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Bolsonaro e a banalização do mal/ Por Sérgio Jones*

O mal por definição, desde tempos imemoriais, se refere a tudo aquilo que não é desejável ou que deve ser destruído. Conforme definição de Plotino, filósofo grego neoplatônico, classifica o mal como a privação de toda forma de inteligibilidade.

Tal conceito é mais atual do que nunca, principalmente na era do governo negacionista de Jair Bolsonaro. Diante da escalada nunca registrada no calendário da história do Brasil.

Segmentos da sociedade organizada, dos mais diversos matizes, estão se mobilizando, tendo como objetivo dar um basta na escalada bestial adotada pelo atual governo. Que vem se alastrando, que nem erva daninha, por todo território brasileiro.

Para não nos estendermos demais sobre o assunto podemos nos ater ao fato do ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior. Que diante do descalabro social resolveu liderar o movimento da CPI da Covid.

O ato conta com a participação de um grupo de juristas que assessora os senadores. Eles buscam conjuntamente o embasamento jurídico do relatório que será apresentado na próxima semana por Renan Calheiros.

O ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior afirmou, sem meias palavras, nesta quarta-feira (15), que está claramente configurado o crime de responsabilidade de Jair Bolsonaro no enfrentamento da pandemia de Covid- 19.

Em reunião virtual com senadores da CPI da Covid, ele enfatizou e classificou o enfrentamento da pandemia, adotado pelo governo federal, como flagrante “desrespeito aos direitos individuais e sociais”. E que tal atitude se caracteriza como crime de responsabilidade, que pode embasar em processo de impeachment.

De acordo com o parecer, o governo optou por uma ação deliberada, tendo como objetivo não conter a pandemia. O ato criminoso foi definido, pelos juristas, como uma política de Estado de negacionismo.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Lema do governo de Colbert é Fake/ Por Sérgio Jones*

Estado de direito, dele

É para isso que nós contribuintes pagamos os nossos impostos para que os políticos de plantão, em vez de trabalhar em prol da comunidade. Direcionem suas energias para travarem brigas que atendem unicamente aos seus interesses comezinhos.

É o que vem ocorrendo, já faz bom tempo, na gestão do prefeito de direito e não de fato Colbert Filho (MDB). Que fez opção em travar uma cruzada contra o legislativo feirense, pelo fato do mesmo se rebelar contra a tirania exercida e imposta, durante anos, pelos alcaides de plantão.

Fato elucidativo se efetivou nesta terça-feira (15). Após o fracasso da bancada governista em aprovar na Câmara a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Onde a bancada que dá sustentação ao governo sofreu uma fragorosa derrota. O placar foi de 12X7. Com esse resultado, o prefeito teve rejeitada cerca de nove emendas.

Inconformado com o desempenho pífio o prefeito, Colbert, partiu para a vendeta política. Abriu fogo exonerando indicações de suas excelências parlamentares que fazem oposição aberta e declarada a seu governo. Este tem sido o nível do governo que tem como lema ” A gente segue em frente”.

O resultado de toda essa patética situação é que a conta desse desgoverno quem sempre acaba pagando é a população. Que não conta em contrapartida com nenhum tipo de prestação de serviço digno, fornecido por esses pretensos gestores públicos.

O sistema de transporte coletivo disponibilizado para a comunidade é caótico, o mesmo ocorre em outros segmentos de fundamental importância para a sociedade, como educação, saúde, entre muitos outros.

rgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Estupidez bolsonarista transcende os limites da racionalidade humana/ Por Sérgio Jones*

Que tipo de ser humano é esse pessoal bolsonarista, o que leva uma pessoa a assumir uma postura tão estúpida diante da vida? Chego à conclusão de que esse pessoal faz parte de um segmento humano ao qual foi submetido a um tipo de experiência que não deu certo e que pode ser atribuída a alguma falha cometida pela natureza.

Surgindo das trevas e de esgotos gosmentos e pantanosos da história, esse grupo de aberração humana ganhou visibilidade com a ascensão do mal. Tendo como principal timoneiro o deficiente mental, Jair Bolsonaro.

Diante dos sucessivos arroubos de loucura e arrogância perpetrados por estes elementos ignaros. O Jornalista Rafael Martins, atacou de forma despudorada Joaquim de Carvalho, autor do documentário intitulado: “Bolsonaro e Adélio – uma faqueada no coração do Brasil”.

Como todo bom covarde se recusou de participar de um debate público sobre o caso. Devido ao grau de virulência manifestado por Rafael Moro Martins, o ato causou indignação na internet o que deu início a um movimento de cancelamento de assinaturas do intercept.

A reação agressiva manifesta por Martins se deve pelo fato de que o documentário elaborado pelo jornalista Joaquim de Carvalho apontar furos da versão oficial sobre o caso de Juiz de Fora e passar a exigir a reabertura das investigações.

O jornalista agressor foi desafiado a participar de debate público com Carvalho. Mas como todo bom bolsanarista, ele declinou do convite..

O ato de estupidez manifesta pelo jornalista do Intercept ao trabalho de Joaquim de Carvalho, motivou pedido de CPI apresentado pelo deputado Alexandre Frota (PSDB-SP). Além de provocar e gerar protestos, nada favoráveis ao agressor.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Combate ao transporte clandestino em feira se torna uma missão impossível/ Por Sérgio Jones*

O inoperante centro de controle do transporte coletivo de Feira de Santana

O município de Feira de Santana, com o passar dos tempos, tenta se reinventar. Diante da crise econômica em que o país atravessa devido a desastrada administração gerada pelo desgoverno do presidente genocida de Jair Bolsonaro.

Aqui na terrinha de Lucas a situação é intensificada pela administração também nada competente, do prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB).

Mais como sentencia o ditado popular, miséria pouca é besteira. A deficiência administrativa local se manifesta em todas as esferas da gestão municipal. Em voga, no momento, a questão do transporte coletivo que se arrasta por décadas.

Diante do impasse existente entre as empresas de ônibus que operam o sistema de transporte público em Feira de Santana, São João e Rosa, estas passaram a cobrar do arremedo de gestor público, mais firmeza no compromisso e no combate com relação a atuação e permanência dos ligeirinhos, que circulam na cidade.

Considerado como o grande vilão responsável pela sangria financeira gerada no setor.

Tal imposição parece ser totalmente inconcebível e as razões são muitas. O governo não é de hoje que tem rabo preso com este pessoal do transporte clandestino.

Quando pela primeira vez da história do município houve uma greve, ainda no governo de José Ronaldo, os feirenses amargaram por quase uma quinzena com a falta desses serviços tão essenciais para a locomoção física deles.

Diante do problema circulou, na época, o boato de que o governo municipal buscou se valer desse segmento para suprir a deficiência temporária nesse setor.

Enquanto prosseguia as negociações com as empresas, na tentativa de sanar o problema. Além do fato de que existem a forte suspeita de que esse área vem sendo explorada por prepostos da polícia militar.

érgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Feira também tem o seu analista de Bagé/ Sérgio Jones*

O município de Feira de Santana é atípico, hospeda os mais variados tipos de seres exóticos, não só no entre os políticos. Como também entre os pretensos sacerdotes que já criou uma espécie de oráculo local. Vez por outra faz todo tipo de previsões futuristas no campo da política.

Tudo isso acontece diante de uma, senão a mais grave, crise política que se instalou no Brasil. Provocada pela ascensão do ser bestial, Jair Bolsonaro, à presidência da república.

O que possibilitou abertura de espaço para todo de aventureiro e oportunistas de plantão tentar aparecer e se promover através da imprensa, na busca de seus minutos de glória.

Agem como se pítons fossem, arriscam previsões das mais estapafúrdias. Dentre esses seres raros, destaque para um deles que se tornou notório palpiteiro na cidade. Em todo período eleitoral ele dá o seu pitaco, que nem sempre se materializa e resulta em acertos, na prática.

O curioso é que por diversas vezes esse palpiteiro já se aventurou no campo da política, e em todas as suas tentativas, os índices de acertos foram considerados muito baixos.

A pergunta que não quer calar, se suas previsões nem sempre prevalecem para ele. O que o faz crer que valerá para os outros?

Há pouco mais de um ano para o próximo pleito eleitoral em 2022, em que a disputa para presidente se encontra polarizada entre Lula, com substancial vantagem, em relação ao seu oponente o presidente Jair Bolsonaro.

O famoso palpiteiro diz acreditar na possibilidade de uma terceira via. E cita como sustentação para tal argumento o fato de que, segundo apontam pesquisas, um terço da população não votaria em ambos os candidatos.

O que deixou de considerar, o pretenso analista foram os fatores como a existência de votos brancos, nulos e os ausentes.

Aspectos que aumentam, em muito, a polarização entre os dois pré candidatos. O que reduz, de forma exponencial, a possibilidade da existência da terceira via, como defende o arremedo de analista de Bagé.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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COMERCIAL COROA COMEMORA SEUS 35° ANOS COM FESTA EM GRANDE ESTILO/Por Gazeta do Recôncavo*

Wilson Pedreira filho e esposa

A Comercial Coroa “Construção” comemorou na manhã de quarta-feira 35° anos de existência, realizando uma confraternização com seus funcionários, fornecedores, clientes e amigos antes do início do expediente. Comercial Coroa om é uma referência no setor comercial de materiais de construção, dentre tantos a colchões Reconflex grande parceira, e a Comercial bate recordes atrás de recordes. “Ninguém vende por metro quadrado tanto material de construção neste país, e isso acontece porque é uma bênção de Deus e de um homem bom”, ponderou Wilson Pedreira Filho, conhecido como Nego. “O objetivo – segundo o empresário Nego – é reunir em um só lugar tudo aquilo que os clientes precisam para construir, reformar ou presentear com artigos para o lar”.

COMERCIAL COROA -Materiais para Construção se consolidou com uma das maiores loja da nossa região e agora, em suas ampla instalações, oferece além de materiais para construção, do piso ao teto, eletrodomésticos, presentes, utilidades domésticas e decoração.


A partir de agora, segundo o empresário Wilson pedreira filhos, (Nego) os clientes terão à disposição mais de 82 mil itens.

É imperdível!!! Aproveite essa festa de ofertas da Comercial Coroa. Ofertas que só louco faz. Cimento por R$ 25.00. Comemorando 35 anos de bons serviços prestados a população da Ilha de Itaparica a Comercial Coroa está fazendo a festa junto a população e fazendo diferente, o presente quem ganha é o cliente com preços baixos em toda loja, com ofertas e descontos. Junto aos seus parceiros a Comercial Coroa promove uma verdadeira revolução na que é a mais esperada promoção da cidade, trazendo também o que sempre é de costume: clientes das cidades vizinhas como Salvador, Itaparica, Salina das Margaridas, Nazaré, Muniz Ferreira, Aratuipe Jaguaripe, Santo Antônio de Jesus e região.

Gazeta do Recôncavo

(www.gazzetadoreconcavo.com.br/2021/09/comercial-coroa-comemora-seus-35-anos.html)

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Parte da imprensa defende retorno da múmia para ser mediador do conflito entre legislativo e executivo feirense/ Por Sérgio Jones*

A piada tem aspecto grotesco e ao mesmo tempo hilário se não fosse trágica. Circula a notícia no meio de parte da imprensa que um grupo que milita na área acredita ter encontrado a solução mágica para resolver a relação tensa existente entre o Executivo e Legislativo.

Os considerados gênios da raça estão a divulgar ter encontrado uma provável solução para resolver o imbróglio que envolve o impasse político mantido entre o governo do prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB), e o legislativo.

Embora o governo atual não consiga reverter o desequilíbrio entre os dois poderes, a bancada que dá sustentação ao mandatário continua com baixa representatividade no legislativo.

Ao que parece e tudo nos induz a crer que alguns pretensos profissionais que agem na área de comunicação encontrou a solução para dirimir o imbróglio político existente´, entre eles.

Parte desse segmento de profissionais da imprensa tupiniquim resolveu meter o bedelho na história sem fim. Defendem a ideia de que o ex-secretário da Fazenda e irmão do prefeito, Evaldo Martins, poderia ser a cereja do bolo.

Quer dizer a ponte que tentaria restaurar o frágil equilíbrio mantido entre os poderes.

Por que será que esses comunicadores querem promover o retorno da múmia política, para o município. Será que aqui já não tem o bastante, sem que seja preciso importar mais?

Com relação ao fato de se criar uma ponte de entendimento, me faz lembrar um dos quadros do programa do Faustão intitulado: A Ponte do Rio que Cai.

Uma pergunta que não quer calar. Quais os reais interesses ocultos que motivaram esses pretensos profissionais a agirem com tamanho despautério?

Acredito que estes tipos de profissionais deveriam seguir a máxima: “um tolo pode passar por sábio e inteligente se ficar calado”.

Pelo visto essa sábia sentença não se aplica a parte dos nossos pretensos profissionais que atuam na área.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Quais são as prioridades do desgoverno de Colbert?/ Sérgio Jones*

Colbert Filho nunca foi amigo

Há muito tempo que os feirenses se questionam sobre quais são as reais prioridades do desgoverno do prefeito de direito e não de fato Colbert Filho (MDB). Ele, ao longo de toda a sua administração a única coisa que fez foi tomar assento na cadeira do executivo, mas ainda não disse para que veio.

A informação que circula na mídia tupiniquim do município é que alguns prepostos do alcaide estão trabalhando de forma denodada, tendo como objetivo maior atrair o apoio de quatro vereadores conhecidos como integrantes do grupo dos 11.

O que fica evidenciado é que o chamamento só será plenamente atendido, pelos edis rebeldes, se as ofertas a serem feitas pelo executivo se apresentem sedutoras e atendam os interesses, nem sempre legítimos e confessáveis, de suas excelências.

Quais serão? Quem souber ganha um doce.

O desequilíbrio mantido entre o executivo e legislativo acontece devido a constatada e comprovada inabilidade do prefeito em dar continuidade ao modelo político “é dando que se recebe”. Adotado pelos sucessivos governos de seu antecessor e padrinho político, José Ronaldo.

O atual mandatário mantém uma bancada de sustentação de apenas sete vereadores em um universo composto por 21 parlamentares.

Enquanto o governo se volta para suas ações mais comezinhas, o sistema de Transporte Público, que nunca foi de qualidade, está ameaçado e a qualquer momento vai colapsar de vez.

As empresas Rosa e São João estão dispostas a deixar a cidade conforme informação fornecida pelo Sindicato dos Rodoviários de Transporte de Feira de Santana (Sintrafs), caso as exigências feitas pelos seus empresários, junto ao poder executivo, não sejam regiamente aceitas.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Colbert ou beato Salu? / Por Sérgio Jones*

Colbert, o beato Salu

O prefeito de direito e não de fato, Colbert filho (MDB), promete que no próximo mês a linha 2 do BRT – no corredor das avenidas João Durval Carneiro/Ayrton Senna – entrará em operação definitiva. Acabando de vez com a novela do BRT que se arrasta por quase uma década e já custou mais de 100 milhões de reais aos cofres públicos.

Dando uma de Beato Salu, quem não se recorda da novela Roque Santeiro, em que o Beato desapareceu de cena por um bom período de tempo e após um longo estado de coma ressuscita e ao entrar em cena a sua primeira fala foi “ mais forte são os poderes de Deus”.

Tudo a ver com o comportamento do atual prefeito que após longo período de indiferença ressurge com parte de seu estafe e visitou, nesta quinta-feira (25), as estações e determinou o funcionamento dos três novos terminais do BRT (Bus Rapid Transit) situados na avenida Noide Cerqueira, Pampalona e Ayrton Senna.
Segundo ele, o novo itinerário dará maior mobilidade aos usuários através da integração de estações da linha 1 do BRT da avenida Getúlio Vargas (funcionando em fase experimental), e interligando a região central do município até o bairro da Mangabeira.

O que o povo quer saber é se ainda neste século o BRT deixará de estar funcionando em fase experimental e se efetivará de forma plena e definitiva.

Importante salientar que a conclusão da infraestrutura das estações, por si só, não se pode considerar como suficiente para que o setor possa atuar de forma plena.

Outros problemas existem e dentre muitos outros existe as empresas de transportes contratadas. Elas estão circulando no município com parte de sua frota de veículos reduzidas.

As alegações dos empresários são diversas e a mais importante, alegadas por eles, é não observância contratual por parte do governo municipal, conforme o que ficou acordado.

Existe, por parte dos mesmos, a disposição de deixar de atuar no município. Tal qual Beato Salu o prefeito continua no campo das hipóteses e promessas, como sempre se mantendo muito distante da realidade local.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O governo de Bolsonaro é um deserto de ideias/ Sérgio Jones*

O comportamento doentio do presidente, Jair Bolsonaro, se evidencia diante de sua postura adotada e da forma de como vem exercendo o governo, que se tornou em um deserto de ideias.

Tal comportamento me conduziu a pesquisar sobre as duas formas e definições existentes desse distúrbio mental do qual ele demonstra ser portador É um sociopata ou psicopata?

A diferença entre as duas definições clínicas é que a psicopatia é inata, nasce com o indivíduo. Enquanto a sociopatia é definida como uma doença adquirida e desenvolvida ao longo da vida de seu portador.

O presidente manifesta traços que se enquadra em uma dessas duas definições. Na condição de leigo defendo a primeira tese, de ser ele um psicopata.

O comportamento incorporado por ele é de uma pessoa portadora de perturbações mentais que têm origem congênita, o que significa dizer que já nasceu com ela.

Basta que se observe a forma e maneira como ele lida com os problemas e o tratamento antissocial com que trata as pessoas.
Mais recentemente tem circulado na grande mídia brasileira, manchetes que evidencia o tratamento desrespeitoso dispensado por Bolsonaro a seu vice Mourão.

Os ataques perpetrados pelo presidente a Mourão, general de quatro estrelas, têm contribuído para o desgaste da imagem do ocupante do Palácio do Planalto junto às forças armadas brasileiras.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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