Carneiro: indícios apontam que na presidência do legislativo feirense promoveu folia na aplicação do dinheiro público/ Por Sérgio Jones*

Meteu a mão no dinheiro público

Pululam denúncias na mídia, e não é de hoje, que durante a gestão do malfadado presidente do legislativo feirense, José Carneiro (MDB), após cumprir mandato tempão em virtude do falecimento do ex-presidente Reinaldo Miranda (2017), foi ele conduzido ao cargo para o biênio 2019 a 2020.
Neste fatídico período a coisa correu solta, a farra na aplicação do dinheiro público se sucedeu e fluiu de forma criminosa e irresponsável.

As práticas de gastos excessivos ganharam visibilidade com denúncias na imprensa em que apontavam várias irregularidades em quesitos como vale alimentação, abusos na utilização de diárias, contratação de funcionários fantasmas, custo anual abusivo e inflacionado na aquisição de compra de detergentes, entre outras práticas, nada ou pouco convencionais.

O mais indecente nessa situação deletéria é que todo esse desatino financeiro ocorreu durante a gestão do famigerado presidente José Carneiro, catapultado ao cargo com as bênçãos do caudilho político de outro Zé, o José Ronaldo.

Que para a desgraça do município e de seu povo tomou de assalto o poder local e nele permanece por mais de duas décadas. Consequência de visível incompetência das lideranças políticas, existentes na época e até mesmo as atuais.

O que mais chama atenção dos munícipes é que todo esse desmando político na Câmara, em nenhum momento, foi alvo de investigações pelos órgãos de controle existentes. Os crimes financeiros continuam ignorados por estes órgãos.

Na gestão atual, de acordo com o apurado, a arrecadação é menor do que a do período da gestão do Carneiro. E o atual presidente promete devolver R$ 2 milhões ao executivo.

Como muito bem observou órgãos da imprensa local, o que fica evidenciado é que se confrontarmos essas duas gestões, Carneiro versus Torres, na gestão do primeiro fica evidente que houve malversação na aplicação dos recursos. O que não se quer dizer que a atual seja melhor.

Mesmo diante dessa lamentável realidade, recheada de crimes de ordem financeira. O Ministério Público (MP), responsável perante o Poder Judiciário, pela defesa da ordem jurídica e dos interesses da sociedade, continua inerte e se recusando em cumprir o seu papel, que é de fiel observância da Constituição.

Como cantava Raul Seixas em música intitulada Al Capone, de autoria dele e de Paulo Coelho: Vê se te orienta; Assim desta maneira, nego; Chicago não aguenta.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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