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A não permanência de Targino no DEM compromete reeleição de Colbert/Por Carlos Lima

Colbert Martins e a fidelidade política de José Ronaldo

A fidelidade política de José Ronaldo (DEM), é cobrada pelo deputado estadual, Targino Machado, do mesmo partido, na sucessão municipal de Feira de Santana.

Na última quinta-feira (12), sem grande divulgação o deputado protocolou na executiva estadual o seu pedido de desfiliação do partido.

A decisão provocou encontro que varou à noite com o presidente nacional do DEM, ACM Neto. Na saída ele informou que desistiu da desfiliação.

Os motivos da desistência não foram revelados.

Mas sabemos que a conversa entre eles foi bastante longa. As únicas pistas que se coloca para elucidar essa conversa, veio através do comentário feito pelo deputado. “Discutimos várias alternativas para uma saída. E ele vai construir uma”.
Qual?

Os campos das especulações estão abertos. Não vou arriscar, prefiro aguardar o desenrolar desse embate político.
Targino continua declarando ser candidato a prefeito pelo DEM e legitimamente cobra fidelidade do ex-prefeito, que se movimenta, na direção do apoio ao prefeito Colbert Martins, que é do MDB, inclusive já realizou várias reuniões com vereadores da base, visando consolidar a posição e o DEM indicar o vice.

Será o desmonte das pretensões do deputado Targino Machado?

O partido escolhido para uma provável filiação pelo deputado seria o PP de João Leão, base de Rui Costa. A intenção, formar parceria com Carlos Geilson.

Se acontecer pode ser o golpe de misericórdia na candidatura à reeleição de Colbdert Martins, com ou sem o apoio de José Ronaldo.

Por outro lado, existe a candidatura de Zé Neto (PT), que não se movimenta, apenas observa as especulações dos adversários. Pode ser uma estratégia plausível visando definir qual o marketing a ser definitivamente adotado.

É um tanto controverso essa decisão, os espaços inesperados podem estar sendo preenchidos e quando despertar para a campanha, talvez seja muito mais complicado do que se espera.

Atualmente quem mais gera fatos é o deputado Targino Machado, que utiliza argumentos legítimos na defesa da fidelidade partidária.

Ele além de possuir certa densidade eleitoral, para a direita é um membro autêntico e confiável no que diz respeito ao procedimento ideológico. São comentários que temos ouvido desse segmento.

A situação política do ex-prefeito José Ronaldo não é confortável, além do desencontro político partidário, os desdobramentos da Operação Pityocampa e outras novidades que podem surgir, serão fatos que abalam sua condição eleitoral e também de liderança.

A intensidade desses “sismos” não pode ser previstas ou afirmada sobre sua capacidade destrutiva. Mas são reais.
Essa será uma prova de fogo para a experiência e habilidade política de José Ronaldo, que não pode ser menosprezada.

Carlos Lima, Jornalista

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Às mulheres/Por Alberto Peixoto

Mulher: Esculpida por Deus!
FOTO: Rede Brasil Atual

Configurada em especial pelo Criador, a mulher é uma criatura essencialmente bela, com peculiaridades que a transforma em um ser sem igual! Foi tão sempre amada por Deus, que Ele compartilhou com ela uma incalculável dádiva, o prolongamento do seu poder: o dom da Criação, o poder de dar à Luz!

Este ser ímpar, que tem o poder de ser exclusivamente única, não foi talhada por Deus para ser agredida, desonrada, injuriada, humilhada, insultada, ofendida, espancada por ninguém. Com certeza absoluta foi criada para ser amada!

Só Deus, que sabe rigorosamente o que concebe, pode ser infinitamente melhor e maior do que uma mulher!

No passado era tida como elemento inferior, frágil, mas na sociedade contemporânea veio a ser de extrema importância, passando de coadjuvante à protagonista, mesmo ainda sentindo a herança histórica de um sistema machista em seu quotidiano. 

Finalmente, as mulheres estão conseguindo aumentar o seu espaço no atual sistema social.

As mulheres e o amor

“O amor de uma mulher pode ser uma grande aventura. Cada mulher ama de uma maneira diferente, pois são únicas! Porém, o amor feminino tem características ardentes e marcantes. E saber amar uma mulher da maneira certa é um dom que poucos possuem”. – Universo Feminino

Quero agradecer às mulheres por tudo de bom que elas me ensinaram! Fui gerado e carregado no confortável útero de uma mulher, que me deu o meu primeiro alimento, me ensinou a balbuciar minhas primeiras palavras, a dar meus primeiros passos na vida e a conhecer a arte de ler, escrever, entre tantas outras coisas maravilhosas.

Foram as mulheres que me ensinaram como chegar mais próximo de Deus e, graças a Deus, foram elas que me ensinaram a doce arte de saber muito bem, conjugar o verbo amar!

Tudo de bom que eu aprendi e aconteceu em minha vida, foi com as mulheres! Graças a Deus!

Alberto Peixoto – Escritorcomendadoralbert@bol.com.br

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Obras inconclusas: modelo da gestão Colbert Martins/Por Carlos Lima

Negligência Administrativa dá o tom da festa
FOTO: Arquivos Google

Na maioria das vezes é aceitável, politicamente, que o prefeito Colbert Martins dirija críticas ao governo do Estado, entretanto deveria ter o bom senso de aceitar quando o mesmo procedimento adotado por ele registra e divulga sua negligência administrativa em obras iniciadas no município de Feira de Santana.

Um dos exemplos está na construção do Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem (CMDI) Dr. Eugênio Laurine, que teve início no dia 3 de outubro de 2017 no bairro Baraúna, com prazo de 12 meses e um custo previsto de R$ 1.061.137,37.

A obra está abandonada a mais de um ano, materiais instalados como portas, fiação elétrica, pisos e materiais de construção foram subtraídos causando um enorme prejuízo aos cofres públicos, além do ambiente ter se tornado um refúgio de marginais e berçário do mosquito Aedes aegypti.

Como sempre, o transferidor de responsabilidade, o presidente do Legislativo feirense, saiu em defesa do prefeito, afirmando que as empresas mergulham no preço e não conseguem concluir as obras. Disse também que Colbert está tomando as providências para sanar o problema, deverá chamar a segunda colocada na licitação ou realizar outra.

O interessante é que o presidente da Câmara Municipal, vereador José Carneiro Rocha (PSDB), deveria está investigando a paralisação da obra e não justificando. O legislativo tem como função prioritária fiscalizar a aplicação dos recursos do município pelo poder Executivo.

Feira de Santana se tornou terra de ninguém, ou melhor, área dominada por uma casta política de um só.

Carlos Lima, Jornalista

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De Próprio Punho, pelo médico Victor Lima, sobre o coronavírus: consciência em tempos de cólera

Victor Lima é médico cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica,
FOTO: Isabela Neiva Ribeiro

Há algumas semanas, venho lidando, como todos, com a nova doença vinda de Wuhan. Inicialmente, otimista que sou, tentei diminuir o tamanho do problema. Minha primeira reação, como da maioria dos brasileiros, foi diminuir mentalmente sua dimensão: estava a dois oceanos de distância, “Deus é brasileiro”, “é só uma gripe”, os americanos exageram tudo, o Brasil não vai parar! Valia tudo para acreditar que a doença não chegaria aqui com as consequências socioeconômicas devastadoras que têm assolado o resto do mundo. Mas a doença chegou. E chegou em casa: meus pais foram infectados. Graças a Deus, para ela e para ele, que é médico como eu (Noel Lima), de fato, está sendo um leve resfriado.

A notícia de que minha mãe havia testado positivo se deu uma hora antes de embarcarmos para a Bahia, onde seria padrinho no casamento do meu melhor amigo e onde a família toda comemoraria o aniversário de um ano da minha filha. Eu me vi diante de um dilema: volto para casa resignado, sem celebrar o aniversário da minha filha e com um amigo entristecido, ou corro o risco de estar eu mesmo contagiando outras pessoas a caminho do casamento e na festa em si? Por ser médico, a resposta era clara. Nem sequer entramos no aeroporto, e fomos para o hospital testar a família inteira. Dois dias depois, o diagnóstico foi confirmado no meu pai.

Mais um dilema: somos uma família de médicos. O que fazer com os pacientes com os quais meus pais tiveram contato após a contaminação? Não há nenhuma diretriz clara nesse sentido, apenas quarentena a partir do diagnóstico. Optamos por avisar abertamente a todos que ficassem vigilantes e evitassem espalhar a doença nos próximos dias. Não foi uma decisão fácil, mas só entenderíamos o peso dela horas depois, quando nos tornamos o centro das atenções da cidade e o telefone não parava de tocar. Meus pais nem ao menos conseguiram manter o repouso indicado. Muitos dos telefonemas e mensagens eram para confirmar se estavam doentes, e não para saber se estava tudo bem e precisavam de ajuda.

Minha mulher foi comprar álcool gel na farmácia e precisou brigar com um homem que queria levar o estoque inteiro. Influenciadores digitais que moram nos EUA estão recomendando brasileiros a fazer estoques de comida imediatamente — o apocalipse chegou. Pude então perceber claramente que o mundo está doente — e a culpa não é do coronavírus. Vivemos numa época em que nunca foi tão fácil disseminar medo e pânico, em que fake news se espalham muito mais rápido que qualquer vírus. Nessas horas é que o pior lado do ser humano vem à tona. Veja bem, estou falando do “fenômeno” Covid-19, e não da manifestação biológica em si. Não há dúvidas de que esta “gripe” é letal para uma parcela da população; muitos já morreram. Precisamos, sem dúvida, tomar medidas para evitar que continue se alastrando, principalmente para proteger os mais frágeis. Tenho certeza de que tomei a decisão certa,  cancelando minha viagem e pecando pelo excesso de zelo. Mas me pergunto o quanto o Covid-19 já causou de estragos pelo vírus em si, e o quanto causou de estragos pela nossa reatividade, pela “mentalidade de manada”.

Como médico, posso citar uma dúzia de doenças mais letais com as quais convivemos diariamente, sem que as prateleiras dos mercados fiquem vazias. Agora, o Brasil está numa encruzilhada, e medidas serão adotadas nos próximos dias que determinarão nossa qualidade de vida, a saúde da população, e da economia por muito tempo. A Itália nos ensinou uma lição: não subestimemos a doença. Eu acho que o Brasil pode ensinar também: adaptando-se a esta nova realidade, contendo o contágio, tomando algumas duras medidas, mas sem histeria e com senso de coletividade. Eis o dilema do médico: como educar a população, como conter a crise, sem criar pânico e somar a histeria coletiva? Faço o que posso: oriento àqueles que querem me ouvir que devem mudar seus comportamentos, seguir recomendações estabelecidas, protegerem-se para proteger os demais — com consciência, com compaixão, sem medo.

O vírus do medo é, na minha opinião, maior que o coronavírus, maior do que qualquer doença. Não basta lavar as mãos. Precisamos expandir a consciência atrofiada daqueles que ainda não se infectaram com o Covid-19, mas com o vírus mais perigoso. Isso em nada diminui os cuidados práticos que devemos ter, mas, ao mudarmos a forma como olhamos para o mundo, mudamos o mundo. Que todos fiquem bem.

Victor Lima é médico cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com consultório em Botafogo, apaixonado pela profissão. Nas últimas semanas, dedicou muito tempo ao coronavírus. (Foto: Isabela Neiva Ribeiro) 

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Continuidade política em Feira é suicídio/Por Carlos Lima

Jornalista Carlos Lima
FOTO: Jornal Carlos Lima

No momento encaramos mais um ano eleitoral. É quando os municípios elegem seus representantes para o Poder Executivo e Legislativo.

Com certeza as decepções estarão presentes ao longo da execução dos mandatos outorgados pelo povo, num período de quatro anos.

Não resta dúvida que entre eles encontraremos oportunistas, incompetentes, parasitas, desonestos e outras qualidades que não puderam ser identificadas, porque atuam como camaleões, se adaptando conforme o ambiente, durante a campanha eleitoral.

Mas com certeza, estarão inseridos disfarçadamente, na sociedade, para usufruírem de suas próprias ações subservientes, diante dos mais poderosos e financiadores de suas campanhas, empresários, fazendeiros e oligarquias do município.

Ao povo resta a alternativa de ser refém desses políticos sanguessugas, explorando miseravelmente os mais pobres e humildes, que lutam e acreditam serem contemplados com melhorias na qualidade de vida por os terem conduzido ao poder.

Embora grande parte dos feirenses saiba como acontece o processo eleitoral na terra de Lucas, ou seja, onde a política se transforma em um vergonhoso balcão de negócios, onde os ricos serão sempre os contemplados, fatos intensificados nesses últimos 20 anos.

O povo ainda se ilude com lágrimas e declarações de amor para com a terrinha. Farsa ensaiada para comover e iludir.
No Casulo se regozijam da interpretação, gargalham e menosprezam os eleitores por terem sido enganados tão facilmente.

A farsa prossegue. Passou da hora de dar início a um processo mais sério de debate político, não aquele que se faz nas emissoras de rádio ou na TV. A maioria deles, direcionado para a valorização do candidato abraçado pelos empresários e com maiores probabilidades de vitória.

Precisamos elevar o nível de conscientização diante do coletivo e abandonarmos o individual. Uma sociedade só se desenvolve e cresce quando se pensa o todo.

Depois de 20 anos Feira de Santana ainda não aprendeu que é de vital importância oxigenar administrativamente o município.

Estamos asfixiado pelo mesmíssimo, as estratégias de controle se tornam cada vez mais eficiente na cobertura de desmando, aplicação do dinheiro público e perpetuação dos mesmos no poder.

O dito popular que diz, “onde há fumaça existe fogo”, não é uma inverdade. Diversos focos de fumaça nublam o sol da manhã que aquece a cidade.

A mudança de administração no município não será um tiro do escuro. Muito pelo contrário, será a tomada de decisão mais acertada que o nosso povo pode fazer.
Vamos todos juntos dizer:
Feira de Santana, eu não só te conheço, como te amo.

Carlos Lima, Jornalista

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Colbert: governo falido por excelência/ Por Sérgio Jones

Colbert Martins da Silva Filho
FOTO: Jornal Grande Bahia

As tentativas de apresentar trabalho, em ano eleitoral, continua sendo uma obsessão do governo de Colbert Martins, ou seria de José Ronaldo?

A tentativa pífia agora fica por conta da instalação das fachadas metálicas das estações de embarque e desembarque de passageiros das estações do BRT, linha imaginária da avenida Getúlio Vargas. Uma vez que o projeto vem sendo empurrado desde 2015 por sucessivos governos.

São sete estações. Como sentencia o velho adágio popular de que sete é conta de mentiroso. E a mentira tem sido a locomotiva, o carro – chefe de um poder que se arrasta por cerca de duas décadas, na cidade outrora conhecida como Princesinha do Sertão, hoje podemos nomina-la de Borralheira do Sertão. Devido aos descasos e maus tratos que vêm lhe sendo dispensados, nesses últimos e fatídicos 20 anos.

Destas, apenas uma delas está com suas estruturas prontas. Dizem, cinicamente, que para a conclusão das demais estações a próxima Sérgio Jones, jornalista ( sergiojones@live.com)

etapa se dará no início, experimental, das atividades do sistema rápido de transporte de passageiros. Ao que parece estão pretendendo acionar essas atividades sem os ônibus.

A obra já se tornou um verdadeiro escoamento, sumidouro do dinheiro público, o mais grave é que não sai do papel e das boas intenções de dois governos, tudo farinha do mesmo saco, que vêm se utilizando dessa premissa por aproximadamente cinco anos.

Paciência tem limites, e ao que tudo deixa transparecer, a do povo já se esgotou com esse modelo de prática lesiva que tantos prejuízos tem causado a sociedade, principalmente as pessoas que se utilizam do transporte público. O que não é o caso de suas excelências.

Chega de empulhação, o povo não suporta tanto descaso e ineficiência do poder público. Mudar é preciso, agora, mais do que nunca. Em outubro diga não à continuação desse modelo de política medíocre em que os seus condutores e articuladores só têm uma finalidade, se locupletar no poder.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Último procedimento cirúrgico de Bolsonaro pode nos livrar do caos definitivo/ Por Sérgio Jones *

O presidente Jair Bolsonaro, com postura de personagem do programa Zorra Total
FOTO: Jornal da Record

A situação física da tosca imitação da abominável figura de presidente, Jair Bolsonaro, ao que parece é que de tão madura está apodrecendo. A condição de saúde mental, ao que deixa transparecer, essa ele nunca teve. Quanto ao resto de sua combalida e patética estrutura física, também não tem demonstrado ser das melhores.

Durante entrevista concedida ao ‘humorista’ Márvio Lúcio dos Santos, conhecido como Carioca, em uma grande rede de comunicação do país exibida neste domingo (8), o Bozo revelou que precisará se submeter a uma nova cirurgia. Este seria o quarto procedimento desde o episódio da facada, que muitos ainda afirmam ter sido fake, em setembro de 2018.

“Vai ter mais uma cirurgia final agora. Deve ser a última”, disse Bolsonaro, sem dar maiores detalhes sobre o tipo de cirurgia ou para qual finalidade. Muitos brasileiros estão torcendo para que seja literalmente a última. O que poderá nos livrar desse mal maior que se instalou no Brasil. Ao que tudo indica, a natureza está adotando as medidas necessárias para corrigir o erro cometido pelos homens.

O filósofo karl Marx gostava de dizer que o homem era o protagonista da sua própria história. Mas ao que parece, nem sempre essa assertiva prevalece. E por alguma interferência que não sabemos ainda explicar, algo pode acontecer que resultará na descontextualização total de nossa realidade histórica. Provavelmente este será o roteiro a ser seguido em todo o teatro de horrores em que o Brasil se transformou, com a ascensão dessas forças oriundas do mais profunda trevas, já registrada nos anais de nossa trágica história.

A gravação concedida pela Besta presidencial ocorreu na última quarta-feira, dia em que Carioca se fantasiou como Bolsonaro para distribuir bananas aos apoiadores do presidente e jornalistas, em referência a um gesto que o presidente já fez em duas oportunidades para a imprensa.

Importante observar que neste mesmo fatídico dia foi divulgado o tímido crescimento do PIB, que registrou a menor índice desde o fim da recessão.

O mais recente procedimento cirúrgico ao qual Bolsonaro foi submetido aconteceu em janeiro do ano passado, quando teve reconstruído o aparelho intestinal que o livrou da bolsa de colostomia, que passou a utilizar após atentado sofrido durante a campanha eleitoral.

Muitos estão argumentando que talvez os médicos consigam ser mais competentes, ter sucesso e serem exitosos na ação em que o provável agressor, Adélio Bispo, falhou de forma vergonhosa. Só nos resta aguardar os resultados e torcer para que a natureza siga o seu caminho nos livrando desse mal, que não é necessário.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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A falta de cultura do brasileiro/Por Alberto Peixoto

O descaso com a Educação e Cultura avilta os salários dos educadores
FOTO: JustPeixoto

Um fato curioso está acontecendo com o povo brasileiro. É notório que o atual governo está usurpando dos trabalhadores seus direitos “garantidos” na Constituição Federal. Os pobres cada vez mais pobres, o índice de desemprego aumentando de forma alarmante e, estes que estão tendo seus direitos aviltados, não reagem, não se manifestam e não tem uma atitude para frear esta situação escabrosa.

Por que esta falta de atitude do povo brasileiro, principalmente do trabalhador que está sendo criminosamente escravizado?

A população brasileira, segundo o IBOPE, 29% são considerados analfabetos funcionais e 8% analfabetos absolutos – são os que não conseguem ler e nem escrever uma frase ou uma palavra – cenário propício para os políticos de qualidades ínfimas terem sucesso absoluto.

Junta-se a estes dados, o percentual alarmante de analfabetos políticos no Brasil”. Lamentavelmente este inconveniente está presente nos três Poderes da República, Ministério Público, na esfera acadêmica, imprensa, no mundo religioso e em toda sociedade brasileira. Pode-se dizer que 99% do brasileiro é analfabeto político, inclusive os políticos.    

A falta de capacitação leva o brasileiro a não ter um poder de decisão mais apurado. Não possui uma visão política aguçada o que lhe transforma em massa de manobra; um “Maria vai com as outras”, com cultura de botequim. Não é capacitado o suficiente para emitir um parecer; não conhece os seus direitos, muito menos ter discernimento suficiente para lutar por eles.

Infelizmente neste país, o que leva às ruas um número às vezes superior a casa dos dois milhões de pessoas são as passeatas gays, caminhadas evangélicas em busca de Jesus, marchas em prol da liberação da maconha e movimento em protesto porque o time de futebol do coração foi rebaixado.

A situação é vexatória, mas os verdadeiros culpados são todos aqueles que, direta ou indiretamente prejudicados, os que tem o mínimo de intelectualidade, mas cruzam os braços e ficam a ver “a banda passar”. Como já diz o próprio hino Nacional: “Deitado eternamente em berço esplêndido

Alberto Peixoto, Escritor

comendadoralbert@bol.com.br

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A demonização do Servidor Público/Por Alberto Peixoto*

Ministro Paulo Guedes: Parasita ou Hospedeiro?
FOTO: O Tabuleiro

Como se não bastasse o Governador da Bahia, Rui Costa, humilhar os Servidores Públicos baianos com uma reforma da Previdência Estadual mais do que criminosa, com perdas salariais – já se passaram 6 anos sem sequer reajuste da inflação – dificuldades para aposentar, corte de 40% no abono permanência, entre tantos outros prejuízos, surge, sabe-se lá de qual sarcófago, a múmia Guedes, classificando os Servidores Públicos como “parasitas”.

Como já foi dito por Haddad, “o que o Guedes diria sobre Bolsonaro, com 28 anos como deputado – 7 mandatos – sem produzir nada”? E seus três patéticos filhos-amebas, envolvidos em suspeita de corrupção, lavagem de dinheiro, envolvimento com milicianos? E a primeira dama que é suspeita de receber cheques das rachadinhas do Queiroz?

Não são os Servidores Públicos, concursados, que desviam dinheiro do erário para os vários “paraísos fiscais”. São os políticos mau caráter e empresários do mesmo nível. Com certeza, só servidores públicos da laia de Guedes que devem ter mandado a milícia matar Marielle Franco.

Por todo esta vasto país, aproximadamente 12 milhões de Servidores Públicos recebem salário para exercer suas funções como: educar, salvar vidas, pesquisar, proteger e arrecadar – para “sustentar” os parasitas do governo – inclusive os que compõem o sistema financeiro do Ministro Guedes, outro parasita cupincha de banqueiros, inclusive do exterior.

A atitude insana do ministro Paulo Guedes o levou a conseguir extrapolar os limites da falta do bom-senso, do desrespeito, do infortúnio com o Servidor Público. Faltou ele falar sobre os parasitas do seu ministério.

No inicio do seu mandato culpou os Servidores Públicos da roubalheira que assola o país. Pergunta-se: e a lavagem de R$ 2,3 milhões em transações imobiliárias em uma loja de chocolates atribuída à Flávio Bolsonaro, segundo o Ministério Público? (Folha de São Paulo), sem esquecer das rachadinhas do Queiroz, em que a primeira dama é suspeita de também participar.

Citou também os “privilégios” dos servidores públicos, mas se esqueceu do auxílio paletó, gravata, moradia, combustível, verbas e outras benesses (benefícios obtidos sem trabalho ou sem esforço) disponibilizadas para políticos e seus lacaios.

Com relação à aviltante reforma da previdência dos Servidores do Estado da Bahia, imposta a ferro e a fogo pelo governador Rui Costa, talvez tenha ocorrido por culpa da inércia dos Servidores que não engajaram com dentes e unhas na luta contra a PEC 159/20 e da inoperância “dos sindicatos” dos diversos segmentos do funcionalismo público estadual. Mas a luta ainda não acabou.

Alberto Peixoto, escritor – comendadoralbert@bol.com.br

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Colbert banca o “salvador da pátria” e tenta faturar com os estragos provocados pela chuva/ Por Sérgio Jones*

Colbert Martins prefeito de Feira de Santana
FOTO: Jornal Grande Bahia

A situação de emergência em Feira de Santana não se resume só aos danos e estragos provocados pelas intempéries que ocorrem anualmente, com uma precisão invejável.

Há outro aspecto, não menos danoso, que por décadas vem causando sucessivos prejuízos para toda a população. A inação e falta de compromisso dos gestores que se sucedem, embora sejam todos do mesmo grupo há várias décadas, nada fazem objetivando minimizar os problemas da sociedade.

Problemas esses que poderiam, em parte, ter sido resolvidos, permanecem. A sua solução provocaria menos prejuízos materiais aos feirenses, causado pelas fortes chuvas.

Podemos citar como exemplo a falta de dutos que permitam o escoamento das águas pluviais. Não havendo essa disponibilidade, devido a incúria administrativa existente, o não investimento na área de prevenção acaba sendo oneroso para a solução definitiva ou parcial do problema.

Já argumentava outrora, de forma crítica, o ex-governador da Bahia e ex-prefeito de Feira de Santana, João Durval Carneiro. Dizia ele, ter se tornado uma prática comum dos gestores se aproveitarem dessa situação, para decretarem estado de calamidade e tirar recursos da União.

Após décadas, nada mudou, a situação continua a mesma. A vinda do Superintendente Estadual da Defesa Civil da Bahia, Paulo Sérgio, que esteve em Feira de Santana na última sexta-feira, 7, para verificar as questões da Situação de Emergência, torna esse fato evidente.

Ratifica o que estamos a denunciar e é reforçado pelo veemente apelo feito pela coordenadora da Defesa Civil de Feira de Santana, Anna Karoline Rebouças, “essa etapa é importante para que o Governo Federal aprove o decreto e possa liberar as verbas para recuperação dos locais afetados pelas chuvas”.

As chuvas poderão se tornar o grande cabo eleitoral ou o verdugo do atual gestor que se apresenta em situações como essas, não no papel de vilão, mas de salvador da pátria.

Resolver definitivamente o problema, não é a solução escolhida pelo atual gestor, como não foram dos gestores que lhes antecederam. Necessário se torna que a situação continue existindo para que eles possam fatura financeira e eleitoralmente. Mudam os homens, mas as práticas permanecem.

Desde que as chuvas começaram a cair no município, o prefeito Colbert Martins Filho vem adotando medidas para “salvaguardar a população feirense dos perigos”, inclusive, indo pessoalmente visitar os locais mais afetados, como se sua presença fosse mudar a realidade dos fatos. Quando sabemos que tudo é feito para que a situação se torne perene.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)


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