Author Archives: Alberto Peixoto

Bancos têm dívidas de 30 bilhões de reais perdoadas por Temer

30 bilhões de reais, todo este montante concedido de forma graciosa ao Bradesco, Itaú e Santander

É inconcebível o comportamento financeiro criminoso que vem sendo adotado pelo governo ilegítimo do Michel Temer, quando se trata de fazer concessões e praticar privilégios ao grande capital financeiro, atos que têm causado completo e irreversível prejuízos para a estrutura econômica do país.

Este desgoverno se utiliza do dinheiro público objetivando atender seus míseros interesses, enquanto o povo vê a sua qualidade de vida, que já não é das melhores, se agravarem. Tal comportamento têm conduzido significativa parte do povo brasileiro para as malhas da crise financedira. Uma vez que a conta a pagar recai sob a responsabilidade da população financeiramente mais fragilizada e vilipendiada nos seus mais elementares direitos, que é de ter uma vida com dignidade.

Benevolência do governo com os banqueiros

Como sempre este desgoverno é rápido no gatilho quando o que está em questão é desonerar e fazer mimos, com o dinheiro público, às grandes fortunas. Em apenas três meses o perdão da dívida aos banqueiros foi no valor de 30 bilhões de reais, todo este montante concedido de forma graciosa ao Bradesco, Itaú e Santander. O ato de Lesa pátria rendeu críticas da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Não obstante a estes desmandos e a anarquia de ordem financeira instaladas em terras “Brasis”, permanecem os discursos das reformas Tributária e da previdência de que os culpados pela dificuldade de orçamento e receita são os trabalhadores. Importante observar que este montante, perdoado, ajudaria a pagar o tão alegado déficit da Previdência.

Ambos os bancos Santander e Itaú tiveram suas dívidas perdoadas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Sendo que o primeiro teve seu caso analisado pelo órgão no dia 20 de julho, dívida no valor de R$338 milhões com o imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e CSLL. A dívida era concernente ao processo de aquisição do Sudameris, em 2003. A operação que envolve o Bradesco foi ainda mais escusa. O governo, através da Ativos, empresa pública controlada pelo Banco do Brasil, foi utilizada para comprar a dívida de R$ 4 bilhões em carteiras de crédito vencidas do banco privado. Enquanto as elites financeiras, de forma perversa, promovem a farra e a esbórnia com o erário, o povo chafurda na lama da indigência social provocada pela incúria e desmando de um governo despótico e sem credibilidade. Uma campanha será lançada contra o perdão de dívidas de grandes devedores.

Sergio Jones (jornalista)

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Petróleo infeliz

Para que nós brasileiros queremos petróleo?

Imagine um cidadão comum, brasileiro, escavando o seu quintal na tentativa de assentar uma plantinha. De repente, ele se depara com diversas barras de ouro! Diamantes! Rubis! E para atanazar a vida do pobre cidadão em questão, petróleo. Aí ele se complicou literalmente.

Logo que a notícia se espalhou, surgiu instantaneamente, no quintal do nosso “azarado” cidadão brasileiro, o golpista, corrupto, formador de quadrilha Michel Temer com seu amigo Eliseu Quadrilha e sua gangue, transformando a vida do até então feliz e pacato cidadão brasileiro em um inferno.

Tomaram-lhe tudo. A casa, o quintal, suas roupas. O petróleo entregaram aos americanos. Para que brasileiro quer petróleo?

Os americanos são quem sabem lidar com este “infeliz mineral”. Foi assim no Iraque e em outros países árabes e está sendo da mesma forma na Venezuela e no derrocado e desmoralizado Brasil.

Petróleo só serve para motivar as doações – propinas – para governantes maus caráteres, ladrões e safados. Para que nós brasileiros queremos petróleo?

Já em janeiro de 1935 o escritor Monteiro Lobato e criador da Companhia Petróleos do Brasil, escreveu uma carta ao presidente Getúlio Vargas reclamando das dificuldades impostas pelo Ministério da Agricultura com relação às pesquisas com petróleo e ao mesmo tempo os benefícios concedidos à Standard Oil Company, que mais tarde se tornou Exxon/Esso, com a conveniente corrupção de fiscais do Serviço Geológico Nacional.

“O assunto é extremamente sério e faz jus ao exame sereno do Presidente da República, pois que as nossas melhores jazidas de minérios já caíram em mãos estrangeiras e no passo em que as coisas vão o mesmo se dará com as terras potencialmente petrolíferas. E já hoje ninguém poderá negar isso visto que tenho uma carta em que o chefe dos serviços geológicos da Standard ingenuamente confessa tudo, e declara que a intenção dessa companhia é manter o Brasil em estado de escravização petrolífera”trecho da carta enviada ao Presidente Getúlio Vargas em 1935, por Monteiro Lobato.

Vejam que este problema de entregar nossas riquezas para os estrangeiros já é velha.

Alberto Peixoto – Escritor

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Reeleger corruptos? Jamais.

A corrupção venceu no Brasil. Agora é oficial: Brasil, país da corrupção”.

O que ocorreu no dia 02 de agosto de 2017, foi para degradar mais ainda as enlameadas páginas da historia brasileira; tanto da forma política como social,  já que o eleitor brasileiro também é culpado.

Todos os canalhas que votaram protegendo o presidente golpista Michel Temer, são tão corruptos quanto ele. Derrotaram, mais uma vez, a democracia. Conforme se noticia, o custo para os cofres do país na compra dos votos dos deputados corruptos, foi cerca de R$ 13,4 bilhões, valor este, que daria para comprar 5 Neymar.

A vitória de Temer é a vitória daqueles que saíram com a mala cheia de dinheiro e a derrota fica com o povo brasileiro. Encha o tanque de combustível do seu veículo e ajude Temer a pagar aos deputados que comprou.

De acordo declaração do ex-presidente FHC, “Foi uma vitória de Pirro, porque não adianta nada para o país. Adianta, claro, para o presidente Temer. Mas, para o país, essa não era a grande questão” – Vitória de Pirro é uma expressão para se referir a uma vitória obtida a alto preço por Pirro, rei da Macedônia, potencialmente acarretadora de prejuízos irreparáveis.

Para estes deputados o Brasil deve continuar a ser o país desonesto que eles criaram sob as permissividades da população. Segundo noticiaram a impressa internacional, “a corrupção venceu no Brasil. Agora é oficial: Brasil, país da corrupção”.

É inconcebível acreditar que nas próximas eleições algum eleitor em sã consciência vote nestes políticos, que vestiram a camisa da corrupção e são coniventes com os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha em que Michel Temer é acusado – exceto os coxinhas, é claro.

Mas não fica só nisso. Foi noticiado pelo site www.brasil247.com que em outro processo, Temer também deverá ser apontado como chefe de organização criminosa, comandante do grupo integrado por ele, pelos ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, entre outros políticos do PMDB e por obstrução da justiça no caso JBS.

As eleições estão bem próximas. Precisamos trabalhar para que estes canalhas não se reelejam. Infelizmente o brasileiro tem memória curta.

Alberto Peixoto – Escritor

 

 

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Os celerados ruralistas do agronegócio devem quase um trilhão à União

Enquanto isso Michel Temer editou a Medida Provisória n° 733, concedendo mais privilégios ao setor.

Reserva moral e o modelo da democracia burguesa em nosso, ou seria deles? País dos trópicos. Um verdadeiro presente de grego que se resume em uma herança maldita que é empurrada goela abaixo do povo e da classe trabalhadora brasileira como o manjar dos deuses. Como o único sistema digno a ser adotado para a boa convivência e harmonia, só que esta harmonia é voltada para uma ínfima minoria, enquanto a maioria padece na indigência social. O exemplo é exposto diariamente com as práticas adotadas pelo que costumamos chamar erroneamente de lideranças políticas. Quando na verdade, estas excelências são lideranças apenas dos seus mesquinhos e míseros interesses ao qual se agarram de forma autofágica.

A mais fina ironia de todo este circo mambembe, que se intitula Congresso, é regida por um grupo de político facínoras. Políticos estes, que são escolhidos, votados, eleitos e tem seus salários pagos pelo povo. Mesmo diante desta dura realidade, eles, políticos, não se dão por satisfeito e ainda roubam o dinheiro e trabalham contra os interesses deste mesmo povo. Segundo relatório elaborado pela Oxfam a mística de que o agronegócio leva nas costas, como alegam de forma cínicas os seus defensores, as contas do estado brasileiro. Não deixa de ser uma grande balela, ou se preferirem não passa de uma grotesca peça de ficção.

De acordo com dados fornecidos pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional mostram que 4.013 pessoas física e jurídicas detentoras de terra devem R$ 906 bilhões, uma dívida maior que o PIB de 26 estados. Cada um destes devedores tem dívidas acima de R$50 milhões, além de existir um grupo seleto de 729 proprietários que declaram possuir 4.057 imóveis rurais, somando uma dívida de R$ 200 bilhões. As terras pertencentes a este grupo de privilegiados abrangem mais de 6,5 milhões de hectares, segundo informações cadastradas no Sistema Nacional de Cadastro Rural.

Transitando na contramão da história, o governo golpista de Michel Temer no lugar de cobrar o débito, ele editou em junho a Medida Provisória n° 733, concedendo mais privilégios ao setor. Segundo o relatório da Oxam a MP permite que produtores rurais inscritos em Dívida Ativa da União e com débitos originários das operações de securitização e Programa Especial de Saneamento de Ativos liquidem o saldo devedor com bônus entre 60% a 95% Dívidas acima de R$ 1 milhão devem ter descontos de 65%. Este é o senso de justiça professado pelas classes burguesas que visa atender unicamente aos seus anacrônicos privilégios, em detrimento dos interesses de milhões de pessoas que habitavam e continuam habitando a região a “Invasão Pindorama”, mais conhecida como o descobrimento do Brasil.

Sérgio Jones (jornalista)

 

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Direito e manifestação popular

Raquel Domingues do Amaral, Juíza Federal

“Sabem do que são feitos os direitos, meus jovens?”

Sentem o seu cheiro?

Os direitos são feitos de suor, de sangue, de carne humana apodrecida nos campos de batalha, queimada em fogueiras!

Quando abro a Constituição no artigo quinto, além dos signos, dos enunciados vertidos em linguagem jurídica, sinto cheiro de sangue velho!

Vejo cabeças rolando de guilhotinas, jovens mutilados, mulheres ardendo nas chamas das fogueiras! Ouço o grito enlouquecido dos empalados.

Deparo-me com crianças famintas, enrijecidas por invernos rigorosos, falecidas às portas das fábricas com os estômagos vazios!

Sufoco-me nas chaminés dos Campos de concentração, expelindo cinzas humanas!

Vejo africanos convulsionando nos porões dos navios negreiros.

Ouço o gemido das mulheres indígenas violentadas.

Os direitos são feitos de fluido vital!

Pra se fazer o direito mais elementar, a liberdade,

gastou-se séculos e milhares de vidas foram tragadas, foram moídas na máquina de se fazer direitos, a revolução!

Tu achavas que os direitos foram feitos pelos janotas que têm assento nos parlamentos e tribunais?

Engana-te! O direito é feito com a carne do povo!

Quando se revoga um direito, desperdiça-se milhares de vidas …

Os governantes que usurpam direitos, como abutres, alimentam-se dos restos mortais de todos aqueles que morreram para se converterem em direitos!

Quando se concretiza um direito, meus jovens, eterniza-se essas milhares vidas!

Quando concretizamos direitos, damos um sentido à tragédia humana e à nossa própria existência!

O direito e a arte são as únicas evidências de que a odisseia terrena teve algum significado!”

Raquel Domingues do Amaral, 02/05/2017.

Juíza Federal

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República de Vigaristas: Temer se reúne com Aécio para pedir mobilização do PSDB para arquivar denúncia contra ele

Os Joaquins Silvérios dos Reis do século XXI

No Brasil, segundo alguns gostam de argumentar, não há defeitos a começar pela natureza que nos proporciona tudo o que existe de bom e falta às outras nações. Com exceção do que podemos considerar como ruins: vulcões, tufões, terremotos, entre outras mazelas provocadas pela mãe natureza.

No tocante ao nosso povo, este também não pode ser considerado ou tido como dos piores. Não lidamos com guerras, revoluções civis, o que nos induz a crer ser resultado de uma mistura racial bastante democrática. Em contrapartida vivemos à base de denúncias e falcatruas dos mais variados tipos, e matizes distintas ao longo de séculos de nossa história. Sendo o dinheiro a porta de entrada e de saída que permitem estas malfadadas ações que atinge a todos. Nada fica à margem do processo atingindo o esporte e até mesmo algumas instituições de caridades.

No temerário campo político nos defrontamos com ações praticadas por eles que envergonhariam até mesmo o mais reles e vis dos seres humanos, como muito bem ficou explícito o encontro mantido entre o presidente golpista Michel Temer e o fraudulento senador Aécio Neves (PSDB-MG).

O mais reles e vis dos seres humanos.

Ambos os políticos são envolvidos em escândalos de toda a ordem financeira. O que não os impediram de se reunirem durante um jantar neste sábado (30), no Palácio do Jaburu, residência oficial do presidente peemedebista. O malfadado encontro teve como objetivo pedir ao senador Aécio mobilização dentro do PSDB para arquivar a denúncia que poderá ser votada pelo Plenário da Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira (2).

Tal ato criminoso e abominável evidencia a culpabilidade do presidente que procura fugir das denúncias de corrupção passiva na câmara ao se utilizar de recursos indignos e inaceitáveis para continuar no poder. Deixando, com esta ação, uma clara evidência de que os políticos embora sejam escolhidos, eleitos e pagos pelos cidadãos. Estes passam a ser subordinados de seus representantes. O que também nos leva a crer que os votos não podem ser considerados como um ato democrático uma vez que deixa de ser direito, para se tornar uma obrigação. Vivemos em uma democracia relativa que só existe de fato para atender os interesses de poucos em detrimentos dos interesses de muitos. O que o povo busca e luta é por dias melhores e por habitar uma nação mais digna e justa para todos os brasileiros.

Sérgio Jones (jornalista)

 

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Brasil, terra de miseráveis.

A pobreza é relacionada com a falta de oportunidades.

Segundo pesquisas dos diversos institutos, o governo Temer/Meireles foi derrotado não só pelo desemprego como também pela falta de ideias.

O aumento de impostos nos combustíveis vai gerar uma ação em cadeia, pois ao aumentar os combustíveis, vem em seguida o repasse para o frete e, em consequência disso, o valor do produto final também é majorado.

Pode-se avaliar como uma “ideia brilhante” o aumento dos impostos nos combustíveis, ideia esta da dupla dinâmica – Batman e Robin da corrupção – que distribuiu milhões para conseguir o apoio necessário na tentativa de barrar o andamento das denuncias de corrupção na Câmara.

Enquanto isso, os miseráveis brasileiros desempregados passam fome, não tem onde morar e muito menos um sistema de saúde adequado.

São miseráveis porque não tiveram oportunidades ou tiveram poucas, que este governo vampiresco se incumbiu de lhes tirar o mínimo que tinham.

Para os coxinhas, batedores de panelas – falando nisso, estes vermes desapareceram – a solução seria o Estado Mínimo. Porém, a maioria dos brasileiros sabem que esta não é a forma ideal. A solução é mais Estado que é o método ideal para fazer a  economia crescer.

Fim do projeto “minha casa, minha vida”

Considerando que 77% da população brasileira acha que a pobreza é relacionada com a falta de oportunidades, pode-se concluir que o Estado Mínimo viria aumentar mais ainda a miséria do povo brasileiro. Mais desemprego.

Na realidade o que temos neste País é raposa tomando conta de galinheiro. Se não conseguirmos mudar, erradicar do Brasil esta virose da corrupção, não adianta nenhum método ou tipo de governo. O povo vai morrer trabalhando para sustentar vagabundos.

Alberto Peixoto – Escritor

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Raposas políticas de direita se articulam para tomar conta do galinheiro chamado Brasil

Um galinheiro chamado Brasil

Com a ascensão de políticos da extrema direita conservadora e reacionária, mais uma vez, a economia brasileira luta para escapar da recessão que assola, de forma cruel, toda a nação e seu povo. Há mais de 14 milhões de pessoas desempregadas. O crime cada vez mais violento está se alastrando, perigosamente, os escândalos de corrupção se sucedem e já se tornaram corriqueiros nas manchetes da grande mídia nacional e internacional.

Todo este cenário dantesco vem sendo orquestrado sob a batuta do desgoverno golpista de Michel Temer, que para se manter no poder transformou a câmara dos deputados em um verdadeiro cassino, onde a distribuição de dinheiro público e todo o tipo de jogatina foram engendradas, visando despudoradamente a compra de mentes e corações de políticos venais que só têm olhos voltados para o próprio umbigo. Enquanto o conceito de honorabilidade e compromisso com a nação não deixa de ser peça de ficção e de uma retórica oca e vazia.

No cenário nacional, desponta como potencial candidato a presidente da república o execrável ex-capitão do exército e deputado federal Jair Bolsonaro, que se encontra atualmente em segundo lugar em algumas pesquisas para as eleições presidenciais de 2018. Dono de um discurso que cheira a enxofre, tem uma plataforma agressiva de direita e anti-crime, é homofóbico, nutre forte simpatia pela a ditadura militar que ocorreu do Brasil de 1964 a 1985, que executou centenas de seus oponentes e torturou brutalmente milhares de pessoas, incluindo Dilma Rousseff, uma ex-guerrilheira marxista.

Ele promete, se eleito for, nomear generais para seu gabinete, embora os seus ‘seguidores’ sejam considerados uma minoria, existe o risco de que com a queda sinuosa dos padrões da democracia, em torno de 54% registro de 2015 para 32% em 2016, de acordo pesquisa feita Latin Barometer. O apoio à ditadura militar poderá despontar no país de forma mais robusta, assustadora e bestial. Se nada de efetivo for feito para estancar este câncer que corrói os tecidos da democracia, em breve estaremos de volta ao inferno da prática da arbitrariedade e de todas as formas de crimes perpetradas contra o povo brasileiro em nome de uma falácia chamada patriotismo, neste contexto, considerado como o último refúgio dos canalhas.

Sérgio Jones (jornalista)

 

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Políticos brasileiros compactuam com a escravidão e a servidão: o que torna impossível nos livrar da miséria moral e econômica a qual estamos submetidos

Os direitos que são inscritos nas constituições são fictícios para as massas.

Para impedir que os ambiciosos e oportunistas políticos continuem abusar do poder no Brasil, temos que nos opor as forças existentes que atentam contra a dignidade humana em seus mais variados aspectos do nosso cotidiano. Desenvolvendo as mais diversas tendências que revestem o tecido social para que possamos impedir que eles continuem transformando os estados e a nação, como um todo, em arenas onde reinam os mais variados tipos de distúrbios e descontentamentos sociais, entre o povo brasileiro. Que se encontra em um retrocesso político que os conduzem ao tempo da servidão. Como gostam de citar alguns ilustres pensadores sociais: … ”é possível livrar-se de um modo ou de outro da escravidão e da servidão. É possível compactuar com ambas. Mas é impossível livrar-se da miséria”.

Os direitos que são inscritos nas constituições são fictícios para as massas, não são reais. O que fica evidenciado é que todos estes pretensos direitos do povo somente podem existir no espírito e são para sempre irrealizáveis. O proletariado continua curvado sobre o seu trabalho esmagado pela sua deplorável história, enquanto o direito é concedido aos falastrões de falar, ou o direito concedido à imprensa de escrever toda espécie de absurdos misturados com coisas sérias. Enquanto as classes de trabalhadores não conseguem tirar da constituição outras vantagens senão as miseráveis migalhas que são lançadas da mesa da fartura de uma reduzida minoria em troca de um sufrágio favorável a todo tipo de prescrições escusas. Em franco favorecimento aos interesses dos prepostos e agentes do capitalismo formal.

A classe burguesa tenta aparecer diante da classe operária como libertadores do jugo ao qual esta se encontra submetida, atualmente, mais do que nunca. Para dar prosseguimento e desenvolver este modelo de sistema capitalista foi necessário empreender profundas transformações sociais como a criação de máquinas cada vez mais complexas o que exigia avançados conhecimento em física. Tanto Hegel quanto Marx fizeram duras críticas à lógica formal. Entretanto, pressões posteriores provocaram a revolução nas bases da matemática e da lógica formal. Esta, se relaciona com conceitos que podem ser difundidos como ciência do pensamento e a arte de aplicá-la corretamente na procura da demonstração da verdade.

Ao que tudo nos leva a crer é que esta lógica não foi efetivamente aplicada no campo social, muito menos no Brasil. O que tem deixado como saldo uma tremenda indigência no setor, que com o passar tempo se agrava de forma aguda e irreconciliável. Alargando a existência e o fosso entre as camadas empobrecidas e as camadas ricas da sociedade brasileira.

Sérgio Jones (jornalista)

 

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Confraria de ladrões se solidariza e permanecem irmanados na prática de crimes perpetrados contra a nação e o povo brasileiro

O senador quadrilheiro avalia a prisão do criminoso de colarinho branco.

Durante declaração feita à imprensa brasileira, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo, ou seria líder de gangue, se encontra envolvido em polêmicas investigações ao longo de sua criminosa carreira política que já somam mais de três décadas. Eleito senador pelo Estado de Roraima e ex-líder dos governos Dilma e Lula. É alvo de inquéritos no Superior Tribunal Federal (STF) decorrentes das operações Zelote e Lava Jato.

Cinicamente, o indigitado político comentou nesta terça-feira (4) a prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima pela Polícia Federal, que aconteceu nesta segunda-feira. “A prisão do ex-ministro Geddel nos atinge pessoalmente. Nós lamentamos. É um amigo querido. É uma pessoa que tem grandes serviços prestados ao país e é claro, não gostaríamos de ver ele nessa situação“, afirmou cabotinamente.

O senador quadrilheiro avalia a prisão do criminoso de colarinho branco, Geddel Vieira Lima, como “algo muito forte, muito agressivo”. Ele não acredita que o governo Temer será chamuscado, mais ainda do que já está, em toda estas práticas criminosas e atentatória aos mais elementares conceito de decência e moral que um político, minimamente honrado deve ter. “Isso não impacta o governo. O governo está governando. O ministro já não era ministro há muito tempo. Nós estamos trabalhando, os dados são excelentes do governo”, disse, acrescentando: “Nós estamos fazendo dever de casa para recuperar o Brasil apesar das flechadas, apesar dos ataques, apesar dos problemas”, numa alusão à declaração do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que, comentando sobre o tempo que resta para o fim do seu mandato (em setembro), afirmou: “Enquanto houver bambu, haverá flechas”.

“A prisão de Geddel nos atinge pessoalmente. Nós lamentamos, é um amigo querido”. Esta fase é emblemática pode ser considerada como uma declaração de uma mea culpa na prática de crimes encetados contra a nação. Quanto ao retorno do senador, e comprovadamente corrupto Aécio Neves. O tucano do bico grande, Romero Juçá, não perdeu tempo para fazer um breve e vergonhoso comentário em relação ao retorno do mesmo à vida pública. O tucano havia sido afastado do mandato por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), mas o ministro Marco Aurélio Mello autorizou o retorno antes do recesso judiciário. “O retorno é uma decisão do Supremo Tribunal Federal. O mesmo STF que afastou colocou de volta o senador Aécio aqui. Ele é um senador importante e pode dar contribuição muito forte”, e foi mais enfático ao afirmar que a decisão de Marco Aurélio “repara um acidente”.

Como muito bem sentenciou o conceituado político, diplomata, escritor e filólogo Ruy Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”.

Sérgio Jones (jornalista)

 

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