O preço da ignorância/Por Alberto Peixoto*

O a grande maioria do político brasileiro é analfabeto político
FOTO: Arquivos Google

É possível que todo este desmando estabelecido no Brasil seja por conta da falta de cultura – conhecimento – do povo brasileiro. Aliado a essa fragilidade também existe, neste país “abençoado por Deus”, do contrário a tragédia seria maior, o analfabetismo político que deve girar entorno de 99.99% incluindo, principalmente, os políticos.

No Brasil o analfabeto tem direito ao voto, jovens de 16 anos, sem nenhum conhecimento político, votam, semianalfabeto se elegem deputado, senador, prefeito, etc.

O analfabetismo funcional domina o País de norte a sul e isso implica no poder de decisão equivocado de sua população, que não sabe como proceder diante de um problema de grandes proporções como é a pandemia do coronavírus. Seguir as orientações da ciência ou as de um presidente tresloucado que, segundo a revista “The Economist”, “Bolonaro apresenta sinais de insanidade”.

Estas não são as únicas causas que levam o povo ao embaraço na hora de decidir por qual caminho seguir. Um grande motivador é o ódio disseminado pelos partidos da direita radical contra o PT e aos partidos de esquerda. Este ódio está levando, principalmente os seguidores do “presidente virtual”, a não raciocinar com inteligência. Não veem que os países europeus tiveram um crescimento acelerado de casos por não adotaram o “isolamento social”.

Na Argentina, país que tem um presidente sério – Alberto Fernández – e adotou o “isolamento total e obrigatório”, teve como resultado os seguintes números: 90 mortes e 1.584 casos. Veja agora os números do desmando à brasileira: 1.144 mortes e 19.723 casos no mesmo período. Este é o preço da ignorância do povo brasileiro, principalmente do seguidores de um presidente virtual que despreza a vida humana! O Brasil, desta forma, atingiu o pico da estupidez.  

O analfabeto funcional sabe ler e escrever, mas de forma limitada. Não tem condições de emitir um comentário sobre o que leu, consequentemente não tem discernimento suficiente para escolher seus representantes políticos. É fundamental ter melhor capacidade funcional de ler, escrever e saber interpretar um texto para, com mais acerto, definir quem vai ser seu mandatário.

Alberto Peixoto, Escritorcomendadoralbert@bol.com.br

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