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Por que não te calas, Eli Ribeiro? / Por Sérgio Jones*

Cala-te

Por falta de assunto e até mesmo de uma certa destreza mental, vereadores feirenses têm se apropriado e feito abordagens de temas óbvios. De forma insistente sobre o que fazer pós pandemia. E demonstram preocupação com o nível de desemprego atual.

Até parece que o desemprego é assunto novo entre nós, quando no Brasil, há muito tempo, já se tornou uma triste realidade, consequência direta do trágico modelo de administração adotado pelo governo miliciano de Jair Bolsonaro.

Dando sequência ao tema, procurando dar maior consistência ao mesmo, o legislador Eli Ribeiro (Republicanos), aborda o fato de uma determinada empresa local ter demitido cerca de 300 funcionários. Ensaiando um certo desconforto e espanto com a situação que já se tornou corriqueira não só na terrinha de Lucas, como também em todo o território nacional.

A pergunta clássica e com cheiro de demagogia vem logo em seguida: “ O que essas pessoas vão fazer”? Quando na realidade o questionamento a ser feito deveria ser o seguinte, o que nós, enquanto políticos, podemos fazer para minimizar essa tragédia? E apresentar soluções, o que nunca acontece.

Em seguida adverte para o fato de ser a pandemia, mais grave do que podemos imaginar. Se esquecendo que ele e seus seguidores de evangélicos praticaram um mal maior à toda nação. Mal tão ou mais grave do que a pandemia existente entre nós, ao ter referendado o nome do atual presidente, nas urnas. Esse ato poderemos considerar como um dos mais indignos já praticados contra os interesses do país, e de todo o povo brasileiro.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O brasileiro não tem limites/Por Alberto Peixoto*

Jair Bolsonaro participou de manifestações com centenas de seguidores sem mascaras
FOTO: DE Olho no Cariri

O brasileiro é um povo que não tem limites e não mede dificuldades para cometer um ato imprudente. A irresponsabilidade e a omissão fazem parte do dia a dia de grande parte da população. Ele pode tudo. Sua irresponsabilidade o leva à prática de situações perigosas, aumentando assim os casos de mortes pela Covid-19, entre tantas outras negligências.

A irresponsabilidade do brasileiro transformou este país em uma bagunça generalizada! Não respeitam nada nem ninguém, inclusive na política instalou-se a “Zorra Total”. O desmando e a desídia invadiram a “Casa Grande”.

A boçalidade e o egoísmo de maioria da população não medem dificuldades para brincar com a vida das pessoas; não respeitam o isolamento social e fazem questão de saírem pelas ruas sem máscaras, achando que não pode vir a ser ele um dos próximos infectados. “Se acham o maioral”!

Atualmente o isolamento social só existe nos telejornais das redes de TV. O “baba” – pelada de futebol – do final de semana está a pleno vapor; as festinhas clandestinas, o tradicional churrasco, o comércio – principalmente o informal – e Shopping Centers voltaram todos à normalidade.

A flexibilização abriu as portas para uma grande disseminação da Covid-19. Claro, “do contrário a economia vai sucumbir, as taxas de empregos irão para níveis alarmantes, o mercado precisa reagir e o povo precisa ganhar dinheiro para garantir sua vida”. Espera-se que haja vidas para serem sustentadas pós-pandemia.

Seguindo neste ritmo célere e irresponsável, as mortes não vão parar tão rápido como se espera. O ideal era a adoção de um lockdown por um período de no mínimo 5 dias úteis. Possivelmente com esta medida, mais o isolamento social, as previsões da curva de achatamento fossem atingidas mais rápido.

“Se as pessoas mantiverem medidas para conter o vírus, as taxas de mortalidade acabarão chegando a zero, mas somente depois que um número muito maior de pessoas tiver sido infectado, supondo que elas estejam imunes. Se tivermos sorte, desaceleraremos o suficiente para nunca sobrecarregar verdadeiramente os hospitais e, se tivermos muita sorte, desaceleraremos o tempo suficiente para se beneficiar de uma vacina ou tratamento” – explica a matemática americana Cathy O’Neal

Para o brasileiro – começando pelo presidente Bolsonaro – que os familiares das vítimas chorem seus mortos! Desde que não seja ele, está tudo bem. Como disse o Chefe da Casa Grande: todo mundo morre um dia”. Mas vaso ruim não quebra!

Alberto Peixoto, Escritor

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Colbert promete alçar voo livre enquanto o feirense morre em terra: / Por Sérgio Jones*

Colbert Martins disse que ganhará as eleições para prefeito de Feira de Santana
FOTO: Bahia.Ba

Considerado um dos pontos ideais para o voo livre na Bahia, o Morro de São José, localizado no distrito de Maria Quitéria, volta ao cenário político com a promessa de que vai ganhar o seu mirante e, assim, será definitivamente incluído no roteiro dos admiradores desta prática esportiva.

É o que anuncia o arauto das boas novas em plena pandemia, o prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins. Ele adiantou para toda imprensa, de forma estapafúrdia que a licitação, tipo menor preço, para a construção do mirante está marcada para acontecer no dia 13 de julho, a partir das 8h30, no teatro Margarida Ribeiro, à rua José Pereira Mascarenhas,409, Capuchinhos.

A falta de imaginação e de projetos sociais do desgoverno do município da terrinha de Lucas é mais do que evidente, por parte de Colbert Martins, ao tentar perpetrar de forma pífia reinventar a roda.

Digo isso pelo simples fato de que essa “estória” é requentada por já ter sido ventilada durante a malfadada administração do também manietado, prefeito Tarcízio Pimenta.

O argumento utilizado pelo atual alcaide permanece o mesmo de antanho. Não tiveram nem o cuidado ou preocupação de mudar ou trabalhar o texto, repassado para a mídia local.

Esperamos que dessa vez não aconteça como no passado, em que a intenção não saiu do papel. Decorrido o ano eleitoral a promessa não conseguiu alçar voo, e até o presente momento, a mesma, literalmente, continua em plena queda livre.

O mimo direcionado aos desportistas e apreciadores dessa modalidade é mais do que suspeito, principalmente pelo fato de acontecer em ano eleitoral e pandêmico.

Quando a nossa necessidade mais urgente é voltar às atenções para o combate ao Covid-19, responsável pela morte de dezenas de feirenses.

Não me parece ser essa a ora do governo tentar voo livre. Pois o povo continua morrendo de uma ’gripezinha’ assim definida pelos terraplanistas, entre os quais o alcaide de plantão demonstra ter uma forte identidade e simpatia pela causa.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro: triunfo do mal/Por Sérgio Jones*

Bolsoaro e seus seguidores, disseminam o ódio
FOTO: jornalgrandebahia

O que faz com que o assombrado Jair Bolsonaro ainda permaneça no poder tem suas origens em aspectos variados, sendo um dos mais consistentes o anti-petismo que conforme avaliam alguns especialistas da área política, pode e deve continuar rendendo.

Os ataques perpetrados pelo capitão do mato à democracia têm por objetivo único promover e acelerar a desconstrução da sociedade brasileira, como um todo. Um trabalho que vem sendo feito com certa profundidade e muito didatismo.

Mas acreditamos que existe uma luz no fim do túnel, podendo citar como uma visão animadora a tomada de posição adotada pelo presidente da OAB que deu uma firme resposta à ameaça feita pela decadente figura do general da reserva, Augusto Heleno.

Destaque também para a posição adotada pelo ministro Celso Mello, do STF, que até o presente momento, não se deixou intimidar pelo rosnar e latidos de Bolsonaro e a escória que o segue.

É mais do que óbvio que nestes rompimentos existam vestígios de fortes interesses de grupo, afinal são justamente a existência de tais interesses que fazem com que o mundo continue girando. O que fica evidenciado em todo esse circo de horrores é que o cerco se fecha em torno do governo miliciano, que quanto mais se agita mais se afunda em sua própria lama, da qual surgiu e nela permanece.

Enquanto o mal triunfar o povo vai permanecer sem dignidade e alienado da realidade que o cerca, e tantos prejuízos lhes acarretam. O país mergulha cada vez mais na pandemia que tem resultado no morticínio em massa do povo brasileiro, sendo os mais afetados a grande maioria de despossuídos, que povoa este país tão desigual.

Só nos resta, como outra opção, é tentar construir alternativas políticas sólidas para que possamos combater as ameaças fascistas que culminarão com a derrota de Bolsonaro, e sua enferma base de apoio.

Não podemos esquecer que as lides políticas são um vasto e amplo território de mobilização, criatividade e de inovação que nos conduzirá a todos, a plena superação do mal. Alguém já profetizou… “Enquanto o bem existir o mal tem cura”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Feira: Carneiro admite relações sexuais nas dependências dos prédios públicos, desde que seja consensual / Por Sérgio Jones*

Relações sexuais nas dependências dos prédios públicos

Durante entrevista concedida à imprensa local pelo presidente do legislativo feirense, José Carneiro (DEM), sobre o escândalo de assédio sexual que envolve a figura do Procurador do Município e advogado Ícaro Ivvin, com uma servidora, nas dependências físicas da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedeso). O incompetente e eterno equivocado presidente do legislativo feirense mais uma vez dar com os burros n’água ao fazer a seguinte afirmação sobre o caso em questão: “ se foi consensual, não é motivo para demitir”.

Vejam os senhores o nível moral e até mesmo da falta de conhecimento demonstrada por parte dos denominados representantes do povo. Um problema desse porte tem muitas implicações, que deveriam ser do conhecimento desses políticos amorais. A começar que o problema envolve questões como quebra de decoro, desvio de finalidade, entre outras questões concernentes.

Será que o presidente José Carneiro considera correto um servidor público utilizar o seu local de trabalho como motel?

Outra coisa que não se entende é o silêncio criminoso que vem sendo mantido pelo Ministério Público, que até o presente momento não se manifestou sobre o caso em que o próprio fauno, em depoimento, admite ter mantido relações sexuais com a servidora, nas dependências da Secretaria.

Como sempre, o “Zé “ perdeu, a grande oportunidade de se manter mudo, até mesmo calado está errado. O eleitor feirense deve ficar atento quando se dirigir às urnas, neste final de ano, para não persistir no erro e continuar mantendo antas como essas, no poder. Renovar é preciso, agora mais do que nunca.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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A morte de Venâncio poderia ter sido evitada, ou o tratamento foi negligenciado/Por Carlos Lima*

Venâncio dos Santos Filho

Vamos fazer duas perguntas. Quando? Onde?

Alguém ouviu, leu reportagem onde o Sistema de Saúde do País, Estado e Município, principalmente o de Feira de Santana, tenha sido considerada verdadeira?

Quando foi que um paciente teve sua credulidade reconhecida ao denunciar a falta de medicamentos; maus tratos; abandono em macas nos corredores dos hospitais e negligência médica?

Quando morre lhes jogam a culpa, inocentam os procedimentos e se puderem, processam o cadáver.

O cidadão, pai de família, Venâncio dos Santos Filho, 56 anos, denunciou, em vídeo, no dia 8 de junho, que faltava medicamento e que não ministraram a ele, que se encontrava internado no Hospital de Campanha de Feira de Santana.

“A doença não era tão grave assim”, o Hospital fez esclarecimento dizendo que o procedimento do Hospital era normal e que possuía toda medicação necessária.

Venâncio dos Santos Filho faleceu na quinta-feira (18) por volta das 22 horas. O diretor do Hospital afirmou que “a Covid-19 é uma patologia grave. Não é uma doença simples, não é uma gripezinha, como alguns andam dizendo por aí. É uma patologia que pode ser muito grave e por isso que temos necessidade eventualmente de internar em UTI, tem uma necessidade de respiração mecânica, de ser entubado”.

No dia 8 de junho quando Venâncio foi internado no hospital, em situação de emergência, era um paciente de alto risco. Não foi tratado e medicado como tal, sendo necessário ele fazer uma denúncia em vídeo.

O Senhor Venâncio não era um mentiroso.

Vou fazer outra pergunta!

Essa morte poderia ter sido evitada, ou a vida dele foi negligenciada?

Após a morte do paciente, mais um esclarecimento, (de ficção médica), veio a público para confundir leigos e culpar a vítima.

Outro fato que causa indagação.

É verdade que os pacientes entubados no Hospital de Campanha de Feira de Santana não estão sendo sedados para o procedimento?

A realidade do município no atendimento hospitalar, ofertado pela prefeitura, é caótico e tende a se agravar.

Nossa revolta é muito grande, a população feirense não pode silenciar diante de um governo tão irresponsável.

Carlos Lima, Jornalista

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Icaro: “Só pensa…naquilo”! / Por Sérgio Jones*

Chegamos ao nível mais baixo e ao limite do tolerável no caso que envolve o Procurador Geral do Município, Ícaro Ivvin, que reiteradamente foi denunciado por assédio sexual na Secretária de Desenvolvimento Social (Sedeso) praticado contra uma servidora do Município, e por último de ter mantido, com outra servidora, relações sexuais no interior do órgão ou local em que trabalha.

Tal comportamento é visto e considerado como totalmente inadequado, o ato implica em uma modalidade de crime, que de acordo com a constituição federal brasileira, artigo 55, parágrafo 1° diz ser incompatível com o decoro parlamentar.

O que mais indigna as pessoas é que o prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins, se mantém passivo diante dos sucessivos escândalos. E esse não é isolado, já houveram muitos outros, ao longo de sua combalida administração. E por certo, pelo caminhar da carruagem, continuarão existindo muito outros em um futuro não muito distante. Já que a impunidade persiste diante desses casos, registrados em Feira de Santana.

O que nos causa certa perplexidade é o fato da recursa por parte do Sátiro, que não contem seus instintos bestiais e anda sempre a perseguir Ninfas, em dizer que pedir demissão do cargo de Procurador Geral do Município (PGM), não passa por sua cabeça. Pelo visto ele está sendo honesto em fazer tal afirmação, o que passa pela cabeça dele, são obsessões de caráter libidinosos.

O interessante é que além de exercer o cargo que implica em considerável remuneração, paga por nós cidadãos, o acusado economiza um bom dinheiro já que suas vítimas não são conduzidas para motéis, o serviço é feito no próprio local de trabalho. Ao que parece, até mesmo este tipo de prática os custos ficam a cargo das dependências públicas.

Tal comportamento adotado pelo procurador nos remete a figura da Moça pudica, Zezé Macedo na Escolinha do professor Raimundo Nonato, que dava chiliques quando alguém fazia uma piadinha de duplo sentido. Indignada, comentava, revirando os olhos: “Só pensa… naquilo”!

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Operação Anjo Caído/Por Alberto Peixoto*

Queiroz dormiu de touca

Conforme as crenças cristãs, Anjos da Guarda são seres divinos enviados por Deus, quando nascemos, para nos proteger durante todo tempo que passarmos encarnados.

Segundo as últimas notícias veiculadas pela mídia, o advogado da “famiglia Bolsonaro”, Frederick Wassef, foi enviado – com certeza não foi por nenhuma divindade – para proteger o clã dos Bolsonaros – escondeu Fabricio Queiroz em uma de suas propriedades no município de Atibaia no Estado de São Paulo.

Na verdade o Anjo da Guarda estava sendo o Fabrício Queiroz que, não se sabe se forçado ou por conveniência, ficou calado por quase dois anos protegendo os Bolsonaros com a ajuda de Frederick Wassef, – apelidado por seus familiares de Anjo – advogado pessoal de Jair Bolsonaro, portanto leva a se deduzir que Bolsonaro está envolvido até o pescoço.

Prender o Queiroz foi uma medida necessária a partir do momento que ele foi transformado em um “arquivo muito importante”. Espera-se que também não seja transformado em arquivo morto, como já ocorreu com os milicianos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco.

É muito sintomático Queiroz estar embiocado em uma casa de propriedade de uma das partes envolvidas na investigação, neste caso o clã do Presidente da República. Esta atitude evidencia a tentativa de controlar e não deixar que o Queiroz faça algum movimento indesejável, que delate os envolvidos nos crimes das rachadinhas, entre outros. Na pior das hipóteses, obstrução de justiça.

“Os telefones celulares apreendidos com Queiroz poderão trazer revelações ainda mais comprometedoras para a organização criminosa investigada pelo MP/RJ. A continuidade de Bolsonaro na presidência do Brasil ficou ainda mais insustentável”, avalia Jeferson Miola do Brasil247.

Enquanto isso o País segue em plena pandemia, sem Ministro da Saúde, sem um projeto para recuperar a economia e sem Ministro da Educação se é que existia um.

Este é o saldo do voto mal dado nas últimas eleições e pela covardia dos omissos.

Alberto Peixoto, Escritor

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Queiroz deixa de contemplar o astro rei em sua forma original e passa a ver o sol nascer quadrado/ Por Sérgio Jones*

Por que o Queiroz estava escondido?
FOTO: Hora do Povo

O cerco está se fechando sobre a turma verde e amarelo, a bola da vez, nesse momento foi o coordenador das ‘rachadinhas Fabrício Queiroz.

Preso em Atibaia, interior de São Paulo, para variar, ele não se encontrava homiziado no sítio do Lula. Mas na residência que pertence a Frederik Wassef, advogado da família do presidente Jair Bolsonaro. A prisão do degenerado ex-assessor do não menos celerado Flávio Bolsonaro, atualmente senador, ocorreu na manhã de hoje, quinta-feira (18).

A ação articulada faz parte da denominada Operação Anjo, relacionada ao inquérito que investiga servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, oportunidade em que a gangue agia fazendo com que os servidores devolvessem parte de seus vencimentos, prática conhecida como a famosa ‘rachadinha’.

O nome do meliante sacramentado, Fabrício Queiroz, conta em relatório do Conselho de Controle Financeiro (Coaf), no qual evidencia movimentação suspeita no valor superior a R$1,2 milhão, encontrado na conta do mesmo.

A operação se estendeu a outros suspeitos de participarem da gangue: servidor Matheus Azeredo Coutinho, ex – funcionárias Luiza Paes Souza e Alessandra Esteve Marins, além do advogado Luís Gustavo Botto Maia.

O que se evidencia em toda essa trama sórdida é que ao esconder Queiroz em sua própria residência, Wassef deixa transparecer que se utilizou de uma estratégia de defesa de Flávio Bolsonaro, investigado por lavagem de dinheiro e prática de formação de quadrilha, pouco ou nada convencional. A mesma vai muito além das questões puramente jurídicas.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Os insuportáveis ataques do bolsonarismo às instituições/Por Alberto Peixoto*

Governo Bolsoaro namora o nazismo

Há nos últimos dias um aumento considerável de ataques dos lacaios do presidente Jair Bolsonaro às instituições brasileiras, tendo como principal alvo o Congresso e o STF.

Estimulados pelo presidente Bolsonaro, seus “vassalos depredam repartições públicas, destroem o meio-ambiente, invadem hospitais derrubando portas e danificando computadores aos gritos de Acabou Porra”, linguagem chula sempre utilizada pelo seu “comandante” que tem em seu vocabulário as mesmas frases de um “papagaio de bordel”: só impropérios.

Os bolsonaristas desrespeitam a Constituição Brasileira exibindo faixas com frases inconstitucionais, atacam a moral dos ministros do poder judiciário ameaçando até sua integridade física com ameaças de morte.

Um destes agressores é, inacreditavelmente, Abraham Weintraub, Ministro da Educação (?), um tosco que denomina a mais alta instância do poder judiciário brasileiro de “vagabundos, todos deviam estar presos”.

Essa atitude fascista do bolsonarismo nos leva a infeliz lembrança dos tempos sombrios da SS; do nazismo. A Schutzstaffel – SS de Hitler – que em português significa “Tropa de Proteção”, era uma organização paramilitar – tipo milícia – vinculado ao partido nazista e a Adolf Hitler. Seu bordão era: “Meine Ehre heißt Treue” – minha honra chama-se lealdade. Teve início como uma pequena unidade miliciana e, em seguida, incorporou quase um milhão de seguidores, conseguindo exercer grande influência política no ”Terceiro Reich”.

Vemos desta forma os seguidores do bolsonarismo trilhando os mesmos caminhos destas instituições nazistas que, assim como levaram o mundo a um descalabro, também vai levar a democracia brasileira ao holocausto, à derrocada deliberada. Já rasgaram a Constituição do Brasil, desde os tempos de Moro e da Lava Jato.

Toda esta maquinação do bolsonarismo leva a crer, haja vista que os ministérios estão recheados de militares incompetentes, despreparados para este tipo de atividade – lugar de militar é no quartel – que os bolsonaristas estão levando o governo para um “golpe de estado”. Vão implantar a ditadura militar e, desta vez, eleita pelo povo nas eleições de 2018.

Por fim, temos uma vaca de presépio na PGR – Procuradoria Geral da República, Antônio Augusto Brandão Aras – subserviente ao inquilino do Palácio do Planalto que lhe prometeu uma vaga como ministro do STF. Está sempre travando as investigações dos crimes praticados pelo Presidente da República e de seus três patéticos filhos, não deixando trazer à baila seus diversos delitos.

Por que Bolsonaro se preocupa tanto com a investigação da morte da vereadora Marielle Franco, dos Fake News, das “rachadinhas do Queiroz”, entre tantas outras transgressões morais? Quem não deve não teme.

Com relação à Pandemia, é evidente a falta de uma ação responsável para proteger a vida, o emprego, a economia do Brasil e a democracia. Quanto aos óbitos, como ele mesmo disse: “E daí? Eu não sou coveiro, porra”.

Alberto Peixoto, Escritor.

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