Bolsonaro, molusco inorgânico sofre de desvio de personalidade/ Por Sérgio Jones*

O mito psicopata e de personalidade duvidosa
FOTO: Arquivos Google

Há quem afirme que este ser ignaro, conhecido como Bolsonaro, sofre de desvio de personalidade, o que eu profundamente discordo. Ele só poderia sofrer ou ter traços desta patologia, se restasse nele algum tipo de personalidade. O que acredito que a natureza, sabiamente, lhe negou.

Mas vamos aos fatos que envolvem este ser bizarro que, para a infelicidade do povo brasileiro, foi catapultado para assumir a presidência na Nação. Erro fatal cometido pelo povo que está sempre a acreditar na existência de um “Salvador da Pátria”. Consta que entre o período de 1987 e 1988, Bolsonaro foi julgado duas vezes sob a acusação de “ter tido conduta irregular e praticado atos que afetam a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro da classe”.

Houve julgamento militar em que foi considerado culpado em primeira instância, em janeiro de 1988, mas como nada é sério neste país, na última – o STM, em sessão secreta de 16 de junho de 1988, integralmente gravada – Bolsonaro foi considerado não culpado por a 9 a 4.

Posteriormente, um novo laudo da Polícia Federal cravou a culpa do acusado ao proferir a seguinte afirmação: “Não restam dúvidas ao ser afirmado que os manuscritos promanaram do punho gráfico do capitão Jair Messias Bolsonaro”. Logo depois, a pedido do conselho, um quarto exame grafotécnico dos peritos do Exército que fizeram o primeiro laudo não acusatório, acrescentou um “complemento” contrário, afirmando que os caracteres “promanaram de um mesmo punho gráfico”. Quatro exames grafotécnicos, portanto, empatando em 2 a 2.

Em 25 de janeiro, Bolsonaro foi condenado pela unanimidade do conselho com um libelo duro em que se registra “desvio grave de personalidade e uma deformação profissional”, “falta de coragem moral para sair do Exército” e “ter mentido ao longo de todo o processo”.

Comprovado ser possuidor de um comportamento incompatível para o cargo que ocupava, por capricho da natureza, este ser aberrante veio a se tornar Presidente da República do Brasil. Caso muito similar ocorrido com o também boquirroto Fernando Collor de Mello. Mais uma vez nós demos com os burros n’ água. Mas alguém já disse: “A verdadeira sabedoria está até mesmo na compreensão da estupidez”.

Sérgio Jones, jornalista (sergioJones@live.com)

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Nota CNBB sobre Reforma da Previdência 2019

MENSAGEM DO CONSELHO PERMANENTE DA CNBB

“Serás libertado pelo direito e pela justiça” (cf. Is 1,27).



CNBB entende que Reforma da Previdência prejudica pobres, mulheres e trabalhadores rurais – Blog Capoeiras


Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília – DF nos dias 26 a 28 de março de 2019, assistidos pela graça de Deus, acompanhados pela oração da Igreja e fortalecidos pelo apoio das comunidades eclesiais, esforçamo-nos por cumprir nossa missão profética de pastores no anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo e na denúncia de acontecimentos e situações que se opõem ao Reino de Deus.

A missão da Igreja, que nasce do Evangelho e se alimenta da Eucaristia, orienta-se também pela Doutrina Social da Igreja. Esta missão é perene e visa ao bem dos filhos e filhas de Deus, especialmente, dos mais pobres e vulneráveis, como nos exorta o próprio Cristo: “Todas as vezes que fizestes isso a um destes pequeninos que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes” (Mt 25,40). Por isso, nosso olhar se volta constantemente para a realidade do país, preocupados com propostas e encaminhamentos políticos que ameacem a vida e a dignidade dos pequenos e pobres.

Dentre nossas atuais preocupações, destaca-se a reforma da Previdência – PEC 06/2019 – apresentada pelo Governo para debate e aprovação no Congresso Nacional. Reafirmamos que “o sistema da Previdência Social possui uma intrínseca matriz ética. Ele é criado para a proteção social de pessoas que, por vários motivos, ficam expostas à vulnerabilidade social (idade, enfermidades, acidentes, maternidade…), particularmente as mais pobres. Nenhuma solução para equilibrar um possível déficit pode prescindir de valores ético-sociais e solidários” (Nota da CNBB, março/2017).

Reconhecemos que o sistema da Previdência precisa ser avaliado e, se necessário, adequado à Seguridade Social. Alertamos, no entanto, que as mudanças contidas na PEC 06/2019 sacrificam os mais pobres, penalizam as mulheres e os trabalhadores rurais, punem as pessoas com deficiência e geram desânimo quanto à seguridade social, sobretudo, nos desempregados e nas gerações mais jovens. O discurso de que a reforma corta privilégios precisa deixar claro quais são esses privilégios, quem os possui e qual é a quota de sacrifício dos privilegiados, bem como a forma de combater a sonegação e de cobrar os devedores da Previdência Social. A conta da transição do atual regime para o regime de capitalização, proposto pela reforma, não pode ser paga pelos pobres. Consideramos grave o fato de a PEC 06/2019 transferir da Constituição para leis complementares regras previdenciárias como idades de concessão, carências, formas de cálculo de valores e reajustes, promovendo desconstruções da Constituição Cidadã (1988).

Fazemos um apelo ao Congresso Nacional que favoreça o debate público sobre esta proposta de reforma da Previdência que incide na vida de todos os brasileiros. Conclamamos as comunidades eclesiais e as organizações da sociedade civil a participarem ativamente desse debate para que, no diálogo, defendam os direitos constitucionais que garantem a cidadania para todos.

Ao se manifestar sobre estas e outras questões que dizem respeito à realidade político-social do Brasil, a Igreja o faz na defesa dos pobres e excluídos. Trata-se de um apelo da espiritualidade cristã, da ética social e do compromisso de toda a sociedade com a construção do bem comum e com a defesa do Estado Democrático de Direito.

O tempo quaresmal, vivido na prática da oração, do jejum e da caridade, nos leva para a Páscoa que garante a vitória, em Jesus, sobre os sofrimentos e aflições. Anima-nos a esperança que vem de Cristo e de sua cruz, como ensina o papa Francisco: “O triunfo cristão é sempre uma cruz, mas cruz que é, simultaneamente, estandarte de vitória, que se empunha com ternura batalhadora contra as investidas do mal” (Evangelii Gaudium, 85).

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, interceda por todos os brasileiros e brasileiras!

Brasília – DF, 28 de março de 2019.

Dom Cardeal Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília

Presidente da CNBB   

Murilo S. R. Krieger

Arcebispo de Salvador

Vice Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário Geral da CNBB

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Athié: o meu passado me condena/ Por Sérgio Jones*

Athié foi o único desembargador que defendeu a prisão domiciliar de Adriana Anselmo, mulher do ex governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral
FOTO: Arquivos Google

O responsável ou seria irresponsável? Pela soltura do ex-presidente Michel Temer, do ex-ministro Moreira Franco e de João Baptista Lima Filho, o coronel Lima. O desembargador federal Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), ficou afastado do cargo durante sete anos, por ter sido alvo de uma ação do Superior Tribunal de Justiça sob acusação de estelionato e formação de quadrilha, em 2004.

Um inquérito contra ele, com as mesmas acusações, foi arquivado em 2008 pelo STJ a pedido do Ministério Público Federal. O órgão alegou não ter encontrado provas a respeito de Athié ter proferido sentenças em conluio com advogados. Ele retomou às atividades em 2011, após decisão do STJ. O habeas corpus encaminhado ao Supremo Tribunal Federal pela defesa de Athié foi acatado em 2013 para trancar a ação contra o desembargador.

As implicações na justiça de Athié também são polêmicas. A primeira turma do TRF-2 é responsável pelo julgamento da Operação Pripyat, desdobramento da Lava Jato no Rio responsável pelas investigações referentes à Eletronuclear. Athié era relator do processo contra o ex-presidente da companhia Othon Luiz Pinheiro e votou favoravelmente para revogar a prisão preventiva do empresário, determinada pelo juiz Marcelo Bretas.

Foi nesta sessão que o desembargador comparou propina a gorjeta: “Nós temos que começar a rever essas investigações. Agora, tudo é propina. Será que não é hora de admitirmos que parte desse dinheiro foi apenas uma gratificação, uma gorjeta? A palavra propina vem do espanhol. Significa gorjeta”, justificou.

Ele também se envolveu em polêmicas com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o ex-presidente da construtora Delta Fernando Cavendish, sob acusações de lavagem de dinheiro. O Ministério Público Federal solicitou o afastamento de Athié do caso após ter concedido habeas corpus aos investigados. Antes que a decisão fosse tomada, o desembargador declarou-se impedido. O MPF alegou que Athié é amigo do advogado de Cavendish, Técio Lins e Silva.

O eterno defensor de bandidos e criminosos se envolveu em outra patuscada, e sempre contou com a parcimônia da justiça brasileira e seus próceres. Em Dezembro de 2016, quando ainda se encontrava detida a ex-primeira dama do Rio de Janeiro Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral. Athié, foi o único desembargador que defendeu prisão domiciliar para Adriana, sob a justificativa de que ela deveria cuidar dos filhos.

Em março de 2017, Bretas concedeu prisão domiciliar à ex-primeira dama e em agosto do ano passado, ela foi liberada da prisão domiciliar também por Bretas. De acordo com dito popular, nem sempre ladrão que rouba ou apoia ladrão merece cem anos de perdão.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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A omissão da Igreja Católica em relação aos problemas sociais do brasileiro/Por: Alberto Peixoto*

Por que a Igreja Católica não sai dos templos e vai às ruas?
FOTO: ISTOÉ

No atual (des) governo os protestantes, também conhecidos como evangélicos, já definiram seu posicionamento. Apoiam as crueldades, o laranjal e as trapalhadas do governo Fake News do Bolsonaro, aprovando todas as aberrações contra os trabalhadores como a retirada dos direitos trabalhistas – historicamente adquiridos pelos servidores públicos e/ou privados – com a tirânica Reforma da Previdência.

Por outro lado, a Igreja Católica não tomou nenhum posicionamento referente a estes fatos lancinantes. Limita-se a continuar celebrando missas em suas igrejas – nada contra as missas, sou católico. Não seria a hora da Igreja Católica sair dos templos e tomar um posicionamento, como fez seu Líder maior, Jesus Cristo, se posicionando na “luta” em defesa dos mais humildes?

Jesus Cristo, o maior socialista conhecido neste planeta, em todos os tempos, não se limitou a ficar dentro de sinagogas, nem templos, fazendo orações ao Pai pedindo que as coisas melhorassem. Como já disse o Papa Francisco: “oração sem ação, não enche barriga de ninguém”.

Já passou a hora da Igreja Católica sair dos templos e lutar pelas necessidades dos “sempre” oprimidos pelos senhores da Casa Grande; pela “Famiglia Bolsonaro”. Não temos um Presidente e sim um psicopata, chefe de milícia e três patetas filhos, toscos, ínfimos, seguidos por um bando de vagabundos ficha suja, administradores de um laranjal à moda da casa.

Os padres atuais andam de carros novos, com combustíveis custeados pela Igreja com a finalidade de catequisar. Mas, na situação em que se encontra a classe operária brasileira, isto é muito pouco. E os direitos humanos ilegalmente subtraídos pela “Famiglia Bolsonaro”? Não merece um posicionamento contrário a esta atitude excruciante?

O Grande Irmão Jesus andou a pé, por toda Galileia, principalmente pela região do Lago de Tiberíades – cidade construída por Herodes em homenagem a Tibério, Imperador Romano – também conhecido por mar da Galileia – onde Jesus andou sobre as águas – atendendo, curando e aconselhando a todo tipo de gente, sem exceção, e lutando contra as injustiças sociais daquela época.

Hoje, vemos uma Igreja Católica omissa. A cada dia perde terreno (fiéis) para os Protestantes que já dominam grande parte da sociedade religiosa. Os Protestantes fazem sua parte, correm atrás dos seus objetivos. E quais são os objetivos da Igreja Católica além de catequisar? Politicamente falando, nenhum.

Na cidade de Feira de Santana, maior município do interior baiano e uma das 30 maiores do País – cidade onde Damaris alega ter sido estuprada e que subiu na goiabeira com Jesus -, a Igreja Católica possui uma emissora de rádio – Radio Sociedade de Feira de Santana – que não possui um programa sequer, empenhando-se na luta contra os desmandos sociais impostos pela atual gestão federal.

Por que não criar um programa em horários que sejam adequados para a emissora, buscando soluções para esta ferida causada por esta turma Bolsonariana? Poderia ser nos horários das 6:30 da manhã e às 18:30 da noite ou, como já mencionei, em horário que mais lhe convier.

No momento só nos resta lembrar a canção do eterno profeta Raul Seixas: “Oh! Oh! Seu moço! Do Disco Voador Me leve com você. Pra onde você for. Oh! Oh! Seu moço! Mas não me deixe aqui. Enquanto eu sei que tem. Tanta estrela para ir…”

Alberto Peixoto – Escritor

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O tirano Trump quer transformar o Brasil em uma colônia estadunidense/ Por Sérgio Jones*

Encontro da Fera com o Besta
FOTO: Arquivos Google

Encontramo-nos à beira de cometer um dos mais venais crimes contra a soberania da nação brasileira e o seu povo, caso o nefasto Bolsonaro acate as exigências impostas pelo, não menos execrável, presidente estadunidense, Donald Tramp. Ele quer fazer com que o país se torne uma colônia para atender os seus vis interesses, imperialistas. Bolsonaro se encontra, no presente momento, em visita aos Estados Unidos.

Para que esta brutal realidade possa ser efetivada basta que o “Capitão do Mato” acate de forma dócil, a imposição canalha de seu “colega”. A Casa Branca exigirá do Brasil ações concretas contra Cuba, Nicarágua e Venezuela – países que os Estados Unidos julgam fazer parte de um trio de tirania. Ele também exige de Jair Bolsonaro ações contra o Irã e China, que é o maior parceiro comercial do Brasil.

Se o pupilo Bolsonaro ceder a Trump, na prática, os Estados Unidos venderão para a China o que hoje é vendido pelo Brasil, causando prejuízos bilionários ao agronegócio que já se arrepende de ter apoiado um projeto de Brasil Colônia.

O que os sobrinhos do tio Sam passam a exigir do Brasil e do povo brasileiro é a mais odienta e canalha subserviência ao exigir que nos comprometamos em ações efetivas contra Venezuela, Nicarágua e Cuba.

Quanto às relações comerciais existentes do Brasil com a China também estarão na pauta. Os americanos tentam atrair o apoio de Bolsonaro na guerra comercial contra os chineses, para que o país oriental tenha menos influência na América Latina. A China, no entanto, é o principal parceiro comercial do Brasil. O grande perigo que o Brasil corre é que o insano, odiento e reacionário presidente brasileiro eleito, adote o velho provérbio popular: “Para quem já está na porta do inferno que custa dar um beijo no capeta”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro, um maluco no pedaço/ Por Sérgio Jones*

Um louco no “puder”
Foto Lula Marque

Deu a louca no Brasil com a ascensão do inconfundível esquizofrênico e psicopata Jair Bolsonaro, à presidência da república. A bem da verdade, parte deste desastre político já estava escrito nas estrelas e nos Fakes News. Fatos que conduziram significativas parcelas de uma população incauta e despolitizada a se deixarem embalar pelo canto da sereia, na crença da existência de um “Salvador da Pátria”. Esta pieguice política já demonstrou, lá atrás, com Collor de Mello, que tal experiência não foi exitosa e nunca será.

Diante da trágica realidade que todos nós, sem distinção, vivenciamos só nos resta fazer uma releitura política desenvolvida de forma dantesca que tanto mal e estragos está a acarretar toda a nação, e de forma direta, em especial à população que se encontra na baixa estratificação social. Existente e ampliada nesta triste e infelicitada nação dos trópicos. Que indiferente ao sofrimento causado a seu povo, continua sofrendo de distúrbios provocados pela intensa narcolepsia que afeta o Brasil o coloca o gigante em sono profundo, em berço esplêndido.

A tônica do momento tem sido a ordem proferida, por outro não menos psicopata do grupo da gaiola das loucas dos “bolsomínions arrependidos”, Olavo de Carvalho, que recentemente fez um veemente chamamento para que seus pupilos deixem o Governo, como reação aos “traidores” de Bolsonaro que estariam controlando seu governo. Traidores que, segundo ele, seriam os militares, que estariam “tucanizando” o governo do Ex-Capitão do Mato por estarem, entre outras coisas, enfeitiçados pelas “luzes, câmeras e a ribalta das gostosas repórteres”.

Como todos estão ciosos de saber, o tempo voa às vezes como uma ave e às vezes se arrasta como um verme. Esta tem sem sido a realidade com que nos defrontamos diante desta desprezível gestão de governo, que fere os sentimentos democráticos de toda uma nação, com mais de 200 milhões de brasileiros. Vale, neste caso específico, o adágio popular: “Quem tem burro e anda a pé, mais burro é”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)


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Bolsonaro: transmutação da espécie humana que não deu certo/ Por Sérgio Jones*

A Transmutação
FOTO: CTB

O termo transmutação genética é usado, na história da Biologia, para descrever o processo de mudanças morfofisiológicas ocorrentes em uma espécie para desenvolver outra. Este é considerado como ideal para definir a personalidade, ou falta dela, quando nos reportamos ao comportamento patológico do presidente Jair Bolsonaro.

Mantendo um comportamento incompatível para com o cargo que ocupa, o arremedo de presidente preserva uma espécie de gestão sanfona. Suas declarações são imprecisas e confusas, o que têm causado constantes desgastes no governo. Suas declarações feitas pela manhã são desfeitas à tarde. O que deixa transparecer, de forma cristalina, que este ser caudilhesco não consegue manter a liturgia do cargo. Provavelmente por não saber se utilizar de cada um dos ofícios e sacramentos que tal função exige. O que nos leva a crer que fatores como incompetência moral e sobretudo intelectual, têm sido os principais entraves.

Um exemplo significativo, entre miríades de outros, que são expostos diariamente pelo Bolsonaro e seus áulicos, pode ser observado, como mais uma joia da coroa : em que ele afirma que a missão de governar o país “será cumprida ao lado das pessoas de bem do nosso Brasil, daqueles que amam a Pátria, daqueles que respeitam a família, daqueles que querem aproximação com países que tem ideologia semelhantes à nossa, daqueles que amam a democracia e a liberdade”. O presidente finalizou o curto discurso dizendo que só existe “democracia e liberdade quando a Força Armada assim o quer”.

O que deixa claro é o que o entendimento dele no tocante ao conceito família ficou resumido com a exibição do vídeo, durante o carnaval. Comportamento, este sim, que atenta de forma bestial contra justamente o que ele afirma, e diz defender. Este simulacro de presidente se comporta em total desacordo e sintonia com o espelho. Este reflete sem falar, enquanto Bolsonaro fala sem refletir.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Marcela Temer a Messalina deletéria e irresponsável no trato do dinheiro público/ por Sérgio Jones*

Em reportagem assinada pelo jornalista Matt Roper, jornal britânico Daily Mail, nos idos de 2016. Ele deixa transparecer os abusos econômicos praticados por Marcela Temer, desde que conheceu o presidente até os dias de hoje. “Ela insiste em ter tudo do melhor, não importa o preço. E o que ela quer, ela tem”, diz.

A reportagem descreve Marcela como uma espécie de Messalina que ao ascender ao poder se tornou uma implacável predadora no tocante ao seu nefasto e abominável ato de consumista em que exigiu e gastou “milhões em reformas da casa pública em que habitava, na cidade de Brasília”.

Outro ato praticado pela primeira dama, deste governo ilegítimo e plutocrático, foi registrado durante a posse de Temer, mesmo com o país em franca recessão, com milhares de pessoas no desemprego e empresas fechando as portas dia a dia, ela se negou a mudar seu estilo de vida. Ao exigir de Temer uma extensa e cara reforma antes de ocupar o Palácio do Jaburu, residência oficial. As reformas incluíam melhorias na piscina, dentre outras coisas.

Enquanto se processava as reformas, a imperatriz dos gastos públicos, vivia de forma nababesca em uma casa de R$ 7 milhões de Temer, em São Paulo. No fim, mudou-se para Brasília, levando parte da “famiglia”. O vetusto presidente Temer adquiriu para sua Efeba uma mansão de R$ 4,5 milhões e alugou uma outra propriedade por mais de R$ 15 mil mensais. Além dos mais diversos outros tipos de abusos continuarem sendo praticados, no trato da coisa pública. A diferença entre ela e Messalina, é que esta última foi justiçada, devido à falta de coragem para cometer suicídio, acabou sendo morta pelo oficial que a prendeu.

Para a maioria dos brasileiros a vida suntuosa de Marcela e de sua “famiglia” caracteriza-se como símbolo inequívoco de agressão e franco desrespeito a realidade em que vive o povo brasileiro. Esta predadora deletéria dos recursos públicos foi, e continuará sendo considerada como uma agressão, ao nível de desigualdade social existente no país.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Por que não te calas, Bolsonaro? / Por Sérgio Jones*

O que o tinhoso diz, não produz eco junto a sua equipe.
FOTO: Arquivos Google

As atrapalhadas na gestão do presidente eleito Jair Bolsonaro, já começaram nos primeiros dias de governo, os erros cometidos durante os seus inúmeros pronunciamentos na mídia, são constantes. O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni terá muito trabalho pela frente para explicar o que ele serviçalmente denomina de “equívocos”, os erros e gafes cometidas pelo insidioso, chefe da nação.

Tal qual Deus atuou para misturar as línguas, para que fosse instalada a confusão entre os homens, tendo como consequência provocar a interrupção da construção da Torre, que passou a ser conhecida como Babel, termo que denota explicitamente, o sentido de confusão.

O tinhoso presidente vem usando da mesma estratégia para que o povo não tome compreensão do desastre que será o seu modelo administrativo. O que ele diz não produz eco junto a sua equipe, apenas confusão e ruídos de comunicação. Esta prática nefasta deverá perdurar até o fim de seu mandato, que não deverá ser longo.

O chefe da Casa Civil expressou-se, com todas as letras, que nesta sexta-feira, 4, que o presidente Jair Bolsonaro se “equivocou” ao falar em entrevistas de aumento do Imposto de Operações Financeiras (IOF) e da redução da alíquota do Imposto de Renda de 27,5% para 25%. “Estava toda uma celeuma no País que era ter aumento de impostos. Não dá para o cidadão que votou no Bolsonaro não ter aumento de impostos e ter aumento de impostos”, afirmou.

A confusão verborrágica está estabelecida e, ao que tudo indica, deve continuar enquanto perdurar este governo patético e temporão. No começo da tarde, deste mesmo dia, o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, esteve no Planalto para discutir as medidas com o chefe de estado. Ao deixar o palácio, ele negou informação publicada pela imprensa e confirmada num evento pela manhã pelo próprio Bolsonaro de que o governo aumentaria o IOF para garantir compensações a prorrogação de benefícios concedidos pela Sudene e pela Sudam.

O argumento utilizado para justificar o despreparo e a falta de sintonia existente entre a equipe e o presidente foi justificado com a seguinte afirmação: “Houve vazamento indevido. Alguém que vazou algo que não deveria ter vazado”, disse Onyx Lorenzoni. Entretanto, o ministro não respondeu, na sequência, se o “vazamento” era um “balão de ensaio” – uma tática para avaliar a repercussão e os efeitos de uma medida antes de sua real adoção. Prática esta adotada entre nove de cada dez presidenciáveis. Que já se tornou por demais conhecida do povo brasileiro.

No final da Ópera Bufa o que ficou patente é que o governo não pensa em adotar tal medida, no momento, em razão da Lei de Responsabilidade Fiscal. “Não podemos neste momento fazer nenhuma ação que possa resultar em redução de arrecadação”, afirmou o ministro. Na sequência ele afirma: “A redução do Imposto de Renda é fruto de estudo, mas depende de equilíbrio fiscal. Temos a premissa antes de fazer essas coisas que é ter equilíbrio fiscal”, completou.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

 

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A corrida do Queiroz

Por quanto tempo?
FOTO: Arquivos Google

O carro que Queiroz vendia
Era um carro invisível
Nem no Lost era possível
Ver tamanha livosia
Quem via logo corria
Desta coisa do outro mundo
Do inferno era oriundo
Pois sabia ele chifrar
E fazia igual gambá
Soltando o ar pelo fundo

Começou com Michelin
Sua venda no comércio
Era sócio do Aécio,
Gediele e Moroin,
Se enrolou com Serafim
Quando vendia um chevete
Foi cortado de gillete
E Queiroz se escondeu
O cabra se escafedeu
Assim me disse a Ivete

Mas um dia apareceu
O amado da injustiça
Fedendo igual a carniça
negando o que prometeu
Falar do que escondeu
Para o amigo Flavinho
Que é filho do Bozozinho
Bisneto de um tal de Malta
Que vive tocando flauta
Na banda do Buraquinho

O malandro é carioca
É trambiqueiro da gema
Se colocar em um barema
Sua vendagem ele broca
É pior do que taioca
Quando ela é assanhada
Só vive dando é picada
Picou um tal Ministério
E entrou no cemitério
Para fazer sua morada

  • Colaboração: Professor Marialvo

    Mensageiro do ódio!
    FOTO: Arquivos Google

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