (PT) se fez presente ao ato da primeira vacina Coronavac bem como o prefeito de Salvador Bruno Reis (DEM).

Na província de Lucas coube a um dirigente de terceiro escalão regional da área de saúde do Estado se fazer presente na aplicação da primeira dose da vacina Coronovac em duas enfermeiras do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA).

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com

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José Ronaldo uma nova estrela ou imenso buraco negro no Senado?Por Sérgio Jones*

O prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins, acredito que se esqueceu de que a vida, assim como na política, é como um cartão de crédito, uma hora a fatura chega e ao que parece a sua chegada foi rápida. Pelo menos é o que deixa antever ao fazer um breve comentário sobre José Ronaldo de que o mesmo deve estar na chapa majoritária em 2022.

De acordo com comentários circulantes na província feirense o saco desse tipo de políticos nunca enche. Eles praticam todo tipo de abusos e se regalam com os odiosos privilégios que países com o nível de desenvolvimento do Brasil, proporcionam a certos tipos de parasitas políticos, que buscam apenas se perpetuaram no poder.

Como se isso não fosse o suficiente se utilizam de expedientes bastante discutíveis para promover vergonhosas barganhas que lhes permitem colocar os seus pimpolhos para usufruir dos benefícios graciosamente ofertados pelas fartas tetas do governo.

Quando questionado em seus atos nada recomendáveis, justificam a picaretagem com a seguinte frase lapidar de que os seus “chegados’ são merecedores de tais privilégios, por serem extremamente competentes.

“ Para Feira de Santana é muito importante e necessário que ele faça parte dessa chapa”. O que podemos entender com essa declaração facciosa de Colbert é que pode até ser mesmo importante, nunca para a Feira de Santana, menos ainda para o seu povo. No plano de poder desses políticos viciados, eles se utilizam do povo apenas como massa de manobra, para atingirem os seus nefastos fins.

Outra fala infeliz dita pelo atual mandatário foi que espera ter na chapa majoritária deles um componente como foi João Durval Carneiro. “Quem sabe nós não teremos uma nova estrela no Senado da República de Feira de Santana também. Nova estrela no Senado? Essa já faz tempo que explodiu e o que resta é um imenso buraco negro.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Presidente da Venezuela Nicolás Maduro coloca oxigênio à disposição do Amazonas / Por Sérgio Jones*

Maduro envia oxigênio para Manaus

Há um velho e sábio provérbio em que sentencia que quando a estupidez fala mais alto que a razão as sociedades demoram séculos para se desenvolver. O que podemos comprovar na prática e no dia a dia no Brasil, logo após a ascensão da bestial figura do Jair Bolsonaro à presidência do país.

O governo genocida e sua caterva tem sido alvo de todo tipo de críticas internas e externas devido ao comportamento do modelo de gestão catastrófica e doentia adotado, que tem resultado na morte de milhares de brasileiros.

Quando a questão avança para o campo da diplomacia internacional o estrago e completo, principalmente quando as relações são voltadas para os nossos países vizinhos. Atrelado de forma abjeta aos interesses do grande império Yankee, este governo que sofre do complexo vira lata. Chegou até mesmo discutir em se aliar aos Estados Unidos, Colômbia, objetivando promover um bloqueio naval contra a Venezuela.

Mas como se costuma dizer o mundo é redondo, embora os terraplanistas tentem pateticamente provarem ao contrário, e continua girando. A roda da história por mais que as forças do atraso tentem detê-la, não tem obtido o êxito desejado.

Por ironia, não sei se do destino ou da própria história, eis que não mais do que de repente desponta no cenário da crise pandêmica a figura do presidente da Venezuela Nicolás Maduro.

Ele de forma magnânima e desinteressada orientou os seus prepostos para que entabulassem conversas com o governador do estado do Amazonas, Brasil, Wilson Lima para disponibilizar imediatamente o oxigênio necessário para atender o contingente de saúde em Manaus. Solidariedade latino-americana acima de tudo! Coisa que falta ao governo negacionista brasileiro.

O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), agradeceu ao chanceler na mesma rede social. Pacientes internados para tratamento da COVID-19 no Estado não contam mais com o fornecimento de oxigênio, pois a reserva estadual de cilindros chegou ao fim.

O governo de Lima precisou transferir os pacientes para hospitais de Teresina (PI), São Luís (MA), Brasília (DF), João Pessoa (PB), Natal (RN) e Goiânia (GO).

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Ladainha de sempre: José Carneiro diz que acusação de irregularidade em sua gestão é factoide/ Por Sérgio Jones*

Vereadores Fernando Torres e José Carneiro

Confiantes na impunidade reinante em todos os quadrantes do país já se tornou comum quando um político é acusado de prática delituosa no trato da coisa pública. Se posicionar como inocente e tentar desconstruir as acusação taxando-a como factoide.

Posição essa adotada pelo ex-presidente do legislativo feirense José Carneiro (MDB), que está sendo acusado pelo presidente atual Fernando Torres (PSD) de ter ele praticado irregularidades durante a sua administração no tocante ao repasse no pagamento aos funcionário da empresa terceirizada, que presta serviços à Casa da Cidadania.

Segundo denúncia feita pelo presidente atual, na administração de seu antecessor dos R$3 mil pagos à empresa para pagar a cada funcionários, estes recebiam apenas pouco mais de penas R$800.

Em sua defesa Carneiro argumentou que não se trata de uma cooperativa, e sim uma empresa terceirizada que paga salário, vale transporte, décimo terceiro, plano de saúde, plano odontológico, além do lucro da empresa que não vai trabalhar de graça.

O argumento inicialmente, como sempre, se apresenta como bastante convincente. Com relação à acusação o ex-presidente acusado disse ser inocente e que se trata de um factoide. Só no futuro, após minuciosa investigação, se houver, poderá apontar com quem está a razão.

O fato é que diante de tantos escândalos surgidos durante a gestão de Carneiro, a exemplo da apresentação de gastos na compra de quase um milhão de reais, só com desinfetantes, entre outras práticas bastante questionáveis, um escândalo a mais ou a menos não apresenta nenhuma novidade.

Na administração anterior, vez por outras denúncias surgiam na imprensa apontando ou até mesmo insinuando suspeitas sobre o desempenho, nada ético, do ex-presidente. Ao longo de dois anos, nada foi apurado e a fila continuou andando.

Mas ao que parece, os ventos estão soprando ao contrário e o cenário está mudando. Cabe a quem de direito apurar os fatos. Constatada as falcatruas, punir exemplarmente o infrator ou infratores.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro quebrou o Brasil/Por Alberto Peixoto

O Brasil está quebrado

Por época das eleições de 2018 alguns eleitores disseram ter votado no candidato de extrema direita, Jair Bolsonaro – hoje sem partido – porque Lula – Luiz Inácio Lula da Silva, ex Presidente do Brasil – tinha roubado, acusação esta que era sabida por todos brasileiros, que tem um pouco de conhecimento político, não passar de uma astúcia da política desprezível, sempre disseminada pelos partidos de direita, para alijar Luiz Inácio do pleito.

Atualmente, o dublê de presidente da República, Bolsonaro, afirma para os seus seguidores e poucos apoiadores que ainda lhe resta: “o Brasil está quebrado e eu não consigo fazer nada”. Ele nunca soube o que fazer.

Após esta afirmação fica uma pergunta: onde estão os que elegeram o “Messias” que, segundo eles, resolveria todos os problemas do Brasil, principalmente o da corrupção? Não se deve esquecer das “rachadinhas” do Queiroz, dos cheques da 1ª dama e nem da loja de chocolates de Flávio Bolsonaro – um dos três patéticos filhos do Presidente – da participação dos milicianos em seu governo e, muito menos, da política econômica de qualidade ínfima de Paulo Guedes, o Posto Ypiranga do presidente sensaborão.

Sobrou para a pandemia. Como tudo que não dá certo atualmente no Brasil, a culpa é da pandemia. Desta vez o alvo dos seus insucessos à frente da administração do maior País da América Latina, além da Covid-19, também foi a imprensa. Segundo este incapaz, a pandemia foi potencializada pela mídia, a qual chamou de “mau caráter e comunista, causadora de um temor excessivo na população”. Para ele, a Covid-19 não passa de uma “gripezinha”.

“Chefe, o Brasil está quebrado, chefe. Eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, teve esse vírus, potencializado pela mídia que nós temos aí, essa mídia sem caráter”, afirmou o presidente (O Valor Econômico).

“O Messias”, na realidade o salvador que não salvou e só complicou, teve em Taubaté, SP, cidade onde uma das fábricas da Ford será fechada, 81,3% dos votos no pleito para presidente da República em 2018. A Ford funciona nesta localidade desde 1974. O total de funcionários demitidos gira por volta de 10 mil empregos diretos, totalizando algo em torno de 50 mil empregos diretos e indiretos. “Será que os funcionários da Ford estão felizes com a escolha que fizeram?”

Nesta última segunda feira (11 de janeiro de 2021), o Banco do Brasil anunciou que fechará 361 agências e a demissão de mais de 5.000 funcionários – empregos diretos.

Conforme se manifestou a cantora Zélia Ducan em rede social, o governo Jair Bolsonaro está dificultando o andamento da logística da vacinação contra a Covid-19 por temer a reação da população no pós-vacinação. Conforme postou a artista em seu Twitter: “o governo Bolsonaro teme o povo na rua pressionando pelo seu impeachment”.

Temos como resultado da desastrosa política de Bolsonaro mais de 40 milhões de brasileiro vivendo abaixo da linha da pobreza e grande parte desempregada. Como se não bastasse, a população se encontra com o pescoço na guilhotina da Covid-19, sem uma programação de vacinação e com um ministro da saúde (?) que, ao lado de Bolsonaro, sapateiam sobre os caixões dos mais de 200 mil mortos pelo vírus e fazem chacota da dor alheia.

O que os que elegeram este ignóbil atualmente têm para justificar o seu voto?

Alberto Peixoto, Escritor

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