A soberania e o futuro do Brasil/Por Alberto Peixoto

Sob a gestão de um projeto de ditador e seus três filhos patéticos, o Brasil chega ao fundo do poço
FOTO: Arquivos Google

De acordo a edição de 26 de agosto de 2019 do “The New York Times”, jornal norte-americano que circula em 160 países: Bolsonaro, “o menor e mais insignificante dos líderes”, está comprometendo a soberania e o futuro do Brasil. Fica caracterizado que o Brasil virou piada, motivo de deboche no âmbito interacional.

Já foi dito que o brasileiro é um ser inerte, engessado, que não reage às perdas evidentes que ocorrem atualmente, não só em seus direitos sociais e trabalhistas, mas também com relação à entrega do patrimônio nacional para instituições estrangeiras. “Um dia este povo há de acordar e fazer a diferença” – deseja Isabel Carneiro, funcionária pública.

Já foi abordado em diversos veículos de comunicação, em todo planeta, que o brasileiro precisa de verdadeiros lideres para mobilizar esta massa abatida pelo desânimo; que não reagem aos danos causados por este governo formado por ditadores de extrema direita neonazista, movimentos que se inspiram nas teorias políticas pregadas por Adolf Hitler.

O Brasil atualmente sofre a experiência de degustar o amargo sabor da ditadura eleita no último pleito presidencial pelos que foram enganados por um discurso fantasioso e mentiroso, em sua essência, de um paranoico sustentado nas irresponsabilidades que foram praticadas por um grupo de desequilibrados liderados por Aécio Neves, Fernando Henrique Cardoso, o oportunista Temer, entre outros não menos irresponsáveis.

O clima que envolve todo o país é de insegurança, medo, ódio e terror espalhados por uma “famíglia” de desajustados mentais. A guerra contra a corrupção, que foi alardeada por toda a campanha presidencial por este grupo de indolentes, não ocorreu e, na realidade, o que se pode ver é o contrario. O laranjal do Queiroz foi encontrado e nada aconteceu com este personagem, que não tem princípios nem obrigações morais. E a justiça, mais uma vez, nada fez!

A derrocada do Brasil é evidente. Um pé já está na bancarrota e o outro por entrar. A condição moral do governo brasileiro no contexto internacional deixou de existir. O Brasil deixou de ser uma república das bananas e passou a ser “o país dos bananas”.

“Mas Lula está preso”. E daí? O que mudou para melhor na vida destes analfabetos políticos, sem capacitação, que repete esta frase como um mantra, um papagaio de bordel? Com certeza, nada.

Pesquisa divulgada pela revista Emotion revela que pessoas que conseguem baixa pontuação em testes para averiguar o nível de inteligência (QI), são aquelas que procuram legitimar temas intolerantes como: racismo, xenofobia, homofobia e com fortes tendências a serem de extrema direita. É o caso dos três patéticos e do projeto de ditador Jair Bolsonaro.

Acerca do futuro do Brasil, pode-se citar um comentário da jornalista Vanessa Barbara que faz uma observação sobre a devastação da Amazônia: “O primeiro sinal de que a Amazônia não teria um bom ano veio este mês, quando o governo demitiu o chefe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o físico Ricardo Galvão, que foi antipatriótico o suficiente para divulgar dados mostrando um salto de 278% no desmatamento em julho em comparação com o mesmo mês do ano anterior”, descreve a jornalista.

Alberto Peixoto – Escritor

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