Retrospectiva – Inexequível Sentença – Lula é Insuperavel – Fabula do Juiz-Celebridadade no Ringue Contra Lula/Por Jucklin C. Filho

Lula, o insuperável

Dos céus, pasmas de espantos, cujas lágrimas banhavam a terra, as potestades celestes assistiam à batalha de Curitiba que reuniu mais de 50 mil pessoas que vieram prestar solidariedade a seu líder maior, Lula, na refrega que encerrava tanta indignação, senão dizer – infâmia! Foi assim que se denominou o depoimento de Lula: um ringue, uma luta de boxe entre ele e Moro.

Num instante, surgiu do céu, rogando que uma parte lhe fosse concedida naquela confabulação, nova personagem — a suave brisa que em pungente pranto, a questionar interpôs-se :

— Não sei que bárbaro crime, Lula cometeu, que lhe turve a imagem, e impunha queLula, o insuperável possa ser condenado? Foi por que para o povo levantou questão e seu governo foi voltado para os pobres, para os necessitados, trabalhando em prol programas sociais? E no rol das suas realizações, algo admirado e copiado em alguns países: tirou 36 milhões de brasileiros da linha da pobreza, pontuando que todo mundo ganhou no governo Lula: os ricos, mais ricos ficaram, os empresários, tanto dinheiro ganharam, os bancos obtiveram lucros fabulosos nunca auferidos em governos anteriores, o Brasil passou à sexta economia mundial , inflação baixa, quase pleno emprego, país respeitado em todo o mundo.Ao deixar o Palácio do Planalto, Lula foi avaliado pelo povo em 87% de aprovação .0utra personagem entra em cena:

— É, tudo montado, o cenário pronto para obtenção do troféu mais cobiçado: condenar Lula, inviabilizá-lo para a disputa eleitoral em 2018 — pontificou a Estrela D’alva, cuja a raiva turvou-lhe a face, destorcendo-lhe as feições entristecidas…!

Prosseguiu com a voz embargada:

— Cinco horas de estafante depoimento, de provas, que colheu, o juiz Sérgio Moro? Nada. Ao juiz-celebridade, que lhe restou de libelo acusatório? Nada. Falatório e mais falatório sem consistência, vazios de argumentos. O homem demonstrou ser oco , destituído de recursos linguísticos.

— Ora, Planeta Vênus, que inocência tua. Provas? – contrapôs o Sol. — Não carece. A sentença já está lavrada de antemão.

Inda que sobrevenha robustas provas que deponham a seu favor, Lula será condenado. Esse é o norte da turma lavajatense. O troféu mais almejado foi sempre Lula. A turma de Curitiba, nunca desistirá de condenar, prender Lula, para tira-lo da disputa presidencial em 2018.

Deram um golpe em Dilma, em 2016, com a farsa das “pedaladas ” , deixarão Lula ser presidente? Claro que não!

Rebate a lua, semblante fechado:

— Camarada sol, toma tento, estimo, na minha crença nas pessoas que advém de longa experiência de vida, que o juiz curitibano, é um magistrado decente, justo e tem apego aos ditames da lei, nunca afeito aos arbítrios que imponham ato persecutório, inda porque, “a função do juiz é interpretar e aplicar a lei, não legislar”, agir como bem lhe convenha: servir de investigador, procurador, juiz e carrasco de alguém. Posto isso, sei, amparada por minha convicção, que ele não vai cometer arbitrariedade contra Lula, conforme as provas matérias que por ventura obtiver, julgará. Doutra forma, se declarará impedido de julgá-lo.

Retruca o infante loiro:

Admiro deusa prateada, sua nobreza de as pessoas, não prejulgar, e, bobinha, não saber ler nas entrelinhas dessa disputa que na minha ótica, é pessoal.

O que de fato ocorre, no âmbito do julgamento a acontecer contra o melhor Presidente que o País tivera, reputo a um jogo de cartas marcadas, que não condiz com o Estado Democrático de Direto, o qual o Brasil é signatário.

Quem duvida que a sentença será Lula condenado? – questiona o sol, em desalento.

Continua ardendo de raiva:

— Vê, criatura inocente. bobinha, analisa, à luz da imparcialidade que deveria ser o norte a guiar o julgamento do mais importante político brasileiro, cujo depoimento, hoje, está sendo tratado com tanto estardalhaço, jogado para torcida, como se fora uma acirrada luta de boxe, há muito anunciada.

10 de maio, 2017, tudo pronto: os artefatos, o ringue armado, as armas postas a prumo, olhos, mentes e ouvidos de todo o mundo voltados para o embate tão esperado, singular refrega a ser travada na arena curitibana, palco da encarniçada luta a efervescer.

Feitas as apostas, oponentes a postos, dos céus, pasma de espanto, banhada em lágrimas, pergunta a lua: desses dois gigantes que pelejam, que à árdua batalha se sujeitam, quem logrará vencer?

— Não vê, Deusa dos namorados, ou talvez seja inocência tua! … esses dois contendedores, são opositores de monta, titãs afeitos aos duelos, que no fragor da batalha, não temem flagelos, nada os melindram — pontificam as nuvens que dos céus despontam a acrescentarem:

— Senhoras e senhores, apresento-vos, os competidores que ora se enfrentam: De um lado, no seu corner à extrema-direita, o preferido da Lava Jato, juiz-celebridade, herói da justiça e do decoro, orgulho Nacional, cotado até para concorrer à Presidência da República, campeão das prisões provisórias a perder de vista, volta e meia, festejado pela mídia, aparecendo, às vezes, sorridente e todo prosa, em rádios, tevês e imprensa como se fora famoso artista a colher aplausos dos fãs; noutras, dando palestras, participando de conferências em fóruns internacionais; vezes outras, gravando vídeos, áudios previamente bem trabalhados para o timing da ocasião.

Esse é o juiz curitibano, paladino da Justiça e da moral, aquele que combate com mão férrea a corrupção, pondo atrás das grades o corrupto, o larápio. Mas se não for do PT, “não vem ao caso”.

Fez uma pausa, depois acrescentou: Direis, vós, amiga lua, para serdes justa com a veracidade dos fatos, é risível que um juiz se preste ao desplante de se manifestar fora dos autos, grampear e vazar conversa da ex-presidente para emissora de TV de sua preferência, a Globo, sob a batuta do William Bonner, âncora daquela emissora que bem soube utilizar o material que lhe fora enviado, em horário nobre da tevê, para se alcançar resultado satisfatório do vazamento com estardalhaço divulgado.

Numa quadra mais recente, à qual se vestiu de importância, outorgou a si, um séquito de seguidores, “aos quais, recomendou, em vídeo gravado, que se fizessem ausentes à batalha a ser travada”.

Em ocasiões outras, à custa de se transmudar em formador de opinião, fez declarações

que não vêm ao caso , a jornais, revistas, televisão, deixou-se fotografar abraçado e a risadas, em badalado evento, por político investigado pelo Supremo Tribunal Federal ,o qual, poderia no futuro nem tão distante, ser por ele julgado.

Em meio a um sorriso pálido, após escutar, das nuvens, as iradas ponderações, expressou-se, a deusa dos namorados, em nota dissonante:

— Suplanta as raias do incrível de Moro – o cartel, fornido plantel, elenco de ponta, onde consorciam-se mutualmente, no elo de uma só corrente, as forças, unidas contra Lula:“ a mídia hegemônica”, o Ministério Público, a Lava Jato, a casta judiciaria e os lavajatenses procuradores, dentre os quais, aquele do PowerPoint, o chefe da força-tarefa curitibana, que depois de uma sessão de pirotecnia, afirmou não possuir provas” , mas no novo direito achativo que para si criara , não lhe faltava convicção, bastando isso, para do acusado, mesmo sem provas estabelecidas, a não ser o achismo, lavrar a condenação.

Do outro lado, no seu corner à esquerda, o ex-presidente Lula, dentre todos que ocuparam o Palácio do Planalto, o mais aclamado, o mais adorado pelo povo que o tinha, como a única esperança de dias melhores para o País.

Lula, modesto filho da sagrada terra nordestina, brioso brasileiro, destemido titã que não foge à luta porque — bravo, jamais esmorece frente à labuta; destemido — não se amedrontou ante a turma da Lava Jato, alguns delegados e procuradores capitaneados pelo juiz curitibano, municiado pelos vazamentos constantes incensados pela divulgação massacrante no Jornal Nacional da emissora que dava o tom de extenuante narrativa televisiva, numa batalha desigual, consubstanciada pelo flagrante massacre midiático posto em prática há mais de três anos, no maquinar, no arquitetar de ardilosos planos, apavorados que estavam com a possibilidade de Lula voltar a ser Presidente, razão de os que não queriam sua volta, empreenderem uma caçada sem trégua, numa refrega em que as armas utilizadas eram as mais escusas possíveis, daí as mutretas, as piruetas, no incessante vasculhar, no sôfrego esmiuçar da vida dele, qual seja: quebra de sigilo telefônico e bancário, invasão de sua casa, em plena madrugada, à procura de provas, de documentos comprobatórios de ilícitos que sustentassem a acusação delituosa, não encontrando, sequer, uma única prova da culpabilidade que depusesse contra a imagem de Lula perante a lei e, que maculasse sua conduta até então proba, frente ao povo, que não é besta, sabe que nessa retreta, sob a batuta da tropa curitibana está desnudada a treita –é que, o “jornalismo de guerra”, as instituições acima citadas, trabalharam, num ardiloso plano, a fim de alijar da disputa eleitoral em 2018, Lula, o melhor para o Brasil!… E o povo desta amada terra, que não é bobo, nem nada, tinha ciência que ele era a única esperança de o País voltar aos trilhos de novo.

A “jararaca” é escudo dessa brava gente, e o povo seu escudo. Lula, pobre, nordestino, ex-torneiro mecânico, sem anelão de doutor no dedo, fugindo da seca a reboque de pau de arara, levando consigo apenas na bagagem destemor e determinação estampados na cara, no afã de lutar, sobreviver, fugir da terrível estiagem, pois só quem é nordestino, avalia a dor desse povo sofrido, compelido pela malévola mão do destino a abandonar tudo, a ir embora a ver graças à seca “que a tudo devora”, sua família morrer de fome.

Esse é Lula, “o cara, ” que verga, mas não dobra, que contrariando a todos os prognósticos sombrios previstos, chegou onde ninguém chegara: Melhor Presidente brasileiro de todos os tempos, e, embora perseguido, diuturnamente bombardeado pela mídia cartelizada, manteve-se em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais, para inapelavelmente ganhar a eleição em 2018.

Venceria, porque é um audaz guerreiro, com quem o povo pode contar; trufaria, porque desconhece o medo, quando mister se faz, pela sua gente, batalhar, não fugindo, jamais, à peleja requerida, não padecendo de fraqueza quando a paz enseja que por ela se lute! …

Quando a adversidade interpunha-se em seu caminho, não se apequenava,, escondendo-se num cantinho, pois não temia o revés advindo, nem se lamuriava de ter sobre o lombo, coisa que o covarde, o frouxo, não suportaria o tombo, o “jornalismo de guerra” a persegui-lo, impelindo-lhe a esgrimir a espada com bravura, imbuído no seu nobre ideal -lutar pelo povo desta amada Terra, que sempre lhe foi fiel, grato e incapaz de trai-lo, sendo seu maior capital, lavrando nas urnas, para seus adversários políticos, inexequível sentença: Lula é insuperável, impondo aos maus perdedores que não se conformavam com os reveses sofridos, fragorosas derrotas, consagrando Luiz Inácio Lula da Silva, duas vezes Presidente, fazendo ainda, Dilma, sua sucessora, daí a covardia da perseguição sem trégua e rastaquera ao maior líder político da Nação brasileira, mas ele não se abalava mesmo embargada a fala, a alma ferida ante a desdita da perda irreparável da esposa querida, companheira de toda uma vida, ergue-se ainda mais forte , mais pujante, porque seu brio se faz por ser do rincão brasileiro, “gigante altaneiro” que não foge à batalha, que mesmo ferido pela seta ligeira do golpe rasteiro que calcou aos pés a gente brasileira, a “jararaca” não foge jamais ao embate requerido na férrea peleja que enseja, ser bravo, ser forte, característica comum desse gigante que não se verga aos vendavais da sorte, porque é o “cara”, preso… no coração do povo!

Jucklin C. Filho

Dos céus, pasmas de espantos, cujas lágrimas banhavam a terra, as potestades celestes assistiam à batalha de Curitiba que reuniu mais de 50 mil pessoas que vieram prestar solidariedade a seu líder maior, Lula, na refrega que encerrava tanta indignação, senão dizer – infâmia! Foi assim que se denominou o depoimento de Lula: um ringue, uma luta de boxe entre ele e Moro.

Num instante, surgiu do céu, rogando que uma parte lhe fosse concedida naquela confabulação, nova personagem — a suave brisa que em pungente pranto, a questionar interpôs-se :

— Não sei que bárbaro crime, Lula cometeu, que lhe turve a imagem, e impunha que possa ser condenado? Foi por que para o povo levantou questão e seu governo foi voltado para os pobres, para os necessitados, trabalhando em prol programas sociais? E no rol das suas realizações, algo admirado e copiado em alguns países: tirou 36 milhões de brasileiros da linha da pobreza, pontuando que todo mundo ganhou no governo Lula: os ricos, mais ricos ficaram, os empresários, tanto dinheiro ganharam, os bancos obtiveram lucros fabulosos nunca auferidos em governos anteriores, o Brasil passou à sexta economia mundial , inflação baixa, quase pleno emprego, país respeitado em todo o mundo.Ao deixar o Palácio do Planalto, Lula foi avaliado pelo povo em 87% de aprovação .0utra personagem entra em cena:

— É, tudo montado, o cenário pronto para obtenção do troféu mais cobiçado: condenar Lula, inviabilizá-lo para a disputa eleitoral em 2018 — pontificou a Estrela D’alva, cuja a raiva turvou-lhe a face, destorcendo-lhe as feições entristecidas…!

Prosseguiu com a voz embargada:

— Cinco horas de estafante depoimento, de provas, que colheu, o juiz Sérgio Moro? Nada. Ao juiz-celebridade, que lhe restou de libelo acusatório? Nada. Falatório e mais falatório sem consistência, vazios de argumentos. O homem demonstrou ser oco , destituído de recursos linguísticos.

— Ora, Planeta Vênus, que inocência tua. Provas? – contrapôs o Sol. — Não carece. A sentença já está lavrada de antemão.

Inda que sobrevenha robustas provas que deponham a seu favor, Lula será condenado. Esse é o norte da turma lavajatense. O troféu mais almejado foi sempre Lula. A turma de Curitiba, nunca desistirá de condenar, prender Lula, para tira-lo da disputa presidencial em 2018.

Deram um golpe em Dilma, em 2016, com a farsa das “pedaladas ” , deixarão Lula ser presidente? Claro que não!

Rebate a lua, semblante fechado:

— Camarada sol, toma tento, estimo, na minha crença nas pessoas que advém de longa experiência de vida, que o juiz curitibano, é um magistrado decente, justo e tem apego aos ditames da lei, nunca afeito aos arbítrios que imponham ato persecutório, inda porque, “a função do juiz é interpretar e aplicar a lei, não legislar”, agir como bem lhe convenha: servir de investigador, procurador, juiz e carrasco de alguém. Posto isso, sei, amparada por minha convicção, que ele não vai cometer arbitrariedade contra Lula, conforme as provas matérias que por ventura obtiver, julgará. Doutra forma, se declarará impedido de julgá-lo.

Retruca o infante loiro:

Admiro deusa prateada, sua nobreza de as pessoas, não prejulgar, e, bobinha, não saber ler nas entrelinhas dessa disputa que na minha ótica, é pessoal.

O que de fato ocorre, no âmbito do julgamento a acontecer contra o melhor Presidente que o País tivera, reputo a um jogo de cartas marcadas, que não condiz com o Estado Democrático de Direto, o qual o Brasil é signatário.

Quem duvida que a sentença será Lula condenado? – questiona o sol, em desalento.

Continua ardendo de raiva:

— Vê, criatura inocente. bobinha, analisa, à luz da imparcialidade que deveria ser o norte a guiar o julgamento do mais importante político brasileiro, cujo depoimento, hoje, está sendo tratado com tanto estardalhaço, jogado para torcida, como se fora uma acirrada luta de boxe, há muito anunciada.

10 de maio, 2017, tudo pronto: os artefatos, o ringue armado, as armas postas a prumo, olhos, mentes e ouvidos de todo o mundo voltados para o embate tão esperado, singular refrega a ser travada na arena curitibana, palco da encarniçada luta a efervescer.

Feitas as apostas, oponentes a postos, dos céus, pasma de espanto, banhada em lágrimas, pergunta a lua: desses dois gigantes que pelejam, que à árdua batalha se sujeitam, quem logrará vencer?

— Não vê, Deusa dos namorados, ou talvez seja inocência tua! … esses dois contendedores, são opositores de monta, titãs afeitos aos duelos, que no fragor da batalha, não temem flagelos, nada os melindram — pontificam as nuvens que dos céus despontam a acrescentarem:

— Senhoras e senhores, apresento-vos, os competidores que ora se enfrentam: De um lado, no seu corner à extrema-direita, o preferido da Lava Jato, juiz-celebridade, herói da justiça e do decoro, orgulho Nacional, cotado até para concorrer à Presidência da República, campeão das prisões provisórias a perder de vista, volta e meia, festejado pela mídia, aparecendo, às vezes, sorridente e todo prosa, em rádios, tevês e imprensa como se fora famoso artista a colher aplausos dos fãs; noutras, dando palestras, participando de conferências em fóruns internacionais; vezes outras, gravando vídeos, áudios previamente bem trabalhados para o timing da ocasião.

Esse é o juiz curitibano, paladino da Justiça e da moral, aquele que combate com mão férrea a corrupção, pondo atrás das grades o corrupto, o larápio. Mas se não for do PT, “não vem ao caso”.

Fez uma pausa, depois acrescentou: Direis, vós, amiga lua, para serdes justa com a veracidade dos fatos, é risível que um juiz se preste ao desplante de se manifestar fora dos autos, grampear e vazar conversa da ex-presidente para emissora de TV de sua preferência, a Globo, sob a batuta do William Bonner, âncora daquela emissora que bem soube utilizar o material que lhe fora enviado, em horário nobre da tevê, para se alcançar resultado satisfatório do vazamento com estardalhaço divulgado.

Numa quadra mais recente, à qual se vestiu de importância, outorgou a si, um séquito de seguidores, “aos quais, recomendou, em vídeo gravado, que se fizessem ausentes à batalha a ser travada”.

Em ocasiões outras, à custa de se transmudar em formador de opinião, fez declarações

que não vêm ao caso , a jornais, revistas, televisão, deixou-se fotografar abraçado e a risadas, em badalado evento, por político investigado pelo Supremo Tribunal Federal ,o qual, poderia no futuro nem tão distante, ser por ele julgado.

Em meio a um sorriso pálido, após escutar, das nuvens, as iradas ponderações, expressou-se, a deusa dos namorados, em nota dissonante:

— Suplanta as raias do incrível de Moro – o cartel, fornido plantel, elenco de ponta, onde consorciam-se mutualmente, no elo de uma só corrente, as forças, unidas contra Lula:“ a mídia hegemônica”, o Ministério Público, a Lava Jato, a casta judiciaria e os lavajatenses procuradores, dentre os quais, aquele do PowerPoint, o chefe da força-tarefa curitibana, que depois de uma sessão de pirotecnia, afirmou não possuir provas” , mas no novo direito achativo que para si criara , não lhe faltava convicção, bastando isso, para do acusado, mesmo sem provas estabelecidas, a não ser o achismo, lavrar a condenação.

Do outro lado, no seu corner à esquerda, o ex-presidente Lula, dentre todos que ocuparam o Palácio do Planalto, o mais aclamado, o mais adorado pelo povo que o tinha, como a única esperança de dias melhores para o País.

Lula, modesto filho da sagrada terra nordestina, brioso brasileiro, destemido titã que não foge à luta porque — bravo, jamais esmorece frente à labuta; destemido — não se amedrontou ante a turma da Lava Jato, alguns delegados e procuradores capitaneados pelo juiz curitibano, municiado pelos vazamentos constantes incensados pela divulgação massacrante no Jornal Nacional da emissora que dava o tom de extenuante narrativa televisiva, numa batalha desigual, consubstanciada pelo flagrante massacre midiático posto em prática há mais de três anos, no maquinar, no arquitetar de ardilosos planos, apavorados que estavam com a possibilidade de Lula voltar a ser Presidente, razão de os que não queriam sua volta, empreenderem uma caçada sem trégua, numa refrega em que as armas utilizadas eram as mais escusas possíveis, daí as mutretas, as piruetas, no incessante vasculhar, no sôfrego esmiuçar da vida dele, qual seja: quebra de sigilo telefônico e bancário, invasão de sua casa, em plena madrugada, à procura de provas, de documentos comprobatórios de ilícitos que sustentassem a acusação delituosa, não encontrando, sequer, uma única prova da culpabilidade que depusesse contra a imagem de Lula perante a lei e, que maculasse sua conduta até então proba, frente ao povo, que não é besta, sabe que nessa retreta, sob a batuta da tropa curitibana está desnudada a treita –é que, o “jornalismo de guerra”, as instituições acima citadas, trabalharam, num ardiloso plano, a fim de alijar da disputa eleitoral em 2018, Lula, o melhor para o Brasil!… E o povo desta amada terra, que não é bobo, nem nada, tinha ciência que ele era a única esperança de o País voltar aos trilhos de novo.

A “jararaca” é escudo dessa brava gente, e o povo seu escudo. Lula, pobre, nordestino, ex-torneiro mecânico, sem anelão de doutor no dedo, fugindo da seca a reboque de pau de arara, levando consigo apenas na bagagem destemor e determinação estampados na cara, no afã de lutar, sobreviver, fugir da terrível estiagem, pois só quem é nordestino, avalia a dor desse povo sofrido, compelido pela malévola mão do destino a abandonar tudo, a ir embora a ver graças à seca “que a tudo devora”, sua família morrer de fome.

Esse é Lula, “o cara, ” que verga, mas não dobra, que contrariando a todos os prognósticos sombrios previstos, chegou onde ninguém chegara: Melhor Presidente brasileiro de todos os tempos, e, embora perseguido, diuturnamente bombardeado pela mídia cartelizada, manteve-se em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais, para inapelavelmente ganhar a eleição em 2018.

Venceria, porque é um audaz guerreiro, com quem o povo pode contar; trufaria, porque desconhece o medo, quando mister se faz, pela sua gente, batalhar, não fugindo, jamais, à peleja requerida, não padecendo de fraqueza quando a paz enseja que por ela se lute! …

Quando a adversidade interpunha-se em seu caminho, não se apequenava,, escondendo-se num cantinho, pois não temia o revés advindo, nem se lamuriava de ter sobre o lombo, coisa que o covarde, o frouxo, não suportaria o tombo, o “jornalismo de guerra” a persegui-lo, impelindo-lhe a esgrimir a espada com bravura, imbuído no seu nobre ideal -lutar pelo povo desta amada Terra, que sempre lhe foi fiel, grato e incapaz de trai-lo, sendo seu maior capital, lavrando nas urnas, para seus adversários políticos, inexequível sentença: Lula é insuperável, impondo aos maus perdedores que não se conformavam com os reveses sofridos, fragorosas derrotas, consagrando Luiz Inácio Lula da Silva, duas vezes Presidente, fazendo ainda, Dilma, sua sucessora, daí a covardia da perseguição sem trégua e rastaquera ao maior líder político da Nação brasileira, mas ele não se abalava mesmo embargada a fala, a alma ferida ante a desdita da perda irreparável da esposa querida, companheira de toda uma vida, ergue-se ainda mais forte , mais pujante, porque seu brio se faz por ser do rincão brasileiro, “gigante altaneiro” que não foge à batalha, que mesmo ferido pela seta ligeira do golpe rasteiro que calcou aos pés a gente brasileira, a “jararaca” não foge jamais ao embate requerido na férrea peleja que enseja, ser bravo, ser forte, característica comum desse gigante que não se verga aos vendavais da sorte, porque é o “cara”, preso… no coração do povo!

Jucklin C. Filho

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