Author Archives: Alberto Peixoto

Orçamento para 2022 pode deixar mídia, chapa branca, com o pires na mão/ Por Sérgio Jones

Salve-se quem puder

Notícias nada alvissareiras surgem no horizonte e promete deixar com o pires na mão, grande parte da imprensa chapa branca feirense.

Como é do conhecimento geral, parte desse segmento vive e sobrevive ‘chalerando’ os podres poderes para se beneficiarem com as migalhas que este propicia, para os denominados amigos do rei.

Com a distribuição graciosa de empregos para os profissionais da imprensa e seus familiares, além de verbas públicas direcionadas para que esse setor possa turbinar os seus ganhos.

Como sentencia o pensador Juca Chaves: ”A Imprensa é muito séria, se você pagar eles até publicam a verdade”.

Essa possibilidade de crise no setor midiático surge com a perspectiva do orçamento para 2022. Que tramita na Câmara Municipal de Feira de Santana.
Com uma arrecadação prevista de aproximadamente de 1,6 bilhão, existe o desejo e a possibilidade, por parte de um grupo, de reduzir em mais de 70% das verbas reservadas no repasse para mídia e a publicidade local.

Atualmente conta com R$12.145.000,00. Caso a decisão se confirme, este setor contará apenas com R$3.000.000,00.

O orçamento para 2022 tem um prazo para ser apreciado até o dia 15 de dezembro.

Há a informações de que a alteração está sendo indigitado no Plano Plurianual que deve ser apreciado na próxima semana.

O que se comenta nos bastidores dos buxixos é que se realmente se concretizar a possibilidade de redução no repasse de verbas para a mídia tupiniquim. Muitos aventureiros que habitam a área, deverão abandonar o barco e procurar outros nichos financeiros, considerados mais rentáveis.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Torres xinga Colbert de cachorro e afirma ser ele um político corrupto/ Sérgio Jones

Cuidado Torres ele não gostou da comparação

O baixo nível moral e comportamental abraçado, por parte da classe política de Feira de Santana, tem sido o fomentador de atritos existentes entre o presidente legislativo Fernando Torres (PSD), e o prefeito de direito e não de fato Colbert Filho (MDB).

Nessa contenda, em que nada reflete ou contribui para os interesses da população, esses funcionários regiamente bem pagos pelo povo usa as premissas dos cargos, para tirar proveitos próprios.

Como sentencia o velho provérbio popular: Enquanto os cães ladram a caravana passa. Quem sofre com esse comportamento disfuncional e incompatível com a liturgia do cargo praticado por suas excelências, é sempre o povo.

O momento político é considerado como um dos piores já registrados ao longo da história brasileira. E por aqui, particularmente na terrinha de Lucas, os seus reflexos se faz sentir de forma mais intensa.

Com um comportamento nada republicano, Torres disse que o fato de ter xingado de cachorro o prefeito Colbert Filho, teve como intenção não querer comparar o gestor com o referido animal.

E prossegue em sua diatribe, ao observar que os cachorros são fiéis. Em seguida tentou justificar o seu ato intempestivo alegando que o mesmo foi motivado pela sua indignação diante da completa falta de sensibilidade demonstrada pelo chefe do executivo, com relação ao fechamento da Casa de Saúde Santana.

E acusa que o gestor procedeu dessa forma tendo como objetivo promover a transferência do atendimento do SUS da Casa de Saúde Santana, para HTO ( hospital particular).

Mas as acusações direcionadas ao prefeito vão além. Torres afirma ser ele um gestor corrupto. Mas na realidade, o que se esconde por trás de toda essa ladainha política, tem como motivação a proximidade do ano eleitoral.

O que busca suas excelências, neste momento, são os holofotes da imprensa para ganhar visibilidade e cair nas graças do povo. O que lhes garantirá, seguramente, a continuação deles no poder.

O que deixa transparecer em todos esses aparentes conflitos é que em nada têm a ver. com os reais e legítimos interesses da coletividade.

Como já se tornou hábito comum, entre a classe política, o que busca é transformar habilmente os interesses públicos, como se os mesmos fossem extensão de seus interesses privados. O que eles nos apresentam é apenas a ponta do iceberg.

Sergio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Arthur Lira: uma tragédia como político e ser humano/ Por Sérgio Jones

Arthur Lira o mais novo Pazuello de Bolsonaro

Fazendo festa com o chapéu dos outros é como podemos definir a sede e a fome pantagruélica demonstrada, por parte da classe política brasileira, em meter a mão no erário. A irresponsabilidade chega a tal ponto que facilmente pode se encaixar essa prática na modalidade de crime de ganância.

Ato muito bem caracterizado pela postura adotada pela figura inescrupulosa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Recentemente, ele, e anunciou que o Congresso vai entrar com um embargo de declaração no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a Corte esclareça a decisão de proibir a liberação de verbas das chamadas emendas de relator, que têm sido operadas como um orçamento secreto.

O comportamento de Arthur Lira é desrespeitoso. Como pode o governo, ou quem quer que seja, se utilizar e manipular o dinheiro público sem que nós, os contribuintes, ignoremos a sua destinação.

A tentativa foi barrada na semana passada, quando por decisão do tribunal confirmada por 8 votos a 2, a liminar da ministra Rosa Weber suspendeu a execução financeira das emendas de relator, também conhecidas como RP9.

A indecência tomou forma quando foi aprovado para 2021, R$ 16,8 bilhões para as emendas do relator. Tendo, por parte do governo Bolsonaro, o objetivo de se utilizar desses recursos como moeda de troca para obter apoio político e garantir a aprovação de projetos de seu interesse.

Caso emblemático ocorreu dias antes de a Câmara aprovar a PEC dos Precatórios, com a qual o Planalto tenta viabilizar o Auxílio Brasil no valor de 400 reais.

O Executivo empenhou R$ 900 milhões, como reserva para pagamento de obras, serviços e equipamentos em redutos políticos de parlamentares governistas.

Arthur Lira tem rebatido com frequência as críticas contra as RP9. E tem se utilizado do frágil argumento de que com a paralisação do o orçamento se criará o caos administrativo, político, social e econômico para o país.

Esquece o insidioso parlamentar que o caos já existe e vem sendo agravado com as presenças de políticos do nível dele. Que literalmente estão desmontando o país através de práticas criminosas, que atentam contra os reais e legítimos interesses da nação e por extensão do povo brasileiro.

O que realmente está em jogo é que se o Supremo mantiver a proibição da execução das emendas de relator. Tal postura irá comprometer frontalmente a nefasta influência política de Arthur Lira, já que ele era o responsável pela distribuição desses recursos aos deputados.

Não podemos deixar de esquecer que o orçamento secreto também foi usado para ajudar a construir maioria para eleger o deputado como presidente da Câmara e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), à presidência do Senado.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Esposas Rubro-Negras/Autor desconhecido

A maior torcida do mundo!

Você, que é esposa de um flamenguista, já vou avisando, o estado de espírito do seu companheiro vai mudar. Ao longo da semana vais notá-lo inquieto, ansioso, nervoso, desinteressado dos assuntos do dia a dia, com a cabeça focada em um único assunto: a final da Libertadores.

E eu te peço, releve, entenda, esse é um momento único, só quem ama futebol sabe o peso disso.

Eu sei que muita gente vai dizer: “Ah, mas é só futebol, é só um jogo”, e é compreensível, afinal cada um tem seu gosto, suas preferências, para o flamenguista, o futebol é importante e o Flamengo é como se fosse um… digamos… ente querido: se ele perde, sofremos, se ele vence, sorrimos, se ele conquista, nos orgulhamos.

Já diz o hino: “eu teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo”.

Se te parece um exagero a euforia rubro-negra, uma rápida volta ao passado explica, para quem vivia de frustrações, colecionava eliminações e vexames, amargava dívidas intermináveis e pouco conquistava em campo, estar no patamar atual é sobrepor-se às nuvens, é viver, literalmente, um sonho, é dar-se conta de que a era de sofrimentos está finalmente dando lugar a um período de alegrias. Se será duradouro? Não sabemos, e é justamente por isso que o desfrutamos tão intensamente.

No sábado 27/11, não espere nada de um flamenguista, não peça nada a ele, não conte com ele, apenas deixe-o.

O título pode não vir? É claro, para um ganhar outro há de perder, porém a possibilidade de conquistar dois títulos tão significativos em 3 anos, já faz desse, um período de redenção.

Se és flamenguista, respire fundo, amigo, tenha calma, a história costuma dar páginas às grandes equipes, confie. Se não és flamenguista, desejo do fundo do coração, que um dia, sintas o que estamos sentindo.

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Combalida democracia brasileira contribui para ampliar a desigualdade social no país/ Sérgio Jones

O receptáculo

Definitivamente o campo da política brasileira se tornou um receptáculo que tem servido de abrigo para acomodar o que há de pior e mais execrável dos seres humanos.

Como bem citou o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), em entrevista concedida ao Brasil 247. Com relação as intenções manifestas da dupla de pseudos arautos da justiça brasileira, o juiz parcial Sérgio Moro e o faccioso procurador Deltan Dallagnol de se lançarem como candidatos.

O governador se reportou ironicamente quanto as pretensões da dupla de agirem na arena política.

“Os arautos do suposto ‘combate à corrupção’ interferiram ilegalmente na eleição de 2018 para gerar o período mais corrupto da história política do Brasil. Mas pelo menos uma corrupção eles diminuíram: a de políticos disfarçados com a toga nos ombros. Tem dois a menos”, enfatizou em seu Twitter.

De acordo com informações que circulam na mídia, Dallagnol deve concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados 2022. O ex-juiz Moro deve se filiar ao Podemos na próxima quarta-feira (10).

Importante observar que mesmo tendo sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) devido a sua atuação parcial adotada contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-juiz foi acusado pelo site Intercept Brasil de ajudar procuradores do Ministério Público Federal no Paraná na elaboração de denúncias.

Mesmo diante dessa grotesca realidade, Moro se encontra apto para disputar cargo político. Talvez comportamentos como esses ajudem a explicar o baixo nível da qualidade do desempenho de suas excelências, no campo social. O que tem contribuído para a ampliação das desigualdades no Brasil.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Os de Sempre!/ Por Sérgio Jones

O município de Feira de Santana, ao que parece, se encontra fadado a repetir de forma torturante a sua triste e degradante história política.

Como não bastasse as pragas e pandemias geradas pela natureza. Se associam a essas mazelas as provocadas pelos políticos locais. Estes fazem de tudo para se manterem incrustadas no poder.

Pragas estas, tão conhecidas e próximas nós, na terrinha de Lucas.

Conforme os comentários que circulam nos bastidores políticos da cidade, os pleiteantes a cargos políticos são os de sempre, que têm nomes e alguns até vários CPFs, sem falar em processos em aberto. Em que muitos deles respondem pela prática de supostos desvios do erário, entre outras modalidades de crimes.

Com a abertura do início da temporada de caça ao voto, eleições 2022, a imprensa tupiniquim local que independência demonstra não ter nenhuma, se apressa de forma serviçal, em noticiar “as boas novas” ao abrir manchetes favoráveis aos políticos de sempre.

De forma despudorada manifesta parcialidade e preferências por algumas excelências que são consideradas contumazes na prática nada ortodoxa no que se refere ao bom e digno tratamento, que deve dispensar, no trato da coisa pública.

As manchetes sempre são destacadas como grandes eventos. Exemplo do que foi noticiado em relação ao deslocamento do ex-prefeito José Ronaldo (DEM) na sexta-feira (5), ao lado de ACM Neto.

Oportunidade em que eles iniciaram visitas a vários municípios do interior baiano. Como sempre, os elogios fáceis, não se restringem unicamente as malfadadas manchetes, eles se estendem ao longo do texto, que de jornalístico nada tem. Até quando vai perdurar este tipo de aberração no campo jornalístico, só o tempo nos dirá!

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Justiça? Ou falta dela?/Por Juclin Celestino

Quem paga ao cidadão pela perda da liberdade, quando é manifestamente inocente?Foi encarcerado, mesmo sabendo, ou tendo dúvidas quem o condenou, se o apenado cometera ou não o crime pelo qual está preso.

Quando se comete um erro por falha humana, e isso está sujeito a qualquer um, e o magistrado por ser humano , não está livre de comer tal erro . Diz o ditado : errar é humano , aí, há um atenuante, muito embora quem fora preso injustamente, não

terá de volta os dias perdidos na prisão. E, em sendo o caso de juiz errar deliberadamente, com o fito de condenar o réu, não se há, dizer, que foi erro, fora sua intenção mesmo, assim agir, um crime praticado de forma premeditada. 0 que a tal magistrado pode acontecer? Ficar impune? Ser aposentado?

Há fatos como esses narrados aos borbotões que a boa Ciência Jurídica envergonha e deixa-nos preocupados, se não seremos a próxima vítima, pagando pelo crime que não cometemos?

Quantos inocentes estão presos? E quantos que realmente cometeram delitos cujas provas são abundantes, estão soltos?Soltos e gastando os milhões que roubaram, em contrapartida, totalmente incompreensível a nós mortais, os presidios estão abarrotados daqueles que roubaram um shampoo, uma barra de ceriais, três tabletes de chocolate, ou coisa assim.Estamos ante a Justiça, ou a falta dela?

Juclin Celestino, Funcionário Público

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Brigas de egos entre prefeito e deputado é um tapa na cara do povo/ Por Sérgio Jones*

Entrega de veículo ao Lar do Irmão Velho

A estreiteza mental de grande parte dos políticos brasileiros não acata as limitações do que entendemos como o bom senso do tolerável. Isso fica em evidência diante da contenda mesquinha travada entre o deputado federal petista José Neto e o prefeito de direito e não de fato, Colbert Filho (MDB), que ocupou recentemente as manchetes da imprensa feirense.

A picuinha política entre os dois teve como óbice uma nota publicada pela prefeitura de Feira de Santana sobre a doação de um veículo adaptado para cadeirante ao Lar do Irmão Velho.

A aquisição e doação do automóvel modelo Spin, avaliado em R$ 150 mil, foi viabilizada através de emenda parlamentar do citado deputado, conforme solicitação feita pela direção da instituição beneficente.

“É lamentável e inadmissível que a prefeitura tenha mentido para a população dizendo que estava doando esse veículo ao Lar do Irmão Velho, quando, na verdade, o mesmo foi comprado com emenda parlamentar do nosso Mandato.

Tentaram se autopromover perante essa instituição respeitada e que realiza um trabalho importantíssimo há mais de 60 anos em nossa cidade. Aliás, a prefeitura chegou ao ponto de colocar sua marca nas portas do carro, omitindo o nome do Lar do Irmão Velho que apenas recebeu os valores por parte dela, já que esse era o caminho para que cumpríssemos a entrega do automóvel através de emenda parlamentar impositiva”, criticou.

A entrega do veículo foi feita por Zé Neto ao vice-presidente do Lar do Irmão Velho, Wilson Pereira, na última sexta-feira (29), e contou com as presenças do deputado estadual Robinson Almeida, dos vereadores Professor Ivamberg e Silvio Dias, e do secretário municipal de Desenvolvimento Social, Antônio Carlos Borges Júnior.

A disputa de egos por parte de suas excelências, acirradas com a aproximação das eleições, para demonstrar quem é o pai da criança, é ridícula. É bem verdade que o comportamento adotado pelo prefeito não foi nada ético. Mas o que não podemos esquecer que toda essa festa é bancada com dinheiro público.

A ação do deputado é meritória, mas não se pode considerar o ato como um favor e sim como obrigação. Favor mesmo é concedido pelo povo, que os elegem nas urnas. O que lhes permitem se refestelarem de muitas e inaceitáveis regalias, e de polpudos salários.

Enquanto se discute a entrega de um mísero veículo, a uma entidade filantrópica, muitos de suas excelências cortam os céus do Brasil em plena crise econômica, onde milhões de brasileiros se encontram desempregados e passando fome, viajando em seus confortáveis aviões particulares. Aja hipocrisia!

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Bolsonaro: três namoradas para um parceiro infiel/ Por Sérgio Jones*

O desconexo mandatário brasileiro precisa decidir por qual legenda vai concorrer às eleições de 2022 e diz que tem três ‘namoradas’, partidos, a sua disposição. Na semana passada o ‘Capetão’ se reuniu no gabinete do presidente do partido Republicanos, Marcos Pereira.

O inominável presidente Jair Bolsonaro, como tudo em sua confusa e miserável existência, até o presente momento encontra-se desvinculado de qualquer partido político. Vinculação que se faz necessário para que ele possa se considerar apto para participar das eleições do próximo ano.

Diante do impasse político, resolveu ele, se manifestar a respeito da situação ao declarar à imprensa dispor de três partidos: “Tem três partidos que me querem, fico muito feliz. São três namoradas, vamos assim dizer. Duas vão ficar chateadas. O Republicanos, o PL e o PP, e cada dia um está na frente na bolsa de apostas”, afirmou.

Entretanto, segundo expertise políticos, o presidente hesita e tentar dar uma de quem quer reinventar a roda ao sentenciar: “Eu tenho que ter um partido. Não pode ficar para última hora essa questão aí”, completou.

As namoradas as quais o mandatário se refere, eu daria para elas um nome mais apropriado. Mesmo diante dessas ofertas o impasse continua quanto a filiação do presidente.

A’ namorada’ que se oferece como a mais a despudorada é o partido Republicanos, vinculado à Igreja Universal do Reino do Dinheiro (IURD). Que considerável parte da população vincula a questionável e deplorável figura do pastor de ovelhas desgarradas, denominado como Edir Macedo. Onde o “Capetão” conta com considerável número de aliados.

A relação entre o casal promíscuo tende a se agravar pelo simples fato de que, como é do conhecimento geral, o “Capetão” quer ter total autonomia controle da situação.

As namoradasComo sentencia sabiamente a letra do Samba Pagode de autoria de Alexandre Marmita: “Tá provado, não dá certo/ Dois bicudos não se beijam/ E antes que a casa caia e acabe o respeito/ Me livrei dessa tocaia, nosso lar foi desfeito/É melhor seguir viagem vou pousar em outro leito”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Para o líder do governo no Senadoa a razão não é suficiente em si mesma/ Por Sérgio Jones

Senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), durante Comissão Especial do Impeachment 2016.

Chegamos em definitivo ao fundo do poço em todos os sentidos ético e moral que norteiam o comportamento humano em sociedade. Como deixa claro e transparente o discurso proferido pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), ao afirmar nesta quarta-feira (20) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não praticou atos dolosos no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Se utilizando de um linguajar rebuscado de forma excessivamente formal, com muitos termos técnicos procurou ele, dourar a pílula ao afirmar de forma cínica.

“A presunção jurídica para criminalização decorre da existência no mundo fático de um ato sobre o qual não pairem dúvidas quanto a sua existência jurídica e que esse seja diretamente imputável à pessoa do presidente da República, praticado no exercício das suas funções de forma dolosa durante seu mandato, o que, absolutamente, não ocorreu”, garante.

Palavras proferidas em defesa da atuação do criminoso governo, apresentada antes da leitura do relatório final da CPI da Pandemia.

O senador prossegue em sua diatribe bestial ao enfatizar que qualquer tentativa de responsabilizar o presidente genocida pelos crimes de responsabilidade no trato da Covid-19 “extrapola a interpretação sistemática dos princípios constitucionais e a legislação penal. Por maior esforço hermenêutico que se almeja realizar, não há elementos jurídicos que sustentem a criminalização do presidente da República”.

A sordidez e a baixeza moral demonstrada pelo parlamentar, em defesa do presidente Jair Bolsonaro, extrapola todo e qualquer limite do bom senso, da razão e da lógica humana.

A atitude abjeta adotada por ele, não tem parâmetros ao longo de toda a história do Brasil.

O senador chega ao paroxísmo ao afirmar, em defesa do presidente, que em nenhum momento houve participação de Jair Bolsonaro em eventos públicos que fosse possível identificar o elemento dolo em sua conduta nem o viés de promover reuniões com objetivo principal de causar o contágio da população.

O que fica incompreensível em todo esse circo verborrágico é o que justifica e motiva a recusa do parlamentar em constatar o óbvio. A não ser que ele considere que a razão não é suficiente a si mesma.

Jones, jornalistas (sergiojones@live.com)

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