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Presidente da Venezuela Nicolás Maduro coloca oxigênio à disposição do Amazonas / Por Sérgio Jones*

Maduro envia oxigênio para Manaus

Há um velho e sábio provérbio em que sentencia que quando a estupidez fala mais alto que a razão as sociedades demoram séculos para se desenvolver. O que podemos comprovar na prática e no dia a dia no Brasil, logo após a ascensão da bestial figura do Jair Bolsonaro à presidência do país.

O governo genocida e sua caterva tem sido alvo de todo tipo de críticas internas e externas devido ao comportamento do modelo de gestão catastrófica e doentia adotado, que tem resultado na morte de milhares de brasileiros.

Quando a questão avança para o campo da diplomacia internacional o estrago e completo, principalmente quando as relações são voltadas para os nossos países vizinhos. Atrelado de forma abjeta aos interesses do grande império Yankee, este governo que sofre do complexo vira lata. Chegou até mesmo discutir em se aliar aos Estados Unidos, Colômbia, objetivando promover um bloqueio naval contra a Venezuela.

Mas como se costuma dizer o mundo é redondo, embora os terraplanistas tentem pateticamente provarem ao contrário, e continua girando. A roda da história por mais que as forças do atraso tentem detê-la, não tem obtido o êxito desejado.

Por ironia, não sei se do destino ou da própria história, eis que não mais do que de repente desponta no cenário da crise pandêmica a figura do presidente da Venezuela Nicolás Maduro.

Ele de forma magnânima e desinteressada orientou os seus prepostos para que entabulassem conversas com o governador do estado do Amazonas, Brasil, Wilson Lima para disponibilizar imediatamente o oxigênio necessário para atender o contingente de saúde em Manaus. Solidariedade latino-americana acima de tudo! Coisa que falta ao governo negacionista brasileiro.

O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), agradeceu ao chanceler na mesma rede social. Pacientes internados para tratamento da COVID-19 no Estado não contam mais com o fornecimento de oxigênio, pois a reserva estadual de cilindros chegou ao fim.

O governo de Lima precisou transferir os pacientes para hospitais de Teresina (PI), São Luís (MA), Brasília (DF), João Pessoa (PB), Natal (RN) e Goiânia (GO).

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Ladainha de sempre: José Carneiro diz que acusação de irregularidade em sua gestão é factoide/ Por Sérgio Jones*

Vereadores Fernando Torres e José Carneiro

Confiantes na impunidade reinante em todos os quadrantes do país já se tornou comum quando um político é acusado de prática delituosa no trato da coisa pública. Se posicionar como inocente e tentar desconstruir as acusação taxando-a como factoide.

Posição essa adotada pelo ex-presidente do legislativo feirense José Carneiro (MDB), que está sendo acusado pelo presidente atual Fernando Torres (PSD) de ter ele praticado irregularidades durante a sua administração no tocante ao repasse no pagamento aos funcionário da empresa terceirizada, que presta serviços à Casa da Cidadania.

Segundo denúncia feita pelo presidente atual, na administração de seu antecessor dos R$3 mil pagos à empresa para pagar a cada funcionários, estes recebiam apenas pouco mais de penas R$800.

Em sua defesa Carneiro argumentou que não se trata de uma cooperativa, e sim uma empresa terceirizada que paga salário, vale transporte, décimo terceiro, plano de saúde, plano odontológico, além do lucro da empresa que não vai trabalhar de graça.

O argumento inicialmente, como sempre, se apresenta como bastante convincente. Com relação à acusação o ex-presidente acusado disse ser inocente e que se trata de um factoide. Só no futuro, após minuciosa investigação, se houver, poderá apontar com quem está a razão.

O fato é que diante de tantos escândalos surgidos durante a gestão de Carneiro, a exemplo da apresentação de gastos na compra de quase um milhão de reais, só com desinfetantes, entre outras práticas bastante questionáveis, um escândalo a mais ou a menos não apresenta nenhuma novidade.

Na administração anterior, vez por outras denúncias surgiam na imprensa apontando ou até mesmo insinuando suspeitas sobre o desempenho, nada ético, do ex-presidente. Ao longo de dois anos, nada foi apurado e a fila continuou andando.

Mas ao que parece, os ventos estão soprando ao contrário e o cenário está mudando. Cabe a quem de direito apurar os fatos. Constatada as falcatruas, punir exemplarmente o infrator ou infratores.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro quebrou o Brasil/Por Alberto Peixoto

O Brasil está quebrado

Por época das eleições de 2018 alguns eleitores disseram ter votado no candidato de extrema direita, Jair Bolsonaro – hoje sem partido – porque Lula – Luiz Inácio Lula da Silva, ex Presidente do Brasil – tinha roubado, acusação esta que era sabida por todos brasileiros, que tem um pouco de conhecimento político, não passar de uma astúcia da política desprezível, sempre disseminada pelos partidos de direita, para alijar Luiz Inácio do pleito.

Atualmente, o dublê de presidente da República, Bolsonaro, afirma para os seus seguidores e poucos apoiadores que ainda lhe resta: “o Brasil está quebrado e eu não consigo fazer nada”. Ele nunca soube o que fazer.

Após esta afirmação fica uma pergunta: onde estão os que elegeram o “Messias” que, segundo eles, resolveria todos os problemas do Brasil, principalmente o da corrupção? Não se deve esquecer das “rachadinhas” do Queiroz, dos cheques da 1ª dama e nem da loja de chocolates de Flávio Bolsonaro – um dos três patéticos filhos do Presidente – da participação dos milicianos em seu governo e, muito menos, da política econômica de qualidade ínfima de Paulo Guedes, o Posto Ypiranga do presidente sensaborão.

Sobrou para a pandemia. Como tudo que não dá certo atualmente no Brasil, a culpa é da pandemia. Desta vez o alvo dos seus insucessos à frente da administração do maior País da América Latina, além da Covid-19, também foi a imprensa. Segundo este incapaz, a pandemia foi potencializada pela mídia, a qual chamou de “mau caráter e comunista, causadora de um temor excessivo na população”. Para ele, a Covid-19 não passa de uma “gripezinha”.

“Chefe, o Brasil está quebrado, chefe. Eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, teve esse vírus, potencializado pela mídia que nós temos aí, essa mídia sem caráter”, afirmou o presidente (O Valor Econômico).

“O Messias”, na realidade o salvador que não salvou e só complicou, teve em Taubaté, SP, cidade onde uma das fábricas da Ford será fechada, 81,3% dos votos no pleito para presidente da República em 2018. A Ford funciona nesta localidade desde 1974. O total de funcionários demitidos gira por volta de 10 mil empregos diretos, totalizando algo em torno de 50 mil empregos diretos e indiretos. “Será que os funcionários da Ford estão felizes com a escolha que fizeram?”

Nesta última segunda feira (11 de janeiro de 2021), o Banco do Brasil anunciou que fechará 361 agências e a demissão de mais de 5.000 funcionários – empregos diretos.

Conforme se manifestou a cantora Zélia Ducan em rede social, o governo Jair Bolsonaro está dificultando o andamento da logística da vacinação contra a Covid-19 por temer a reação da população no pós-vacinação. Conforme postou a artista em seu Twitter: “o governo Bolsonaro teme o povo na rua pressionando pelo seu impeachment”.

Temos como resultado da desastrosa política de Bolsonaro mais de 40 milhões de brasileiro vivendo abaixo da linha da pobreza e grande parte desempregada. Como se não bastasse, a população se encontra com o pescoço na guilhotina da Covid-19, sem uma programação de vacinação e com um ministro da saúde (?) que, ao lado de Bolsonaro, sapateiam sobre os caixões dos mais de 200 mil mortos pelo vírus e fazem chacota da dor alheia.

O que os que elegeram este ignóbil atualmente têm para justificar o seu voto?

Alberto Peixoto, Escritor

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Estado de calamidade pública em Feira deve continuar após pandemia/ Por Sérgio Jones*

O Papai Noel que Colbert deu aos feirenses

O município de Feira de Santana convive atipicamente com dois tipos de calamidades públicas. Ambas exercem uma forte letalidade para o equilíbrio e o bem-estar físico e emocional da população, tanto no aspecto no que diz respeito à saúde, bem como no financeiro.

De acordo com publicação de um decreto feito no Diário Oficial de Feira de Santana desta terça-feira (12), o mesmo dá ciência de que haverá prorrogação a manutenção do estado de calamidade Pública no município por conta da pandemia da Covid 19.

O decreto que na sequência será enviado para a Assembleia Legislativa da Bahia. Nele os seus idealizadores alegam que essas medidas permitirão a realização de ações de enfrentamento ao Coronavírus no tocante a disponibilização de recursos.

Entretanto, considero o decreto incompleto quando não abrange uma outra calamidade que tomou de assalto o poder político local.

Para permanecerem à frente do poder os continuadores do modelo de política vinculado ao conservadorismo, com fortes vínculos com as forças do atraso histórico. Lançaram mão de todos os ardis, ratoeiras e arapucas que lhes proporcionaram a vitória nas urnas.

Adivinhe que vai pagar a conta de toda essa festa para a qual o povo não foi convidado?

O município está com seus recursos empenhados através de acertos espúrios realizados entre os coronéis políticos e seus “apoiadores”. O que significa dizer que não haverá recursos para serem aplicados no social.

Os candidatos da continuidade já garantiram suas permanências no poder. Agora só resta ao prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins, o discurso fácil de que irá buscar recursos junto ao governo estadual e federal.

Importante lembrar que o período das festas natalinas já passou. A época não permite que o povo continue acreditando em Papai Noel. Contrariando a letra musical em que diz que o bom velhinho nunca esquece de ninguém. Esse ano, o grande esquecido foi o povo.

Sérgio Jones, jornalista (sergioJones@live.com)

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Fenando Torres, discurso dissociado da prática/Por Sérgio Jones

Vereador Fernando Torres, presidente da Casa do Povo

O jogo está jogado, o presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, vereador Fernando Torres (PSD), convocou a imprensa nesta segunda-feira (11) para conceder a sua primeira coletiva após empossado, juntamente com a mesa diretiva.

Como não podia ser diferente tratou de assuntos diversos e tentou passar a falsa impressão de que ele está preocupado com os reais interesses da coletividade e no trato da coisa pública. Quando na verdade suas ações têm objetivos outros, atender interesses meramente pessoais.

O que busca ele ao fazer esse discurso de aparente austeridade é dourar a pílula passando a falsa impressão de que sua administração será um diferencial com relação as que lhes antecederam, todas elas recheadas de vícios e práticas que deverão continuar.

Todo esse aparente discurso de austeridade faz parte de uma estratégia que tem como objetivo atapetar o seu caminho em direção ao Paço Municipal em 2024.

Esse papo de congelamento dos salários dos vereadores, que segundo lei aprovada teriam reajuste em janeiro de 2021, passando de R$16 mil para R$18 mil. E que o seu adiamento do aumento salarial para 2022 tem como objetivo reduzir gastos uma vez que as sessões ordinárias estão em recesso.

Entre outras medidas de caráter aparentemente saneadoras é uma grande e densa nuvem de fumaça, que está sendo utilizada tendo como objetivo esconder, momentaneamente, as suas reais intenções e ambições políticas.

Mas já se tornou uma prática comum entre os políticos se apropriarem de pautas particulares e apresentarem como se coletiva fossem. Estes tipos de discursos já não enganam a mais ninguém.

Parte da população acredita que essa situação persiste devido as sérias limitações cognitivas existentes nesse tipo de político, o que os incapacita a desenvolver um raciocínio mais elaborado.

A postura administrativa adotada pelo presidente do legislativo feirense nada tem a ver com as possíveis dificuldades financeiras apontadas e alegada por ele. O que realmente está em jogo são interesses outros, nem sempre confessáveis.

E que em um futuro próximo apresentará a sua verdadeira face, que tão inabilmente o atual presidente procura ocultar. A verdade é filha do tempo e não da autoridade.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Espertezas políticas: legisladores feirenses congelam os atuais salários até 2022/ Sérgio Jones*

Diante da possibilidade de ver seus salários reduzidos de acordo com sugestão do legislador Jhonatas Monteiro (PSOL) junto aos colegas e membros do legislativo feirense. Os espertos usurpadores do dinheiro público se anteciparam aos fatos para manterem e continuarem a se beneficiarem com os poupudos salários percebidos por uma considerável casta de privilegiados.

A Câmara feirense, em 2019, aprovou aumento salarial para vigorar em 2021. Inclusive, se estenderia ao prefeito e secretários/as. Espertamente optaram eles em abrir mão do aumento agora, adiando para 2022. Provavelmente, se tal comportamento fosse mantido com relação a essa medida, seria mal recebido e interpretado pela população.

Visando contornar essa situação, suas excelências lançaram mão de uma solução inspirado no rei do Hebreus, considerado sábio e criterioso Salmão.

O que evitou que eles tivessem que reduzir os seus preciosos ganhos. Reduzir salário não passa pelas cabeças iluminadas e gananciosas desse senhores que se intitulam, cinicamente, como representantes do povo.

Quem se aproveitou para obter dividendos políticos diante da situação foi o presidente do legislativo, o duble de empresário no ramo de combustíveis e político Fernando Torres(PSD).

Alegou ele, não considerar que em momento de pandemia, os senhores legisladores tenham seus salários reajustados. A decisão foi unânime. Mais uma vez continuam jogando para a platéia.

Até parece que com essa atitude eles estão sendo coerentes com a situação, quando o objetivo e o que realmente está por trás dessa cortina de fumaça, é manter o salário atual de R$16 mil que seria elevado para R$18 mil.

Com essa tomada decisão fica evidenciado que é mais sábio manter o salário atual do que ter que reduzi-lo, conforme proposta do vereador Jhonatas Monteiro. “Vão-se os anéis, ficam os dedos”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Continuação no poder do grupo político de Ronaldo custa caro ao erário/ Por Sérgio Jones

Lapada no povo

O velho e bom estilo de fazer política na província de Feira de Santana, modelo da política de compadrio, volta a se repetir pelo grupo conservador dos senhores da Casa Grande no desgoverno do prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins. Como atesta em suas declarações recentes feitas à imprensa local.

O atraso e conservadorismo existente na prática de se fazer política na província de Feira têm se perpetuado já faz décadas, deixando transparecer que se manterá ainda por um longo e agonizante tempo.

O resultado dessas lamentáveis práticas tem contribuído de forma sistemática para emperrar o desenvolvimento local e impedir o modelo de alternância política tão defendido pela democracia burguesa. Discurso que permanece no papel, mas não se efetiva na prática do nosso dia a dia.

O modelo se evidencia com afirmações feitas pelo prefeito em que disse que o duble de pastor e político do Republicanos José de Arimateia, derrotado no último pleito eleitoral, terá espaço no primeiro escalão. “O Republicanos deve ter uma vaga em nosso governo”.

Tal comportamento não podia ser diferente. O mesmo ocorreu com relação ao deputado estadual Carlos Geilson (PSDB), que não fará parte do primeiro escalão de seu governo pois alega o mandatário que o compromisso dele foi colocar Geilson, no cargo de deputado estadual, nome que foi rejeitado nas urnas.

O que significa que está havendo uma inversão de valores no modelo eleitoral, não é mais o povo que decide quem deve ascender ao poder. Pelas palavras do prefeito essa determinação cabe somente a ele, ninguém mais.

O mesmo está ocorrendo com vereadores da base política que não se elegeram, mas retornarão ao legislativo graças a manobras que se costuma chamar a dança das cadeiras.

Os vereadores, da base deles, eleitos são convocados para ocupar secretarias no executivo, abrindo espaço para os políticos derrotados nas urnas, pela vontade popular, voltem a ocupar espaço no legislativo.

Essa prática demonstra de forma cristalina contrariar os interesses do povo. Prevalecendo como sempre os interesses dos os senhores de plantão da Casa Grande.

O governo foi fatiado para que os mesmos continuassem no poder. Os custos de tal estratégia adotada foi caro e compromete os recursos do município. O que significa dizer que o atual governo se encontra na bacia das almas. Sem dotação orçamentária para tocar os programas sociais.

Esse modo de se exercer a política oferece um confortável modelo de dominação em que os únicos a lucrarem com tais medidas são sempre os mesmos, enquanto que o povo deve permanecer nos limites de suas insignificâncias.

Embora seja o grupo mais importante da sociedade, devido à falta de uma consciência política de classe, os seus reais anseios não são levados em consideração e nem respeitado pelos seus pseudos representantes. Urge a necessidade de se fazer uma reforma política, o modelo caquético existente não mais corresponde nem atende os anseios da realidade do país.

Sérgio Costa Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro promove mais um ataque letal ao meio ambiente brasileiro/ Por Sergio Jones

Bozo se joga no mar e contamina a morada de Iemanjá.

Há um ano, as praias do Nordeste foram tomadas por cinco mil toneladas de óleo. Até o presente momento, a Marinha do Brasil já finalizou a primeira etapa de investigação e não chegou a nenhuma conclusão sobre o ocorrido e nem identificou os possíveis responsáveis pelo ato criminoso que provocou essa tragédia ambiental.

Logo após esse caos surgiram outros de grande envergadura como incêndio no Serrado, Pantanal e na Amazônia legal. Mas como professa uma velho e sábio ditado popular, miséria pouca é bobagem.

Nem bem teve início o ano de 2021, quando parte do povo brasileiro considerou que o pior já havia acontecido. O frágil equilíbrio do meio ambiente brasileiro volta a sofrer uma nova agressão.

Dessa vez partiu diretamente da cópia deplorável da figura do presidente Jair Bolsonaro, que pulou de uma lancha em Praia Grande, São Paulo, lançando o seu corpo pútrido e decadente ao mar e nadou alguns metros em direção ao grupo de banhistas que estavam no local.

A cena causou tanto horror que já há quem afirme ter encontrado a figura de Iemanjá de mala e cuia, deixando em definitivo o mar, sua morada eterna, em protesto pelo ato perpetrado por sua excelência Jair Bolsonaro.

Ao ser questionada pelo seu ato considerado inusitado, alegou Iemanjá em sua defesa que com a imersão do corpo do presidente no mar, o ar no local se tornou irrespirável, até mesmo para ela.

A cena bizarra e degradante projetada pelo presidente foi ovacionada por gritos de “mito”. Ao retornar para a lancha a corja de imbecis que se encontravam no local, se utilizou de expressões depreciativas para debochar do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Dando continuidade ao ritual macabro orquestrado pelo mandatário, na quinta-feira (31), em transmissão ao vivo nas redes sociais, ele já havia tecido severas críticas ao fechamento de algumas praias de Brasil para evitar a propagação do coronavirus.

Mas o grau de estupidez do presidente ultrapassa todos os limites da razão, o que fez com que chamasse Doria de “irresponsável”. Se utilizando de frase demagógica e com odor de neofascista insinuou que o governador deveria “sentir o cheiro do povo”.

A resposta por parte de Doria foi imediata, se utilizando do Twitter, ele respondeu ao presidente, afirmando que “a inoperância e o negacionismo” de Bolsonaro “estimularam a morte de 195 mil brasileiros”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Deputado catarinense prega a desordem social ao flertar com o retorno a barbárie / Por Sérgio Jones*

Cresce de forma substancial o grupo de justiceiros no Brasil, talvez em decorrência da fragilidade do modelo de justiça existente. No meio político não tem sido diferente, sendo a deplorável figura do presidente Jair Bolsonaro um dos grandes defensores e incentivadores dessa prática.

Recentemente com a foto postada em contas oficiais do Twitter e Instagram, o deputado federal licenciado Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) afirmou que a arma seria uma “solução para receber na sua casa os visitantes inesperados do indulto de Natal.

O que podemos destacar é que este tipo de modelo sempre conta com o apoio dessas bestas medievais que buscam reprimir e punir suspeitos de crimes com atos violentos. Notícias de levantes populares contra suspeitos de crimes acontece com certa frequência com casos de linchamento e até mesmo de assassinatos.

Se o que deve prevalecer é a barbárie e não a lei, sugiro que conceito semelhante se adote com relação aos políticos corruptos.

Diferentemente dos marginais pé de chinelo que recebem indulto de Natal, os políticos são indultados ao ser eleito, por longos anos, e considerável parte deles são o que podemos denominar como criminosos de Colarinho Branco.

Roubam de forma descarada o erário, o que os torna potencialmente em assassinos. Com o desvio de tais recursos, o ato resulta em milhares de mortes. A falta dos mesmos faz com que setores sociais de vital importância fiquem fragilizados, a exemplo da saúde, educação, segurança, entre outros.

Importante deixar claro que não estamos nos posicionando a favor de bandido da banda A ou B. Pois entendemos que ninguém é mais igual do que o outro.

Se caso viesse a prevalecer tal medida, defendo que a mesma deveria ser adotada aos políticos desonestos, que durante a campanha política visita às residências dos brasileiros na busca de votos. Para que possam continuar no poder praticando os seus crimes contra o povo. Nesse caso específico, deveriam também ser sumariamente abatidos pelos eleitores.

Acredito que defensores desse modelo de “justiça” é de opinião que tais práticas devem ser aplicadas e valer sempre para os outros, nunca para si mesmo.

Os defensores dos justiceiros utilizam o argumento de que a sociedade está cansada da inércia do Estado. Enquanto outra parcela da população encara a situação como um retorno à barbárie e prenúncio da instauração de uma desordem social.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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PIB de Feira de Santana cresceu e a miséria também/ Por Sérgio Jones*

Feira aumenta PIB e miséria

O aparente ufanismo com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) em que coloca o município de Feira de Santana, no ranking do maior PIB do Nordeste e que mereceu comemoração pelos áulicos do poder, não serve de alento para considerável parcela do povo feirense. Parcela que vive na linha, ou abaixo dela, na pobreza.

Agravado pelo bizarro quadro econômico brasileiro, o povo não tem muito o que comemorar. A miséria social no país se expande a olhos vistos. O Brasil, de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), é o segundo maior país concentrador de renda do mundo, só é superado pelo Catar, país árabe conhecido oficialmente como um emirado do Oriente Médio.

Na terra Brasis 1% dos mais ricos concentra 28% e 10% abocanha 43% do total do que a nação produz. Conforme demonstra pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). A desigualdade de renda no país piorou e se mantém nos maiores patamares da série histórica iniciada desde 2012.

Embora o município tenha sido beneficiado com o aumento do PIB, o mesmo não acontece no tocante a melhoria da qualidade de vida do cidadão. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos munícipes não acompanha na mesma proporção esse crescimento do PIB.

A falta de emprego, a exemplo do que ocorre em todo país, é alta e os programas sociais desenvolvidos pelo governo municipal são considerados incipientes. Com tendência para se agravar nos próximos anos. Os compromissos feitos de campanha na última eleição pelo grupo político do prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins, para se manter vitorioso no cargo se utilizou, sem pudor, da máquina pública.

Comenta-se que os tipos de acordos que foram realizados possibilitaram ao grupo criar um amplo arco de alianças que resultou na vitória da tão almejada reeleição do atual prefeito. E que os acordos feitos vão desde negociações de cargos, a um derrame substancial de recursos públicos nessa empreitada.

Devido aos abusos cometidos, como alguns munícipes garantem ter ocorrido em ano eleitoral, por parte do poder público. O resultado de todos esses crimes contra os reais interesses da população deixa evidente que muito pouco ou nada restará de recursos, para ser aplicado no social. Será uma administração totalmente engessada e comprometida com interesses escusos. Como sempre, ganham eles, perde o povo.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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