Monthly Archives: março 2019

Bolsonaro, um maluco no pedaço/ Por Sérgio Jones*

Um louco no “puder”
Foto Lula Marque

Deu a louca no Brasil com a ascensão do inconfundível esquizofrênico e psicopata Jair Bolsonaro, à presidência da república. A bem da verdade, parte deste desastre político já estava escrito nas estrelas e nos Fakes News. Fatos que conduziram significativas parcelas de uma população incauta e despolitizada a se deixarem embalar pelo canto da sereia, na crença da existência de um “Salvador da Pátria”. Esta pieguice política já demonstrou, lá atrás, com Collor de Mello, que tal experiência não foi exitosa e nunca será.

Diante da trágica realidade que todos nós, sem distinção, vivenciamos só nos resta fazer uma releitura política desenvolvida de forma dantesca que tanto mal e estragos está a acarretar toda a nação, e de forma direta, em especial à população que se encontra na baixa estratificação social. Existente e ampliada nesta triste e infelicitada nação dos trópicos. Que indiferente ao sofrimento causado a seu povo, continua sofrendo de distúrbios provocados pela intensa narcolepsia que afeta o Brasil o coloca o gigante em sono profundo, em berço esplêndido.

A tônica do momento tem sido a ordem proferida, por outro não menos psicopata do grupo da gaiola das loucas dos “bolsomínions arrependidos”, Olavo de Carvalho, que recentemente fez um veemente chamamento para que seus pupilos deixem o Governo, como reação aos “traidores” de Bolsonaro que estariam controlando seu governo. Traidores que, segundo ele, seriam os militares, que estariam “tucanizando” o governo do Ex-Capitão do Mato por estarem, entre outras coisas, enfeitiçados pelas “luzes, câmeras e a ribalta das gostosas repórteres”.

Como todos estão ciosos de saber, o tempo voa às vezes como uma ave e às vezes se arrasta como um verme. Esta tem sem sido a realidade com que nos defrontamos diante desta desprezível gestão de governo, que fere os sentimentos democráticos de toda uma nação, com mais de 200 milhões de brasileiros. Vale, neste caso específico, o adágio popular: “Quem tem burro e anda a pé, mais burro é”.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)


Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Bolsonaro: transmutação da espécie humana que não deu certo/ Por Sérgio Jones*

A Transmutação
FOTO: CTB

O termo transmutação genética é usado, na história da Biologia, para descrever o processo de mudanças morfofisiológicas ocorrentes em uma espécie para desenvolver outra. Este é considerado como ideal para definir a personalidade, ou falta dela, quando nos reportamos ao comportamento patológico do presidente Jair Bolsonaro.

Mantendo um comportamento incompatível para com o cargo que ocupa, o arremedo de presidente preserva uma espécie de gestão sanfona. Suas declarações são imprecisas e confusas, o que têm causado constantes desgastes no governo. Suas declarações feitas pela manhã são desfeitas à tarde. O que deixa transparecer, de forma cristalina, que este ser caudilhesco não consegue manter a liturgia do cargo. Provavelmente por não saber se utilizar de cada um dos ofícios e sacramentos que tal função exige. O que nos leva a crer que fatores como incompetência moral e sobretudo intelectual, têm sido os principais entraves.

Um exemplo significativo, entre miríades de outros, que são expostos diariamente pelo Bolsonaro e seus áulicos, pode ser observado, como mais uma joia da coroa : em que ele afirma que a missão de governar o país “será cumprida ao lado das pessoas de bem do nosso Brasil, daqueles que amam a Pátria, daqueles que respeitam a família, daqueles que querem aproximação com países que tem ideologia semelhantes à nossa, daqueles que amam a democracia e a liberdade”. O presidente finalizou o curto discurso dizendo que só existe “democracia e liberdade quando a Força Armada assim o quer”.

O que deixa claro é o que o entendimento dele no tocante ao conceito família ficou resumido com a exibição do vídeo, durante o carnaval. Comportamento, este sim, que atenta de forma bestial contra justamente o que ele afirma, e diz defender. Este simulacro de presidente se comporta em total desacordo e sintonia com o espelho. Este reflete sem falar, enquanto Bolsonaro fala sem refletir.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria

Marcela Temer a Messalina deletéria e irresponsável no trato do dinheiro público/ por Sérgio Jones*

Em reportagem assinada pelo jornalista Matt Roper, jornal britânico Daily Mail, nos idos de 2016. Ele deixa transparecer os abusos econômicos praticados por Marcela Temer, desde que conheceu o presidente até os dias de hoje. “Ela insiste em ter tudo do melhor, não importa o preço. E o que ela quer, ela tem”, diz.

A reportagem descreve Marcela como uma espécie de Messalina que ao ascender ao poder se tornou uma implacável predadora no tocante ao seu nefasto e abominável ato de consumista em que exigiu e gastou “milhões em reformas da casa pública em que habitava, na cidade de Brasília”.

Outro ato praticado pela primeira dama, deste governo ilegítimo e plutocrático, foi registrado durante a posse de Temer, mesmo com o país em franca recessão, com milhares de pessoas no desemprego e empresas fechando as portas dia a dia, ela se negou a mudar seu estilo de vida. Ao exigir de Temer uma extensa e cara reforma antes de ocupar o Palácio do Jaburu, residência oficial. As reformas incluíam melhorias na piscina, dentre outras coisas.

Enquanto se processava as reformas, a imperatriz dos gastos públicos, vivia de forma nababesca em uma casa de R$ 7 milhões de Temer, em São Paulo. No fim, mudou-se para Brasília, levando parte da “famiglia”. O vetusto presidente Temer adquiriu para sua Efeba uma mansão de R$ 4,5 milhões e alugou uma outra propriedade por mais de R$ 15 mil mensais. Além dos mais diversos outros tipos de abusos continuarem sendo praticados, no trato da coisa pública. A diferença entre ela e Messalina, é que esta última foi justiçada, devido à falta de coragem para cometer suicídio, acabou sendo morta pelo oficial que a prendeu.

Para a maioria dos brasileiros a vida suntuosa de Marcela e de sua “famiglia” caracteriza-se como símbolo inequívoco de agressão e franco desrespeito a realidade em que vive o povo brasileiro. Esta predadora deletéria dos recursos públicos foi, e continuará sendo considerada como uma agressão, ao nível de desigualdade social existente no país.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

Leave a Comment

Filed under Sem categoria