Author Archives: Alberto Peixoto

Presidente do legislativo faz discurso demagógico/Por Caros Lima

Câmara de vereadores de Feira de Santana/BA

Considero um escárnio o discurso do presidente do legislativo feirense e de mais alguns integrantes desse poder municipal sobre o Dia Nacional do Vereador.

O edil afirmou que: “Somos o ponto de referência dos anseios populares. Nossa responsabilidade vai além de elaborar leis e fiscalizar as ações do executivo. Estamos na linha de frente, junto com o povo”.

Inacreditável que essa ação demagógica signifique para eles uma verdade, quando na realidade são apenas serviçais do poder executivo, e sangue sugas do erário.

Exaltam uma independência inexistente, o papel desempenhado durante o exercício do mandato é de total subserviência ao Executivo, desde que obtenham as benesses desejadas, as quais alimentam sua fome de poder; locupletação financeira e de uma política de barganha, sendo fiéis aos desígnios de São Francisco de Assis, “é dando que se recebe”.

O discurso de exaltação do comportamento político do vereador, é na verdade uma grande utopia, não se aproximam da realidade dos fatos que são vivenciados nos dias atuais.

Faz-se necessário esclarecer que os salários obtidos pelos vereadores são resultados do que passou a ser conhecido como entulho autoritário ocorrido no período militar ao tentarem se aproximar dos civis, fazendo essa concessão de ordem financeira, que hoje resulta em autos custos financeiros para a união.

Após o regime de força, esse entulho autoritário, (financeiro) foi um dos poucos que não foi removido e permanece até os dias de hoje.

Carlos Lima, Jornalista

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Para a direita radical, o Papa não é pop/Por Alberto Peixoto.

“Bolsonaro está investigado o Papa?”.
FOTO: Arquivos Google

Não é possível alguém dizer que já viu de tudo neste país. Nos últimos dias foi visto nos veículos de comunicação um ex-Procurador da República confessar que intencionou assassinar um Ministro do STF e depois suicidar; também foi noticiado que o governo de Jair Bolsonaro, através da ABIN – Agência Brasileira de Inteligência – está efetuando espionagens contra a Igreja Católica, contra o Papa Francisco e contra o Sínodo da Amazônia.

Foi anunciado no dia 15 de outubro de 2017 – durante a gestão do governo Temer – na Praça de São Pedro, Vaticano, o Sínodo da Amazônia que ocorrerá a partir do dia 6 até 27 de outubro deste ano, tendo como pauta principal a discussão sobre a preservação da maior floresta tropical do planeta. O governo Bolsonaro se sente incomodado e acha a realização desta conferência como uma agressão à soberania nacional (?).

Por que o Papa Francisco convocou o sínodo para a Amazônia? “…decidi convocar uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-amazônica. O Sínodo será em Roma, em outubro de 2019. O objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão de capital importância para nosso planeta. Que os novos santos intercedam por este evento eclesial para que, o respeito da beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”, declarou o Papa em sua pregação.   

“O interesse na Amazônia não é no índio nem na porra da árvore, é no minério e o Raoni fala pela aldeia dele, não fala pelos índios, não” – vocifera Jair Messias Bolsonaro, “presidente” do Brasil.

O governo Bolsonaro não admite estar realizando espionagens contra membros da igreja Católica, mas se manifesta contra a realização do Sínodo. Porém, foi publicado pelo jornal “O Estado de São Paulo” a existência de uma provável espionagem a membros da CNBB – Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil – com relação à tão badalada reunião do episcopado católico.

Toda esta salada de aberrações ganhou repercussão internacional. O mundo questiona: “Bolsonaro está investigado o Papa?”. Analisa o jornal espanhol, El País, sediado em Madrid, Espanha.

Olavo de Carvalho, que só podia ser guru de Bolsonaro, disseminou uma das suas “diarreias celebrais” ao apregoar que o Papa Francisco deveria ser tirado do trono a pontapés. O governo Bolsonarista é voltado unicamente para os ricos, banqueiros, fazendeiros, empresários e os votos de Francisco – Jorge Bergoglio, o Papa de número 266 da Igreja Católica – é dedicado aos mais desfavorecidos, os mais humildes. Isto incomoda a corja da direita radical brasileira, que passou a tratar a igreja Católica como adversária.

“O Sínodo para a Amazônia, não é reunião de políticos. O planeta vive situação de emergência”, afirma o Papa Francisco ao jornal La Stampa, Turim, Itália.

Jair Messias Bolsonaro, estagiário de ditador, quebra o decoro a todo o momento e nada acontece. A sua famíglia, formada pelos três patéticos filhos e seus milicianos, segue pelo mesmo caminho. O povo brasileiro a tudo vê, a tudo escuta e não tem nenhum tipo de reação. Quando este gigante pela própria natureza vai acordar deste berço esplêndido? Espero que um dia o povo deste país não sinta vergonha de ser brasileiro.

Alberto Peixoto, Escritor

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Legislativo feirense: um poder a ser renovado ou extinto?/Por Carlos Lima

Os edis da Câmara de Vereadores feirense, são analfabetos políticos e alguns analfabetos funcionais
FOTO: apeixoto

No imaginário popular a sede do Legislativo feirense se tornou o lugar mais adequado para receber as sessões desse poder, atualmente bastante desacreditado.

O descredito é concebido em virtude de a falta de preparo da maioria dos edis não possuírem condições de exercerem plenamente o rito legislativo.

Seguindo esse raciocínio popular, o espaço físico ocupado por eles, que antes era a cadeia pública da cidade, se tornou o local mais adequado para suas reuniões.

No conceito popular à atuação dessa banda política não corresponde a representatividade que lhes fora outorgada pelo povo.

Induzindo parte de os eleitores advogarem a extinção desse poder parasitário. De valor altíssimo aos cofres públicos e de baixo retorno para a sociedade.

No caso específico do legislativo feirense, podemos destacar: o uso criminoso dos cartões de alimentação destinados aos assessores e contratados; a contratação de funcionários considerados fantasmas, pela ausência permanente em suas funções designadas; a participação em seminários, simpósios e cursos, os quais alegam serem de aperfeiçoamento legislativo, quando na verdade, tem como objetivo único reforçar os seus polpudos salários através das diárias recebidas. Além de outras artimanhas suscitadas no dia a dia desse poder.

Carlos Lima

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Deputados do Democrata querem que os EUA deixem de tratar o Brasil como parceiro comercial / Por Sérgio Jones*

Por Amazônia, deputado dos EUA propõe lei para barrar importações brasileiras
  FOTO: paginabrazil.com

O efeito do desastrado discurso proferido pelo desequilibrado presidente, Jair Bolsonaro, recentemente na Assembleia Geral da ONU. Causou perplexidade internacional e seus efeitos insalutíferos já começam a reverberar no Brasil.

De acordo com uma resolução assinada por 15 deputados do Partido Democrata, dos Estados Unidos, sugere a suspensão de toda a assistência às forças militares e policiais brasileiras.

Também, exigem eles, que os EUA deixem de tratar o Brasil como parceiro comercial preferencial, situação que poderá ser revertida, caso o presidente brasileiro passe adotar “medidas efetivas” para reduzir a violência policial no país, e deixe de provocar, de forma criminosa, danos ao meio ambiente e de promover sistemáticos ataques aos direitos dos trabalhadores, entre outros pontos.

Outra apreensão também expressa tem como cenário a “profunda preocupação com as ameaças aos direitos humanos e ao Estado Democrático de Direito” no Brasil. O documento ainda faz um veemente apelo para que os EUA oponha-se formalizar qualquer tipo de empréstimo através do Banco Mundial ou do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) a projetos que contribuam para desmatamento da região amazônica.

A medida de caráter resolutivo foi apresentada na quarta-feira (25/09), um dia logo após o fatídico discurso beligerante de Bolsonaro na assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). O documento deverá passar por várias comissões na Câmara dos Deputados dos EUA antes de ser votado em plenário, processo que pode levar meses. Caso aprovada em definitivo, não terá força de lei, mas, dada a tradição política do país, deverá ser levada em consideração pelo governo.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Fanatismo religioso de Edvaldo Lima põe em risco a saúde pública/Por Carlos Lima

O fanatismo religioso é um dos maiores males do mundo
FOTO: Arquivos Google

A ação preventiva contra doenças sexualmente transmissíveis que é realizada pela Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana com chancela do Ministério da Saúde, pela distribuição gratuita de camisinhas, foi veemente contestada pelo vereador evangélico Edvaldo Lima (PP), que de forma vexatório e irresponsável disse que: “quem quiser fazer sexo que gaste do seu bolso”.

O edil de perfil altamente conservador e retrógrado não é a primeira vez que adota postura semelhante.

É um excesso de fanatismo que tira o seu poder de raciocínio e lucidez em relação a temas relevantes que analisam a sexualidade humana.

O vereador em virtude do fanatismo religioso, não consegue fazer uma distinção entre o político e o religioso, atitude que termina lhe conduzindo a cometer graves erros de interesse do povo.

Ele foi eleito para entender os reclames de uma sociedade como um todo e não segmentos ou seitas de ordem religiosas.

Algumas práticas religiosas infiltradas na política tem se mostrado nefastas e antidemocráticas em um estado laico.

O comportamento do vereador é mais adequado para um sistema teocrático, o que não se aplica em nosso país.

Carlos Lima, jornalista

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O impeachment de Bolsonaro/Por Alberto Peixoto

O asno relinchou na ONU: Ridículo, vergonhoso, pedante, quadrúpede, energúmeno, baixo, odioso e odiável, ignorante, estúpido, sem dimensão histórica.
FOTO: Arquivos Google

“O Brasil, enfim, soltou um profundo suspiro de alívio — e a vida recomeçou, como se nunca à superfície do planeta Terra tivesse existido uma doença chamada Jair Messias Bolsonaro”, registra o jornalista e escritor angolano, José Eduardo Agualusa.

Tecnicamente as atitudes da doença Bolsonaro são suficientes para causar o seu impeachment. A qualquer momento Jair Bolsonaro providencia através de sua “diarreia mental e verbal”, agressões e intimidações a quem estiver contrário aos seus interesses políticos e particulares. Seus principais alvos são os cientistas, jornalistas e, principalmente, estudantes e educadores.

Seu discurso racista contra negros, nordestinos e índios caracteriza crime de responsabilidade e quebra de decoro. Seu governo tem um péssimo desempenho econômico levando o mercado em direção a uma recessão gigantesca. A insatisfação popular é visível. Escândalos políticos como o Caso Queiroz estão sempre à baila. Seu pronunciamento na ONU foi um desastre!

O asno relinchou na ONU: Ridículo, vergonhoso, pedante, quadrúpede, energúmeno, baixo, odioso e odiável, ignorante, estúpido, sem dimensão histórica. Bolsonaro na ONU foi o que sempre foi: um monumental nada. Um erro brutal dos brasileiros brutalizados e idiotas que votaram nele”, afirma o jornalista Luis Costa Pinto.

Mas, a quem interessa o impeachment de Bolsonaro? Só a uma parte do povo brasileiro. Alguns empresários – menos o “velho” da Havan –, o trabalhador que está sendo prejudicado com as reformas criminosas, alguns políticos e as pessoas que possuem uma visão política mais precisa.

Foi criado então a CPI das Fake News com a finalidade de analisar as consequências das notícias falsas (boatos) nas eleições de 2019 e que poderá derrubar o governo.

No momento, a queda do governo “Bozo”, além de ser desastroso para o Brasil, para a economia e para a democracia – já se passou por esta experiência recentemente – mostra que Rodrigo Maia, que sonha ser Presidente da República e os políticos de direita, não querem nem o impeachment e nem a anulação das eleições antes de primeiro de janeiro de 2021, porque seriam realizadas novas eleições e tudo indica que qualquer candidato de esquerda venceria.

No entanto, se o TSE anular as eleições a partir de primeiro de janeiro de 2021 ou houver um impeachment, Mourão também cai e não haverá novas eleições. Nesta situação, o Presidente da República Federativa do Brasil passaria a ser Rodrigo Maia, que assumiria o cargo por 2 anos até haver novas eleições.

O Juiz Jorge Mussi, Ministro do TSE, recebeu quatro processos sobre as Fake News que elegeram Bolsonaro para serem analisados e seguir os trâmites legais, porém, está se recusando a fazer qualquer tipo de investigação sobre este assunto. Neste caso, entra a incompetência do PT nesta ação, apesar dos advogados da Instituição estarem pressionando, porém de forma muito branda.

O Presidente da CPI, Ângelo Coronel (PT/BA), afirmou que “Carlos Bolsonaro será convocado para ser ouvido. Caso não compareça, será conduzido coercitivamente. Se mentir em seu depoimento, será preso”, afirma o petista.

Desta mesma forma também serão convocados para prestarem esclarecimentos os que protagonizaram as falcatruas nas eleições de 2018, planejaram e executaram o ardil das Fake News que ajudaram a eleger o estagiário de ditador, Jair Bolsonaro. Assim como o “Carluxo”, se não comparecerem serão conduzidos coercitivamente e não poderão mentir.

Alberto Peixoto – Escritor                      

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Política deletéria do governo Bolsonaro começa a gerar efeitos negativos para o Brasil/ Sérgio Jones*

Acordo comercial entre UE e Brasil será vetado
FOTO: Portal Lubes

Efeito negativo já ocorre, até mesmo fora do Brasil, resultado de um modelo de política deletéria e irresponsável desenvolvida pelo atual governo, do abominável Jair Bolsonaro. O Parlamento da Áustria aprovou na quarta-feira (18/09) uma moção que obriga o governo federal a vetar a aprovação do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul perante o Conselho Europeu. Acordo este, que vinha sendo alinhavado acerca de duas décadas.

O que significa dizer que o resultado da rejeição pelos parlamentares, o novo governo austríaco, que deverá ser eleito no final deste mês, será obrigado a votar contra o pacto comercial entre os blocos europeu e sul-americano no âmbito do Conselho Europeu.

Importante observar que o acordo de ratificação junto com o Parlamento Europeu e os demais Estados-membros. Todos os Parlamentos nacionais dos países do bloco devem aprovar de forma unânime. O que não mais será possível, com a recusa da Áustria.

O tratado Mercosul – que inclui Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai – e a UE foi finalizado no dia 28 de junho, durante a cúpula do G20 no Japão, após 20 anos de negociações. Tornar-se-ia, se fosse concretizado, a maior área de livre comércio do mundo. O que implicaria em resultados positivos para todos os envolvidos, neste cenário econômico. Uma vez que o pacto iria gerar economias tarifárias da ordem de 4 bilhões de euros para a UE, além de impulsionar exportações internacionais.

Todas estas possibilidades se esvaíram como fumaça devido a postura adotada pelo governo brasileiro, que direta ou indiretamente seja por incentivo ou até mesmo omissão, foi quem contribuiu para que ocorresse as queimadas criminosas, em grandes extensões territoriais da Amazônia Legal.

Diante do caos e desrespeito ao meio-ambiente, provocado pelo Brasil, alguns países que compõe o bloco europeu a exemplo da França, ameaçara não ratificar o tratado mencionando, entre outros pontos. Em aberta represália ao modelo de políticas ambientais adotadas pelo Brasil, em especial a sua relação adotada diante dos focos de incêndio.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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A baixa estima do brasileiro/Por Alberto Peixoto

O brasileiro volta ao fundo do poço e sem perspectiva de de reerguer.
FOTO:
Notibras.com

“O maior problema do Brasil, é a baixa autoestima do brasileiro” – Professor James Heckman, Prêmio Nobel de Economia 2000.

O povo brasileiro está se sentindo humilhado e com a autoestima em baixa. No contexto internacional, um desastre. Bolsonaro ofende autoridades com banalidades do tipo falar que a esposa de Emmanuel Macron, presidente da França, é velha e feia. Entretanto com um currículo excelente.

Brigitte Marie-Claude Macron, professora francesa de literatura do Lycée Saint-Louis-de-Gonzague, uma prestigiada escola de elite em Paris, ensinou francês e latim em La Providence, um colégio jesuíta em Amiens. Foi nesta escola que Brigitte e Emmanuel Macron se conheceram. Hoje aposentada das funções de educadora.

Como seria o currículo e descendência de Michelle Bolsonaro, esposa de Jair Messias Bolsonaro?

O presidente Jair Bolsonaro agrediu, no ultimo dia 4 de setembro em publicação no Facebook, a alta comissária de Direitos Humanos da ONU e ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, acusando-a de seguir a mesma linha de Macron, de “se intrometer nos assuntos internos e na soberania brasileira”.

Não sentindo satisfeito, atacou o pai de Bachelet, general de brigada da Força Aérea Chilena, Alberto Bachelet Martínez, que foi preso e torturado até a morte – Santiago, 1974 – pelo “ditador” Augusto Pinochet, por ser contra as atrocidades do presidente Salvador Allende.

Como se pode ver, apologia à tortura e a ditadores está no DNA da “famíglia” Bolsonaro.

A direita burra e inexorável brasileira, através do ódio a Lula e ao PT, escolheu nas urnas um estagiário de ditador que direciona seu governo no sentido de favorecer os ricos, banqueiros e empresários. As classes mais humildes estão a cada dia mais desfavorecidas. Entre os mais carentes o índice de desemprego é alarmante; sem moradia e sem condições de frequentar uma escola; o poder de compra diminuiu com o fim do programa Bolsa Família. “A recessão tomou conta do mercado”.

O presidente eleito pela direita radical, não tem verbo – expressão, sabedoria, eloquência, a arte de bem falar – e se atém a falar “abobrinhas” nas entrevistas para os diversos canais de TV. É impossível aceitar que um chefe de Estado tenha como assunto de suas entrevistas banalidades como: quantas vezes e em quais dias as pessoas devem ir ao toilet!

Para preencher o poço de excreções “bolsonarianas”, mais uma vergonha nacional: a ONU – Organização das Nações Unidas – veta discurso do Brasil na Cúpula do Clima em Nova York. “O Brasil não apresentou nenhum plano para aumentar o compromisso com o clima” – informa o secretário-geral da ONU, Luís Alfonso de Alba.

O governo do dublê de ditador não enviou nenhum projeto para incrementar a abrangência das responsabilidades climáticas. Portanto, só foram escolhidos para participarem deste evento, países que elaboraram propostas destinadas a este segmento. Gestores intelectualizados e com assuntos extraordinários. Com conteúdo!

Pesquisa realizada pelo Instituto Paraná, revelam que para 70% dos brasileiros, os pronunciamentos de Bolsonaro dificultam mais as atividades gestoras de sua “equipe”, do que contribuem para o exercício das atividades da governança. Estes fatos revelam o alto índice de resistência às articulações de Bolsonaro com o eleitorado que não o elegeu.

Por estas e por outras ocorrências supracitadas é que a “baixa autoestima” do brasileiro está sempre em declínio. Jair Bolsonaro, “a tua piscina tá cheia de ratos, tuas ideias não correspondem aos fatos, o tempo não para” – Cazuza.

Alberto Peixoto – Escritor

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PABULAGEM volta em cartaz nos dias 19,20 e 21 de Setembro as 20:30 no Teatro Margarida Ribeiro em Feira de Santana.

Ingresso INTEIRA R$20,00 +CD PABULAGEM MEIA R$10,00                                                                            

                                                                            

“PABULAGEM” é um monólogo musical de teatro regional, interpretado por Roberval Barreto e Dirigido por Fatima Araújo, que através de musicas, estórias e causos tradicionalmente nordestinos, leva o público ao mundo da vida rural, resgatando as lembranças das antigas fazendas, da vida do tabaréu, do matuto, do vaqueiro, dos currais, das historias engraçadas, das famílias sertanejas.

Conta à história de um cordelista que sai viajando pelas feiras do nordeste, cantando, contando as estórias e os causos de sua família e vendendo seus folhetos de cordel.  Assim o ator Roberval Barreto mergulhará no universo sertanejo, em busca do clima poético e cômico do nordeste do Brasil

PROJETO ITINERANTE DE PABULAGEM 

O projeto ‘ITINERANTE DE PABULAGEM”, surgiu com o intuito de popularizar o teatro e valorizar os elementos que pertencem à identidade Sertaneja e suas raízes nordestinas. Por isso a proposta percorre  feiras livres, escolas, Bares, Parques, fazendas, lugares alternativos.

As ações previstas no projeto do espetáculo abordam o universo oriundo das estórias e causos nordestinos que resgatam elementos do passado do sertão, reavivando as tradições da cultura popular.

 O projeto permite acesso a todas as classes sociais, devido  a escolha de espaços abertos, públicos  e particulares, para apresentação do espetáculo cênico.

Com isso, inclui ações culturais em locais com restrições de acesso a equipamentos culturais ou distantes dos centros urbanos. A proposta também proporciona a identificação do publico a partir de uma empatia, uma vez que o espetáculo “PABULAGEM” aborda questões respectivas ao universo sertanejo. Dessa maneira, o projeto leva a autoestima de moradores do município nos quais ainda existe predominância rural.

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Colbert vai a Portugal proferir palestra sobre Mobilidade Urbana ou a prática de Transporte Clandestino em Feira? / Sergio Jones*

Mobilidade urbana em Feira de Santana não existe
FOTO: Mário Roberto D. Ortiz

Comenta-se nos bastidores da política feirense que o prefeito Colbert Martins, político que não dispões de luz própria, assumiu a prefeitura de Feira de Santana, como é do conhecimento de todos, catapultado pelo ex- alcaide e adversário político José Ronaldo. Este comanda o destino político do município, há décadas. Importante esclarecer que o ex não se projeta neste cenário pelas suas qualidades de bom gestor. E sim por ser um hábil manipulador nesta prática. E por desenvolver a famosa política do compadrio que lhe tem garantido sucessivas eleições vitoriosas, e de seus títeres.

O atual “mandatário” em ano pré-eleitoral começa a se articular visando a sua reeleição. O que significa dizer que o objetivo é manter velhas práticas, algumas segundo a ótica popular, lesivas ao interesse público. O exemplo bem significativo de tal articulação será a sua ida para Portugal, tendo como finalidade realizar palestra sobre Mobilidade Urbana. Tal pretensão seria hilária, se não fosse trágica. Como é possível de falar de algo que não se conhece? Poderia falar ele, com muita competência, sobre Imobilidade Urbana e a prática de transporte clandestino no município. Esta é a realidade que acontece em Feira de Santana, há décadas. Devido a evidente incapacidade administrativa de sucessivos governos que só têm os olhos voltados para os seus mesquinhos interesses.

Um exemplo da esbórnia que se tornou o transporte coletivo em Feira é o emblemático Bus Rapid Transit (BRT), que por volta de 2016, surgiu como a solução para atender plenamente este tipo de serviço. O que teria inicialmente um custo em torno de 86 milhões. Já vai completar quatro anos, e estes custos superam, atualmente, a cifra de mais de 100 milhões. Pasmem, a obra ainda permanece inconclusa.

A nova promessa destes arremedos de políticos e homens públicos, que tomaram o município de assalto através de práticas nem sempre confessáveis. É que prometem entregar a obra do BRT, por etapas. O que deixa transparecer, com tais afirmações, é que o prefeito atual a exemplos de seus antecessores, estão mais aptos a fazerem piadas e falsas previsões, do que resolver, de forma efetiva, os problemas que atendam, minimamente, os reais e legítimos interesses do povo.

Outra piada proferida pelo humorístico “mandatário” aconteceu durante entrevista realizada, algum tempo atrás, em uma emissora de rádio local. Com a lenga-lenga de sempre, disse que sua visita a Portugal, provavelmente deverá ocorrer no início do mês de outubro, tem como finalidade realizar uma palestra para autoridades dos principais países europeus. Tendo como tema Mobilidade Urbana na Cidade de Feira de Santana.

O curioso de toda esta peça trágico-cômica é justamente o fato da inexistência de tal programa, em Feira. A não ser se considerar ele o transporte clandestino, como um eficiente programa de “Mobilidade Urbana”. Importante esclarecer que o atual prefeito, além de desconhecer o tema, ele e os seus respectivos familiares, jamais fizeram uso do transporte público. O mesmo se aplica aos demais políticos da cidade de Lucas.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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