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Ronaldo: jabuti não sobe em árvores/ Por Sérgio Jones*

Ronaldo: liderança do interior baiano que jamais se confirmou.

A pressão por parte da imprensa subsidiada pela verba pública em Feira de Santana continua a todo vapor. Veiculando versões inverídicas sobre a presença e possibilidade do ex-prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (UB), se tornar vice na chapa do pré-candidato a governador do estado da Bahia, ACM Neto (UB).

Primeiro argumentaram que o homem era uma liderança do interior baiano, o que na prática jamais se confirmou. Outros argumentos continuam surgindo e sendo veiculados sem alcançar o efeito e o objetivo desejado.

Agora, os iluminados mercenários da informação, surge com argumento piegas ao tentar associar a figura do ex–prefeito ao do pré-candidato petista, Jerônimo Rodrigues.

Sob a alegação que sendo ambos de Feira de Santana, de que tal fato possa vir a ter alguma influência ou relevância que favoreça as ambições desmedidas no que tange ao Zé a se tornar vice na chapa de Neto.

Situação patética se não fosse risível. Esqueceram os não tão nobres homens da imprensa marrom que o fato de ambos serem oriundos da terrinha de Lucas, no caso do Zé a origem é outra. Tal vinculação em nada ajuda a ligação do pretenso candidato. Não sendo assim, o argumento se perde nas areias do tempo.

A luta deve continuar por parte desse modelo de imprensa que vive a soldo e na busca de dividendos financeiros, junto aos políticos de ocasião.

Mas em breve, esses tipos de profissionais de imprensa terão que garimpar em outras fontes, a atual logo secará. Nunca é demais lembrar que jabuti não sobe em árvores.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro na contramão da história ao tentar transformar áreas de proteção em locais de exploração econômica / Por Sérgio Jones

O desastre no Brasil chama-se Bolsonaro, nem Tarzan escapa

Finalmente surge uma notícia alentadora e uma luz no final do túnel que poderá transformar o cenário nacional brasileiro no que tange a destruição sistemática da floresta amazônica.

Estudos indicam que o desmatamento na Amazônia irá gerar um prejuízo de mais de US$ 1 bilhão por ano para a agricultura brasileira pelas próximas três décadas, enquanto sua preservação poderia garantir renda.

Por que uma notícia alentadora?

Diante do capitalismo selvagem o que interessa não é o bem-estar social das pessoas ou desenvolver um sistema econômico favorável que permita melhorar a qualidade de vida social. O que interessa é o lucro.

O alerta foi feito pela Food and Agriculture Organization of the Unite Nations (FAO) que, em seu informe anual avalia a situação das florestas no mundo, destacando o caos bem como o desmatamento no Brasil considerado como “significativo”.

O informe está sendo publicado num momento em que governos e entidades buscam formas de compromissos para a manutenção das florestas. A entidade segue em sentido contrário às teses do governo de Jair Bolsonaro, que tem insistido sobre a necessidade de transformar áreas de proteção em locais de exploração econômica.

“As quedas de chuvas ligadas ao desmatamento no sul da Amazônia brasileira poderiam causar perdas agrícolas – por exemplo, quedas na produção de soja e pecuária – avaliadas em mais de US$ 1 bilhão por ano entre agora e 2050”, garante a FAO.

A entidade internacional ao apresentar essa realidade respalda o seu argumento em bases de estudos sólidos desenvolvidos pelas Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal de Viçosa e da Universidade de Bonn (Alemanha).

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Juiz ladrão/Por Jucklin Filho

Em sendo a Justiça guardiã da lei, espera-se que o magistrado não pareça imparcial, mas seja imparcial, para não incorrer num erro crasso — condenar um inocente, a contra bordo , não agindo como se justiceiro fosse em ajuste de contas, qual pistoleiro do velho Oeste americano, em plena praça pública, empunhando as armas para se bater contra alguém em um duelo, tendo a pessoa a quem está julgando, como adversário, fazendo do julgamento um espetáculo circense com plateia e tudo, ou um ringue (segundo suas próprias palavras onde se esbofeteia contra o oponente).Desta forma, estamos ante um processo viciado, nulo de pleno, por não garantir paridade de armas, não dando ao réu o mínimo direito de defesa, o que no dito popular , chamamos de juiz ladrão.

Se todo cidadão tem direito a um julgamento justo, assim lhe faculta a lei — o direito de defesa plena, e segundo a Constituição Federal :” todos são iguais perante a lei”, ao revés, tem a infelicidade de cair na mão de um juiz que o irá condenar mesmo sem provas, de forma desonesta e arbitrariamente na essência, juiz ladrão, que jamais cogitou julgá-lo de forma imparcial, começa-se a desacreditar na Justiça, e mais agravante , quando tal magistrado tem pretensões fora do campo jurídico , e após condenar, prender, a sua principal presa, retira-se da seara jurídica e, se interpõe na arena político-partidária, campo ao qual, totalmente desconhece.

Quem gostaria de ser julgado por um magistrado que o escolheu como troféu a ser conquistado, que o tinha por inimigo, ( a caça cuja cabeça teria que ser pendurada na parede).Embora disfarçasse, sua parcialidade ficava patente, sem precisar ler nas entrelinhas .Não adiantava as provas apresentadas pela defesa do réu, sem justificativa, eram todas indeferidas pelo juízo, por estar esse, disposto a condenar o seu troféu , às expensas de falta de provas, “por convicção e atos indeterminados”, que nem mesmo o próprio juiz , gostaria de ser julgado por ele próprio!…

Jucklin Filho, Func. Público

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Colbert : usa malandragem como tática de sobrevivência política/ Por Sergio Jones

Chantagem do prefeito contra vereadores está em andamento

Mais uma manobra política criada pelas cabecinhas iluminadas do executivo para forçar a aprovação do empréstimo solicitado por este poder que necessita da aprovação do legislativo feirense.A

forma encontrada é ardilosa e tem como meta colocar à opinião pública contra a posição adotada pela Câmara Municipal de Feira de Santana, que já anunciou que não acatará o pedido feito pelo prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB).

Importante lembrar que por falta de habilidade política, já faz algum tempo, tem feito com que o executivo amargue o fato de não ver aprovado os seus projetos junto ao legislativo, por não dispor de uma bancada majoritária naquele poder.

Diante do evidente fiasco administrativo, o governo colbesista tenta buscar outras formas, nada inovadoras, para atingir os seus fins.

A maneira encontrada é terceirizar culpas se utilizando da estratégia midiática, na qual elege os seus bodes expiatórios.

As áreas de risco para alagamentos e inundações em Feira de Santana já é do conhecimento de todos há décadas. De repente o prefeito tenta tirar da cartola essa história com nova roupagem em que apresenta uma nova solução para um velho e conhecido problema.

Mas para que seja plenamente solucionado o problema, depende de uma condicional bastante curiosa, a aprovação que vem sendo recusado sistematicamente pelo legislativo, no caso do empréstimo na ordem de R$ 246 milhões, solicitado pelo executivo.

“Se o Município não implementar as propostas previstas no projeto, os moradores dessas áreas de risco terão dificuldades durante a vida toda. São problemas graves que afetam a segurança e provocam a perda de bens materiais”, enfatiza Brito.

O titular da pasta ainda ressalta que a construção de canais de redes de drenagem são a solução para enfrentar os períodos chuvosos, evitando problemas à população. Com esse argumento nada concludente, demonstra ele a tentativa fracassada de tentar reinventar a roda.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Militares tomaram gosto pela política partidária ou pelo brilho do vil metal? / Por Sérgio Costa Jones

Brilho do vil metal político adorado pelos militares

Em recente artigo publicado no UOL, nesta terça-feira (26) de autoria do ex-porta-voz, do governo genocida do presidente Jair Bolsonaro, o general do Exército Otávio Rego Barros aborda a “ruptura das relações entre civis e militares”.

Reconhece ele, que oficiais “tomaram gosto pela política partidária”. Será que foi por isso mesmo ou pelo brilho do vil metal?

Na sequência faz ressalva ao dizer que estes ’não representam nem responde pelas Forças Armadas. Entretanto recorre a outros argumentos e através da citação do escritor como Samuel P. Huntingtom autor do livro intitulado

“O Soldado e o Estado”. O general busca amenizar a sua crítica a atual situação esdrúxula e anômala em que se encontra a nação brasileira.

Ele cita a visão do autor para concordar em partes, argumentando que os militares também teriam direito à participação política.

Diz que a entrada e participação de militares no jogo eleitoral precisam ser vistos como cidadãos que deixaram para trás a farda.

“Não se tome o todo pela parte. Inegável que nesta quadra, militares tomaram gosto pela política partidária. Estão em seu direito cidadão. Mas eles não representam, nem respondem pela Instituição. Tão pouco, devem esperar da mesma o resguardo aos erros e acertos de suas caminhadas políticas. A população precisa entender, também, que esses atores são agora cidadãos que se despiram da farda para disputar o voto”.

Rêgo Barros finaliza o artigo dele ressaltando o compromisso das Forças Armadas com a democracia: “à Instituição, como a todas as outras, referências equilibradas e respeitosas, ainda que possam ser críticas, servirão para aprofundar o conhecimento, amainar os ânimos e consolidar a democracia”.

Entretanto, esqueceu de exemplificar a qual tipo e o modelo de democracia se refere. A espartana de caráter militarista e oligárquico integrado por soldados bem treinados fisicamente para defender os interesses políticos da pólis?

Sendo este o caso, Se tratando do Brasil, está realidade dista milhares de anos luz.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Cultura em Feira de Santana: Colbert Filho um prefeito Brucutu/por Carlos Lima

Apesar de a prefeitura de Feira de Santana ter publicado no dia 20/12/2019, a seguinte informação:

“Em virtude de reforma prevista na Biblioteca Municipal Arnold Ferreira Silva, a Fundação Cultural Egberto Costa suspende as atividades na unidade a partir do dia 26 de dezembro. O diretor-presidente da Fundação, Antônio Carlos Coelho, informa que a Biblioteca está com a rede comprometida e não é possível garantir a climatização do ambiente sem que sejam trocados os fios que atendem a unidade. As obras iniciarão em janeiro de 2020, substituindo toda a rede elétrica do equipamento. Em razão da necessidade da organização e mudança do acervo de livros para o novo espaço, o atendimento estará suspenso até que esteja alocado no espaço provisório. O retorno das atividades na Biblioteca está previsto para 90 dias após início da manutenção.”

Hoje, 24 de abril de 2022 a Biblioteca Arnod Ferreira Silva, continua cercada por tapumes e o matagal invadindo toda sua área. É um completo abando imposto pelo prefeito Colbert Filho e já se passaram mais de 2 anos e quatro meses, de uma manutenção prevista para ser concluída em 90 dias.

O malfadado prefeito sequer se preocupada em dar explicações à sociedade cultural do município sobre o que impede a conclusão das obras e o funcionamento de tão importante instrumento de cultura e aprendizado do município.

Também pudera, o prefeito é um brucutu cultural, manzanza socialmente e aprendiz de fascista político.

Quando se constata que o prefeito inominado destrói a cultura de Feira der Santana, podem ter certeza, não vai resistir por muito tempo, ou não se criará no mundo político. É o que acontece com Colbert Filho, não tem luz própria, é um apagão social.

Esse prefeito sempre esteve fadado ao fracasso, primeiro usou o nome de um grande homem e político competente, seu apaí, que foi traído pós morte, ao renunciar a condição de liderança oposicionista para se jogar nos braços do líder do opositor político do seu genitor.

Uma demonstração contundente de fragilidade política, ideológica e ética.

O setor cultural em Feira de Santana sempre esteve em crise. Com a pandemia só fez agravar.

O aprendiz de político fascista, instituiu a censura utilizando-se da força financeira publicitária da prefeitura e exigiu a demissão de alguns comunicadores no rádio feirense, ou a inversão dos seus valores, que obrigatoriamente tiveram que elogiar suas ações. O instrumento utilizado foi a publicidade oficial negociada pela Secretaria de Comunicação Social. O que continua prevalecendo.

Todos sabem, mas é preciso dizer mais uma vez. A classe artística feirense vive na sua maioria esmagadora sob condições financeiras precárias.

Existe uma minoria inferior a 0,90% que são favorecidas por causa de sua subserviência social, política e financeira, para humilhantemente conquistarem algumas migalhas, mais deixam as nádegas de fora.

Nossos artistas e músicos vivem garimpando apresentações em bares e nas grandes festas promovidas pela prefeitura são humilhados com contratos miseráveis e excluídos dos melhores espaços, ainda sofrem com a qualidade dos equipamentos que são colocados para suas apresentações.

Os contratantes ainda dizem: “Vocês estão tendo uma vitrine para divulgarem seus trabalhos, deveriam agradecer,  ainda estão recebendo para fazer isso.”

Se possuem esse comportamento para com os artistas locais, não é de estranhar que a Biblioteca Arnold Ferreira Silva esteja a quase três anos fechada, abandonada.

Infelizmente esse é um dos quadros que retrata a cultura em nossa cidade.

O descaso à cultura e à arte não é novidade nesse governo de Brucutu. Enfim todo o município está vivenciando um clima de terra arrasada.

O setor cultural nunca é visto pelo inominado, simplesmente é ignorado e menosprezado. Na pandemia em Feira de Santana foi o primeiro a ser prejudicado e o último, depois de muita denúncia e luta a receber um vergonhoso auxílio emergencial.

Na verdade, Feira de Santana nunca vai sair da crise enquanto mantivermos  Brucutus no comando político do município.

Carlos Lima, Jornalista

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A Lava Jato e a Lei do Retorno

A história dá o merecido direcionamento àqueles que emergem do desconhecido para o estrelato. A inflexibilidade do reverteres da vida faz com que quem nunca teve estopa para manter-se no apogeu a que fora içado, retorne ao verdadeiro status: o nada.

A sociedade insatisfeita com a classe política, que hora ou outra, é pega com alguns componentes envoltos em corrupção , cria ídolos de barro em contraponto à prática anti-republicana da velha política: o toma cá dá lá, abastecido pelos orçamentos secretos, emendas parlamentares e outros arranjos governamentais que em síntese, é malversação de dinheiro público, tais maracutaias dão vida aos heróis de capa e revista que são alçados a paladinos de determinadas causas moralistas, cujo mantra é sempre, o combate à corrupção.

Como rapidamente surgem qual meteorito e caem no epicentro dos notáveis (vestais dos bons costumes e moralidade) num piscar de olhos, submergem para o lodo, o lixo da história, do qual, nunca deveriam ter saído.

O tempo traz em alguns momentos, aqueles que são ungidos a salvadores da pátria, sob sua proteção: Os incensando, os idolatrando, os pondo sob os holofotes da mídia, os elegendo novos super-homens e super-mulheres com poderes para mudarem o mundo. Num passe de mágica, transformados em celebridades, requisitadas para seminários e palestras, enriquecendo à custa de dourados adjutórios, regiamente bem pagos por instituições que gravitam em torno do dinheiro.

Viu-se à larga , o mundo dourado dos procuradores e procuradoras da lava jato que dominava a cena do jogo, eletrizava o Brasil , e nesse dourado mundo, o habit do ex-juiz lavajatista da Décima Terceira Vara Federal de Curitiba, o Sérgio Moro, como se fora essa turma , seres de primeira grandeza, provindos doutras esferas, festejados, endeusados , tidos como exemplo de homens e mulheres especiais — respeitados, honestos, acima de qualquer suspeita e outorgados a defensores da ordem e da justiça ; alguns , enchendo as burras através palestras pagas a preços exorbitantes, que o digam, o ex-coordenador da extinta República Curitibana e o ex-juiz da Decima Terceira Vara Federal de Curitiba.

.Vimos nefasto filme estrelado no Brasil por bom tempo, viu-se servidores públicos da Justiça e do MPF, pessoas simples, infladas aos píncaros da glória, tendo uma importância superestimada, criaturas tais, festejadas à exaustão, fanaticamente aclamadas, a ponto de serem sugeridas por quem as engrandecia, para voos mais altos — a política, à qual lançaram farpas contra ela, a demonizando.

Fomos assistindo a uma opera bufa, um filme de mocinhos e bandidos, de criminosos e defensores da lei. A lava jato ditava as regras do jogo. Acusava. Prendia. Fazia pressões a determinados presos, torturas psicológicas para lhes arrancarem respostas que muitas vezes não tinham, ou para entregarem alguém inventando narrativas. Era a prática das espetacularizações midiáticas, dos linchamentos midiáticos de reputações somados aos abusos de prisões provisórias a perder vista, das conduções coercitivas. Pintavam um quadro como se vivêssemos em um outro mundo, o mundo fantástico da República de Curitiba, onde a Justiça se fazia presente, onde a lei se cumpria, onde os representantes do Ministério Público (a Força Tarefa curitibana), do Judiciário ( Decima Terceira Vara Federal de Curitiba), já não eram considerados pessoas normais, foram ungidos a seres especiais, a deuses do Olimpo a reinarem na Poli-Jus ( República de Curitiba).

Felizmente, algo que não estava ao nosso alcance, coisa do imponderável , o Walter DELGATTI, com os vazamentos dos dados de celulares hackeados dos heróis lavajatenses, mudou o rumo de algumas gloriosas estórias, mostrou que determinadas personagens eram ídolos de barro construídos no arcabouço de mentiras, truques, armações, invencionices ,endeusamentos , obra e graça da grande mídia, sob aplausos e os holofotes cúmplices, a inserçar seus fabricados astros, e até fazerem vista grossa a seus desmandos ( os exageros cometidos às expensas da lei).

0 filme terminou com a Lava Jato jogada às traças, no lixo da história, desmascarada a sua farsa, seu víeis político-partidário e persecutório a quem. não tinha por sua corrente preferencial e seus principais atores no limbo: O Moro julgado incompetente e parcial pelo Supremo Tribunal Federal, patinando na política sem saber se será candidato ou não… A verdade é que os hackers de Araraquara puseram uma pá de cal na pretensão do ex-juiz curitibano de ser presidente do Brasil EX-COORDRNADO DA FORÇA TAREFA DA LAVA JATO CONDENADO A INDENIZAR LULA na ação do PowerPoint , ambos transitando livres à procura de um cargo político que lhes dê foro especial, algo que diziam abominar .

Assim é a vida: A LEI DO RETORNO

Jucklin Celestino Filho

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Bolsonaro: ascensão do mal/ Por Sérgio Jones

Alemães identificam semelhança de Bolsonaro com Hitler

Existe uma infinidade de definições que pode ser explicada como conceito do mal. Entretanto, para a filosofia o mal representa a mediocridade do não pensar, e não exatamente o desejo ou a premeditação do mal, personificado e alinhado ao sujeito.

Este conceito se aplica e se ajusta como uma luva quando temos como elemento emblemático a figura deletéria do presidente genocida Jair Bolsonaro.

Ao decretar o indulto ao deputado Daniel Silveira, ele pratica um atentado à democracia constitucional, à República e à Constituição. Segundo explicações de especialistas do setor jurídico. Que definem o ato como uma medida política tirânica, com traços que remetem ao nazismo.

A ascensão do nazismo tupiniquim tem características similares, respeitando as devidas proporções, com o padrão alemão: declarado desprezo à democracia liberal, o nacionalismo extremado, a exaltação à violência, entre outras atitudes produzida por uma mente doente.

O triste de toda essa realidade brasileira é que o fato ocorre justamente com a aprovação de parte do povo composto por pessoas desinformadas que se tornam em excelente massa de manobra. Que é amplamente aproveitada por tipos variados de oportunista e manipuladores, que beneficiam-se no tráfico e na propagação de falsas verdades.

Ato que pode ser considerado similar a prática de algumas religiões que tem proliferado no país. Principalmente no seio de comunidades carentes e abandonadas pelo poder público.

Essas pessoas se tornam alvos fáceis do tráfico e da barganha da fé que tem sob o seu comando alguns pastores inescrupulosos que praticam essa modalidade de crime, tendo como meta obter vantagens meramente financeiras.

O mais grave e triste em toda essa situação deletéria é que essa prática perversa conta com as bênçãos e até mesmo incentivo do governo, que por extensão obtém dividendos políticos e financeiros.

Talvez tal comportamento explique a aproximação de Jair Bolsonaro, nada casual, a este tipo de prática em que, parte de alguns segmentos religiosos, se utilizam da fé para promover enriquecimento ilícito, de uma reduzida casta de pseudos pastores.

Alguns renomados juristas defendem que diante de uma trágica situação como a que se apresenta atualmente no país, é preciso ter calma na reação, agir de forma institucional correta.

O indulto a Daniel Silveira, concedido graciosamente pelo presidente Bolsonaro, o que busca ele ao praticar essa ação é se posicionar como o guardião da Constituição, ou seja, o intérprete final da Constituição.

Para os juristas brasileiros, cabe ao Supremo o papel de ser o guardião da Constituição, de ser o intérprete final da Constituição, não a Bolsonaro.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Lula será eleito e empossado/ Por Sérgio Jones*

Parte da grande imprensa está surfando na onda do sensacionalismo ao colocar em suspeição se caso eleito Luiz Inácio Lula da Silva tomará posse. Se não haverá alguma reação contrária por parte das Forças Armadas do Brasil.

Acredito que não, os motivos são muitos para que os milicos não intercedam no processo democrático brasileiros. Poderia apontar inúmeras razões para que isso não ocorra. Primeiro o fato de não existir um clima favorável internacional; segundo a incapacidade e a falta de qualificação comprovada deles para assumirem uma tarefa desse nível e grau de responsabilidade. Por fim irá prevalecer a vontade soberana do povo.

Digo isso sem mencionar o fato de que o atual presidente genocida Jair Bolsonaro não goza de nenhum prestígio junto às forças armadas para promover, incitar e comandar um golpe militar. Ele não dispõe de capacidade moral e intelectual menos ainda, para tanto.

Os milicos podem ser, parte deles, um bando de cabeças tortas como muito bem ficou evidenciado durante o golpe de 64. Mas acredito que por várias razões, não vão querer pegar essa batata quente.

Em uma eventual tentativa de golpe ficarão eles totalmente isolados. O que fará com que o país, que já se encontra no fundo do poço, se torne ingovernável.

Quanto à questão que vem incisivamente sendo anunciado pelos grandes jornalões de que integrantes das Forças Armadas têm sido consultados sobre o que ocorrerá no Brasil após uma possível vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Essa afirmação faz parte de um tipo de sensacionalismo barato. Tal possibilidade seria interpretada como um tipo de ritual patético em que se procura dar um certo grau de importância a quem não tem.

Essa possibilidade de golpe se apresenta com uma característica peculiar que contêm caracteres e formas de uma espécie de Ópera Bufa. O que fica patente é que nada nem ninguém impedirá o vencedor, qualquer que seja ele, de assumir a cadeira no Palácio do Planalto. C’ este fini.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Declaração do vereador Lulinha é inaceitável e merece o repúdio de todos nós/ Por Sérgio Jones

Vereador Lulinha, também conhecido como papagaio de pirata

A postura adotada por sua excelência o vereador Lulinha (DEM), com relação ao acidente ocorrido na Escola Municipal Santo Expedito, no bairro Lagoa do Subaé, em que duas crianças ficaram feridas por estilhaços provocados por reparos que eram feitos no teto da escola.

Não pegou bem a declaração infeliz feita por ele ao afirmar não precisava de tanto alarde da Comissão de Educação, que terminou mais cedo a sessão para que os membros da comissão fossem ao local.

O discurso foi feito nesta quarta-feira (13), na Câmara Municipal de Feira de Santana.

Concordo com a fala do legislador, afinal as vítimas não foram os filhos dele. Até mesmo pelo fato que nós contribuintes pagamos regiamente as suas excelências para que os mesmos possam manter seus pimpolhos distantes das redes públicas de ensino, mantendo os mesmos em escolas da rede particular.

É nisso que resulta colocar pessoas com visíveis limitações morais e intelectuais para alçar cargos na condição de “representes do povo”, quando na verdade representam os seus mesquinhos interesses.

O mais grave e patético de toda essa bizarra comédia é pelo fato dos reparos estarem sendo realizados justamente quando a aula estava sendo ministrada com a sala repletas de alunos.

A declaração e a postura de Lulinha enoja a todos nós enquanto cidadãos. Ele deixa exposto a sua visível falta de caráter e empatia para como os problemas de seus semelhantes.

Quanto ao fato de argumentar que acidentes acontecem em qualquer lugar, este lugar não foi na casa dele. Se fosse o discurso não seria o mesmo.

O vereador Jhonatas Monteiro (PSOL), estranhou o fato da manutenção ser feita durante o momento em que as aulas estão acontecendo e crianças no interior da escola. Quando poderia ser realizada em outros momentos a exemplo de um final de semana, feriado ou mesmo o período em estavam fechadas durante a pandemia.

O que deixa claro é a total falta de empenho e desprezo demonstrado pela administração do prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB), para com a educação no município.

Diante dessa lamentável realidade, como bem sentenciou Monteiro, nesse caso específico, não se pode falar em acidente. Outros casos semelhantes têm ocorridos em outros prédios da rede municipal de ensino, na terrinha de Lucas.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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