Feira de Santana desceu ao poço da incompetência no governo Colbert Filho/Por Carlos Lima*

Colbert, Geddel e Temer. OPERAÇÃO VOUCHE

Não será exagero admitirmos que Feira de Santana viva os piores momentos na administração pública. O piso da cidade está completamente destruído. Obras projetadas em execução  se aliam aos interesses eleitoreiros e se arrastam no tempo, estando mais para trampolim político que atendendo interesses da população. Demonstram e comprovam uma gestão totalmente desprovida de interesse público.

A atividade de virtude do pensamento administrativo foi sufocada pelo abominável comportamento narcisista do prefeito Colbert Martins da Silva Filho, diante de uma obsessão pela reeleição  afastando-o, mais ainda, do dever como gestor municipal, de trabalhar pelo desenvolvimento do município, propiciando ao povo melhoria na qualidade de vida.

Não soube gerir nem conseguiu solucionar os problemas mais simples do cotidiano administrativo, desceu ao poço da incompetência.

Minimamente não solucionou as péssimas condições do transporte de massa, e os graves entraves na acessibilidade, eles simplesmente foram ampliados.

A ausência de conhecimento e capacidade administrativa para lidar de forma eficiente com o gerenciamento de obras, como o BRT,  transformou-se num sumidouro de recursos públicos, gerando desconfiança na sua destinação.

O transporte coletivo na zona rural é indecoroso, inadequado e se configura incapacitante e vergonhosa ação de desgoverno.

Com a chegada da pandemia Feira de Santana foi engolida quase definitivamente pelo obscurantismo de decisões imprecisas,  atabalhoadas na construção de uma estratégia, técnica, para combater a disseminação do coronavírus.

É como se o vírus estivesse se instalado no cerne administrativo minguando o pouco que ainda existia de respeito à vida e a capacidade de gerir o município.

O prefeito demonstrou um apego ao vampirismo. Assumiu a propaganda pessoal, se tornando assíduo nas emissoras de rádio e redes sociais. Seguiu o exemplo o sei ídolo. Bolsonaro.

Entende ele que ser mercador da palavra, por meio de paga é o suficiente para adquirir um certificado de inteligência e liderança, realizando seu mais profundo desejo, se reeleger prefeito de Feira de Santana.

Onde estão os altos recursos recebidos para combater a dengue, porque deixou que a merenda escolar apodrecesse nos depósitos, onde estão os equipamentos de proteção para a área de saúde, inclusive o Samu e outras desfaçatezes.

Ele não diz o que pensa, nem pensa o que diz. É especialista em dizer o que apenas lhe interessa.

É tão presunçoso que confere às obviedades uma grandiosidade que na realidade não possui.

Só falta assumir o ”OLAVISMO” cuja capacidade filosófica é alicerçada em palavrões e teorias de conspiração saudosista de tempos fascistas.

Carlos Lima, Jornalista

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