Author Archives: Alberto Peixoto

Mourão: “ Ustra era um homem que respeitava os direitos humanos”/ Por Sérgio Jones

Em recente entrevista concedidas a órgão da imprensa brasileira, a figura desprezível do vice-presidente da república, Hamilton Mourão, fez uma declaração infame ao afirmar não só ser íntimo como elogiou a figura do assassino coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, falecido em 2015.

De acordo com depoimentos dele, o substrato humano que é apontado como líder que comandou e coordenou as torturas físicas e psicológicas mais infames, praticadas durante a Ditadura Militar. Ele o reputa como: “era um homem de honra e um homem que respeitava os direitos humanos de seus subordinados”.

Outro impropério feito pelo milico cabeça torta é de que Bolsonaro administra ou vem administrando “muito bem” a pandemia do novo coronavírus, apesar do País ter quase 150 mil mortos e ser um dos mais afetados pela crise sanitária.

O que nos leva a fazer a seguinte indagação, o que faz com que uma pessoa que recebeu uma boa educação, usufruiu e usufrui de muitos privilégios oferecidos por um país tão desigual, a extravasar tais pensamentos e comportamentos tão mesquinhos, tão descontextualizados?

Talvez tal explicação seja encontrada nos estudos de Tanzi e Riva, que denominaram como Teória Atávica, onde eles estabelecem conceitos com grande clareza de espírito que há nesse tipo de comportamento, dois elementos distintos: um constante, o fundo degenerativo particular; outro acidental, eventual, o delírio sistematizado.

Em que classificação se encaixa o Mourão?

Possivelmente, no primeiro conceito em que se constituiu a paranoia, considerando que essa doença pode existir sem que haja delírio sistematizado, como no caso de paranoia sem delírio, como também pode revelar-se em estado de pureza, no período de incubação do delírio ou em momentos de trégua.

Se a paranoia não é um caso de retorno atávico hereditário como eles ensinam, ela é evidentemente um caso de desorganização mental regressiva, que se manifesta regularmente no consciente do general Mourão. Não deve haver outro tipo de explicação ou entendimento científico que justifique tal comportamento tão execrável e doentio.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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“Jesus não precisa de megatemplos”, bispo católico detona padre Robson/Por Diário do Estado

Um sermão em que Dom Silvio Dutra, bispo da Diocese de Vacarias, no Rio Grande do Sul, critica o padre Robson de Oliveira, investigado por suspeita de fraude no Santuário do Divino Pai Eterno (GO), viralizou nas redes sociais.

No vídeo, gravado no dia 26 de agosto, o bispo fala que os religiosos não foram “feitos para dinheiro, nem para fortunas. Jesus não precisa de megatemplos, nem de sinos de R$ 6 milhões” e alegou que, apesar das denúncias ainda não terem sido comprovadas, “onde há fumaça, pode ser, com muita certeza, que haja fogo”.

“Talvez esse escândalo que está para ser confirmado é uma ação do Espírito Santo para dizer que não é essa a igreja que ele quer, Deus não quer uma igreja de show. O lugar do padre não é no palco, o lugar do padre é no altar e a serviço do irmão”, comentou.

Segundo as investigações conduzidas pelo Ministério Público de Goiás, a Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), conduzida por padre Robson, acusado de lavagem de dinheiro, movimentou R$ 2 bilhões em 10 anos. As diligências mostraram o recebimento de R$ 20 milhões em doações por mês e descobriram que parte dos recursos foi empregada na compra de fazendas e de uma casa de praia.

No vídeo que viralizou, Dom Silvio Dutra ainda disse que vários idosos se esforçam para ajudar a igreja financeiramente, mas que esse não é o foco da religião.

“Fiquei imaginando a minha mãezinha lá com 87 anos e quantos idosos piedosos que ficam lá mandando seu dinheiro. Eu tenho, em outras ocasiões, falado da minha angústia com isso, dos gurus da nossa igreja. Nossa igreja deixou de ser de comunidade e passou a ser uma igreja de guru”, avalia.

O bispo fez ainda uma reflexão sobre o atual momento da religião, incluindo uma crítica ao próprio catolicismo. Afirmou que o que vale não é a aparência e que o mundo hoje passa por um estágio de hipocrisia.

“Vivemos hoje, de fato, uma pandemia de farisaísmo. Lideranças religiosas e políticas se apresentam como defensores de valores cristãos, mas no fundo, guardam podridões. Nós católicos não somos a igreja perfeita que olha para o erro dos outros. Nós nos escandalizamos com os erros dos outros e com o nosso mais ainda, porque temos a pretensão de indicar caminhos para a sociedade”, finaliza.

Diário do Estado

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Escalada da estupidez no Brasil desafia a lógica e não encontra precedentes no mundo/ Por Sérgio Jones*

Falar sobre as aberrações, criminosamente articuladas pelo desgoverno de Bolsonaro e sua trupe de imbecis, que atentam contra os mais legítimos interesses da sociedade não é uma exceção no país, é regra.

Depois de quatro meses na condição de ministro interino da Saúde, sendo o Brasil considerado o segundo país com maior número de óbitos em consequência da Covid-19. O general do Exército especialista em logística, Eduardo Pazuello, será efetivado no cargo ao qual lhe é totalmente estranho. O ritual macabro de posse está agendado para acontecer amanhã, quarta-feira (16).

Mais uma vez, nesse desgoverno genocida, vence a estupidez em detrimento da razão. Nesses quatro meses à frente ao Ministério da Saúde, ele defendeu a utilização para o uso precoce da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, inclusive para casos leves.

Ao mesmo tempo, o ministro destacou que não vê nada de errado em questionar o uso do fármaco para esse fim.

A única vez que ele foi totalmente honesto em suas declarações foi ao salientar de forma explícita de que não vê nada de errado em defender o uso desses fármacos para esse fim. Realmente, se tratando da área de saúde, ele é totalmente cego, desconhece até os princípios mais elementares da área médica. Se comporta como um cego em tiroteio no escuro.

Enquanto diante de um presidente omisso e acéfalo e de um ministro que nada entende de saúde, o número de óbitos se avoluma em uma escalada temerária e sem precedentes em toda a nossa história. Em tempo aziago a besta presidencial anunciou e defendeu uma guerra civil, quando era deputado federal, nos idos de 1999.

Pelo andar da carruagem os seus enfermos objetivos foram plenamente atendidos, o número de mortos atingidos pelo Covid-19, mais que triplicou e a estatística não para de crescer para o deleite de um mandatário criminoso que foi estupidamente guindado para uma posição, que jamais poderia ter ocupado.

Diante do infausto quadro exposto de diante de todos nós brasileiros, só nos resta lamber as feridas e voltar à luta tendo como meta expurgar do poder Bolsonaro, a família de milicianos dele e toda a escória que o segue.

As mazelas geradas pelas guerras, a pobreza e as injustiças sociais são o maior atestado de primitivismo, do egoísmo da incompetência não dos humanos, mas em especial do atual governo brasileiro. Que se especializa de forma covarde na destruição dos pilares da sociedade, minimamente organizada, para impor valores comprovadamente discutíveis.

O afastamento desse câncer social deve ser imediato, antes que provoque a metástase e corrompa todo tecido social. Fora Bolsonaro!

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Governo de Colbert está com prazo de validade vencido/ Por Sérgio Jones*

A administração pública municipal deve ser, e tem a obrigação, responsável em promover e cuidar da infraestrutura do município. Mas ao que parece é que quando se trata de Feira de Santana, esse conceito básico inexiste e os resultados sentidos pela população são os piores possíveis e imagináveis.

A começar pelo péssimo serviço prestado no transporte público que praticamente inviabiliza o direito de ir e vir do cidadão e de se locomover pela cidade.

Essa tragédia se arrasta por cerca de duas décadas, e até o presente momento não foi apresentada, por parte do poder público, uma solução definitiva. O governo de direito e não de fato, Colbert Martins, age de forma estranha, administra o município como se tratasse de um rótulo de embalagem de um produto de má qualidade, o que induz a sua gestão a sucessivos erros.

Abre canteiros de obras, em ano eleitoral, no centro da cidade para servir de cartão postal para alavancar a sua debilitada popularidade. Ao que parece, mesmo se utilizando desse artifício faccioso, às custas dos recursos público, a sua propaganda eleitoral não deixa transparecer que irá melhorar a sua situação política, ao que tudo indica, tende a se agravar ainda mais.

A começar pelo descaso e abandono, em que ele delegou à população de moradores das regiões periféricas da cidade. Saindo um pouco da retórica podemos citar como caso concreto a grave situação da infraestrutura existente no Conjunto Feira X, onde a pavimentação asfáltica se encontra totalmente destruída, sendo que essa situação perdura por aproximadamente 20 anos.

A única manutenção recebida ao longo de todo esse tempo é a denominada operação tapa buraco que deveria se chamar operação colcha de retalho, que nas primeiras lavagens o seu tecido começa a se decompor. É isso que ocorre durante as primeiras chuvas do ano, todo o trabalho porco realizado, é perdido.

A situação de abandono também é vivenciada pelos moradores do bairro Cidade Nova, onde eles são obrigados a pegarem em cabos de enxadas e pás e se revezarem no trabalho de tapar os buracos existentes, ao longo das Avenidas e ruas da localidade.

De acordo com comentários feitos por eles, moradores, o trabalho de manutenção é raramente feito pela prefeitura e quando isso acontece é com baixo teor de qualidade. O que impede que soluções sejam efetivamente adotadas para amenizar os estragos provocados pelas intempéries, como a situação exige.

Eles alegam existir eficiência por parte do governo municipal somente durante o envio que é regular de carnês de IPTU. “Estes anualmente chegam com uma pontualidade assustadora, com regularidade britânica”, ironiza uma das mais antigas residentes do bairro.

O mesmo ritual macabro vem se estendendo pelos demais bairros periféricos da cidade. O bairro do Papagaio, entre muitos outros, quando recebem alguma assistência por parte do poder público, essa se manifesta de forma paliativa.

Além das mazelas aqui expostas existem outras, como a falta de iluminação que obriga as pessoas a conviverem em plena e mais completa escuridão, devido a precariedade da mesma.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Zé Neto se acovarda diante dos religiosos e se posiciona contra o povo/ Por Sérgio Jones*

Deputado Zé Neto

A covardia de parte dos políticos brasileiros, para se postarem ao lado dos interesses do povo, têm sido notórias e evidentes quando o que está em jogo são os seus interesses apequenados e mesquinhos.

O fato ficou fartamente comprovado com o tipo de postura tomada pelo deputado petista Zé Neto diante de seu posicionamento com relação ao Projeto de Lei 1581/20, aprovado pelo Congresso Nacional, e que poderá anular quase R$ 1 bilhão em dívidas tributárias de igrejas acumuladas após fiscalizações e multas aplicadas pela Receita Federal.

Cinicamente o deputado e postulante a uma vaga no cargo do executivo de Feira de Santana, Zé Neto, se posicionou e votou favorável a esta aberração.

O que fica demonstrado com essa postura, adotada pelo infenso deputado, é que o mesmo quis ficar bem na fita com os religiosos, votando contra os reais e legítimos interesses do povo brasileiro.

Mesmo diante de uma crise pandêmica em que o governo federal está a cortar recursos da educação e saúde sob a falsa alegação da falta de recursos. Enquanto privilegia militares, religiosos e outros segmentos inúteis da nação. A atitude do deputado petista merece o repúdio do povo. Não podemos tolerar mais privilégios, em um país tão desigual.

Ao se posicionar dessa forma o deputado petista se posicionou ao lado do nefasto desgoverno do Jair Bolsonaro, fez coro com o mesmo, que diz ele, em tese, combater.

Mas o que fica evidenciado é de que quando se trata dos interesses deles, as diferenças deixam de existir e passam a falar a mesma língua, o mesmo idioma. A grande pergunta que não quer calar é, até quando vamos ter que suportar e conviver com estes supostos e pseudos representantes do povo? Só o tempo dirá.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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As duas Grandes Guerras e o nazi-fascismo/Por Alberto Peixoto*

Führer Adolf Hitler, ditador do Reich Alemão

A Primeira Grande Guerra Mundial foi um conflito que deixou como saldo negativo, 10 milhões de mortos e um trauma drástico principalmente para os jovens da época. Os horrores da guerra motivou o surgimento de uma geração de jovens traumatizados.

O fim da guerra retirou do mapa da Europa quatro impérios: o Russo, Áustro-Húngaro, Alemão e o Turco, que uma parte está situada na Europa e a outra na Ásia. Todas as regiões que antes da guerra se encontravam sob a influência destes impérios, se tornaram independentes surgindo assim, novos países. A Iugoslávia, Áustria, Hungria e a Polônia são alguns deles. A Alemanha teve seu território radicalmente reduzido passando a ser um país de menor importância, o que serviu como contribuição para o surgimento do nazi-fascismo.

No dia 28 de junho de 1919, após seis meses de negociações em Paris, foi assinado pelas potências europeias o Tratado de Versalhes que deu como encerrada, oficialmente, a 1ª Guerra Mundial. Este tratado ficou conhecido como o principal tratado assinado após a 1ª Guerra Mundial.

A Primeira Guerra Mundial foi um dos principais gatilhos para que em 1939 uma nova guerra se iniciasse.

“A Segunda Grande Guerra Mundial”.

Adolf Hitler sustentava o pensamento nacionalista que colocava a raça ariana como superior e que as outras deveriam ser eliminadas, principalmente os judeus, visto como responsáveis por todos os males. Este pensamento concebeu o Holocausto, um genocídio ou assassinato em massa de 6 milhões de judeus. Também foram assassinados doentes mentais e portadores de deficiências físicas, comunistas, homossexuais, religiosos e ciganos.

Capitaneados pelo Führer Adolf Hitler, ditador do Reich Alemão e um exército reforçado com 800 mil soldados, 700 mil soldados acima do determinado no Tratado de Versalhes, deu-se início a 2ª Guerra Mundial com a inesperada invasão à Polônia em 1º de setembro de 1939 e terminando em 8 de maio de 1945, e em 2 de setembro do mesmo ano no Pacífico (Ásia). Este conflito envolveu 72 países, tendo como principais protagonistas a Grã-Bretanha, Estados Unidos e União Soviética, lutando contra a Alemanha, Itália e o Japão, deixando um saldo negativo de 45 milhões de mortos, 35 milhões de feridos e 3 milhões de desaparecidos.

Alberto Peixoto, Escritor

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Vereador Cadmiel um crítico às avessas/ Por Sérgio Jones*

Vereador Cadmiel

É curioso quando os políticos não têm de concreto nada a apresentar que justifique o polpudo salário recebido e pago, com o suor do trabalhador. Em ano eleitoral, na tentativa patética de mostrar serviço, começam a fazer uso de discursos demagógicos em uma busca desesperada para se tornar visível diante do eleitorado e cabalar votos, para continuar exercendo o cargo de forma parasitária e oportunista.

Esta prática além de ser muito comum por parte de alguns vereadores, Em Feira de Santana, com aproximação eleitoral esse comportamento tem se intensificado. Como deixa transparecer o vereador Cadmiel Pereira (DEM). Em discurso proferido em plenário da Câmara, segunda-feira (1°), teceu duras crítica ao governador do Estado, Rui Costa. Que segundo palavras dele, o mandatário deu às costas para o município de Feira, no que concerne à Segurança Pública.

Disse: “A Bahia lidera o ranking de homicídios, o que é uma vergonha. É o PT que está no governo há 14 anos. O governador apagou Feira de Santana do mapa, agora a Bahia só tem 416 municípios. A Bahia só tem primeiro Salvador, depois Salvador, terceiro Salvador, só tem Salvador. O governador fica disputando ser prefeito de Salvador com ACM Neto”, desabafou.

Ao que tudo indica, o vereador que faz parte da bancada que dá sustentação ao governo do prefeito de direito e não de fato, Colbert Martins, deixa transparecer que só consegue enxergar um lado das duas faces da moeda.

Em lugar de fazer só críticas, deveria também fazer uma autocrítica tipo quando se recusou a realizar uma CPI para apurar o escândalo de desvio de mais de 100 milhões de reais da saúde no município. Que envolve nomes de secretários e do ex-prefeito José Ronaldo que se encontra com parte de seus bens bloqueados pela justiça.

Outro aspecto que merece reflexão por parte do eleitorado e que também deveria sofrer por parte dos legisladores que apoiam o governo municipal, é para o fato incontestável de que estão prestando apoio a um prefeito emedebista, ex-presidiário. E que o líder do partido dele , Geddel Vieira Lima , está em prisão domiciliar, após deixar o presídio, onde ficou encarcerado pelo um curto período de tempo. Sob a acusação de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ocorrência que ficou conhecido do público como, caso da mala de dinheiro.

O seu vice Fernando de Fabinho, que teve o nome ungido por Zé Ronaldo, o Imperador da Caatinga, é uma múmia política que foi retirada do sarcófago em que se encontrava. Esse, a exemplo de seus colegas também conta com uma longa e vasta ficha criminal devido a envolvimentos em sucessivos escândalos, de ordem financeira.

Escândalos estes, que ocorreram desde quando foi prefeito, por diversas vezes em Santa Bárbara, e continuou quando esteve atuando no cargo de deputado federal pelo PFL.

.Nunca é demais lembrar a esses políticos que a falta de humildade, autocrítica e reconhecimento afrontam a consciência ética da nação e de seu povo.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Ronaldo com Fernando de Fabinho detona a reeleição de Colbert/Por Carlos Lima*

Nessa terça-feira (1), recebi uma mensagem através do whatsapp, solicitando uma análise política da indicação de Fernando de Fabinho para ser o vice-prefeito na chapa de Colbert Filho (MDB).

Existem várias suposições. Mas politicamente vou seguir uma inclinação. A sombra que pretende se formar, assusta.

Para uma liderança política forte, ainda representada pelo ex-prefeito, a reeleição de Colbert é uma ameaça, pelo que existe, e o que ainda pode acontecer.

Ronaldo é um politico experiente, profissional, não pendurou as chuteiras, nem pretende.

Nessas eleições está com um olho no padre e outro nos fiéis que frequentam e participam das missas.

Eleitoralmente Fernando de Fabinho é praticamente um zero a esquerda. Tem um passado que o enquadra no esquema de “Ficha Suja”. Não possui nenhuma densidade eleitoral que possa contribui com a reeleição de Colbert.

Nomes como Justiniano França, Zé Chico, Pablo Roberto ou um nome novo do empresariado feirense estariam em melhores condições de fortalecer a votação do emedebista,  com mais reconhecido respaldo eleitoral, do que o nome indicado.

Sociologicamente considerado como os farrapos de uma múmia.

Diante dos fatos se deduz que José Ronaldo não morre de amores pela reeleição de Colbert. Já deve ter descoberto que a continuidade do prefeito é o inicio do fim.

A verdade se confirma pela conversa telefônica mantida com o pré-candidato Carlos Geilson. Pediu moderação na campanha e se dispôs apoiá-lo no segundo turno.

Os sinais são claros.

Ele não poderia ser o Rei do Pilão, sem antes ter sido “Príncipe”.

O espelho escolhido deve ter sido a mais importante biografia de Maquiavel, autoria de Roberto Ridolfi, “Vita di Nicoló Mqchiavelli”.

O ex-prefeito está jogando alto, está assumindo a condição de dois passos atrás, para neutralizar qualquer adversário que ouse desconstruir sua força e liderança política.

Colbert derrotado, não será derrota de José Ronaldo, parte do seu eleitorado tem argumentado não votar no prefeito atual, mas mantém o respeito ao Rei do Pilão, em outras circunstâncias votariam nele.

O prefeito de Feira de Santana possui um alto percentual de rejeição, Ronaldo sabe que esses índices devem aumentar com Fernando de Fabinho sendo o candidato à vice, consequentemente a transferência de votos que ele pode proporcionar sofrerá declínio, sem dúvida não é uma condição política satisfatória para as pretensões de reeleição de Colbnert. Mas pode ser o objetivo de José Ronaldo.

A fraca transferência de votos não tira o peso político de quem lidera. Uma coisa é transferir o voto para alguém, outra é o voto pessoal.

Colbert está robustecendo a transferência de votos para Zé Neto, com o chamado voto punitivo, que ele mesmo constrói pela antipatia, péssima administração, falta de carisma, impopularidade refletida na rejeição e também a intensa suspeição na aplicação dos recursos públicos.

São atitudes políticas totalmente neófitas as que estão sendo adotadas pelo seu governo.

O governo de Colbrt sobrevive das sobras do governo do ex-prefeito José Ronaldo. O fato se confirmou no discurso do ex-prefeito anunciando o seu apoio à reeleição dele.

Alguma observação em contrário sobre essa gestão desastrosa e a provável estratégia adotada pelo ex-prefeito.

Carlos Lima, Jornalista

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Vinte anos de poder cria know how em ilicitudes/Por Carlos Lima*

A Associação de Proteção à Maternidade e a Infância de Mutuípe, contratada pela Prefeitura de Feira de Santana e Fundação Hospitalar, está envolvida em delação premiada no Estado do Rio de Janeiro.

A informação é do site Olá Bahia.

Segundo denúncias, realizadas pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, a “Associação” está seriamente envolvida em pagamentos de propinas, a partir de contratos de gestão com o Governo do Rio e Janeiro.

Fato que motivou a prisão do empresário Gothardo Lopes Netto na semana passada, por decisão da Justiça. O governador do Rio, Wilson Witzel, um dos envolvidos foi afastado.

A Prefeitura de Feira de Santana já realizou pagamentos à Associação de Proteção à Maternidade, no valor de R$ 57.433.961,08 (cinquenta e sete milhões, quatrocentos e trinta e três mil novecentos e sessenta e um reais e oito centavos) conforme registro no Portal da Transparência.

As informações constantes no site Olá Bahia, o último pagamento feito à Associação aconteceu no dia 21 de agosto, em valores de R$ 65.068,62.

Segundo consta, o repasse da verba se deu por força da contratação de empresa especializada em serviços na área de saúde para atender as necessidades do Covid-19.

Até o momento não existe nenhuma documentação técnica, científica, afirmando que a Associação de Proteção à Maternidade e a Infância de Mutuípe, seja especializada em atender as necessidades do Covid-19.

Como também não existe discriminação e formatação desse serviço prestado ao município de Feira de Santana.

Pelo que se sabe, conforme MPF do Rio de Janeiro, ela é especialista no pagamento de propina para viabilizar os seus contratos de gestão. Até que se prove o contrário.

A denúncia dessas ações, já levou um diretor à prisão e contribuiu para o afastamento do governador do Rio de Janeiro. Fato.

Como era de se esperar, o prefeito Colbert Filho informou que a Associação nunca cometeu nenhum ato ilícito em Feira de Santana.

Ponto. O seguimento leva a mais uma suspeição que pesa na administração do município feirense.

O que poderíamos esperar de uma declaração do prefeito, se não fosse à defesa da licitude de sua conturbada gestão?

Ele, mesmo diante do modus operandi, identificado pelo MPF/Rio, jamais vai expor algo que o possa condenar. Tudo está perfeito. Se não for investigado, vai ficar por isso mesmo.

Quem está acostumado a pagar propina para obter contrato e vencer licitação, não vai deixar de fazê-lo. Quem rouba um centavo, rouba um milhão.

Vinte anos de poder consegue criar know how em todos os tipos de práticas supostamente (ou não) desonestas.

Carlos Lima, Jornalista

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LOJAS FÍSICAS DE APOSTAS ESPORTIVAS DEVEM SE POPULARIZAR NO BRASIL/Por Ordachson Gonçalves*

A Loja está sendo inaugurada no Shopping Popular Feiraguay

Lojas físicas de apostas esportivas são bastante comuns na Europa, principalmente em países onde esta atividade é regulamentada. Mas no Brasil, mesmo sem a legalização, esse modelo de negócio têm se tornado cada vez mais presente. E as grandes propulsoras disso são as chamadas bancas físicas. 

Espaços aconchegantes, confortáveis, com a exibição de jogos de futebol, e as vezes até outras vertentes de jogos, como mesas de sinuca, tornam esses estabelecimentos bastante atrativos ao público. Uma das pioneiras nisso foi a MarjoSports (www.marjosports.com). A empresa que consolidou sua marca em todo o país ano passado, patrocinando times como Corinthians, Goiás e Coritiba, além de placas de publicidade nas Séries A e B do Brasileirão, este ano está investindo também na instalação de lojas físicas em várias cidades. 

Outra empresa que vem apostando na modalidade de lojas físicas é a BetRei (www.betrei.com). Com atuação muito forte em alguns estados do nordeste, a empresa está ampliando a visibilidade de sua marca com a implantação de espaços como esse em várias cidades. 

A empresa que lidera o segmento de apostas físicas na Bahia, a AE Aposta Esportiva (www.aeapostaesportiva.com) inaugurou esta semana sua loja física em Feira de Santana, segunda maior cidade do estado. Um amplo espaço, com mesas de sinuca, dentre outros atrativos para os apostadores. 

A popularização das lojas físicas é uma tendência que deve se confirmar a partir da regulamentação das apostas esportivas no Brasil. Atualmente as empresas atuam neste segmento sob a alegação de vendas online – de créditos ou de apostas – com sites hospedados fora do país. 

Fonte: Ordachson Gonçalves / Blog Mercado Bets

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