Author Archives: Alberto Peixoto

O preço da omissão/Por Alberto Peixoto*

Para os omissos, tanto faz…
FOTO: Arquivos Google

Nos últimos meses o Brasil enfrenta uma grande crise em todos os segmentos. Alguns culpam o “estafermo” que aí está como Presidente do País; outros culpam os governos anteriores, principalmente o governo Temer; enquanto outros não sabem a quem culpar, por isso culpam o PT. Porém, existem os que culpem os omissos.

Francamente, os maiores culpados não são os que votaram no “chefe da famíglia Bolsonaro”. Os maiores culpados, com certeza, são os omissos; os covardes que se esconderam por trás das desculpas de que não confiavam em nenhum dos candidatos; os que votaram em branco ou anularam seus votos talvez por ignorância política. E diziam: nenhum presta.

“Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz comete pecado” – Tiago 4:17.

O preço – ou pecado de omissão – está causando toda esta “baderna”, causando a separação entre as classes sociais e prejudicando acima de tudo, os mais necessitados e favorecendo os poderosos. Os idosos veem se extinguir qualquer perspectiva de um final de vida digno; os mais humildes seguindo em direção à linha da miséria; o trabalhador tendo seus direitos aviltados; os estudantes sem direito a escolas; a saúde pública na UTI do descaso. Para que saúde pública? Pague um plano de saúde privado, dizem os “coxinhas”.

A omissão provoca uma lacuna causada pela ausência de ação! Pela covardia! Pela inércia dos que tem medo de assumir uma posição e entrega até o seu futuro e de seus descendentes, nas mãos de qualquer um que se eleja Presidente. COVARDES! Graças a estes, todos os jovens que estão entrando no mercado de trabalho e alguns que lá já estão, podem dar adeus à aposentadoria.

“A fuga, ou a cegueira hipócrita e passageira, é o pior dos caminhos, certamente trará consequências futuras”. – Pe. Eduardo Costa. E já está trazendo.

Além da covardia dos omissos, pode também ser classificada como culpada, a hipocrisia dos falsos religiosos – tanto os protestantes, como católicos, sem generalizar – que passaram a apoiar a tortura, a violência à mão armada, o retorno da escravidão. A Casa Grande religiosa, principalmente a protestante, voltou a comandar indiscriminadamente o descaso e a impunidade no país.

Falando em escravidão, é de estarrecer a atitude dos que estão perdendo todos os seus direitos trabalhistas e continuam a apoiar este governo corrupto, que está usando o dinheiro do erário para comprar a reforma da Previdência que vai “ferrar” com todos, inclusive eles. Enquanto isso o Guedes já anunciou que a CPMF vai voltar.

Efetivamente, o eleitor omisso é um grande inconsequente! Não tem argumentos para justificar sua atitude irresponsável. Não pode reclamar de nada. Quem votou no Bolsonaro, pode até dizer que acreditou nele e foi enganado. E os que não tiveram a coragem de arriscar um nome, não venham agora com a desculpa de que todo político é corrupto; que as atitudes dos nossos governantes os enojam; que são todos farinhas do mesmo saco.

Os omissos são historicamente irresponsáveis, ou responsáveis pela bandalheira, a bandidagem que se instalou no País. E o combate à corrupção, esqueceram aonde?

Alberto Peixoto – Escritor

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O QUE VOCÊ VIVEU NINGUÉM ROUBA! FEIRA DE SANTANA: LOUCURAS E LEMBRANÇAS!/POR: C. H. Mascarenhas Pires

Beco da Energia com novo designe
FOTO: Arquivos Google

Quando leio ou ouço algo sobre Feira de Santana, me lembro de tanta coisa…

Dos lugares, me lembro do FTC, Cajueiro, lembro da Sativa, do meu colégio Assis, da Feira dos Tecidos e da Le Biscuit, que ainda era armarinho. Lembro da Ponte Rio Branco, da ‘Portinha’, da tabacaria de seu Ribas no Mercado de Artes, das meninas do Gastão, ah como eu lembro do Sobradinho…

Lembro de Ruy Caribé, Caculé, doutor Colbert, José Falcão, Sinval Galeão, Zé e Chico Pinto, Zé Coió, ah! Eu me lembro da Fazenda Mocó! Como esquecer Vavá Machado, Nossa Papelaria, Lojas Brasileiras, Jornal Feira Hoje, Folha do Norte, Revista Panorama…

Quando Humberto Cedraz foi Grão Mestre, eu nem sonhava em ser aprendiz, e no quesito boemia, minha tendência iniciou com o saudoso Miguel Mário, que uma hora dessas está no céu convencendo São Pedro a dar uma entrevista para a Evidência… Quantas vezes saímos de Miúra para caçar o que fazer…

Lembro que eu subia o Najé, chegava no Sertanejo, falava com Keneddy sobre o FTC. Ia pela J.J. Seabra até a Otan Center, depois dava uma passadinha na Senhor dos Passos e via o movimento do lambe-lambe; descia pro Bendegó para tomar um menorzinho e escutar as negociações da arroba do boi, que às vezes era gordo, às vezes a seca consumia!

Lembro das festas do Cruzeiro com cheirinho de pipoca. Das matracas anunciando Taboca, das pedaladas até o Tanque do Urubu! Falar de Feira é até mesmo sair dela, porque Feira não é Feira sem a praia de Cabuçu!
Quem acha brega ou nojento, não tá com nada! Bom mesmo era quando eu ia no Centro de Abastecimento comer buchada! Comprava Carne de Sol no estande de Jessé, e saía para buscar aipim no outro pavilhão a pé.

Como esquecer o Ana Muller e o Baitakão, que o cheiro da gordura ia lá Prefeitura? Bacana era comer Galinha Mista no Laranja Mecânica de Bau, pedir Maniçoba de Tonho, azarar lá em Ana da Maniçoba ou beber uma gelada no Zequinha. Chique era assistir vídeo no Saloom, beber Cuba Libre no Neu’s Bar e escutar da namorada que queria um Daikiri, ou um St. Remi.

O meu lado de presença sempre foi as bandas do Sobradinho, mas eu tinha amigos em todo canto; do Muchila a Queimadinha, da Rua Nova a Santa Mônica, do Tomba a Lagoa Salgada, todos na mesma toada! Em todo canto eu já fui nessa Feira de Santana, e cada um tem o seu charme, sua história…

Não consigo esquecer das tardes de domingo no Iris ou no Timbira, e depois na Gelateria Italiana e Boate do Guaraná. Dos gritos que ecoavam do Joia da Princesa em dia de jogo do Touro do Sertão. E sem falso moralismo, me faz falta passar na porta do Velho Zú para curiar o que se passa lá dentro, dos papos com Dona Darci no Mariscão ou das noites com cheirinho de Stiletto com Alaíde do L’Amour…

Quando minha Belina quebrava, lá ia eu procurar Enxada, melhor mecânico ausente da Rua de Aurora. E se Enxada não desse jeito, passava no Bar São Carlos, de Cardeal, pedia um Gengibre, ou um Milome, comia uma medida de ‘minduim’ torrado e caçava outra oficina!

Fui muitas vezes às festas de Santana. Já usei mortalha para sair atrás do Trio Tapajós na Micareta e já revelei muita foto com Seu Jad’s! Já comi (ou bebi) muito Caldo de Sururu, Mocotó e de Feijão. Já tomei tanta cachaça, tanto Old Eight, Passport, Bell’s e Teachers num punhado de bares por Feira à fora. Saudades do Ferro de Engomar, Choop House, Garrafão, Cabaret, Luar Drinks, Água de Bebê, Chico Bulu, Bule-Bule, Ferry Boat, Ponto do Caranguejo, Bar de Vidal, das pizzas do Timbau! Saudades da Noite do Hawaii, dos bailes do Euterpe, do Caju de Ouro… Saudades da viola de Cescé e Timbaúba!

Feira de Santana é uma mistura de tanta coisa do Nordeste, que mal eu sei discernir onde ela começa, e quando ela nunca termina! Fato mesmo é que minha cidade é sim, uma eterna menina, que não merece morrer de velhice…

Nasci em Feira, dois dos meus filhos são de Feira. Meus netos Caio e Lara são de Feira. Meu pai, irmãos, primos estão me Feira! Minha primeira namorada é de Feira. Eu me casei me Feira na Igreja da Cidade Nova! Meus melhores amigos estão em Feira! Alô Julio Cesar Moraes Almeida, Márcio da Silva Bonfim, Aloísio Soares, Wellington Martins! Alô Junão, Tom Zé, Julinha, Fábio e Luciano Souto! Alô Chico Magal, que me ajudou na orientação e lembrança de muitos lugares desse texto!

Quando eu vivi em Feira de Santana ela era uma Princesa, e hoje, sinceramente eu não sei se é Rainha ou escrava; mas de uma coisa eu sei: ainda sinto muito a sua falta…

Hoje estou em Las Vegas, e sabe de uma coisa? Eu vou apelar! Vegas é feia diante do charme de minha Feira de Santana! Se aqui tem cassino, em Feira tem jogo do Bicho! Quero ver Vegas ter acarajé, escondidinho, bode na brasa, Carne de Sol com pirão de leite, aipim frito, feijão fradinho, queijo coalho, galinha guisada, carne ensopada…

Aqui tem cowboy, mas eu queria vez esse povo fazer o que faz o nosso vaqueiro valente! Se enganem não! Aqui tem gente feia demais, e gente bonita, quando chega, é turista! Feira não! Feira é repleta de gente linda, sorridente… E sem querer ser xereta, se em Las Vegas não tem nem carnaval, quem dirá uma Micareta?

Eu era muito novo e vi uma moça num concurso de Miss Bahia, e ela foi para a final! Essa moça é de Feira de Santana, e toda vez que eu a via, babava de emoção, o coração acelerava, eu suava frio! Acho que foi meu primeiro amor de fato platônico; e um belo dia, fomos eu e Geraldinho Moreira ao FTC numa Noite do Hawaii. Eu a encontrei num camarote, conversamos, namoramos, e saímos dali; e essa foi minha primeira paixão REAL…kkkk Pena que não posso revelar o nome! Coisas de Feira!

Se eu esqueci alguma coisa, fica para o próximo texto! Obrigado Mailin sempre gata Pedreira, pela publicação desse humilde texto. Obrigado Zé Coió, que me faz lembrar as tardes no Feira Hoje, quando ele me pedia para comprar Parliament! Tudo isso é Feira de Santana…

Se eu for parar para escrever sobre Feira, passo um ano e não consigo escrever tudo, e eu preciso encerrar. Me despeço com o verso mais lindo de Georgina Erismann: “Salve ó terra formosa e bendita! Paraíso com o nome de Feira. Toda cheia de graça infinita, és do Norte a princesa altaneira…”

Las Vegas, Nevada, 08 de julho de 2019

Colaboração: Alberto Peixoto

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Bolsonaro e o governo da mediocracia/ Por Sérgio Jones*

O governo da ante corrupção, mas que compra parlamentares para aprovar a reforma da Previdência.
FOTO: Arquivos Google

Não pegou bem a investida pífia, de caráter populista e autocrática do presidente Jair Bolsonaro durante a sua ida 
ao Maracanã, na final da Copa América na noite de domingo (07). 
O governo da mediocracia, em sete meses de gestão, não tem obtido acertos nem conquistas no campo político, menos ainda, no modelo de desenvolvimento econômico. Onde, podemos caracterizar como um rotundo desastre, que se pode traduzir como economia pé de meia. A concentração de renda se alastra e aprofunda o fosso existente entre os poucos ricos e imensas levas de miseráveis.

Não é de agora que governos fascistas, não esquecer os próceres dos sucessivos governos da ditadura instalados no Brasil a partir de 1964. Que se deslocavam aos estádios em disputas decisivas no futebol, representando o Estado, especialmente em confrontos internacionais.

O que desperta a atenção geral é de que até mesmo estes ditadores sanguinários e assassinos não tiveram a audácia, demonstrada recentemente pelo Bolsonaro, de descerem ao gramado, e muito menos se esforçaram para pegar na taça, tendo como objetivo de faturar politicamente o feito que não é dele.

Mas pelo visto a tentativa do atual presidente fascista e de sua trupe não colheram os frutos tão almejados. Foram todos estrepitosamente vaiados, embora tenham recebido manifestações tímidas de alguns poucos, entre os milhares de presentes que lotavam o estádio.

De acordos com avaliações feitas por representantes de segmentos especializados no campo da política, vislumbram eles, que o futuro se torna cada vez mais incerto para este governo, onde o modelo econômico desenvolvido só torna o povo brasileiro mais igual, no cemitério.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Falta garra à esquerda brasileira/Por: Alberto Peixoto

Brasil, Rio de Janeiro, RJ. 31/03/1964. Tanque do exército pára próximo à casa do presidente deposto, João Goulart, nas Laranjeiras. O Golpe de 64 submeteu o Brasil a uma ditadura militar que durou até 1985. – Crédito:ARQUIVO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Codigo imagem:17897

Nos idos de 1964 durante o golpe militar, os militantes da esquerda brasileira composta por estudantes, principalmente por universitários, sindicalistas, jornalistas, trabalhadores e diversos segmentos da sociedade ativa, antagônica ao golpe, foram às ruas reivindicar os seus direitos brutalmente sequestrados pelos militares.

Enfrentaram na “mão grande”, policiais militares e até mesmo o exército, fortemente armado, que colocou tanques de guerra nas ruas das grandes capitais. O perigo para estes militantes era iminente, mas mesmo assim, ninguém fugia da “raia”.

Muitos destes jovens morreram ou foram notificados como desaparecidos. Na realidade foram torturados até a morte pela turma do general Ustra, o grande herói do presidente patético Bolsonaro. Foram na verdade executados sumariamente, sobretudo após a instauração do AI 5 – “Ato Institucional nº 5, baixado em 13 de dezembro de 1968 durante o governo do general Costa e Silva, foi a expressão mais acabada da ditadura militar brasileira (1964-1985). Vigorou até dezembro de 1978 e produziu um elenco de ações arbitrárias de efeitos duradouros.”

Também participaram destas lutas contra a ditadura militar várias organizações e as que mais se destacaram foram: Ação Libertadora Nacional (ALN), Comando de libertação Nacional (COLINA), Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR8), Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares).

Estas organizações que lutavam pelos direitos do povo e do trabalhador foram classificadas pelos generais e coronéis da ditadura e pelo PIG da época, – claro que a Rede Globo estava envolvida. Inclusive no livro o 4º Poder, de Paulo Henrique Amorim, esta rede de informação foi montada e presenteada a Roberto Marinho pelo governo militar com o dinheiro do povo – como organizações terroristas, mas na verdade eram apenas pessoas que queriam o retorno da democracia no Brasil, tantas vezes aviltada.

Na contemporaneidade a militância perdeu o brilho de épocas remotas. Perdeu a garra, a fibra que lhe era peculiar. Os atuais estudantes, trabalhadores e sindicalistas, parecem que viraram patrões ou agem como se estivessem hipnotizados. A tudo veem e não tomam medidas mais incisivas. Como se estivessem intimidados por algo que não se encontra a explicação.

O Brasil que era conhecido como a terra das bananas, passou a ser conhecido como “a terra dos bananas”… e do pó!

Estão perdendo seus direitos trabalhistas – aposentadoria, 13º salário, o desemprego a cada dia aumentando, etc – e procedem como se nada disso estivesse acontecendo. A educação sendo supersucateada por um ministro tosco; Moro e Dallagnol desmoralizados e Lula, que na realidade é a vítima, preso; o sargento da Aeronáutica, Manoel Silva Rodrigues, de 38 anos, militar, transportou 39 quilos de cocaína no avião presidencial, etc. Há algo de estranho no ar!

Alberto Peixoto – Escritor

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Brasil ‘pibinho’: reforma da Previdência não é a salvação da lavoura/ Por Sérgio Jones*

O mercado vive momentos de incertezas
FOTO: Shutterstock

De acordo com ultraliberal Adolfo Sachsida, admite ele, que a eventual aprovação da reforma da Previdência não será a salvação da lavoura, como alardeiam alguns economistas de plantão, há tempos.

Diante do fiasco econômico e administrativo o governo Bolsonaro pretende mudar a divulgação de suas estimativas de PIB para elas não demorarem muito para serem conhecidas após divulgadas aquelas do “mercado”. “Está caindo tão rápido (a previsão do mercado) que, quando é publicado (o cálculo do governo), estamos destoados”.

Para especialistas do setor a reforma da Previdência passando vai melhorar o PIB, que deixa o patamar de 1% e pula para 1,6%. O que eles consideram uma realidade muito ruim. E admitem que ações urgentes devem ser adotadas para evitar que a situação piore, ainda mais.

Também reconhecem que a atual realidade para que possa ser melhorada não basta que se apoiem apenas nas expectativas dos agentes econômicos, algo que poderia ocorrer com a aprovação da reforma. E admitem que Jogar todas as fichas na “confiança” do “mercado” é um pilar do pensamento econômico liberal. E uma forma de defender a contenção dos gastos públicos.

O ultraconservador liberal Sachsida observa que os liberais erraram ao desprezar o papel do setor público. E que não adianta cobrar o BC a baixar o juro como medida de incentivo ao PIB. “O papel da autoridade monetária, não é pensar no crescimento, mas na inflação”, garante.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Xerife caviloso da lava jato está com os dias contados/ Por Sérgio Jones*

O xerife derrotado
FOTO: Carta Campinas

O inquisitorial Sérgio Moro está com os seus dias de canalhices contados. É o que revela e afirma o jornalista Glenn Greenwald, coautor de reportagens do site Intercept Brasil que demonstra com uma transparência cristalina a indevida interferência de Moro no MPF-PR, na qual procura orientar e direcionar investigações durante a Operação Lava Jato.

A grande indagação é o que vai ser revelado sobre o Moro, nos próximos lances. Sob a batuta do indigitado juiz, há cerca de 4 anos, o mesmo criou uma imagem muito forte aqui e no mundo todo, de “super-herói”. Mas o que tudo leva a crer é que o Intercept já preparou a Kriptonita que vai provocar o desmonte de toda farsa erigida por Moro e seus cupinchas, quem viver verá.

Os primeiros efeitos já podem ser sentidos com a queda da aprovação dele, que já superou mais de 10 pontos. A situação tende a agravar-se, com o passar dos dias, com uma leva de novas denúncias, que vem a galope. “Temos mais material que ainda não divulgamos e que já se encontra em processo de discussão editorial”. Garante Greenwald.

Quanto à disposição demonstrada, pela tosca imitação da deplorável figura do presidente jair Bolsonaro, em defender o Moro, acredita o conceituado jornalista, que ela se deve em função do mesmo ter fortes ligações com o submundo do crime, que se evidencia com as conexões existentes com corruptos e milicianos.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Sérgio Moro: um ser aflito e afogado em mentiras / Por Sérgio Jones *

A cada denúncia do Intercept, Moro se afunda em um atoleiro que não tem retorno
FOTO: Revista Fórum

Agoniza em fogo brando o xerife da Lava jato, que atualmente vive o seu mundo cão. Ele e sua corja de colaboradores estão pisando em terreno pantanoso, tipo areia movediça, quanto mais se mexe, afunda mais.

Alguns articulistas de auto coturno no meio da grande mídia já professam e até defendem que o melhor a ser feito, no momento, é o Moro se recolher a sua insignificância e fugir do cenário político que não lhe é nada favorável.

Aproveitar o dinheiro que amealhou em parceira com seus comparsas, em ações pouco ou nada confessáveis, que culminou com a prisão de Lula. O passado dele o condena, negociou o presente e o futuro lhe é incerto. Não detém e nem reúne os critérios minimamente necessários, para permanecer ministro.

A pedreira de denúncias que apontam o desmando, associado com o abuso de poder, não para de se avolumar. O criador está sendo engolido pela criatura. A sua participação a exemplo do depoimento prestado recentemente, no senado, deixou claro a figura patética que sempre foi, depauperada e decadente. Uma farsa calcada na mentira e no engodo.

Na condição de ex-juiz e atual ministro não apresenta as mínimas condições, nem física e muito menos morais para aguentar o tranco que vem por aí. Moro sofre os que se denomina na aeronáutica quando uma peça do motor perde a sua completa serventia, ele está com fadiga de material. Insistir grudado que nem uma ostra ao poder, pode lhe custar a liberdade, e até mesmo a vida.

Sérgio Jones, jornalista, (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro, lídimo representante da imbecilidade coletiva brasileira/ Por Sérgio Jones*

Um palhaço no poder
FOTO: Reprodução SBT

Cópia mal feita do presidente de extrema direita Jair Bolsonaro e de seu ministro da Justiça e Segurança Pública, o escabroso Sérgio Moro. Formam uma parceria macabra que está gerando a destruição sistemática das instituições, da nação brasileira. O grande questionamento a ser feito é, até quando esta bizarrice irá se manter?

O país vive uma situação política atípica, após o surgimento dos dois “mitos” do Brasil, após a era Lula. Coloca os dois no lodo da história tal qual Collor de Mello, que na época dele se utilizou do discurso de caçar marajás. E o resultado de todo este ciclo resultou em impeachment.

O atual e suspeito presidente venceu o último pleito eleitoral se utilizando de Fakes News, sob o argumento falacioso de que iriam salvar o Brasil das garras infectas da corrupção, da violência e da “praga da esquerda”. Discurso demagógico que foi muito bem aceito por uma sociedade hipócrita e portadora de grandes doses de conservadorismo.

Na visão distorcida e de toda a sua escória de seguidores é de que os seus antecessores políticos haviam arruinado o país privando-o de dois pilares básicos da sociedade: sua essência moral e religiosa. Mas esqueceu que tanto ele como os milicianos deles, é que todos estão atolados, até o pescoço, em ações ilícitas.

O mito no que tange a emporcalhada figura do ex-juiz Moro, o responsável principal pela Operação Lava Jato, que tinha como premissa básica realizar uma faxina moral. Traçando um combate sem trégua contra a corrupção de políticos e empresários famosos. Era totalmente outra, por trás de toda esta cortina de fumaça se escondia o inconfessável desejo apear a presidente Dilma, legitimamente eleita, do poder.

Mas ao que parece atiraram no que viram e acertaram no que não viram. Esqueceram os “paladinos” que a moeda tem duas faces, e que os bandidos não tinham lados, no decadente sistema político brasileiro, que de maduro está caindo de podre. O que impede que nesta fita de cowboy caboclo existam as figuras do mocinho e do bandido. Aqui nas terras cabralinas todos são bandidos, desde tempos imemoriais. É uma questão histórica que atinge a tudo e a todos, de forma indistinta.

Esta aproximação promíscua não poderia poupar nem mesmo os aliados desta cruzada bestial. A sua insistência acabou colocando como vítima, do fogo amigo, os seus próprios aliados de copo e de cruz. A tolerância entre os dois “mitos” é frágil. Para que esta relação, entre ambos, se torne autofágicas, é só uma questão de tempo. Resta saber, qual deles primeiro engolirá o outro.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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O povo nas ruas – E vamos à luta/Por: Alberto Peixoto

O povo foi às ruas reivindicar seus direitos
FOTO: Apeixoto

“Apesar de você, amanhã há de ser, outro dia, eu pergunto a você, onde vai se esconder, da enorme euforia, como vai proibir, quando o galo insistir, em cantar, água nova brotando, e a gente se amando sem parar[…]”

Na época da ditadura militar de 1964, a música “Apesar de Você”, de autoria de Chico Buarque, praticamente virou o Hino Nacional Brasileiro, principalmente entre os universitários, pessoas ligadas à cultura e as artes, trabalhadores e as pessoas com nível intelectual apurado.

Lamentavelmente nos dias de hoje, muitas pessoas, principalmente as pertencentes ao grupo das “mais intelectualizadas” e grande parte da classe média – a que se acha rica – até trabalhadores mal informados, mudaram de lado de forma burra, irresponsável, e inexplicável, fortalecendo o capitalismo que a escraviza.

Segundo estes eleitores o Presidente Bolsonaro “iria impor a ordem e proteger os cidadãos de bem, defender os valores da família tradicional além de ser um político honesto, visto que não está envolvido em escândalos de corrupção”.

Para contradizer a toda esta “Estória da Carochinha” e jogar a “Famíglia Bolsonaro” no lugar a que sempre pertenceu, surgiu um personagem estereotipado, o Queiroz, jogando toda esta tese pelo “laranjal” abaixo. Falando em Queiroz, por onde anda este personagem? Perdeu-se no laranjal Bolsonariano? Ou se “entregou” a Jesus e está celebrando culto em alguma igreja evangélica? “Tenham cuidado com a sacolinha”.

Por estes e outros motivos como: o corte dos investimentos em educação, a Reforma da Previdência, fim da aposentadoria e outras mazelas mais, que no dia 14 de junho o povo, reivindicando seus direitos, foi às ruas em mais de 189 cidades do país. Deve-se dizer, ordeiramente.

Uma coisa não se pode negar: o Presidente apresentou três grandes projetos de tamanha importância para a sociedade brasileira que, com certeza, ficarão na história da política deste país. São eles: o fim da tomada de três pinos, o fim do horário de verão e o fim das cadeirinhas destinadas a transportar crianças nos veículos em segurança. Sem falar em armar a população com a finalidade, segundo ele, de diminuir a violência. Esta, talvez por falta de maiores detalhes, ninguém de bom senso entendeu.

Com certeza estes projetos irão aumentar o PIB nacional, baixar o valor do dólar e aumentar as exportações!

Eu acredito é na rapaziada, que segue em frente, e segura o rojão, eu ponho fé no pé da moçada, que não foge da fera, e enfrenta o leão, eu vou à luta com essa juventude, que não corre da raia, à troco de nada, eu vou no bloco, dessa mocidade, que não tá na saudade, e constrói a manhã desejada […]. E Vamos à Luta – Gonzaguinha

Alberto Peixoto – Escritor

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Brasileiros constrangidos em ter Bolsonaro como presidente/ Por Sérgio Jones *

Diante das sucessivas bobagens e patuscadas apresentadas pelo presidente Jair Bolsonaro durante entrevistas, e a maneira como vem administrando a nação, concedidas à imprense nacional e internacional. Os constrangimentos para o povo brasileiro têm se tornado visivelmente intoleráveis. 
Uma das mais recentes, de seu manual de besteirol, foi ter afirmado não ter visto nenhuma maldade em advogado ter conversado com promotor, polícia Federal falar com promotor. Se referindo ao comportamento nada ético do xerife dele, de obras prontas, Sérgio Moro. 


Mas segundo diálogos expostos pelo site Intercept, estes deixam claro que o rei está nu. Enquanto era juiz da Lava Jato, Moro discutira como o procurador Deltan Dallgnol processos em andamento e comentava pedidos feitos à justiça pelo Ministério Público Federal.


A cópia mal elaborada da figura do presidente tentou justificar o silêncio que manteve por vários dias, diante da imprensa, sobre o caso ao declarar que “uma imagem vale mais que mil palavras” e citou o fato de ter ido junto com Moro a um evento da Marinha, na terça (11), de quem permaneceu ao lado durante a cerimônia.


No tocante aos possíveis desdobramentos que as mensagens podem trazer para a Lava Jato, o indigitado presidente, argumenta que: “O Brasil tem muito a agradecer ao ex-juiz”. E acrescentou mais uma inverdade ao afirmar que o ministro se manteve isento no período das eleições, que ele “não fez campanha” e “nem entrou em campo”.


Com relação ao ex-presidente Lula, Bolsonaro mostrou-se incomodado ao ser questionado por um repórter sobre o fato de ter o ex-presidente colocado em dúvida a veracidade da facada da qual foi vítima em 2018. “Presidiário presta depoimento, não dá entrevista”, disse.


Persistindo em sua retórica incompreensível argumentou a seu favor de que poderia exibir a cicatriz para provar que era verdade. E que o mesmo não teria “nem grana e nem contatos” para forjar o ataque.


E de forma debochada e pouco inteligente disse que se a facada recebida por ele, que não apresentou sangramento, fosse desferida na barriga do Lula, no lugar do sangue verteria muita cachaça.


O fato inusitado que chamou a atenção dos repórteres foi a atitude adotada pelo ministro do GSI, general Augusto Heleno, demonstrando total desequilíbrio mental sobre o episódio da facada em Bolsonaro. Chamou o ex-presidente de “canalha” e foi enfático ao afirmar que “tinha vergonha” de ele ter sido presidente do Brasil.


Quanto ao tratamento de subserviência mantido diante do presidente ao trata-lo de “senhor” era uma questão de respeito. No que tange à existência de um ex-Presidente da República desonesto, este deveria ter “prisão perpétua decretada”. Não seria este o caso de se perguntar o que o general, cabeça torta, está fazendo ao lado de Bolsonaro, e porque ambos não se encontram em prisão perpétua? 
Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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