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Prêmio Fama 2015: Lançamento do livro “Quitéria e o Bando de Cleonice”

No dia 26 de novembro de 2015, em Santo Antonio de Jesus, BA, o autor Alberto Peixoto recebeu o Prêmio Fama de melhor escritor. Estiveram presentes nesta noite o Prefeito Humberto Leite, o Deputado Alan Sanches, o Coronel da PM Anselmo Piton, Mãe Mara Aline Riscado e diversos empresários da cidade.

Durante o mesmo evento, foi lançado o mais recente livro de Alberto Peixoto: Quitéria e o Bando de Cleonice.

A saga da heroína feirense Maria Quitéria na Guerra da Independência da Bahia é contada na nova obra do escritor feirense Alberto Peixoto. O livro “Quitéria e o Bando de Cleonice” é resultado de uma ampla pesquisa histórica feita pelo próprio autor durante três anos. A história tem resquícios fictícios que se confundem com a realidade, proporcionando ao leitor uma verdadeira viagem no tempo.

O lançamento do livro em Feira de Santana será no dia 10 de dezembro de 2015, na Cidade da Cultura, às 20:00.

Fotos do Prêmio Fama 2015

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Lançamento: Quitéria e o Bando de Cleonice

Quitéria e o Bando de Cleonice

Prêmio Fama: Lançamento do livro Quitéria e o Bando de Cleonice, projeto contemplado pelo programa municipal de incentivo a cultura de Feira de Santana de Pró-Cultura/Esporte, com patrocínio do Hospital EMEC e do laboratório Pró-Diagnóstico de Feira de Santana.

O projeto é uma idealização de ALOMA GALEANO: PRODUÇÃO CULTURAL E EVENTOS. Trata-se do mais recente livro escrito pelo escritor Alberto Peixoto. O livro possui ilustrações do desenhista Daniel Ponciano e propõe rediscutir a história oficial a partir do viés da formação do povo brasileiro. Em Quitéria e o Bando de Cleonice há um misto da ficção com fatos históricos verídicos, contextualizando a vinda dos negros ao Brasil, juntada a uma personalidade feirense tornada mito nacional, a heroína Maria Quitéria, faz da obra uma excelente maneira de conhecer a nossa própria história.

O 1º lançamento será no município de Santo Antônio de Jesus, no dia 26/11; em breve lançamentos em Feira de Santana, na Cidade da Cultira, no dia 10/12, às 20:00.

Conheça agora a página do livro no Facebook e conheça mais sobre a obra. Em breve versão e-book!

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O nome da sorte

Qual o nome da sorte?

Qual o nome da sorte?

Diante das dificuldades da vida atual, grande parte dos casais que gerassem um filho, com certeza colocaria um nome que lhe desse a mínima esperança de que atraísse muita sorte para a criança. Geralmente, quem pensa desta forma, costuma colocar nomes exóticos ou oriundos da união do nome do pai com o da mãe, como por exemplo: Carlângela – união de Carlos com Ângela, etc.

Com certeza o nome mais adotado seria Kadu, e para reforçar a possibilidade de ter muita sorte o sobrenome seria Cunha, que para os amigos mais próximos teria como cognome, Cunhão. Certamente esta criança quando atingisse a idade adulta, não teria problemas financeiros e deveria sem dúvida ingressar na política onde, com certeza, faria seu “pé de meia”. Teria contas na Suíça e por ser uma pessoa de “muita sorte”, alguém ou alguma empresa de Trust, administraria seus bens sem que fosse preciso sequer, assumir que era dono desta fortuna e muito menos informar na sua declaração do Imposto de Renda.

Em pouco tempo Cunhão – por ser portador de uma “sorte” incrível – se tornaria pastor Evangélico e, além dos seus dividendos aplicados no exterior – digo, daqueles que “pertencem ao Trust e não a ele” – haveria também o “dizimão” onde todo dinheiro arrecadado seria em nome do Senhor e não do astuto Cunhão.

Sua esposa, certamente uma pessoa muito hábil – desposar Cunhão não pode ser para qualquer mulher – tomaria aulas de um destes esportes caríssimos. De maneira evidente, ela escolheria um esporte que requer muita dinâmica e que a possibilitasse “aplicar” também no exterior.

Como político, Cunhão chegaria muito fácil à Presidência da Câmara dos Deputados, se aproveitando do cinismo do seu nome, enganando os brasileiros, que na sua grande maioria são analfabetos funcionais. Seria necessário ter muito cuidado com o Cunhão, porque ele tem mania de entrar onde não é chamado com a maior cara de pau.

E se um dia ele fosse denunciado? Bobagem. Por ser uma pessoa que no passado viveu na “dureza”, sem dinheiro, ele poderia dizer que toda fortuna acumulada não era dele ou foi fruto de trabalho árduo. E se ele fosse destituído do cargo e preso? Então, todos gostariam de ver como o “nobre Cunhão” se sairia desta, mesmo sabendo que muitos caras de pau iriam inocentá-lo.

 

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Viver é sublime

Viver é sempre mutação, evoluindo, transcendendo os limites que nos são impostos pela vida. É participar de uma aventura onde corremos todo tipo de riscos, desafios e o mais importante e gostoso de tudo isso, é a possibilidade que temos de correr esses riscos. Porém, quem não se expõe, não tem desilusões, sofrimentos, também não cresce, não ama, não vive. Somente quem enfrenta desafios, vive.

É preciso saber viver intensamente as emoções, apreciar o nascer e o pôr-do-sol, amar, chorar, brincar, dançar, ser feliz observando a natureza, respirando a brisa do mar no seu eterno balé do vai e vem das ondas que lambem a branca areia da praia, adorando os respingos da chuva que beijam suavemente nossa face, notando que as manifestações do universo, fazem o amor penetrar em nosso corpo, indo até o âmago da nossa alma e, de mãos dadas com nosso bem-querer, colher “rosas” em um jardim onde juntos plantamos a semente do amor. É necessário extasiar-se diante do doce e inocente sorriso das crianças.

Viver é amar incondicionalmente. São as virtudes de nossas ações que nos impulsionam para frente, para vencer após um fracasso, levantar após a queda, insistir e persistir e não desistir após o insucesso.

Viver é saber que estamos aqui só de passagem, é compreender o próximo, respeitando seus limites e entendendo que nem sempre as pessoas agem de acordo com a nossa vontade.

Viver a vida é participar de uma travessia onde não conseguiremos nada sem a ajuda do próximo. Só é possível superarmos as barreiras que nos são impostas nesta caminhada, à medida que unimos as mãos numa entrega e inter-dependência semelhante a de corrida de troca de bastão.

Sempre torcendo por você e “que no baile da vida a felicidade seja seu par”.

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Vivendo as diferenças

Estamos vivendo o terceiro milênio onde o avanço tecnológico tem sido uma constante. Neste mundo “globalizado” já derrubamos fronteiras intransponíveis, estamos ligados em todos os acontecimentos em tempo real, cada vez mais descobrimos coisas novas entre o céu e a terra e a cada dia que passa nos afastamos mais e mais de nossos pares, sejam homens ou mulheres. Nossa intolerância para o diferente está cada vez mais presente nas relações sejam de trabalho ou afetivas. As Organizações que já acordaram para a questão fazem programas que estimulam a diversidade, acreditando que a soma dos diferentes é muito maior que a facilidade dos iguais, mas, mesmo assim, encontramos obstáculos que aparecem sutilmente travestidos no dia-a-dia, como falta de desempenho profissional, baixa produtividade, dificuldade de trabalhar em equipe.

Acredito que é sempre muito bom conviver com as diferenças. Se tivermos de fazer um apanhado de tudo que realizamos, vamos perceber que sempre temos que estar interagindo com a vontade das pessoas, dos gostos, dos credos e crenças, no trabalho, em casa, com filhos, amigos, até mesmo com quem não nos relacionamos e, de certa forma, acabamos sendo influenciados por alguma atitude.

A verdade é que, particularmente, gosto muito da diferença, ela engrandece: se não for boa, aprendemos com ela que nos ensina a não fazermos igual e sim da melhor maneira, seja para nós ou para o nosso próximo, sendo essa diferença positiva, a gente também aprende, ninguém pensa igual. Acho que por si só as diferenças já começam por aí.

Na verdade ser diferente é que é legal… Cria a curiosidade, instiga a mente das pessoas para o novo – mania que todo mundo tem medo – faz com que a gente pegue carona no desconhecido e experimente novos aprendizados, maneiras melhores de fazer e ser, como seres humanos, profissionais, amigos, pais, filhos e colegas de trabalho, além dos amigos distantes e próximos.

O fato é que não precisamos aceitar tudo que é diferente, mas sim aceitar a conviver com ele e com as distintas maneiras de ser e de pensar das pessoas. É isso que nos enriquece como entes humanos.

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O único espermatozoide

Eu fico puto da vida quando dizem que eu sou filho único. Eu apenas fui o único espermatozoide que saiu do saco de meu pai, para fecundar o único óvulo que foi fecundado no útero de minha mãe e só isso.

Eu fui criado junto com os Elias, Álvaros e Marias, Lúcias, Noemias e duas tias. Não posso ser filho único, de jeito nenhum. Por que zorra no mundo, meu Deus, insistem com essa história absurda?

Na verdade tudo começou quando eu de tanto andar pendurado nas ideias, fiquei meio isolado, atordoado e de repente, percebi “aquele” alvoroço e me levantando, constatei que era uma corrida. Resolvi participar e, no meio da multidão, me piquei na correria. Foi pernas pra que te quero.

Em poucos minutos já me encontrava liderando uma estranha competição. Não sabia qual era o prêmio, nem onde ficava a linha de chegada, quando percebi que estava saindo de uma estrutura rústica para uma mais delicada, suave, matéria simples, mas aconchegante. Foi aí, então, que eu compreendi que estava entrando em outro corpo. Um corpo de mulher! E entrando pela porta da frente, é bom que se diga, para não restar dúvidas.

Em poucos segundos, vislumbrei a chegada e pra variar, eu continuava na frente e sendo perseguido de perto por uma pestinha de uma menina incompetente. Ela queria me ultrapassar a todo custo. Joguei sujo. Na primeira curva do falópio, dei-lhe um tranco, jogando-a para os intestinos e pisei na tábua.

Enfim, ultrapassei a linha de chegada. Penetrei naquele útero novinho, novinho. Zero quilômetro! Senti-me um vencedor e virando para os perdedores, gritei: “venci minha primeira competição, renca de molóides”.

Neste exato momento, recebi o prêmio. Um óvulo que fecundei e nove meses depois, nasceu uma criança maravilhosa. Um garoto lindo, vibrante, charmoso, inteligente… Um gato! E o dono do saco, onde eu tinha passado todos os meus dias de espermatozoide, ao ver aquele ser imaculado, gritou:

– Este é o meu filho, homem macho, muito macho e vai se chamar Antonio Alberto Peixoto.

Foi assim que eu nasci!

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Um viva ao povo brasileiro

Ouve-se dizer que a corrupção está no DNA do brasileiro. Este pensamento aflora quando se vêem pessoas, aparentemente de boa índole, afiliar-se a um partido político pleiteando um cargo público ou até mesmo na iniciativa privada, se tornarem corruptas. Este tipo de situação passa a importunar, principalmente, quando observamos que grande parte do Congresso Nacional, dos Ministérios e seus componentes, os Secretários estão envolvidos em escândalos, o que já se tronou rotina.

A prática infrene da corrupção virou coisa comum, um modal estereotipado, principalmente em municípios não tão grandes, onde grande parte da população não possui escolaridade nem cultura – conhecimento – adequadas, facilitando o exercício destes atos. Sabemos que estes fatores levam grande parte da população, que na maioria vota pelo nome do candidato ou por pertencer à “sua facção predileta”, tocar foguetes, fazer carreatas e comemorar a absolvição de um corrupto.

Infelizmente o brasileiro vive deitado eternamente em berço esplêndido, não está preparado para a democracia, sequer para escolherem seus representantes nas urnas! É sabido que a idéia que o brasileiro passa para o resto do mundo é de que o Brasil é uma Nação de desonestos e pode-se dar como exemplo o “Zé Carioca”, personagem da “Disney”, um herói malandro que sempre usa do jeitinho brasileiro para solucionar seus problemas.

Segundo Marçal Rogério Rizzo – Economista, Professor Universitário da UniToledo, Especialista em Economia do Trabalho pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), “quem estraga o Brasil são os políticos desonestos e, pior, são eles que elaboram as leis que regem esta nação. Isso só mudará quando todos se conscientizarem e deixarem de ser acomodados e começarem a mudar esta triste realidade. Que tal começarmos a pensar nisso na próxima eleição? Isso mostraria o descontentamento de uma nação com seus políticos que não pensam em seu povo, mas sim em seu bolso. Nas eleições, pensem com carinho e não vão para as urnas com aquele “jeitinho brasileiro” de votarem no menos pior”.

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Tsunami financeiro

É imprescindível ao administrador financeiro conhecer, profundamente, como funciona este mercado. Esta realidade ficou comprovada através da atual crise mundial que está abalando a vida de todos os habitantes economicamente ativos do planeta e que obrigou o governo dos Estados Unidos a criar um pacote de ajuda econômica em torno de US $ 800 bilhões de dólares, na tentativa de evitar a “quebradeira” dos grandes bancos e corretores de imóveis daquele país.

Infelizmente o Brasil não está livre desta situação incomoda, e corre sérios riscos diante da crise por que passa o mundo das finanças. Neste contexto de difíceis previsões, as empresas vêem seu risco operacional e financeiro aumentarem de uma forma quase que incontrolável. Por outro lado, a agência de classificação de riscos, Fitch Rating, avaliou que o Brasil “se sente confortável, no curto prazo, no sentido de que as autoridades brasileiras implementaram uma efetiva rede de proteção, que dará suporte à liquidez, de tal forma que não é esperado que um banco não honre suas obrigações financeiras, nas próximas semanas”.

Geralmente os administradores, particularmente os voltados para o segmento das finanças, precisam, cada vez mais, estudar e se dedicar ao conhecimento do que acontece no mercado financeiro. A modernização e a educação contínua no momento atual é de grande urgência para todos os administradores, porém para os executivos que atuam em finanças, tal fato é de notória emergência.

É muito difícil fazer um prognóstico, hoje, sobre qual vai ser a situação da economia mundial pós-crise. Grandes deverão cair – alguns já estão caindo – possivelmente ocorrerá uma profunda transformação no sistema bancário e financeiro mundial e a prudência deverá ser colocada em pauta. Segundo os comentários do economista-chefe, para a América Latina, do Banco Santander, Tomás Malagra, as coisas irão ficar feia após a crise. Acho que o mercado financeiro precisa ser inteiramente revisto pelos olhos do bom senso. É necessário que regras rígidas sejam estabelecidas, porquê o mundo das finanças não será mais o mesmo. Vejo em tudo isso o reflexo do “efeito Bush” com sua administração desastrosa, fomentando guerra nos quatro cantos do planeta.

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Troque um parlamentar por 344 professores

Quem se importa com os professores? Questão que po­deria deslizar, perigosamente, para esta outra: quem se im­porta com o ensino?

Recebi uma mensagem eletrônica em que um professor de Física, do ensino médio de uma escola pública, dizia sentir-se humilhado e até de dizer que, como educador percebia mensalmente R$ 650,00 de salário bruto. Inclusive que existem colegas de profissão que ganham ainda menos. Algo em torno de R$ 440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar?

Seguindo com seus comentários, disse:

“Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova um aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social”.

Um parlamentar no Brasil custa para os cofres do Estado R$ 10,2 milhões por ano. Com certeza, devem ser os parlamentares mais caros do mundo! Segundo as pesquisas deste mesmo professor, na Itália, são gastos com parlamentares R$ 3,9 milhões, na França, pouco mais de R$ 2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$ 850 mil e na vizinha, Argentina, R$ 1,3 milhões.

Podemos observar, através destes números, que um parlamentar brasileiro custa ao erário o equivalente a 688 professores de nível superior. Não estão computados outras benesses usufruídas pelos parlamentares, como as famigeradas passagens para toda parte do planeta utilizada não só por seus familiares, mas, até por amigos deste grupo de privilegiados, entre outras.

A proposta do professor em questão é a seguinte: Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema é: “troque um parlamentar por 344 professores”. COMO VOCE VAI VOTAR DEPOIS DE LER ESTE ARTIGO?

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Toda Cheia de Graça Infinita!

Assistir a procissão de Senhora Santana, como faço todos os anos, é uma coisa que me deixa emocionado! Este sentimento intenso produz em mim uma sensação de amparo; proteção divina! É a minha fé aflorando a cada minuto que sou envolvido por aquela comitiva pomposa, que traz consigo uma energia Divina incomensurável! Este momento mágico estimula a nossa fé.

O andor de Senhora Santana, carregado pela fé de homens e mulheres, percorre, lentamente as diversas artérias da cidade princesa, causando em seus espectadores uma forte emoção. Durante o cortejo religioso, diversos hinos em louvor a Senhora Santana são entoados, aumentando mais ainda a sensação de que existe, naquele momento, uma vibração ou energia positiva que envolve e nos encoraja a transformar os obstáculos, que por ventura surjam em nosso caminho, por degraus que servirão para nos conduzir ao sucesso.

Fico a me perguntar: por que não encerrar o evento em homenagem a nossa padroeira com o Hino à Feira de Santana? Segundo minha amiga Gracinha Ferreira, só a escola Ruy Barbosa, da saudosa Pró Nena, entoava algumas vezes durante a semana, o Hino à Feira de Santana. Deveria ser obrigatório, pelo menos nos colégios municipais, a execução deste hino, um cântico que une a poesia e a musica de forma perfeita.

De autoria da poetisa feirense e professora de música – entre tantos outros atributos culturais – Georgina Erisman (27.01.1893 – 23.02.1940), filha de Camilo Mello Lima e Leolinda Bacelar – extraído do livro: Georgina Erismann; Mello; Carlos Alberto Almeida – o Hino à Feira, executado pela primeira vez em 1928, em comemoração ao 1º aniversário da Escola Normal, hoje Colégio Estadual, foi um presente da autora ao povo feirense, que deveria se orgulhar desta jóia “toda cheia de graça infinita”…

“Fica registrado o meu protesto ao descaso com o Hino à Feira de Santana”.

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