Monthly Archives: setembro 2019

A soberania e o futuro do Brasil/Por Alberto Peixoto

Sob a gestão de um projeto de ditador e seus três filhos patéticos, o Brasil chega ao fundo do poço
FOTO: Arquivos Google

De acordo a edição de 26 de agosto de 2019 do “The New York Times”, jornal norte-americano que circula em 160 países: Bolsonaro, “o menor e mais insignificante dos líderes”, está comprometendo a soberania e o futuro do Brasil. Fica caracterizado que o Brasil virou piada, motivo de deboche no âmbito interacional.

Já foi dito que o brasileiro é um ser inerte, engessado, que não reage às perdas evidentes que ocorrem atualmente, não só em seus direitos sociais e trabalhistas, mas também com relação à entrega do patrimônio nacional para instituições estrangeiras. “Um dia este povo há de acordar e fazer a diferença” – deseja Isabel Carneiro, funcionária pública.

Já foi abordado em diversos veículos de comunicação, em todo planeta, que o brasileiro precisa de verdadeiros lideres para mobilizar esta massa abatida pelo desânimo; que não reagem aos danos causados por este governo formado por ditadores de extrema direita neonazista, movimentos que se inspiram nas teorias políticas pregadas por Adolf Hitler.

O Brasil atualmente sofre a experiência de degustar o amargo sabor da ditadura eleita no último pleito presidencial pelos que foram enganados por um discurso fantasioso e mentiroso, em sua essência, de um paranoico sustentado nas irresponsabilidades que foram praticadas por um grupo de desequilibrados liderados por Aécio Neves, Fernando Henrique Cardoso, o oportunista Temer, entre outros não menos irresponsáveis.

O clima que envolve todo o país é de insegurança, medo, ódio e terror espalhados por uma “famíglia” de desajustados mentais. A guerra contra a corrupção, que foi alardeada por toda a campanha presidencial por este grupo de indolentes, não ocorreu e, na realidade, o que se pode ver é o contrario. O laranjal do Queiroz foi encontrado e nada aconteceu com este personagem, que não tem princípios nem obrigações morais. E a justiça, mais uma vez, nada fez!

A derrocada do Brasil é evidente. Um pé já está na bancarrota e o outro por entrar. A condição moral do governo brasileiro no contexto internacional deixou de existir. O Brasil deixou de ser uma república das bananas e passou a ser “o país dos bananas”.

“Mas Lula está preso”. E daí? O que mudou para melhor na vida destes analfabetos políticos, sem capacitação, que repete esta frase como um mantra, um papagaio de bordel? Com certeza, nada.

Pesquisa divulgada pela revista Emotion revela que pessoas que conseguem baixa pontuação em testes para averiguar o nível de inteligência (QI), são aquelas que procuram legitimar temas intolerantes como: racismo, xenofobia, homofobia e com fortes tendências a serem de extrema direita. É o caso dos três patéticos e do projeto de ditador Jair Bolsonaro.

Acerca do futuro do Brasil, pode-se citar um comentário da jornalista Vanessa Barbara que faz uma observação sobre a devastação da Amazônia: “O primeiro sinal de que a Amazônia não teria um bom ano veio este mês, quando o governo demitiu o chefe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o físico Ricardo Galvão, que foi antipatriótico o suficiente para divulgar dados mostrando um salto de 278% no desmatamento em julho em comparação com o mesmo mês do ano anterior”, descreve a jornalista.

Alberto Peixoto – Escritor

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Impeachment de Jair Bolsonaro pelo crime de Ecocídio/ Por Sérgio Jones*

Bolsonaro destrói a Amazônia
FOTO: Arquivos Google

O fato de que o arremedo de presidente, Jair Bolsonaro, é considerado uma ameaça definitiva que atenta contra os mais elementares direitos do cidadão, não resta dúvida. A prova reside no elevado aumento do desmatamento e incêndios provocados, de forma criminosa, em toda a Amazônia legal.

A ameaça provocada pela Besta ensandecida travestida de presidente afeta não só o Brasil, mas todo o resto do planeta. Devido a sua limitada capacidade intelectual, ele não consegue dimensionar o alto grau de estupidez do crime cometido.

Movimentos alternativos insurgem tendo como proposta, mais do que sensata, como a ventilada recentemente durante manifestação realizada no Largo do Machado, bairro Flamengo, no Rio de Janeiro (local tradicional de reunião e reivindicação), no âmbito das atividades preparatórias da Greve Global pelo Clima.

Em decorrência do posicionamento do Governo Federal do Brasil de atuar contra o meio ambiente e os povos das florestas, diante da generalização da degradação dos ecossistemas, do avanço do desmatamento e do aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE) que provocam danos ambientais irreparáveis, foi lançada para discussão: “Impeachment de Jair Bolsonaro pelo crime de Ecocídio”.

O principal argumento que foi apresentado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) que decidiu, no final de 2016, reconhecer o ecocídio (destruição em larga escala do meio ambiente) como crime contra a Humanidade. Advogados e especialistas em Direito Penal Internacional consideram o Ecocídio um delito de escopo local e global que justifica criminalizar as agressões contra o meio ambiente. Tipo ao elevado grau de letalidade provocado pelos “projetos antiecológicos” de autoria de Bolsonaro que colocam em risco o Brasil e, por extensão, todo o mundo.

O questionável presidente brasileiro pode ser responsabilizado por crime ecológico e por crime contra a humanidade. De acordo com o que estabelece o O Art. 225 da Constituição Federal diz: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

Inquestionavelmente, é dever dos governantes respeitar a Constituição defendendo a sustentabilidade da natureza. O que na prática, no Brasil, não acontece. Não podemos e nem devemos esquecer, que em algum momento, alguém sabiamente disse: “a responsabilidade social e a preservação ambiental significa um compromisso com a vida” .

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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Entrou de gaiato no navio/Por Alberto Peixoto

O Brasil afunda a cada decisão de seus gestores
FOTO: Gazeta do Povo

Entrei de gaiato no navio. Oh! Entrei, entrei, entrei pelo cano. Entrei de gaiato no navio. Oh! Entrei, entrei, entrei por engano – Melô do Marinheiro, Paralamas do Sucesso.

Os eleitores que elegeram o pseudopresidente Bolsonaro conseguiram afundar o país em uma crise sem precedentes. Como diz a letra da música “Melô do Marinheiro” (Paralamas do Sucesso), entraram de gaiato no navio e, infelizmente, levou consigo toda sociedade brasileira.

“Arrumaram” o cargo de presidente em um país com dimensões continentais para um tosco, que por ser tosco odeia a educação e, além disso, assessorado por um ministro não menos rude do que ele. Corta verbas da educação provocando o maior desmonte do ensino público já visto no Brasil.

O bronco e vulgar está entregando nossas riquezas naturais ao estrangeiro no atacado e no varejo a preço de bananas. Como se não estivesse satisfeito com estas atrocidades, destrói a fauna e a flora, colocando o equilíbrio ecológico, não só do Brasil, mas de todo o planeta em risco. Conforme parecer dos cientistas o desmatamento e as queimadas da Amazônia motivaram alterações climáticas que fizeram a floresta perder 50% da capacidade de reciclar água.

É espantoso ver o presidente do Brasil pedir aos brasileiros para vestirem verde e amarelo no dia 7 de setembro, data que se comemora a independência dos domínios de Portugal, enquanto ele presta continência à bandeira dos Estados Unidos. A soberania brasileira aos olhos do mundo está em plena derrocada.

É a total submissão ao governo americano. O povo brasileiro corre sério risco em decorrência desta política ínfima da extrema direita com os interesses estrangeiros, especialmente dos Estados Unidos.

E a justiça? Está de pernas e braços amarrados porque estão todos comprometidos com algo ilícito. No popular, estão todos com o rabo preso.

Segundo o site https://www.brasil247.com/A OAB e o Instituto Vladimir Herzog farão uma denúncia formal do governo de Jair Bolsonaro na ONU na próxima terça-feira pelos retrocessos à democracia e por fazer apologia às ditaduras”. Não há precedente para o gesto: nunca antes um presidente eleito foi denunciado às Nações Unidas.

Alberto Peixoto – Escritor

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O Flamengo é Raça, Amor e Paixão/Por Alberto Peixoto

O Flamengo possui a maior torcida do mundo!

O Flamengo nasceu pra vencer!!! O torcedor Rubronegro está acostumado a enfrentar situações das mais inusitadas que se pode imaginar, porque sabe que o Flamengo, como a Fênix que ressurgiu das cinzas, em um vôo rasante sempre atinge o seu objetivo. É por isso que ser Flamengo não nasceu para todos. Só para os pré destinados; para aqueles que têm em suas veias um sangue cujo DNA é formado por Raça, Amor e Paixão. Ser Flamengo é um estilo de vida é estar sempre de bem com a vida; é ter sempre no peito um coração pulsando acelerado e na boca um grito: Mengôoool. 

O Flamengo é mais do que um clube de futebol. Como já diz a máxima, repito, é Raça, Amor e Paixão. O sangue Rubronegro que corre nas veias dos seus torcedores e o transformam em gigantes destemidos, possui um só objetivo: A Vitória. Portanto, o time da Gávea nunca perde. Às vezes deixa de vencer.

Dizer, antecipadamente, que o Rubronegro da Gávea vai ser eliminado, ou rebaixado, é muito mais do que um pecado. É uma heresia. Só quem torce por este gigante em vermelho e preto e que possui uma energia fora do normal, tem a graça de compreender o que significa ser Rubronegro. Só quem pode saber e sentir o que significa esta energia são os verdadeiramente brasileiros e vencedores que nunca visitaram a segundona – sem a ajuda do STJ – e os que também possuem sangue de heróis destemidos.

FLAMENGO, EU SEMPRE TE AMAREI

Alberto Peixoto

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Crise na gestão tenebrosa do governo Bolsonaro continua gerando perda de aliados / Por Sérgio Jones*

As reservas do Brasil já foram leiloadas e não conteve o avanço do Dollar

As aves de rapina o que têm elas de comum, entre si, é que compartilham características semelhantes, são ágeis na captura de seus alimentos. No episódio que envolve o bate-boca entre os seres bestiais Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Kim Kataguiri, deixa transparecer uma inequívoca demonstração da crise que se alastra no desgoverno do Jair Bolsonaro. Este vem perdendo, ao longo desta tenebrosa e desastrada administração, aliados importantes que foram de fundamental importância para a ascensão dele, à Presidência da República.

Demonstrando uma agilidade mental de causar inveja a um asno., O pimpolho do presidente, esse mesmo que quer ser embaixador brasileiro nos Estados Unidos, abre mais uma rota de atrito, tendo como alvo, desta vez, o deputado federal Kim Patroca Kataguiri (DEM). Para quem não se lembra, ele foi o criador e ideólogo do Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem pra Rua, um dos principais apoiadores do impeachment da petista Dilma Rousseff.

O bate-boca entre as duas bestas, nada amestradas, teve início com a indagação feita por Kataguiri ao seu oponente. “Onde estava Eduardo Bolsonaro na hora de chamar o governo pra votação nominal do abuso de autoridade? Ou no veto do PR contra projeto que limitava poderes do STF? Ou ontem, quando precisávamos do PSL para manter decreto presidencial? Na previdência? Lava Toga? Nadinha. Fritando hambúrguer. Covarde”, disparou o deputado do DEM.

Em resposta nada diplomática o Eduardo disse que Kataguiri não queria debater, e postou uma foto onde discursava no plenário da Câmara, sem a presença do deputado do DEM.
“Neste termo vc me chama para outra coisa, não para debate. Poderia ser raso como você e perguntar onde estava hoje à tarde quando discursei. Quando for menos arrogante podemos conversar, até lá no máximo faremos como em 2014, quando você pedia vídeos comigo na Paulista e depois de eleito, os deletou”, rebateu.

A briga de comadres teve prosseguimento, Kataguiri chamou Bolsonaro de “traidor”. “Fiz campanha e votei em você em 2014, quando você defendia a Lava Jato e criticava o Supremo. Agora, faz parte de um governo que faz acordão contra Lava Jato, acaba com COAF, veta lei para limitar poder do STF, interfere na PF e na Receita para proteger senador corrupto. Traidor”, finalizou.

O que deixa transparecer é que este capítulo de cunho fortemente novelesco da deplorável política brasileira, está longe de chegar ao seu fim. Muita água ainda deverá rolar sob esta ponte, onde o que está em discussão não são interesses do povo que chafurda na indigência de um modelo de sociedade que agoniza no lodo da história.

Mais um atrito gerado de forma estéril recheado de interesses díspares, que tem como foco principal atender questões de egos inflados e vaidades geradas e, até mesmo alimentada, pelo desenvolvimento de um modelo caquético de governo, onde todos falam e ninguém se entende. Uma autêntica Torre de Babel.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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