Carlos Geilson, uma contradição ambulante/ Por Sérgio Jones*

O VENTO DIRECIONA O BIRUTA

Cada dia fica mais difícil entender o que dizem em seus discursos os políticos que com sua língua bifurcada uma ora fala uma coisa e logo mais diz outra, se tornando em uma eterna contradição em seus posicionamentos adotados diante dos eleitores.

Um dos políticos que tem se revelado mestre nessa prática tem sido o pré-candidato do a prefeito de Feira de Santana, Carlos Geilson (Podemos).

Recentemente ele deu entrevista na qual foi enfático ao afirmar que se eleito for firmará parceria com o governa da Bahia Rui Costa e com o presidente da república Jair Bolsonaro.

Não demorou muito tempo para que ele diante da imprensa, mais uma vez, viesse a fazer a seguinte declaração. Que se colocava na mesma linha de raciocínio de seu oponente político o prefeito peemedebista de direito e não de fato, Colbert Martins, que concorre nesse pleito a sua reeleição.

A linha de raciocínio em que se refere o confuso postulante ao cargo de prefeito do município, Carlos Geilson, é que entende que a campanha deve ser municipalizada, ou seja, de que campanha com questões nacionais devem ser só eleições presidenciais.

De duas uma, o que podemos entender, dessa mudança brusca em seus constantes discursos, é que ele esqueceu do que disse anteriormente. Ou literalmente não sabe o que diz.

Não é de agora que ele apresenta esse comportamento típico de sinalizadores encontrados em aeroportos, heliportos e aeródromos em geral, conhecidos como biruta. Se posiciona ao sabor do vento, o que o faz e o leva a mudar constantemente de posição.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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